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Feliz Natal e próspero ano novo!

24 dezembro 2011

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Cinema para os pequeninos

25 setembro 2011

Capital maranhense recebe pela primeira vez Mostra de Cinema Infantil

33 curtas-metragens compõem a programação da Mostra de Cinema Infantil, que acontece pela primeira vez em São Luís, dias 12 (quarta-feira) e 13 de outubro (quinta-feira), no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande), com sessões gratuitas.

Os filmes serão exibidos em DVD. Os curtas integram um box especial, comemorativo dos 10 anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. “São filmes feitos para crianças, mas que irão encantar também pais, mães, tios e os adultos que vierem ao cinema nestes dois dias”, afirma Francisco Colombo, que assina a produção local do evento.

A Mostra de Cinema Infantil antecede a 6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega à São Luís entre outubro e novembro pela segunda vez e tem produção local também de Colombo. À exceção de Doido Lelé, recomendado para crianças a partir de 10 anos de idade, toda a programação tem classificação indicativa livre.

Diversão garantida para a criançada: além dos filmes, um parquinho com brinquedos será montado na Galeria Valdelino Cécio (CCOCf). “Este ano é como se as crianças tivessem dois dias”, finaliza Colombo, lembrando que o primeiro dia da mostra, feriado nacional, dia da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida, é também o Dia das Crianças.

A Mostra de Cinema Infantil tem apoio da Lume Filmes, Secretaria de Estado de Esportes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania e Rádio Universidade FM.

Programação

12 de outubro

16h
Programa 1 (55 min. e 30 seg.)  – todos com classificação indicativa livre

1 – O espantalho, de Alê Abreu (animação, São Paulo, 1998, 10 min.)
2 – Disfarce explosivo, de Mário Galindo (animação, São Paulo, 2000, 8 min.)
3 – Docinhos, de Frederico Pinto e José Maia (animação, Rio Grande do Sul, 2001, 8 min.)
4 – A traça Teca, de Diego Doimo (animação, São Paulo, 2002, 8 min.)
5 – Água de Romanza, de Gláucia Soares e Patrícia Baia (ficção, Ceará, 2002, 15 min.)
6 – Alma carioca – um choro de menino, de William Côgo (animação, Rio de Janeiro, 2002, 6 min. e 30 seg.)

17h15min
Programa 2 (68 min.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Gilda e Gilberto, de Érica Valle (animação, São Paulo, 2003, 8 min.)
2 – A velha a fiar, do Núcleo de Animação de Campinas (animação, São Paulo, 2003, 5 min.)
3 – Malasartes vai à feira, de Eduardo Goldenstein (ficção, Rio de Janeiro, 2004, 13 min.)
4 – Tampinha, de João Batista Melo (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
5 – O homem que bota ovo, de Rafael Conde (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
6 – Historietas assombradas (para crianças malcriadas), de Victor Hugo Borges (animação, São Paulo, 2005, 16 min.)

18h30min
Programa 3 (57 min e 44 seg) – todos com classificação indicativa livre

1- Minhocas, de Paolo Conti (animação, São Paulo, 2005, 15 min.)
2 – Peça por peça se constrói um amigo, de Giuliano Benedet (animação, Santa Catarina, 2006, 2 min.)
3 – O mistério do cachorrinho perdido, de Flávio Colombini (ficção, São Paulo, 2006, 23 min.)
4 – Doce turminha e o bom samaritano, de Eduardo Drachinski (animação, Santa Catarina, 2007, 10 min.)
5 – Calango, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 7 min. e 44 seg.)

13 de outubro

17h
Programa 4 (64 min. e 40 seg.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Nas asas do condor, de Cristiane Garcia (ficção – animação, Amazonas, 2007, 20 min.)
2 – Rua das Tulipas, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 10 min.)
3 – A lenda do brilho da lua, de Gabriela Dreher (animação, Santa Catarina, 2007, 2 min. e 40 seg.)
4 – Minha rainha, de Cecília Amado (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 11 min.)
5 – A bruxinha Lili, de Leonardo Copello (animação, Bahia, 2008, 8 min.)
6 – A menina-espantalho, de Cássio Pereira dos Santos (ficção, Distrito Federal, 2008, 13 min.)

18h15min
Programa 5 (55 min.) – todos os filmes com classificação indicativa livre, exceto Doido Lelé (10 anos)

1 – Mãos de vento e olhos de dentro, de Susanna Lira (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 13 min.)
2 – Brincadeira de criança, de Cristiano Alves de Oliveira (animação, São Paulo, 2008, 2 min.)
3 – Tratado de liligrafia, de Frederico Pinto (ficção, Rio Grande do Sul, 2008, 14 min.)
4 – A menina que pescava estrelas, de Ítalo Cajueiro (animação, Distrito Federal, 9 min.)
5 – Doido Lelé, de Ceci Alves (ficção, Bahia, 2008, 17 min.)

19h30min
Programa 6 (64 min) – todos os filmes com classificação indicativa livre

1 – Ernesto no país do futebol, de André Queiroz e Thaís Bologna (ficção, São Paulo, 2009, 14 min.)
2 – Imagine uma menina com cabelos de Brasil, de Alexandre Bersot (animação, Rio de Janeiro, 10 min.)
3 – Procura-se, de Iberê Carvalho (ficção, Distrito Federal, 2010, 14 min.)
4 – O menino mofado, de André Pellenz (ficção, Rio de Janeiro, 2010, 12 min.)
5 – Garoto barba, de Christopher Faust (ficção, Paraná, 2010, 14 min.)

Maiores informações e contatos para entrevistas:
Francisco Colombonofieldabalanca@yahoo.com, (98) 8118-1829
Zema Ribeirozemaribeiro@gmail.com, (98) 8888-3722, (98) 8213-9107

Toca da Empada: a grife do choro

30 junho 2011

Saraus do happy hour de sexta-feira já integram o calendário musicultural de São Luís

Já completou dois meses a série Na Toca do Choro, cujas apresentações acontecem sempre às sextas-feiras, na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queops, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumetos Musicais). O Regional Azeite Brasil, cuja formação recentemente mudou, tem dado conta do recado.

Juca do Cavaco, João Neto (flauta), Domingos Santos (violão sete cordas) e Sabujá (percussão) animam a plateia presente passeando por choro, bossa, samba e o que há de melhor na música instrumental brasileira – às vezes, os integrantes chegam até a arriscar um ou outro trecho cantado, para o deleite dos que prestigiam a iniciativa. Show à parte são também as didáticas intervenções de mestre Juca: professor da Escola de Música do Maranhão, ele conhece muito da história de diversas músicas que o grupo toca, em geral engraçadas, além de passagens hilárias das biografias de seus compositores e/ou executantes.

“A formação original do Azeite Brasil mudou, mas a proposta permanece a mesma. A Toca da Empada nos acolheu com muito carinho, criou o ambiente propício para esta animada roda de choro, gênero musical que tem recebido cada vez mais atenção do público, sobretudo do público jovem, o que nos deixa bastante contentes”, afirma o músico João Neto, único remanescente da formação original do Azeite Brasil.

Pixinguinha – A formação que hoje esbanja talento chegou a ser anunciada como Instrumental Pixinguinha. Explica-se: três de seus integrantes são do único regional maranhense de choro a ter um disco gravado – João Neto substitui o professor Zezé da Flauta, responsável por parte de sua formação musical. O aluno, hoje também já considerado um mestre do instrumento, conta: “O Instrumental Pixinguinha continua existindo, mas aqui é outro grupo. Raimundo Luiz [atual diretor da Escola de Música], um personagem importante dessa história, por exemplo, atualmente não está assumindo compromissos para além do grande compromisso que tem de tocar a EMEM. Por isso mudamos a formação mas mantivemos a grife Azeite Brasil”.

Azeite Brasil – Nome que tem tudo a ver com a proposta da casa, caindo-lhe bem mesmo como tempero. Se a boa música e a cerveja gelada são temperos dos dedos de prosa “gastos” pela plateia, o Regional é quem ajusta toda essa engrenagem. “Damos o melhor da gente como músicos paara que a plateia esteja confortável num ambiente agradável, pra que sintam vontade de voltar”, continua João Neto.

“A Toca da Empada se configura como um novo e importante palco para o choro em São Luís, o que por si só já seria louvável. Mas consegue juntar num mesmo espaço um bom atendimento, um cardápio delicioso e sobretudo boa música”, afirma Ricarte Almeida Santos, tido como embaixador do choro no meio musical da capital maranhense, habitué dos saraus da Toca da Empada.

Julho – Se a série Na Toca do Choro não foi interrompida no período junino, ela continuará nas férias. Sexta-feira, 1º. de julho, seu happy hour tem endereço certo: a Toca da Empada do Renascença, com o Regional Azeite Brasil. O sarau começa às 19h. O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (1º. de julho), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro.

E tome choro!

23 junho 2011

 Recheio de empada no recheio do seu feriadão!

Você, que já curtiu a ressaca de mais uma vitória brasileira na Libertadores da América, sendo santista ou não, e que não viajou aproveitando o feriadão, ‘tá de bobeira, sem sair de casa, refém da programação da tevê aberta, ou zanzando sem rumo pela Ilha?

Quer uma boa pedida? Sanduíche de choro na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queops, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

De pães uma quinta feriado e um sábado. No recheio, uma sexta-feira com o melhor do choro, comida gostosa e cerveja gelada. O happy hour Na Toca do Choro começa às 19h e tem como atração o Instrumental Pixinguinha, com o melhor da música instrumental brasileira.

Juca do Cavaco, João Neto (flauta), Domingos Santos (violão sete cordas) e Sabujá (percussão) vão de choro e bossa nova aos ritmos da cultura popular do Maranhão, marcando o período junino no mais novo palco da música instrumental em São Luís.

O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Instrumental Pixinguinha: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (24), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Pixinguinha Na Toca do Choro

16 junho 2011

Choro em pleno São João na Toca da Empada

Duas novidades vão deixar você com ainda mais vontade de prestigiar o sarau Na Toca do Choro, na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queóps, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

O Instrumental Pixinguinha assume o palco, diante de compromissos juninos dos integrantes do Azeite Brasil, por assim dizer os titulares da casa. Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta), o ubíquo remanescente do outro grupo, não deixarão a peteca cair: música brasileira instrumental e cantada – Na glória! – com “historietas hilariantes” contadas por mestre Juca para animar as noites de sexta de junho, regadas a comida gostosa e cerveja gelada.

E por falar em cerveja gelada, eis a segunda novidade que a Toca da Empada tem o prazer de lhes apresentar: promoção da casa, Devassa 600 ml por apenas R$ 6,00. É ou não é uma boa pedida, juntar boa música, comida gostosa, bebida idem e(m) ambiente agradável? Sexta-feira o seu happy hour tem endereço certo: Na Toca do Choro na Toca da Empada! O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Instrumental Pixinguinha: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (17), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação:
Zema Ribeiro

Cáritas recebe inscrições para o Prêmio Odair Firmino até o dia 30

21 setembro 2010

Primeira edição do prêmio tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”

POR ZEMA RIBEIRO
ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO DA CÁRITAS BRASILEIRA REGIONAL MARANHÃO

Com o objetivo de estimular ações de disseminação e divulgação da cultura da solidariedade, e integrando a programação da Semana da Solidariedade, que acontecerá em todo o Brasil entre os dias 5 e 12 de novembro, a Cáritas Brasileira está recebendo, até 30 de setembro, inscrições para o Prêmio Odair Firmino de Solidariedade.

O homenageado

Goiano de Ipameri, Odair Firmino (foto) estudou filosofia e teologia, tornando-se frei franciscano em 1972. Mudou-se para Brasília em 1984, quando ingressou na Cáritas Brasileira como assessor técnico. Foi secretário nacional e por duas vezes vice-presidente da entidade. Faleceu no dia 5 de julho de 2008.

Prêmio – A primeira edição da iniciativa do organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”. Através do Prêmio Odair Firmino, a Cáritas Brasileira busca também incentivar a formação de novas e recompensar experiências coletivas e solidárias de atividades produtivas que promovam a diversidade das culturas locais e das identidades, com atenção para as questões de gênero, raça, etnia e geração, bem como a recuperação de áreas degradadas pelos impactos ambientais e pelo uso inadequado dos recursos naturais.

Experiências que dão destinação pós-consumo de produtos e embalagens, que atuam com educação ambiental, com minimização de entradas e saídas do processo produtivo, com reciclagem, com responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos e serviços e, ainda, promovam o consumo ético e solidário na perspectiva da mudança de padrões de comportamento que viabilizam novas relações entre produção, consumo e natureza também podem ser inscritas no Prêmio.

As experiências vencedoras receberão troféus e prêmios em dinheiro: R$ 10 mil para o primeiro lugar; R$ 5 mil para o segundo; e R$ 3 mil para o terceiro. Regulamento, maiores informações e ficha de inscrição podem ser acessados no blogue do Prêmio Odair Firmino, no endereço http://www.premioodairfirmino.wordpress.com; os projetos devem ser encaminhados para o e-mail premioodairfirmino@caritas.org.br (Com informações da Assessoria de Comunicação do Secretariado Nacional da Cáritas Brasileira).

Clique para acessar o blogue do Prêmio Odair Firmino de Solidariedade

“Pedra de Cantaria Acústico” no Centro Cultural Oboé

3 setembro 2010

Gildomar Marinho lança segundo disco na terça-feira, em show acústico.

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Fortaleza – O cantor, compositor e violonista Gildomar Marinho (foto) acaba de lançar seu segundo disco, Pedra de Cantaria. No último dia 28 de agosto fez concorrido show de lançamento no BNB Clube Aldeota, em Fortaleza/CE, onde o maranhense está radicado.

Agora continua a percorrer a capital cearense, onde o disco foi gravado e mixado, divulgando-o. No próximo dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h, Gildomar Marinho leva o espetáculo Pedra de Cantaria Acústico ao palco do Centro Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota).

Hoto Jr. (percussão e direção musical) e Dudu Holanda (violões) irão acompanhar Gildomar Marinho (voz e violão) em apresentação onde ele interpretará faixas do novo trabalho, da estreia Olho de Boi, além de inéditas.

Pedra de Cantaria, o disco, teve boa aceitação pelo público. Musical e graficamente traz elementos da cultura popular do Maranhão, estado natal do artista, hoje morando em Fortaleza por conta do ofício de bancário.

“O público foi bem receptivo, o que deixa a gente muito contente, afinal de contas, é o reconhecimento de um longo trabalho. Esse formato mais enxuto, para essa apresentação no Oboé, não diminui a vontade que a gente tem de mostrar ao público essa ponte Maranhão Ceará, presente desde o primeiro disco”, afirma Gildomar Marinho.

“Além do mais, é um privilégio reverberar a música maranhense em um espaço pensado para a fruição da boa arte, como é o Centro Cultural Oboé. Um local aconchegante como uma casa que aproxima o anfitrião e seus convidados em memoráveis encontros, tendo a cultura e arte como elementos aglutinadores”, complementa o artista.

O discoPedra de Cantaria (2010) é o segundo disco de Gildomar Marinho, cuja estreia fonográfica aconteceu ano passado, com Olho de Boi. Nos discos, o artista vem fazendo um apanhado de mais de 20 anos de composição.

O repertório é quase completamente autoral, trazendo ainda parcerias com o jornalista Zema Ribeiro (a faixa-título) e o radialista Ricarte Almeida Santos (o choro Pra chorar no Rio). A exceção é Não fale nada (Batista Marinho), bolero que Gildomar resgatou da obra do pai, que o ensinou os primeiros acordes em um cavaquinho, ainda aos cinco anos de idade.

Merecem destaque ainda as participações especiais de Carlinhos Veloz (O Rio), Celso Borges (o poeta declama Vazio, poema de sua autoria, na faixa Claustrofobia), Erasmo Dibell (em Madre, ode à Madre Deus, bairro boêmio de São Luís) e Lília Diniz (a poeta declama um lamento de Dona Elza, artista popular maranhense, na abertura do carimbó elétrico Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição).

“Todo o repertório do Pedra de Cantaria será mostrado no show, em que lembrarei também músicas do Olho de Boi, que contou com a participação especialíssima da mineira Ceumar [no samba-choro Alegoria de saudade], radicada na Holanda, além de músicas inéditas. É hora de começar a testar o repertório para o próximo disco”, antecipa Gildomar.

“Queremos também lançar Pedra de Cantaria em São Luís e Imperatriz, contando, no palco, com a participação de todos que ajudaram a fazer o disco e na sequência voltar ao estúdio para Tocantes, que é como estou chamando provisoriamente o terceiro disco”, finaliza.

Serviço

O quê: show Pedra de Cantaria Acústico.
Quem: Gildomar Marinho.
Quando: dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h.
Onde: Espaço Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota, Fortaleza/CE).

“Pedra de Cantaria” será lançado em Fortaleza/CE

27 agosto 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá lançamentos no Maranhão entre setembro e outubro.

Atualmente radicado em Fortaleza, o cantor, compositor e violonista maranhense Gildomar Marinho lança hoje (28) seu segundo disco, Pedra de Cantaria, em show no BNB Clube da capital cearense. O espetáculo terá início às 21h e contará com a abertura do baterista Carlinhos Perdigão, que apresentará o espetáculo Força Tropical: uma viagem lítero-musical à Tropicália. Perdigão é também professor de língua portuguesa e poeta. Gildomar Marinho contará ainda com a participação da cantora cearense Fabíola Líper, que dele gravou o samba-choro Alegoria de saudade – em Olho de Boi registrada com a participação especial da mineira Ceumar. Gildomar será acompanhado por banda formada por Dudu Holanda (violões), Rafael Magoo (guitarras), Marcos Vinny (teclados), Marcio Rezende (sax e flautas), Augusto (bateria) e Hoto Jr. (percussão e direção musical).

Os ingressos custam R$ 12,00 (não sócios) e R$ 6,00 (meia para sócios). Faixas de Pedra de Cantaria, bem como de Olho de Boi, estreia de Gildomar Marinho lançada ano passado, podem ser ouvidas na página do artista no Myspace: http://www.myspace.com/gildomarmarinho

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Pedra de Cantaria – Com apoio do Banco do Nordeste, de onde é funcionário, através do Programa Cultura da Gente, Gildomar Marinho realizou o novo trabalho, todo gravado e mixado em Fortaleza/CE. “Quero deixar registrado também um agradecimento especial aos amigos que acreditaram no projeto e colaboraram para que o mesmo acontecesse”, ressalta. Ao seleto grupo ao qual estava restrita a produção musical do artista, uma faixa-bônus traz agradecimentos, citando-os nominalmente.

Mais uma vez Gildomar Marinho passeia por diversos estilos, em um disco predominantemente autoral – a exceção é Não fale nada, bolero que ele resgatou da obra do pai, Batista Marinho, que lhe ensinou os primeiros acordes num cavaquinho, quando ainda moravam em Imperatriz/MA. O hoje licenciado em música pela UECE tinha apenas cinco anos.

Pedra de Cantaria dá continuidade a um registro começado em Olho de Boi, uma trilogia que se fechará com Tocantes, título provisório do terceiro disco que pretendo lançar ano que vem”, anuncia Gildomar Marinho, que não pensa em, após as gravações, parar novamente com a carreira artística. “É apenas o fechamento de um ciclo, depois dos três primeiros passo a fazer as coisas com mais calma, menos pressa e menos pressão”, conta entre risos.

Do repertório, destaques para a faixa-título (parceria com o jornalista Zema Ribeiro), o choro Pra chorar no Rio (parceria com o radialista Ricarte Almeida Santos), Madre (ode à Madre Deus, bairro boêmio encravado na região central de São Luís, com participação especial de Erasmo Dibell), O Rio (com participação de Carlinhos Veloz), o carimbó elétrico Batalha do Cerrado (música que já faz relativo sucesso em São Luís, uma homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição, que conta com a participação especial da poeta Lília Diniz, que recita um lamento de Dona Elza, na abertura da faixa) e a balada Claustrofobia (que conta com o poema incidental Vazio, de autoria de Celso Borges, que o declama na faixa).

“Nos shows de lançamento tocaremos todo o repertório de Pedra de Cantaria, algumas coisas de Olho de Boi e também iremos testar algumas inéditas”, avisa. Sobre lançamentos no Maranhão anuncia-os para entre setembro e outubro: “A ideia é, como quando do Olho de Boi, realizar um show em São Luís e outro em Imperatriz. Já estamos negociando com casas e produções”.

Serviço

O quê: Pedra de Cantaria – show de lançamento do disco homônimo.
Quem: Gildomar Marinho. Abertura: Carlinhos Perdigão. Participação especial: Fabíola Líper.
Quando: hoje (28), às 21h.
Onde: BNB Clube – Fortaleza/CE.
Quanto: R$ 12,00 (não-sócios) e R$ 6,00 (sócios).
Maiores infomações: (85) 4006-7200, 4006-7203.

“Pedra de Cantaria” em primeira audição

18 junho 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá primeira audição pública no Bar do Léo, em São Luís/MA

Foto: Paulo Caruá

Aproveitando uma rápida passagem pela capital maranhense, o cantor e compositor maranhense Gildomar Marinho realizará sessão de audição de Pedra de Cantaria no Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais), neste sábado (19), às 20h.

Seu segundo disco, a ser lançado ainda em 2010, foi gravado e mixado em Fortaleza/CE, onde o compositor está radicado por conta de seu ofício de bancário do Banco do Nordeste – de quem o trabalho tem apoio cultural, através do programa Cultura da Gente.

“O disco está sendo masterizado e será prensado em breve, devo lançá-lo no máximo em agosto”, avisa o artista. Do novo disco, dois hits já se destacam: o choro Pra chorar no Rio, parceria com Ricarte Almeida Santos, e o carimbó Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição; a primeira já teve execução no Chorinhos e Chorões, apresentado pelo parceiro, e a segunda já está disponível para audição e download no myspace de Gildomar. A faixa-título é parceria dele com Zema Ribeiro. O disco Pedra de Cantaria tem 14 faixas.

Serviço

O quê: sessão de audição avant-première do disco Pedra de Cantaria.
Quem: o cantor e compositor maranhense radicado em Fortaleza Gildomar Marinho.
Quando: dia 19 (sábado), às 20h.
Onde: Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais).
Quanto: grátis. Presentes pagam apenas o consumo.
Maiores informações: (98) 8888-3722.

Após o sucesso em Imperatriz, Gildomar Marinho lança “Olho de Boi” na capital

6 agosto 2009

Público lotou o teatro Ferreira Gullar em Imperatriz para assistir ao lançamento de Olho de Boi, disco de estreia do músico Gildomar Marinho.

Depois de Imperatriz, São Luís recebe Gildomar Marinho e seu "Olho de Boi" amanhã (7). Foto: Paulo Caruá

Depois de Imperatriz, São Luís recebe Gildomar Marinho e seu "Olho de Boi" amanhã (7). Foto: Paulo Caruá

Os 170 lugares do Teatro Ferreira Gullar, principal palco da cidade de Imperatriz/MA, estavam completamente lotados para o primeiro show de lançamento de Olho de Boi, disco de estreia do músico maranhense Gildomar Marinho, ontem (5).

Acompanhado dos músicos Rui Mário (sanfona), João Neto (flauta), Michael James (violão), Aziz Jr. (percussão) e Mauro (contrabaixo), o próprio Gildomar Marinho também ao violão, apresentou todo o repertório do disco, em show que contou com a abertura de Wilson Zara.

“O Zara é, de longas datas, um importante batalhador cultural do Maranhão. Poder contar com seu auxílio no reencontro com esse público maravilhoso é muito importante”, agradeceu Gildomar. Problemas de saúde impediram a participação da poeta Lilia Diniz, também escalada para o show. “Infelizmente ela também não terá condições de viajar à São Luís, onde também participaria da apresentação, uma pena”, lamentou Gildomar.

Gildomar Marinho se apresenta amanhã (7), às 20h, no Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande), acompanhado pela mesma banda, com exceção do percussionista, que será Luiz Cláudio. “Por conta de outros compromissos, nem todos os integrantes do Choro Pungado, que tocam comigo no disco, poderão abrilhantar o espetáculo, mas vai ser muito bom repetir aqui em São Luís o que fizemos em Imperatriz contando com a força e a musicalidade de Rui Mário, João Neto, Luiz Cláudio, do Pungado, e mais o Mauro e o Michael”, entusiasma-se o músico.

Os ingressos para Olho de Boi, o show, estão à venda na bilheteria do teatro, e custam R$ 10,00. Estudantes com carteira, pessoas com mais de 60 anos e interessados que enviarem e-mail para a lista amiga (pedradecantaria@gmail.com) até 18h de hoje pagam metade.

Em São Luís, Olho de Boi, o disco, pode ser adquirido na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, Praia Grande) e na locadora Chico Discos (Rua Sete de Setembro, Centro), além de pela internet, pelo mesmo endereço de e-mail da lista amiga.

OLHO DE BOI, DISCO E SHOW – Fruto de mais de vinte anos de maturação artística, construído entre o Maranhão e o Ceará (onde Gildomar, funcionário do Banco do Nordeste, morou), Olho de Boi apresenta variadas possibilidades sonoras, mesclando a cultura popular, sobretudo a maranhense, às antenas da modernidade. Tango, funk, coco, baião, xote, samba, choro, reggae e martelo são alguns desses elementos.

A estreia de Gildomar Marinho tem patrocínio do Banco do Nordeste, através do programa Cultura da Gente, e apoio cultural da Elétrica Milênio, de Imperatriz/MA.

Todo o repertório de Olho de Boi é autoral. O reggae Lembra? é assinado em parceria com o jornalista Zema Ribeiro e o samba-choro Alegoria de saudade tem participação especial da cantora mineira Ceumar, cuja voz foi gravada em Amsterdã, Holanda.

SERVIÇO

O quê: Olho de Boi, show de lançamento do disco.
Quem: Gildomar Marinho e banda.
Quando: amanhã (7), ás 20h.
Onde: Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (metade para estudantes, pessoas com mais de 60 anos e lista amiga: pedradecantaria@gmail.com).
Maiores informações: pelo e-mail pedradecantaria@gmail.com e/ou telefones (98) 8818-3626, 8888-3722.

Show no Ferreira Gullar marca lançamento de “Olho de Boi”

5 agosto 2009

Estreia em disco do compositor maranhense Gildomar Marinho será lançada, na sequência, na capital maranhense.

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Nascido em Santa Inês/MA, Gildomar Marinho mudou-se cedo com a família para Imperatriz. Aos cinco anos, ganhou do pai um cavaquinho e começou a tirar dele seus primeiros acordes. Para passar ao violão foi um pulo. Funcionário do Banco do Nordeste, morou em Fortaleza/CE e São Luís/MA, tendo se licenciado em música pela Universidade Estadual do Ceará e aprimorado seu processo de composição ao incorporar elementos da música maranhense, no retorno ao estado natal, há dez anos.

O resultado dessas andanças musicais pode ser conferido em Olho de Boi, seu disco de estreia, que contou com o patrocínio do Banco do Nordeste, através do programa Cultura da Gente, e apoio da Elétrica Milênio, de Imperatriz/MA. “O resultado é um trabalho que tenta passar uma poética escrita em mais de vinte anos de produção, umas maturadas, senão vencidas pelo tempo, outras com o frescor das muitas possibilidades que me foi permitido captar pelos caminhos e experiências que pude vivenciar. Tudo isso ladeado por músicos do mais alto gabarito, que, cada um a seu modo, contribuíram para a estética do disco Olho de Boi. O destaque fica por conta da parceria com o poeta e jornalista Zema Ribeiro [em Lembra?] e a participação especial da cantora mineira Ceumar [em Alegoria de saudade], cuja voz foi gravada em Amsterdã, Holanda, evidenciando que o Olho de Boi já é cosmopolita antes de nascer”, explica Gildomar Marinho na Carta aos Ouvintes, distribuída por e-mail a diversos amigos.

O compositor, violonista e cantor maranhense se apresenta hoje (5) às 20h, no Teatro Ferreira Gullar, em Imperatriz/MA. Na ocasião será acompanhado pelos músicos Rui Mário (sanfona), Mauro (contrabaixo), João Neto (flauta), Aziz Jr. (percussão) e Michael James (violão), além dele próprio ao violão. Olho de Boi, o show, terá participação especial da poeta imperatrizense Lília Diniz. Wilson Zara, outro músico maranhense iniciado artisticamente em Imperatriz, fará o show de abertura. Os ingressos custam apenas R$ 10,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.

Sexta-feira (7) é a vez da capital maranhense receber o show. Em São Luís repetem-se os horários, preço dos ingressos, participação especial e banda, quando Luiz Cláudio será o percussionista (não haverá show de abertura). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, também por apenas R$ 10,00 (metade para estudantes com carteira, pessoas acima de 60 anos, e aos que confirmarem presença enviando nome completo para a lista amiga, no e-mail pedradecantaria@gmail.com). Em ambos os shows, Olho de Boi, o disco, será comercializado a preço promocional.