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Com Joãozinho Ribeiro são “Outros 400”

9 julho 2011

Compositor inicia temporada de apresentações no Novo Armazém. Música, cinema, teatro, artes visuais, literatura e declarações de amor à São Luís irão compor o cardápio artístico da série.

 

O compositor Joãozinho Ribeiro (foto) decidiu voltar aos palcos. Após anos dedicados à gestão cultural, ao ensino superior e ao ofício de funcionário público, o artista resolveu tirar a poeira do baú e mostrar que são regras as exceções – o circuito musical Samba da Minha Terra (2003), o lançamento de seu livro-poema Paisagem Feita de Tempo (2006) e mais recentemente os shows Noel, Rosa secular (2010/2011), em que dividiu o palco com Cesar Teixeira, Chico Saldanha e Josias Sobrinho, e Baile do Parangolé (2011), aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, de que é sócio, em que dividiu o palco com Cesar Teixeira (também sócio), Lena Machado e Rosa Reis.

Na série Outros 400, Joãozinho Ribeiro se cercará de amigos-artistas, irmãos de copo & alma, para brindar São Luís, cidade que tanto ama, com boa música. Um dos compositores mais gravados do Maranhão, ele tem colecionado parceiros e intérpretes desde 1979, ano da histórica greve da meia passagem em que militou e de sua estreia musical, em festivais universitários.

Além da música, outras linguagens artísticas se somarão à aritmética cujo resultado são Outros 400: artes visuais, teatro, literatura e cinema, entre outros. “Trata-se de uma série, que será apresentada quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém. A cada quinta, um convidado ou uma convidada e uma turma de outras expressões ocupando o espaço com o que fazem de melhor”, explica e anuncia Joãozinho Ribeiro.

Cinema – A estreia de Outros 400 acontece dia 14 de julho, às 21h. Uma mostra cinematográfica com curtas-metragens maranhenses, sob curadoria de Frederico Machado, inaugura a noite e a série: Outros 400 será também a festa oficial de abertura do Lume International Film Festival, maior festival de cinema de que a capital maranhense já teve notícia, que acontece em São Luís entre 14 e 23 de julho.

Após a mostra é a vez de Joãozinho Ribeiro encantar a plateia presente, acompanhado do Regional 400 (reza a lenda que o nome do grupo é o resultado da soma das idades de seus integrantes): Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

No repertório, clássicos da lavra de Joãozinho Ribeiro, a exemplo de, entre outras, Milhões de uns, Passamento, Erva santa e Esquina da solidão. Como convidados para a inauguração da série, uma constelação de primeira grandeza, um desfile de craques, uma seleção vitoriosa: a dupla Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões, recentemente vencedores da categoria “Melhor álbum” – Cine Tropical – no Prêmio da Música Brasileira), Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Josias Sobrinho (trio com que apresentou o tributo a Noel Rosa), Anna Cláudia, Betto Pereira, Célia Maria, João Madson, Lena Machado e Lenita Pinheiro.

AniversárioOutros 400 é também uma celebração aos aniversários vindouros de São Luís, que completa 399 anos no próximo 8 de setembro. Datas comemorativas são sempre cheias de celebrações oficiais. A população que quiser dar os parabéns à São Luís pode, dentro dos Outros 400, completar o tradicional “parabéns a você/ nesta data querida/ muitas felicidades/ muitos anos de vida” com seus votos para o futuro de nossa capital.

“Disponibilizaremos cadernos para que sejam deixadas mensagens de próprio punho, registrando de forma simples, mensagens de amor à cidade de São Luís. O resultado disso será levado ao Arquivo Público do Estado para que no futuro nossos anseios sejam lembrados e possamos ver se nossos sonhos para a cidade se realizaram”, explica a produtora cultural Cássia Melo, mentora da ideia.

Serviço

O quê: Estreia da série Outros 400 e lançamentos do I Lume International Film Festival e do projeto Mensagens à São Luís.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro e convidados, o cineasta Frederico Machado e a produtora cultural Cássia Melo.
Quando: dia 14 de julho (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (ingresso individual).

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Vitor Ramil e Marcos Suzano em ‘Satolep Sambatown’

3 agosto 2010

Foto: divulgação

Finalmente chega a São Luís o show do cantor e compositor gaúcho Vitor Ramil e do percussionista Marcos Suzano,  no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro), no dia 19 de agosto (quinta-feira), às 21h. O show será baseado no aclamado trabalho em duo, do CD intitulado Satolep Sambatown.

Como o nome indica, o disco nasceu do encontro do universo, muito particular, desses dois artistas. De Satolep, cidade imaginária de Vitor – Pelotas, sua cidade natal, escrita de trás para frente, também tema e nome da novela de sua autoria lançada pela editora Cosac&Naify –, vem a Estética do Frio, com arpejos em cordas de aço, harmonias abertas, melodias hipnóticas, letras cheias de poesia. De Sambatown, (a) cidade (do samba) imaginária de Suzano, vem seu pandeiro único no centro de uma arquitetura rítmica em que sons acústicos dialogam com ondas sonoras vindas do mundo da eletroacústica.

Vitor e Suzano têm ambos um pé na tradição musical de seus lugares de origem e outro no contexto da experimentação, das invenções mais radicais. Em Satolep Sambatown os dois tocam todos os instrumentos e assinam a produção.

O repertório do disco traz 11 canções de Vitor, entre elas, Livro Aberto, Invento, Astronauta lírico, Viajei e 12 segundos de oscuridad, esta em parceria com o compositor e cantor uruguaio Jorge Drexler, que também participa do disco como intérprete – pela primeira vez cantando em português. Ele divide com Vitor os vocais de A zero por hora. A outra participação especial é a da cantora carioca Kátia B, que canta com Vitor em Que horas não são?

Voz, violões de aço, percussão e efeitos eletrônicos. É com esses elementos, e mantendo sempre a formação em duo, que Vitor Ramil e Marcos Suzano recriam no palco a música produzida em Satolep Sambatown.

No roteiro, todas as canções do disco. Além dessas, novidades, releituras de canções de outros discos de Vitor como Não é Céu, Foi no mês que vem e Neve de Papel.

A iluminação é de Marcelo Linhares e o cenário de Isabel Ramil e Luiza Mendonça.

SERVIÇO:
VITOR RAMIL E MARCOS SUZANO
Show de lançamento do CD SATOLEP SAMBATOWN

Local: Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro).
Dia: 19 de agosto (quinta-feira).
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 30,00 (metade para estudantes com carteira), à venda na Taco (São Luís Shopping) e na bilheteria do teatro.
Produção: Ópera Night.
Maiores informações: (98) 8137-7452, 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

Após o sucesso em Imperatriz, Gildomar Marinho lança “Olho de Boi” na capital

6 agosto 2009

Público lotou o teatro Ferreira Gullar em Imperatriz para assistir ao lançamento de Olho de Boi, disco de estreia do músico Gildomar Marinho.

Depois de Imperatriz, São Luís recebe Gildomar Marinho e seu "Olho de Boi" amanhã (7). Foto: Paulo Caruá

Depois de Imperatriz, São Luís recebe Gildomar Marinho e seu "Olho de Boi" amanhã (7). Foto: Paulo Caruá

Os 170 lugares do Teatro Ferreira Gullar, principal palco da cidade de Imperatriz/MA, estavam completamente lotados para o primeiro show de lançamento de Olho de Boi, disco de estreia do músico maranhense Gildomar Marinho, ontem (5).

Acompanhado dos músicos Rui Mário (sanfona), João Neto (flauta), Michael James (violão), Aziz Jr. (percussão) e Mauro (contrabaixo), o próprio Gildomar Marinho também ao violão, apresentou todo o repertório do disco, em show que contou com a abertura de Wilson Zara.

“O Zara é, de longas datas, um importante batalhador cultural do Maranhão. Poder contar com seu auxílio no reencontro com esse público maravilhoso é muito importante”, agradeceu Gildomar. Problemas de saúde impediram a participação da poeta Lilia Diniz, também escalada para o show. “Infelizmente ela também não terá condições de viajar à São Luís, onde também participaria da apresentação, uma pena”, lamentou Gildomar.

Gildomar Marinho se apresenta amanhã (7), às 20h, no Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande), acompanhado pela mesma banda, com exceção do percussionista, que será Luiz Cláudio. “Por conta de outros compromissos, nem todos os integrantes do Choro Pungado, que tocam comigo no disco, poderão abrilhantar o espetáculo, mas vai ser muito bom repetir aqui em São Luís o que fizemos em Imperatriz contando com a força e a musicalidade de Rui Mário, João Neto, Luiz Cláudio, do Pungado, e mais o Mauro e o Michael”, entusiasma-se o músico.

Os ingressos para Olho de Boi, o show, estão à venda na bilheteria do teatro, e custam R$ 10,00. Estudantes com carteira, pessoas com mais de 60 anos e interessados que enviarem e-mail para a lista amiga (pedradecantaria@gmail.com) até 18h de hoje pagam metade.

Em São Luís, Olho de Boi, o disco, pode ser adquirido na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, Praia Grande) e na locadora Chico Discos (Rua Sete de Setembro, Centro), além de pela internet, pelo mesmo endereço de e-mail da lista amiga.

OLHO DE BOI, DISCO E SHOW – Fruto de mais de vinte anos de maturação artística, construído entre o Maranhão e o Ceará (onde Gildomar, funcionário do Banco do Nordeste, morou), Olho de Boi apresenta variadas possibilidades sonoras, mesclando a cultura popular, sobretudo a maranhense, às antenas da modernidade. Tango, funk, coco, baião, xote, samba, choro, reggae e martelo são alguns desses elementos.

A estreia de Gildomar Marinho tem patrocínio do Banco do Nordeste, através do programa Cultura da Gente, e apoio cultural da Elétrica Milênio, de Imperatriz/MA.

Todo o repertório de Olho de Boi é autoral. O reggae Lembra? é assinado em parceria com o jornalista Zema Ribeiro e o samba-choro Alegoria de saudade tem participação especial da cantora mineira Ceumar, cuja voz foi gravada em Amsterdã, Holanda.

SERVIÇO

O quê: Olho de Boi, show de lançamento do disco.
Quem: Gildomar Marinho e banda.
Quando: amanhã (7), ás 20h.
Onde: Teatro João do Vale (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (metade para estudantes, pessoas com mais de 60 anos e lista amiga: pedradecantaria@gmail.com).
Maiores informações: pelo e-mail pedradecantaria@gmail.com e/ou telefones (98) 8818-3626, 8888-3722.

Em sessão extra, A Lição arrecada donativos às famílias atingidas pelas enchentes

27 maio 2009

Espetáculo encerra temporada neste fim de semana
 
Em cartaz no Teatro Alcione Nazareth desde o dia 7 de maio, de quinta a domingo, A LIÇÃO encerra temporada neste fim de semana, com sessão extra para arrecadar donativos às famílias atingidas pelas enchentes no Estado. “Sabemos que a situação é muito grave, por isso não podíamos ficar inertes. Decidimos acrescentar uma sessão à temporada, na quinta-feira, às 18h30, onde as pessoas trocarão 2kg de alimento não perecível pelo ingresso”, explica o diretor Daniel Almeida. As doações recebidas serão entregues à Cáritas Brasileira Regional Maranhão, que fará a distribuição.
 
O espetáculo A LIÇÃO, texto do francês Ionesco, é uma tragicomédia de um ato que está sendo encenado pela primeira vez no Maranhão. A direção é de Daniel Almeida e tem no elenco Abel Lopes (de O assassinato do anão do C… grande), Letícia Lima (de Saraminda) e Vanessa Bastos (de O Grande circo viramundo). O espetáculo é recomendado para maiores de 14 anos.

Professor e governanta em ação em "A Lição". Foto: divulgação

Professor e governanta em ação em "A Lição". Foto: divulgação

Sinopse

A tragicomédia de um ato traz como personagens um professor (Abel Lopes), uma aluna (Letícia Lima) e uma governanta (Vanessa Bastos). Nesse clássico do Teatro do Absurdo, a aluna busca seu “doutoramento total” e procura o experiente professor de aulas particulares, que domina todos os assuntos. No processo de aprendizagem, em meio à geografia, matemáticas, filologia, filosofia… confrontam-se – em diálogos absurdos – as relações de poder, a busca pelo conhecimento, a ignorância, as fantasias secretas, o medo, a presunção, a dor, o problema universal da falha na comunicação, a dissimulação, a caricatura do real e tudo o mais que faça parte da condição humana – expostos de forma cômica (algumas vezes) mas também dramática, e até trágica. Tudo isso sob a observação atenta e cúmplice e a interferência da governanta (Vanessa Bastos), que se figura quase onisciente.
 
Nessa Lição é menos importante saber em que nível se situa a aula para o doutoramento total (educação básica, nível superior…) que compreender até onde pode chegar a explicação de uma simples lógica de subtração entre 4 e 3!
 
Patrocínio: SECMA, CREDI-SHOP e Estação Gráfica. Incentivo: TAN e Supermercados MATEUS. Apoio: Sindicato dos Bancários do Maranhão, Aguiar Engenharia, GUT, Faculdade São Luís, Solar Consultoria, Gráfica Autêntica, CACEM, COTEATRO, Aliança Francesa/Ano da França no Brasil e Prefeitura de São Luís/FUNC. 
 
Serviço:

Teatro: A LIÇÃO (Direção de Daniel Almeida)
Local: Teatro Alcione Nazareth (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho – Praia Grande)
Horários: quinta e sexta (20h); sábado (18h e 20h); domingo (19h).
Classificação: 14 anos.
Ingressos à venda na bilheteria do TAN: R$5,00 (meia para estudantes).
Sessão Extra: quinta-feira, 28/05, às 18h30, com troca de ingressos por 2kg de alimentos não perecíveis (exceto sal)
Saiba mais em:
www.primeiroatosa.blogspot.com

[Release recebido da companhia Primeiro Ato S. A.]