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Atingidos pela Vale concedem entrevista coletiva

23 novembro 2011

Coletiva de imprensa é parte do Encontro Tripartite Canadá-Moçambique-Brasil, que acontece em São Luís

“Questões trabalhistas e socioambientais de comunidades afetadas pela Vale”. Este é o tema do Encontro Tripartite Canadá-Moçambique-Brasil que acontece em São Luís entre 23 e 25 de novembro, para tratar de diversos conflitos ocorridos nas áreas de atuação da empresa mundo afora.

Dia 25 (sexta-feira), às 11h, acontecerá uma coletiva de imprensa, de que participarão Lorraine Michael (líder do Novo Partido Democrático na província de Newfoundland, Canadá), diversos representantes moçambicanos, da Rede Justiça nos Trilhos e das comunidades Vila Diamante, em Igarapé do Meio, e Santa Rita, em Itapecuru- Mirim.

A entrevista coletiva será realizada no Hotel Praia Ponta d’Areia (Av. dos Holandeses, quadra XIII, s/nº.). Na ocasião será lançada a cartilha Que trem é esse?, que, de acordo com a organização do encontro, “tem o objetivo de orientar as comunidades sobre como se organizarem para não serem enganadas por promessas da empresa, além de partilhar experiências positivas de comunidades e pessoas que lutaram e conseguiram manter seus direitos garantidos”.

História – Estatal fundada em 1942, no Governo Getúlio Vargas, a Vale – então Companhia Vale do Rio Doce – foi privatizada em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso, pela bagatela de 3,3 bilhões de reais. Desde então já lucrou 45,8 bilhões Só entre 2008 e 2010 lucrou mais de R$ 60 bilhões e os conflitos com comunidades que vivem ao longo de sua área de atuação têm se acirrado.

Serviço

O quê: Entrevista coletiva com atingidos pela Vale.
Quem: Lorraine Michael (líder do Novo Partido Democrático na província de Newfoundland, Canadá), diversos representantes moçambicanos, da Rede Justiça nos Trilhos e das comunidades Vila Diamante, em Igarapé do Meio, e Santa Rita, em Itapecuru- Mirim.
Quando: dia 25 (sexta-feira), às 11h.
Onde: Hotel Praia Ponta d’Areia (Av. dos Holandeses, quadra XIII, s/nº.).

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Saiba, rapaz, das coisas que acredito

17 outubro 2011

Anna Cláudia, Beto Scansette e Josias Sobrinho são os convidados de Joãozinho Ribeiro em mais um show da temporada São Luís – Outros 400.

Acompanhado do Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete), Joãozinho Ribeiro (foto) volta ao palco do Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande), para mais uma apresentação da temporada de São Luís – Outros 400, show que vem apresentando, sempre com convidados diferentes a cada edição, quinzenalmente desde julho passado.

Nesta quinta-feira (20), às 21h, Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Anna Cláudia, o compositor Josias Sobrinho e o poeta Beto Scansette.

O terceiro é responsável pelo primeiro momento da noite: a partir das 21h, no Armazém, antes da música entrar em cena, é a poesia quem domina o palco.

Em seguida, é a vez do encontro de velhos parceiros. Anna Cláudia, paraense radicada em São Luís, em seu até aqui único disco gravado, registrou Coisas que acredito, música cara a seu autor, o compositor Joãozinho Ribeiro. “É uma música sobre nosso direito de lutar pelas coisas e causas em que acreditamos”, diz, sobre a obra, mais atual que nunca.

Josias Sobrinho também já gravou Joãozinho Ribeiro: o choro Saiba, rapaz, no disco Nosso neném. “Para mim é uma honra, pois Josias também é compositor, de muita qualidade, e em geral só grava repertório autoral. Saiba, rapaz foi uma exceção em sua carreira”, conta o autor.

Anna Cláudia e Josias Sobrinho são dois nomes confirmados entre as participações especiais que constarão da estreia em disco de Joãozinho Ribeiro, cujo lançamento está previsto para 2012, ano em que ele deve entrar em estúdio para realizar seu primeiro registro fonográfico.

Para Joãozinho Ribeiro, “a temporada Outros 400 é uma forma de a gente desenferrujar, de tirar a poeira do baú, de testar repertório. É um pedaço importante de um projeto maior”, anuncia.

Serviço

O quê: São Luís – Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional 400. Participações especiais da cantora Anna Cláudia, do poeta Beto Scansette e do compositor Josias Sobrinho.
Quando: dia 20 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00.

Sucesso absoluto no primeiro dia da Mostra de Cinema Infantil de São Luís

13 outubro 2011

Público lotou as sessões e o parquinho montado. Crianças e adultos se divertiram

A criançada se divertiu a valer no primeiro dia da Mostra de Cinema Infantil de São Luís, ontem (12), no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande). Quem já não é mais criança também aprovou o evento. Muita gente se perguntava quando aconteceria de novo. A programação da mostra continua hoje (13), a partir das 17h, no mesmo local – recomenda-se chegar com meia hora de antecedência para a retirada de ingressos na bilheteria; as sessões terão início às 17h, 18h15min e 19h30min.

A criançada se diverte no parquinho montado no Odylo

Mais 16 filmes serão exibidos hoje em três programas. O parquinho, montado na galeria Valdelino Cécio (CCOCf), também permanecerá: pula-pula, piscina de bolinhas e casinha inflável. E os lanches – pipoca, refrigerante, cachorro-quente e algodão doce – distribuídos à garotada, também estão mantidos. A mostra tem patrocínio da Lume Filmes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania, Secretaria de Estado de Esportes e Rádio Universidade FM.

Primeiro dia da Mostra teve sessões com lotação esgotada

Um menino com cara de sapeca passa com dois copos de pipoca, um em cada mão. À entrada do cinema, diz à recepcionista: “Moça, a senhora pode pegar o meu ingresso?”. As três sessões de ontem tiveram lotação máxima. Simultaneamente, muitas crianças também lotavam o parquinho. Sala lotada, movimentação intensa do lado de fora, diversão para crianças e adultos.

A programação da Mostra de Cinema Infantil de São Luís é composta pelo que de melhor já aconteceu em 10 anos de Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis – os 33 filmes exibidos aqui integram um box comemorativo e, exceto Doido Lelé (para crianças com mais de 10 anos), todos têm classificação indicativa livre.

Uma professora com a estampa dos Smurfs na camisa falou do encerramento de um projeto em sua escola com cinema. “Levamos as turmas para assistir Smurfs no box”, disse. “Faltam iniciativas como essa, muitos aqui dificilmente terão outra oportunidade de vir ao cinema”, disse, entre lamentar – a falta de acesso – e parabenizar – a produção.

Marcelo Amorim, da Sedihc, e Francisco Colombo, produtor da Mostra, falam ao público presente

“A gente fica nervoso, produzir algo é sempre muita responsabilidade, mas está dando certo, tenho ouvido elogios. Já começo a pensar na do ano que vem”, projeta Francisco Colombo, cineasta que assina a produção da Mostra. Ele que antes de se ocupar com a Mostra de Cinema Infantil que pretende repetir ano que vem, assinará a produção local de outro importante evento em São Luís: a etapa local da 6ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega pela segunda vez à São Luís – em 2011 todas as capitais brasileiras receberão o evento, realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Em São Luís acontece entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro.

Mais cinema em São Luís

30 setembro 2011

Depois de Festival Internacional Lume de Cinema, Maranhão na Tela, Guarnicê (3 a 7 de outubro) e Mostra de Cinema Infantil (12 e 13 de outubro), a capital maranhense recebe a 6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul.

Clique para ampliar. Detalhes no link

Cinema para os pequeninos

25 setembro 2011

Capital maranhense recebe pela primeira vez Mostra de Cinema Infantil

33 curtas-metragens compõem a programação da Mostra de Cinema Infantil, que acontece pela primeira vez em São Luís, dias 12 (quarta-feira) e 13 de outubro (quinta-feira), no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande), com sessões gratuitas.

Os filmes serão exibidos em DVD. Os curtas integram um box especial, comemorativo dos 10 anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. “São filmes feitos para crianças, mas que irão encantar também pais, mães, tios e os adultos que vierem ao cinema nestes dois dias”, afirma Francisco Colombo, que assina a produção local do evento.

A Mostra de Cinema Infantil antecede a 6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega à São Luís entre outubro e novembro pela segunda vez e tem produção local também de Colombo. À exceção de Doido Lelé, recomendado para crianças a partir de 10 anos de idade, toda a programação tem classificação indicativa livre.

Diversão garantida para a criançada: além dos filmes, um parquinho com brinquedos será montado na Galeria Valdelino Cécio (CCOCf). “Este ano é como se as crianças tivessem dois dias”, finaliza Colombo, lembrando que o primeiro dia da mostra, feriado nacional, dia da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida, é também o Dia das Crianças.

A Mostra de Cinema Infantil tem apoio da Lume Filmes, Secretaria de Estado de Esportes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania e Rádio Universidade FM.

Programação

12 de outubro

16h
Programa 1 (55 min. e 30 seg.)  – todos com classificação indicativa livre

1 – O espantalho, de Alê Abreu (animação, São Paulo, 1998, 10 min.)
2 – Disfarce explosivo, de Mário Galindo (animação, São Paulo, 2000, 8 min.)
3 – Docinhos, de Frederico Pinto e José Maia (animação, Rio Grande do Sul, 2001, 8 min.)
4 – A traça Teca, de Diego Doimo (animação, São Paulo, 2002, 8 min.)
5 – Água de Romanza, de Gláucia Soares e Patrícia Baia (ficção, Ceará, 2002, 15 min.)
6 – Alma carioca – um choro de menino, de William Côgo (animação, Rio de Janeiro, 2002, 6 min. e 30 seg.)

17h15min
Programa 2 (68 min.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Gilda e Gilberto, de Érica Valle (animação, São Paulo, 2003, 8 min.)
2 – A velha a fiar, do Núcleo de Animação de Campinas (animação, São Paulo, 2003, 5 min.)
3 – Malasartes vai à feira, de Eduardo Goldenstein (ficção, Rio de Janeiro, 2004, 13 min.)
4 – Tampinha, de João Batista Melo (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
5 – O homem que bota ovo, de Rafael Conde (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
6 – Historietas assombradas (para crianças malcriadas), de Victor Hugo Borges (animação, São Paulo, 2005, 16 min.)

18h30min
Programa 3 (57 min e 44 seg) – todos com classificação indicativa livre

1- Minhocas, de Paolo Conti (animação, São Paulo, 2005, 15 min.)
2 – Peça por peça se constrói um amigo, de Giuliano Benedet (animação, Santa Catarina, 2006, 2 min.)
3 – O mistério do cachorrinho perdido, de Flávio Colombini (ficção, São Paulo, 2006, 23 min.)
4 – Doce turminha e o bom samaritano, de Eduardo Drachinski (animação, Santa Catarina, 2007, 10 min.)
5 – Calango, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 7 min. e 44 seg.)

13 de outubro

17h
Programa 4 (64 min. e 40 seg.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Nas asas do condor, de Cristiane Garcia (ficção – animação, Amazonas, 2007, 20 min.)
2 – Rua das Tulipas, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 10 min.)
3 – A lenda do brilho da lua, de Gabriela Dreher (animação, Santa Catarina, 2007, 2 min. e 40 seg.)
4 – Minha rainha, de Cecília Amado (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 11 min.)
5 – A bruxinha Lili, de Leonardo Copello (animação, Bahia, 2008, 8 min.)
6 – A menina-espantalho, de Cássio Pereira dos Santos (ficção, Distrito Federal, 2008, 13 min.)

18h15min
Programa 5 (55 min.) – todos os filmes com classificação indicativa livre, exceto Doido Lelé (10 anos)

1 – Mãos de vento e olhos de dentro, de Susanna Lira (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 13 min.)
2 – Brincadeira de criança, de Cristiano Alves de Oliveira (animação, São Paulo, 2008, 2 min.)
3 – Tratado de liligrafia, de Frederico Pinto (ficção, Rio Grande do Sul, 2008, 14 min.)
4 – A menina que pescava estrelas, de Ítalo Cajueiro (animação, Distrito Federal, 9 min.)
5 – Doido Lelé, de Ceci Alves (ficção, Bahia, 2008, 17 min.)

19h30min
Programa 6 (64 min) – todos os filmes com classificação indicativa livre

1 – Ernesto no país do futebol, de André Queiroz e Thaís Bologna (ficção, São Paulo, 2009, 14 min.)
2 – Imagine uma menina com cabelos de Brasil, de Alexandre Bersot (animação, Rio de Janeiro, 10 min.)
3 – Procura-se, de Iberê Carvalho (ficção, Distrito Federal, 2010, 14 min.)
4 – O menino mofado, de André Pellenz (ficção, Rio de Janeiro, 2010, 12 min.)
5 – Garoto barba, de Christopher Faust (ficção, Paraná, 2010, 14 min.)

Maiores informações e contatos para entrevistas:
Francisco Colombonofieldabalanca@yahoo.com, (98) 8118-1829
Zema Ribeirozemaribeiro@gmail.com, (98) 8888-3722, (98) 8213-9107

6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul chegará a todas as capitais brasileiras

22 setembro 2011

47 filmes, incluindo títulos inéditos no país, estão na programação da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que se inicia a partir de 10 de outubro e chega este ano, além de Brasília, às 26 capitais estaduais brasileiras, sempre com entrada franca e acessibilidade a deficientes físicos.

Entre as pré-estreias, o evento exibe três longas-metragens brasileiros, dirigidos pelas premiadas cineastas Eliane Caffé, Mara Mourão e Érika Bauer.

Quem Se Importa, de Mara Mourão (de Doutores da Alegria, 2005) focaliza o empreendedorismo social através de entrevistas com 19 entre os maiores nomes do setor, incluindo o Prêmio Nobel da Paz, o bengali Muhammad Yunus; o norte-americano Bill Drayton, fundador da Ashoka, um entidade que prospecta empreendedores sociais ao redor do mundo; e o infectologista brasileiro Eugênio Scannavino Netto, que reduziu a mortalidade infantil de Santarém ao mesmo padrão de São Paulo e foi eleito pela mídia internacional como um dos 21 pioneiros do século 21.

Diretora dos longas Kenoma (1998), Narradores de Javé (2003) e O Sol do Meio-Dia (2009), Eliane Caffé focaliza em Céu Sem Eternidade as lutas e expectativas que envolvem a rede dos quilombos de Alcântara, no Maranhão. Trata-se de um trabalho de investigação coletivo realizado com a participação de estudantes e moradores locais durante o período de maio a agosto de 2010.

Érika Bauer, diretora de Dom Hélder – O Santo Rebelde (2006), apresenta em E A Terra Se Fez Verbo a região da Prelazia de São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, e sua história de luta e resistência contra todo tipo de opressão. Seu principal personagem, Dom Pedro Casaldáliga, é retratado a partir dos depoimentos e histórias contadas por posseiros, índios e peões que atuaram e atuam em defesa de sua permanência na terra.

A programação destaca ainda a impactante produção argentina Confissões, de Gualberto Ferrari, na qual um ex-agente secreto do batalhão 601 de inteligência do exército argentino durante a ditadura militar (1976–1983) se confessa arrependido. Ao mesmo tempo, um jornalista e escritor, militante estudantil de uma famosa organização guerrilheira, revela sua amizade com o ex-agente, em uma paradoxal ironia do destino.

Filme de animação de temática rara para o gênero, o colombiano Pequenas Vozes, de Oscar Andrade e Jairo Eduardo Carrillo, inédito no Brasil, teve estréia mundial no prestigioso Festival de Veneza. Através de desenhos e depoimentos, a obra mostra a pungente visão de crianças deslocadas de suas moradias e terras devido ao conflito armado em seu país.

Já no boliviano Bala Perdida, o diretor Mauricio Durán Blacut parte de uma experiência traumática: a morte de seu irmão, enquanto servia nas forças armadas. 28 anos depois, o cineasta parte em uma viagem buscando respostas.

O cardápio da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul traz ainda obras clássicas, como Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanzky, 2001, trailer acima), uma denúncia contra os abusos de hospitais psiquiátricos protagonizada por Rodrigo Santoro; Central do Brasil (Walter Salles, 1998), obra premiada no Festival de Berlim e estrelada por Fernanda Montenegro; Chuvas de Verão (Carlos Diegues, 1977), cuja cena de amor entre os personagens de Jofre Soares e Míriam Pires foi considerada revolucionária por mostrar o nu, o amor e o sexo na terceira idade; e o primeiro filme cubano indicado ao Oscar® de melhor filme estrangeiro, Morango e Chocolate (1994), no qual os diretores Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío abordam, com talento e sensibilidade, temas como tolerância e discriminação.

A 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é exibida em Brasília e em todas as 26 capitais estaduais do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista,  Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís (de 31 de outubro a 6 de novembro), São Paulo, Teresina e Vitória.

No total, estão presentes nesta sexta edição do evento obras dos seguintes países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira/MinC e patrocínio da Petrobras, o evento é dedicado a obras que abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas recentemente nos países sul-americanos. Em todas as cidades acontecem sessões com audiodescrição e closed caption, garantindo o acesso a deficientes visuais e auditivos.

A 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul conta com apoio do Ministério das Relações Exteriores, da TV Brasil, da Sociedade Amigos da Cinemateca e do Sesc São Paulo. As obras mais votadas pelo público são contempladas com o Prêmio Exibição TV Brasil nas categorias longa, média e curta-metragem. A programação tem curadoria do cineasta e curador Francisco Cesar Filho.

São Luís – Em São Luís as sessões acontecem no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande), entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro, às 13h, 15h, 17h e 19h, grátis.

Serviço > 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul > De 10 de outubro a 1º. de dezembro, em 27 capitais brasileiras (veja as datas de sua capital no site) > Patrocínio: Petrobras > Realização: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República > Produção: Cinemateca Brasileira / Ministério da Cultura.

23 agosto 2011

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Com Joãozinho Ribeiro são “Outros 400”

9 julho 2011

Compositor inicia temporada de apresentações no Novo Armazém. Música, cinema, teatro, artes visuais, literatura e declarações de amor à São Luís irão compor o cardápio artístico da série.

 

O compositor Joãozinho Ribeiro (foto) decidiu voltar aos palcos. Após anos dedicados à gestão cultural, ao ensino superior e ao ofício de funcionário público, o artista resolveu tirar a poeira do baú e mostrar que são regras as exceções – o circuito musical Samba da Minha Terra (2003), o lançamento de seu livro-poema Paisagem Feita de Tempo (2006) e mais recentemente os shows Noel, Rosa secular (2010/2011), em que dividiu o palco com Cesar Teixeira, Chico Saldanha e Josias Sobrinho, e Baile do Parangolé (2011), aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, de que é sócio, em que dividiu o palco com Cesar Teixeira (também sócio), Lena Machado e Rosa Reis.

Na série Outros 400, Joãozinho Ribeiro se cercará de amigos-artistas, irmãos de copo & alma, para brindar São Luís, cidade que tanto ama, com boa música. Um dos compositores mais gravados do Maranhão, ele tem colecionado parceiros e intérpretes desde 1979, ano da histórica greve da meia passagem em que militou e de sua estreia musical, em festivais universitários.

Além da música, outras linguagens artísticas se somarão à aritmética cujo resultado são Outros 400: artes visuais, teatro, literatura e cinema, entre outros. “Trata-se de uma série, que será apresentada quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém. A cada quinta, um convidado ou uma convidada e uma turma de outras expressões ocupando o espaço com o que fazem de melhor”, explica e anuncia Joãozinho Ribeiro.

Cinema – A estreia de Outros 400 acontece dia 14 de julho, às 21h. Uma mostra cinematográfica com curtas-metragens maranhenses, sob curadoria de Frederico Machado, inaugura a noite e a série: Outros 400 será também a festa oficial de abertura do Lume International Film Festival, maior festival de cinema de que a capital maranhense já teve notícia, que acontece em São Luís entre 14 e 23 de julho.

Após a mostra é a vez de Joãozinho Ribeiro encantar a plateia presente, acompanhado do Regional 400 (reza a lenda que o nome do grupo é o resultado da soma das idades de seus integrantes): Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

No repertório, clássicos da lavra de Joãozinho Ribeiro, a exemplo de, entre outras, Milhões de uns, Passamento, Erva santa e Esquina da solidão. Como convidados para a inauguração da série, uma constelação de primeira grandeza, um desfile de craques, uma seleção vitoriosa: a dupla Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões, recentemente vencedores da categoria “Melhor álbum” – Cine Tropical – no Prêmio da Música Brasileira), Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Josias Sobrinho (trio com que apresentou o tributo a Noel Rosa), Anna Cláudia, Betto Pereira, Célia Maria, João Madson, Lena Machado e Lenita Pinheiro.

AniversárioOutros 400 é também uma celebração aos aniversários vindouros de São Luís, que completa 399 anos no próximo 8 de setembro. Datas comemorativas são sempre cheias de celebrações oficiais. A população que quiser dar os parabéns à São Luís pode, dentro dos Outros 400, completar o tradicional “parabéns a você/ nesta data querida/ muitas felicidades/ muitos anos de vida” com seus votos para o futuro de nossa capital.

“Disponibilizaremos cadernos para que sejam deixadas mensagens de próprio punho, registrando de forma simples, mensagens de amor à cidade de São Luís. O resultado disso será levado ao Arquivo Público do Estado para que no futuro nossos anseios sejam lembrados e possamos ver se nossos sonhos para a cidade se realizaram”, explica a produtora cultural Cássia Melo, mentora da ideia.

Serviço

O quê: Estreia da série Outros 400 e lançamentos do I Lume International Film Festival e do projeto Mensagens à São Luís.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro e convidados, o cineasta Frederico Machado e a produtora cultural Cássia Melo.
Quando: dia 14 de julho (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (ingresso individual).

O Maranhão cai no choro

8 junho 2011

Saudando a chegada da temporada junina Regional Azeite Brasil incorpora ao choro elementos da cultura popular maranhense.

Toadas e sotaques de bumba meu boi, a malemolência e sensualidade do cacuriá, entre diversos outros ritmos da cultura popular maranhense integram o cardápio musical da Toca da Empada nesta sexta-feira (10). Aos chorões já acostumados com o novo endereço do mais brasileiro de todos os gêneros musicais em São Luís, calma!: o bom e velho choro continua a toda.

“Os festejos juninos chegaram e vamos botar umas pitadas de Maranhão no choro”, anuncia João Neto, flautista do Regional Azeite Brasil, que tem temperado as noites de sexta-feira na Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais). O grupo se completa com João Eudes (violão sete cordas), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho).

Consolidada no cenário musicultural da capital maranhense a produção da série Na Toca do Choro estuda não interrompê-la durante o período junino. O que acha você, que lê esta divulgação, ouve choro e frequenta a animada roda? Dê aí o seu pitaco!

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho).
Quando: sexta-feira (10), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Te entoca na toca!

2 junho 2011

Na Toca do Choro na Toca da Empada. O melhor happy hour de São Luís.

Recorro à memória afetiva, sentimental, dos programas de rádio ouvidos na infância, para lembrar um slogan, jargão, ou algo que o valha, dito por um locutor de programa de reggae. Atualizando-o e trazendo a coisa do ritmo jamaicano ao mais brasileiro dos gêneros musicais, em verdade vos digo: te entoca na toca! Do choro!

Se a toca de que falava – ainda fala? – aquele locutor ainda estiver na ativa, perdoem-me a apropriação indébita. Mas em um mundo onde nada se cria e tudo se transforma – ou se copia? –, permitam-me, aqui, meu control c control v.

A Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais) é o novo palco do choro na capital maranhense, uma das cidades brasileiras onde o choro tem ganhado mais vigor ao longo dos últimos anos.

O Regional Azeite Brasil, com o talento e o virtuosismo de seus integrantes, tem, a cada sexta-feira, temperado bem o ambiente perfeito para amigos, amigas, casais, pais e filhos, meninos, meninas, bambinos, bambinas, brasileirinhos e brasileirões, enfim, todos e todas que apreciam o gênero imortalizado por nomes como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Ernesto Nazareth.

Compositores e instrumentistas de primeira linha sempre lembrados pelo violão sete cordas de João Eudes, pela flauta de João Neto, pelo pandeiro e outros badulaques percussivos de Wanderson e pelo bandolim e cavaquinho de Wendell Cosme.

Tempere você também a noite de sua sexta-feira: relembrando o locutor das antigas: te entoca Na Toca do Choro, te entoca na Toca da Empada!

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho).
Quando: sexta-feira (3), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Arcebispo de São Luís é o novo vice-presidente da CNBB

12 maio 2011

Posse da diretoria eleita acontece amanhã, 13, durante o encerramento da 49ª. assembleia da entidade

Dom Belisário foi eleito no segundo escrutínio com 215 votos

Arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva (foto) foi eleito vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) durante sua 49ª. asssembleia, em Aparecida/SP.

Bispo desde 2000, quando foi ordenado em sua cidade natal, Carmópolis/MG, Dom Belisário será vice de outro mineiro, Dom Raymundo Damasceno de Assis.

Eles terão a missão de dirigir a entidade até 2015. A CNBB completa 60 anos em 2012. Sua posse acontece amanhã, 13, na sessão de encerramento da assembleia. Após a posse, a presidência eleita dará sua primeira entrevista coletiva à imprensa. (Por Zema Ribeiro, com informações da assessoria)

Sânzio Rossiny no Café Recanto Verde

16 dezembro 2010

O cantor Sânzio Rossiny dá o tom da noite de sexta-feira no Café Recanto Verde. O músico se apresenta hoje (17), a partir das 20h, num dos mais belos cenários etílico-paisagísticos de São Luís. Em seu repertório o artista saúda grandes nomes de nossa música, dos tradicionais aos contemporâneos. Não faltam obras de Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro, Roberto Carlos, Chico César, Lenine, João do Vale, Tom Jobim, Djavan, Zé Ramalho e João Bosco, entre muitos outros.

Natural de Imperatriz, o artista está radicado em São Luís, onde tem se mostrado um dos grandes talentos da noite da capital maranhense. O Café Recanto Verde fica na Av. General Arthur Carvalho, 100, Miritiua/Turu (5km a partir da entrada do Posto Natureza, na rua do Motel Le Baron). O couvert artístico custa apenas R$ 5,00 e o local dispõe de estacionamento próprio.

Além da boa música ao vivo nas noites de sexta-feira, o Café Recanto Verde também funciona a partir das 7h, com um delicioso café da manhã, aos domingos e feriados.

“Café com Direitos Humanos” tem cultura na pauta

6 dezembro 2010

Exibição de documentário, lançamento de livro e disco e show musical compõem a programação, destacando a cultura maranhense

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH)/Escritório Brasília reúne, sempre às últimas quartas-feiras do mês, militantes de direitos humanos e a comunidade em geral, no Café Cultural da Caixa, no Setor Bancário Sul.

O Café com Direitos Humanos pretende disseminar uma nova concepção de Direitos Humanos, que se contraponha à naturalização da violência, resgate a vida como um valor fundamental e incorpore as dimensões de direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais. O acontecimento traz os direitos humanos numa perspectiva informal e com diferentes enfoques e expressões culturais.

Nesta quarta-feira (8) será realizada a segunda edição do Café com Direitos Humanos, a partir das 18h30min. Expressões culturais maranhenses serão fortemente manifestadas. “A partir da execução nacional do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas, o Provita, pela SMDH temos um escritório em Brasília. É preciso valorizarmos o M de nossa sigla”, comenta a advogada Joisiane Gamba, da coordenação da entidade.

Às 18h30min será exibido o documentário Aperreio (2010, 20min.), curta-metragem de Doty Luz e Humberto Capucci, feito sob encomenda do Comitê de Monitoramento às Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes no Maranhão, integrado pela SMDH e outras entidades do movimento social maranhense. O filme conta, sob a ótica dos saberes e cultura populares, as tragédias por que passaram diversos municípios do Estado em 2008 e 2009.

Em seguida, a jornalista, socióloga e professora universitária Helciane Araújo lança seu livro Memória, mediação e campesinato: as representações de uma liderança sobre as lutas camponesas da pré-Amazônia maranhense. A obra, através da pesquisa de uma história de vida, traça uma análise sociológica das representações de uma liderança camponesa, Manoel da Conceição, sobre a sua trajetória de vida e a história política do Maranhão. Mané, como gosta de ser chamado, recebeu recentemente o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Manoel da Conceição é ainda homenageado pelo cantor e compositor Gildomar Marinho. O carimbó elétrico Batalha do cerrado, de seu segundo disco, Pedra de Cantaria, é uma espécie de microbiografia musical do líder camponês. O músico maranhense radicado em Fortaleza/CE lançará seu novo  disco no Café com Direitos Humanos. Ainda em dezembro ele fará show de lançamento em São Luís.

A SMDH – Criada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a SMDH configurou-se como uma entidade da sociedade civil de natureza pública e um espaço político de denúncia contra o arbítrio e a violência, fatos comuns durante o regime ditatorial. Para isso, adotou como uma das linhas de ação a assessoria jurídica e a formulação de denúncias e reivindicações oriundas das comunidades, junto aos governos.

A SMDH tem participado de redes temáticas de interesse técnico e institucional entre as organizações que defendem os direitos humanos e a natureza, tais como os Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Rural Sustentável, de Igualdade Racial,  e de Defesa dos Direitos Humanos. Integra a Associação Brasileira de ONGs (ABONG), a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH).

Centenário de Noel Rosa será celebrado em São Luís

29 novembro 2010

Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho prestam homenagem ao compositor carioca, falecido há 73 anos.

Nascido há exatos cem anos, em 11 de dezembro de 1910, Noel de Medeiros Rosa, teve existência curta – faleceria aos 26, de tuberculose – mas deixou obra vasta, que influenciou e até hoje influencia um sem-número de artistas da música.

Sambista por excelência, são de sua lavra clássicos como Com que roupa?, Filsofia, Pela décima vez, Feitiço da Vila, Três apitos, Pra quê mentir?, Feitio de oração e inúmeros outros. Convenhamos: não existe roda de samba que se preze em que não seja executada ao menos uma dessas canções.

Diante da grandiosidade e da genialidade de Noel Rosa, quatro grandes mestres da música do Maranhão se reúnem para prestar-lhe merecido tributo. Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho subirão ao palco do Bar Daquele Jeito (próximo ao Viva Vinhais) para apresentar o show Noel, Rosa secular.

Os quatro bambas serão acompanhados por Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco, Paulinho Oliveira (violão, direção musical) e Vandico (percussão). Eles contarão também com as participações especiais das damas da música maranhense Célia Maria, Fernanda Garcia, Lena Machado e Lenita Pinheiro. O show acontece dia 11 de dezembro, às 22h, e os ingressos custam apenas R$ 15,00.

“A música brasileira, e a arte de maneira geral, só são tão ricas e diversas por conta das inúmeras trocas que nos levaram a essa miscigenação em todos os campos, fazendo de nós o país culturalmente mais rico do planeta. Por isso não poderíamos nunca deixar de homenagear Noel Rosa, no ano de seu centenário, pelo imenso legado que ele nos deixou, apesar de sua vida ter sido tão curta”, afirmou Joãozinho Ribeiro.

Noel, Rosa secular, terá ainda, durante sua apresentação, breves esquetes comentando passagens da vida do parceiro de Vadico. A teatralização de trechos da existência do Poeta da Vila fica a cargo de Joana Bittencourt, que também assina o cenário.

Serviço

O quê: show Noel, Rosa secular.
Quem: Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho. Participações especiais de Célia Maria, Fernanda Garcia, Lena Machado e Lenita Pinheiro.
Quando: 11 de dezembro (sábado), às 22h.
Onde: Bar Daquele Jeito (próximo ao Viva Vinhais).
Quanto: R$ 15,00. Ingressos à venda no local.
Maiores informações: zemaribeiro@gmail.com, (98) 8888-3722.

São Luís sedia Seminário Estadual do Provita

22 outubro 2010

Encontro acontece dias 25 e 26 no Brisamar Hotel e tem organizações de Direitos Humanos do Estado e Sociedade Civil como público prioritário

Acontece dias 25 (segunda-feira) e 26 de outubro o Seminário Estadual do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita). Atualmente o programa é executado pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), tanto em âmbito estadual, quanto em âmbito nacional, contando atualmente, também, com um escritório em Brasília/DF. O seminário é uma realização da SMDH e Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (Sedihc) e tem apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH-PR).

A divulgação do Provita como uma política pública relevante no combate à impunidade no Brasil, a discussão de questões e desafios enfrentados no cotidiano do programa, o fortalecimento da articulação entre a política de proteção e demais políticas públicas e a sensibilização e o comprometimento de diversas instâncias e agentes do Estado e da sociedade civil com a política de proteção são os objetivos do Seminário Estadual.

Os dois dias de atividades, que incluem palestras e exposições dos órgãos responsáveis pela política de proteção em âmbito federal, bem como de entidades representativas das organizações da sociedade civil que atuam na execução do Provita, têm como público prioritário servidores do sistema de Justiça e Segurança Pública, de Direitos Humanos e de organizações da sociedade civil que atuam na execução do programa de proteção.

Entre estas, destacam-se o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Fórum Nacional de Entidades Gestoras e o Conselho de Presidentes dos Conselhos Deliberativos dos Programas Estaduais de Proteção. SMDH, Ministério Público Estadual (MPE), Tribunal de Justiça do Estado Maranhão (TJ-MA), Secretaria de Estado de Segurança Pública, e Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (Sedihc), ao final do Seminário, irão repactuar suas responsabilidades com a política de proteção no Maranhão.

O Seminário Estadual será realizado no Brisamar Hotel (Av. São Marcos, Ponta d’Areia). Inscrições podem ser realizadas pelo e-mail smdh@terra.com.br e/ou telefones (98) 3231-1601, 3231-1897 – interessados em participar devem se inscrever previamente: o número de vagas é limitado. Conheça a seguir a programação.

Seminário Estadual do Provita/MA

Dia 25

9h – Abertura

9h30min – Conferência: “A ressignificação da vítima e a pena à luz da noção freudiana de sentimentos inconsciente da culpa”
Conferencista: Agostinho Ramalho Marques Neto (Psicanalista, Professor Universitário nas áreas de Filosofia do Direito e Filosofia Política).
Coordenação da mesa: Luís Carlos Cintra (Advogado da SMDH, Coordenador do Provita/MA)

10h30min – Mesa 1: “Sistema Nacional de Proteção a Pessoas Ameaçadas: Testemunhas, Defensores e Crianças e Adolescentes”.
Expositor: Fernando Matos (SEDH-PR)
Debatedor: Gilson Cardoso (MNDH)
Coordenação: Joisiane Gamba (SMDH)

14h30min – Mesa 2: “A Política de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas – PROVITA: uma política de Direitos Humanos no Combate à Impunidade”.
Expositores: Nilda Turra (Coordernadora-Geral de Proteção à Testemunhas/SEDH-PR); Marco Apolo (Sociedade Paraense de Defesa de Direitos Humanos – SPDDH /Fórum Nacional de Entidades Gestoras – FNEG)
Coordenação: Sérgio Tamer (Secretário de Estado de Direitos Humanos e Cidadania, Presidente do CONDEL/MA)

16h30min – Painel: Desafios do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas – PROVITA: um desafio para a celeridade processual.
Expositor: Márcio Thadeu Silva Marques (Titular da 1ª. Promotoria de Justiça Especializada em Infância e Juventude). 

Dia 26

Manhã – Painel: Desafios do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas

– Acolhimento Provisório e núcleo de segurança: experiência do Estado do Ceará.
Expositor: Adriana Câmara (Corregedora-Geral Adjunta, representante da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará no CONDEL/CE).

– Conselho Deliberativo do PROVITA: papel e atribuições.
Expositores: Carlos Cesar D’Elia (Procurador do Estado do Rio Grande do Sul, presidente do PROTEGE/RS e do Colégio Nacional de Presidentes dos Conselhos Deliberativos dos Programas de Proteção a Testemunhas – CONDELs)
Coordenação do Painel: Luís Antônio Câmara Pedrosa (Coordenador de Monitoramento – SMDH).

Tarde

14h30min – Mesa: Encaminhamentos e Acordos Finais
Com representantes do Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça do Estado Maranhão, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania, Secretaria de Estado de Segurança Pública e Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.

Redação: Zema Ribeiro
Pauta e entrevistas: (98) 3231-1601, 3231-1897, 8888-3722

“Pedra de Cantaria Acústico” no Centro Cultural Oboé

3 setembro 2010

Gildomar Marinho lança segundo disco na terça-feira, em show acústico.

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Fortaleza – O cantor, compositor e violonista Gildomar Marinho (foto) acaba de lançar seu segundo disco, Pedra de Cantaria. No último dia 28 de agosto fez concorrido show de lançamento no BNB Clube Aldeota, em Fortaleza/CE, onde o maranhense está radicado.

Agora continua a percorrer a capital cearense, onde o disco foi gravado e mixado, divulgando-o. No próximo dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h, Gildomar Marinho leva o espetáculo Pedra de Cantaria Acústico ao palco do Centro Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota).

Hoto Jr. (percussão e direção musical) e Dudu Holanda (violões) irão acompanhar Gildomar Marinho (voz e violão) em apresentação onde ele interpretará faixas do novo trabalho, da estreia Olho de Boi, além de inéditas.

Pedra de Cantaria, o disco, teve boa aceitação pelo público. Musical e graficamente traz elementos da cultura popular do Maranhão, estado natal do artista, hoje morando em Fortaleza por conta do ofício de bancário.

“O público foi bem receptivo, o que deixa a gente muito contente, afinal de contas, é o reconhecimento de um longo trabalho. Esse formato mais enxuto, para essa apresentação no Oboé, não diminui a vontade que a gente tem de mostrar ao público essa ponte Maranhão Ceará, presente desde o primeiro disco”, afirma Gildomar Marinho.

“Além do mais, é um privilégio reverberar a música maranhense em um espaço pensado para a fruição da boa arte, como é o Centro Cultural Oboé. Um local aconchegante como uma casa que aproxima o anfitrião e seus convidados em memoráveis encontros, tendo a cultura e arte como elementos aglutinadores”, complementa o artista.

O discoPedra de Cantaria (2010) é o segundo disco de Gildomar Marinho, cuja estreia fonográfica aconteceu ano passado, com Olho de Boi. Nos discos, o artista vem fazendo um apanhado de mais de 20 anos de composição.

O repertório é quase completamente autoral, trazendo ainda parcerias com o jornalista Zema Ribeiro (a faixa-título) e o radialista Ricarte Almeida Santos (o choro Pra chorar no Rio). A exceção é Não fale nada (Batista Marinho), bolero que Gildomar resgatou da obra do pai, que o ensinou os primeiros acordes em um cavaquinho, ainda aos cinco anos de idade.

Merecem destaque ainda as participações especiais de Carlinhos Veloz (O Rio), Celso Borges (o poeta declama Vazio, poema de sua autoria, na faixa Claustrofobia), Erasmo Dibell (em Madre, ode à Madre Deus, bairro boêmio de São Luís) e Lília Diniz (a poeta declama um lamento de Dona Elza, artista popular maranhense, na abertura do carimbó elétrico Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição).

“Todo o repertório do Pedra de Cantaria será mostrado no show, em que lembrarei também músicas do Olho de Boi, que contou com a participação especialíssima da mineira Ceumar [no samba-choro Alegoria de saudade], radicada na Holanda, além de músicas inéditas. É hora de começar a testar o repertório para o próximo disco”, antecipa Gildomar.

“Queremos também lançar Pedra de Cantaria em São Luís e Imperatriz, contando, no palco, com a participação de todos que ajudaram a fazer o disco e na sequência voltar ao estúdio para Tocantes, que é como estou chamando provisoriamente o terceiro disco”, finaliza.

Serviço

O quê: show Pedra de Cantaria Acústico.
Quem: Gildomar Marinho.
Quando: dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h.
Onde: Espaço Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota, Fortaleza/CE).

“Pedra de Cantaria” será lançado em Fortaleza/CE

27 agosto 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá lançamentos no Maranhão entre setembro e outubro.

Atualmente radicado em Fortaleza, o cantor, compositor e violonista maranhense Gildomar Marinho lança hoje (28) seu segundo disco, Pedra de Cantaria, em show no BNB Clube da capital cearense. O espetáculo terá início às 21h e contará com a abertura do baterista Carlinhos Perdigão, que apresentará o espetáculo Força Tropical: uma viagem lítero-musical à Tropicália. Perdigão é também professor de língua portuguesa e poeta. Gildomar Marinho contará ainda com a participação da cantora cearense Fabíola Líper, que dele gravou o samba-choro Alegoria de saudade – em Olho de Boi registrada com a participação especial da mineira Ceumar. Gildomar será acompanhado por banda formada por Dudu Holanda (violões), Rafael Magoo (guitarras), Marcos Vinny (teclados), Marcio Rezende (sax e flautas), Augusto (bateria) e Hoto Jr. (percussão e direção musical).

Os ingressos custam R$ 12,00 (não sócios) e R$ 6,00 (meia para sócios). Faixas de Pedra de Cantaria, bem como de Olho de Boi, estreia de Gildomar Marinho lançada ano passado, podem ser ouvidas na página do artista no Myspace: http://www.myspace.com/gildomarmarinho

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Pedra de Cantaria – Com apoio do Banco do Nordeste, de onde é funcionário, através do Programa Cultura da Gente, Gildomar Marinho realizou o novo trabalho, todo gravado e mixado em Fortaleza/CE. “Quero deixar registrado também um agradecimento especial aos amigos que acreditaram no projeto e colaboraram para que o mesmo acontecesse”, ressalta. Ao seleto grupo ao qual estava restrita a produção musical do artista, uma faixa-bônus traz agradecimentos, citando-os nominalmente.

Mais uma vez Gildomar Marinho passeia por diversos estilos, em um disco predominantemente autoral – a exceção é Não fale nada, bolero que ele resgatou da obra do pai, Batista Marinho, que lhe ensinou os primeiros acordes num cavaquinho, quando ainda moravam em Imperatriz/MA. O hoje licenciado em música pela UECE tinha apenas cinco anos.

Pedra de Cantaria dá continuidade a um registro começado em Olho de Boi, uma trilogia que se fechará com Tocantes, título provisório do terceiro disco que pretendo lançar ano que vem”, anuncia Gildomar Marinho, que não pensa em, após as gravações, parar novamente com a carreira artística. “É apenas o fechamento de um ciclo, depois dos três primeiros passo a fazer as coisas com mais calma, menos pressa e menos pressão”, conta entre risos.

Do repertório, destaques para a faixa-título (parceria com o jornalista Zema Ribeiro), o choro Pra chorar no Rio (parceria com o radialista Ricarte Almeida Santos), Madre (ode à Madre Deus, bairro boêmio encravado na região central de São Luís, com participação especial de Erasmo Dibell), O Rio (com participação de Carlinhos Veloz), o carimbó elétrico Batalha do Cerrado (música que já faz relativo sucesso em São Luís, uma homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição, que conta com a participação especial da poeta Lília Diniz, que recita um lamento de Dona Elza, na abertura da faixa) e a balada Claustrofobia (que conta com o poema incidental Vazio, de autoria de Celso Borges, que o declama na faixa).

“Nos shows de lançamento tocaremos todo o repertório de Pedra de Cantaria, algumas coisas de Olho de Boi e também iremos testar algumas inéditas”, avisa. Sobre lançamentos no Maranhão anuncia-os para entre setembro e outubro: “A ideia é, como quando do Olho de Boi, realizar um show em São Luís e outro em Imperatriz. Já estamos negociando com casas e produções”.

Serviço

O quê: Pedra de Cantaria – show de lançamento do disco homônimo.
Quem: Gildomar Marinho. Abertura: Carlinhos Perdigão. Participação especial: Fabíola Líper.
Quando: hoje (28), às 21h.
Onde: BNB Clube – Fortaleza/CE.
Quanto: R$ 12,00 (não-sócios) e R$ 6,00 (sócios).
Maiores infomações: (85) 4006-7200, 4006-7203.

Vitor Ramil e Marcos Suzano em ‘Satolep Sambatown’

3 agosto 2010

Foto: divulgação

Finalmente chega a São Luís o show do cantor e compositor gaúcho Vitor Ramil e do percussionista Marcos Suzano,  no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro), no dia 19 de agosto (quinta-feira), às 21h. O show será baseado no aclamado trabalho em duo, do CD intitulado Satolep Sambatown.

Como o nome indica, o disco nasceu do encontro do universo, muito particular, desses dois artistas. De Satolep, cidade imaginária de Vitor – Pelotas, sua cidade natal, escrita de trás para frente, também tema e nome da novela de sua autoria lançada pela editora Cosac&Naify –, vem a Estética do Frio, com arpejos em cordas de aço, harmonias abertas, melodias hipnóticas, letras cheias de poesia. De Sambatown, (a) cidade (do samba) imaginária de Suzano, vem seu pandeiro único no centro de uma arquitetura rítmica em que sons acústicos dialogam com ondas sonoras vindas do mundo da eletroacústica.

Vitor e Suzano têm ambos um pé na tradição musical de seus lugares de origem e outro no contexto da experimentação, das invenções mais radicais. Em Satolep Sambatown os dois tocam todos os instrumentos e assinam a produção.

O repertório do disco traz 11 canções de Vitor, entre elas, Livro Aberto, Invento, Astronauta lírico, Viajei e 12 segundos de oscuridad, esta em parceria com o compositor e cantor uruguaio Jorge Drexler, que também participa do disco como intérprete – pela primeira vez cantando em português. Ele divide com Vitor os vocais de A zero por hora. A outra participação especial é a da cantora carioca Kátia B, que canta com Vitor em Que horas não são?

Voz, violões de aço, percussão e efeitos eletrônicos. É com esses elementos, e mantendo sempre a formação em duo, que Vitor Ramil e Marcos Suzano recriam no palco a música produzida em Satolep Sambatown.

No roteiro, todas as canções do disco. Além dessas, novidades, releituras de canções de outros discos de Vitor como Não é Céu, Foi no mês que vem e Neve de Papel.

A iluminação é de Marcelo Linhares e o cenário de Isabel Ramil e Luiza Mendonça.

SERVIÇO:
VITOR RAMIL E MARCOS SUZANO
Show de lançamento do CD SATOLEP SAMBATOWN

Local: Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro).
Dia: 19 de agosto (quinta-feira).
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 30,00 (metade para estudantes com carteira), à venda na Taco (São Luís Shopping) e na bilheteria do teatro.
Produção: Ópera Night.
Maiores informações: (98) 8137-7452, 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

Lírica batucada: Vitor Ramil e Marcos Suzano se apresentam em São Luís

28 julho 2010

O compositor gaúcho Vitor Ramil e o percussionista carioca Marcos Suzano revivem Satolep Sambatown, disco que lançaram juntos em 2007, e outras fases de suas carreiras solo.

Em 2007 o gaúcho Vitor Ramil se uniu ao carioca Marcos Suzano e o resultado foi Satolep Sambatown, disco miscigenado por excelência: da milonga ao choro, passando por samba e eletrônica, tudo cabia no balaio sonoro da dupla, que ousou experimentar. Belo resultado.

Depois do disco e de alguns shows, cada um seguiu seu rumo. O percussionista tocando com “Deus e o mundo”, como sempre fez: entre outros, Marisa Monte, Lenine, Zeca Baleiro e Gilberto Gil. O violonista, compositor e escritor nos brindando com o belíssimo Délibáb (Núcleo Contemporâneo, 2010), em que interpreta poemas que musicou do argentino Jorge Luis Borges e do gaúcho João da Cunha Vargas – disco que tem a participação especial de Caetano Veloso. 

Em agosto São Luís será a Satolep Sambatown de Marcos Suzano e Vitor Ramil. Foto: Blogue do Mauro Ferreira

Agora os dois se reencontram e chegam à São Luís. A capital maranhense, mais especificamente o palco do Teatro Arthur Azevedo, será a Satolep de Ramil – Pelotas, sua cidade natal, escrita de trás para frente, batizando-lhe selo e livro (CosacNaify, 2008) – a “cidade do samba” (tradução possível de Sambatown) de Suzano.

A dupla apresentará em show, dia 19 de agosto (quinta-feira), às 21h, músicas de Satolep Sambatown e de outros discos de Vitor Ramil e Marcos Suzano – que produzem e tocam os instrumentos daquele álbum –, sem dúvida um encontro histórico da música brasileira.

A delicadeza do violão e das criações líricas de Vitor Ramil somadas ao “armamento” percussivo de Marcos Suzano certamente agradará aos apreciadores de boa música da cidade.

Serviço – Vitor Ramil e Marcos Suzano se apresentam dia 19 de agosto (quinta-feira), às 20h, no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro). Show de abertura: Alberto Trabulsi. Ingressos: R$ 30,00 (metade para estudantes com carteira), à venda na bilheteria do TAA. Maiores informações: (98) 8137-7452, 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

“Pedra de Cantaria” em primeira audição

18 junho 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá primeira audição pública no Bar do Léo, em São Luís/MA

Foto: Paulo Caruá

Aproveitando uma rápida passagem pela capital maranhense, o cantor e compositor maranhense Gildomar Marinho realizará sessão de audição de Pedra de Cantaria no Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais), neste sábado (19), às 20h.

Seu segundo disco, a ser lançado ainda em 2010, foi gravado e mixado em Fortaleza/CE, onde o compositor está radicado por conta de seu ofício de bancário do Banco do Nordeste – de quem o trabalho tem apoio cultural, através do programa Cultura da Gente.

“O disco está sendo masterizado e será prensado em breve, devo lançá-lo no máximo em agosto”, avisa o artista. Do novo disco, dois hits já se destacam: o choro Pra chorar no Rio, parceria com Ricarte Almeida Santos, e o carimbó Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição; a primeira já teve execução no Chorinhos e Chorões, apresentado pelo parceiro, e a segunda já está disponível para audição e download no myspace de Gildomar. A faixa-título é parceria dele com Zema Ribeiro. O disco Pedra de Cantaria tem 14 faixas.

Serviço

O quê: sessão de audição avant-première do disco Pedra de Cantaria.
Quem: o cantor e compositor maranhense radicado em Fortaleza Gildomar Marinho.
Quando: dia 19 (sábado), às 20h.
Onde: Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais).
Quanto: grátis. Presentes pagam apenas o consumo.
Maiores informações: (98) 8888-3722.

Feitiço maranhense no Feitiço Mineiro

16 junho 2010

Acompanhado de regional, o poeta e compositor Joãozinho Ribeiro apresenta o show musical Milhões de uns na capital federal.
 

Nascido num bairro periférico da região central de São Luís Joãozinho Ribeiro (foto) iniciou-se na música em saudosos festivais universitários, no longínquo 1979 – tem completos 30 anos de música, portanto –, ano também identificado como o da fatídica “greve da meia passagem”, da qual foi militante.

Quase engenheiro, quase economista, formou-se bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), e depois especialista em Direitos Autorais. Militante das artes e da cultura em geral, foi secretário executivo do Fórum Municipal de Cultura de São Luís, engendrando as duas Feiras Culturais da Praia Grande, três Semanas Culturais do Desterro e o projeto Samba da Minha Terra, que levou música gratuita e de qualidade a 18 comunidades de sua cidade natal, valorizando sobretudo o samba e o choro, com a participação de inúmeros convidados especiais. Chegou a Secretário de Estado da Cultura do Maranhão e hoje o técnico da Receita Federal está nos quadros do Ministério da Cultura.

Por essas e outras, João Batista Ribeiro Filho, aos 55 ainda o mesmo moleque travesso das ruas, becos, ladeiras e vielas da capital maranhense, tem relegado a segundo plano sua carreira de artista: é, na terra de outro João Batista, o do Vale, um dos compositores mais gravados e tem publicado o poema-livro Paisagem Feita de Tempo [2006, edição do autor]. Sua mais recente apresentação musical data de agosto de 2008, em São Luís, dentro do projeto Clube do Choro Recebe, empreitada de sucesso do Clube do Choro do Maranhão que completará três anos em breve.

Atualmente residindo em Brasília, Joãozinho Ribeiro aproveita a estadia na capital federal para mostrar, no planalto central, parte de sua obra, que lhe garante presença no panteão sagrado dos grandes compositores do Maranhão, ao lado de figuras como Antonio Vieira, Cesar Teixeira e Chico Maranhão, entre outros. Passeando por choro, samba, baião, reggae, toadas de bumba-meu-boi e tambor de crioula, blues, canções de amor e de protesto, Joãozinho Ribeiro se apresenta no Restaurante Feitiço Mineiro (306 Norte) no próximo dia 3 de julho, às 22h30min. O couvert artístico custa apenas R$ 15,00.

O Feitiço Mineiro tem sido palco importante de maranhenses na capital federal. Por lá já se apresentaram nomes como Nonato Buzar, Papete, Flávia Bittencourt, Rosa Reis, Beto Pereira, Josias Sobrinho e Tião Carvalho, entre outros. “Além de encontrar a colônia maranhense radicada em Brasília, o interessante é podermos apresentar nosso trabalho também a cidadãos e cidadãs apreciadores da arte de todas as partes do mundo”, afirma Joãozinho Ribeiro, que em 2002 venceu, no Maranhão, o Prêmio Universidade FM com seu choro Milhões de uns, registrado em disco pela também maranhense Célia Maria.

Serviço

O quê: show musical Milhões de uns.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional.
Onde: Restaurante Feitiço Mineiro (306 Norte, Brasília/DF).
Quando: dia 3 de julho (sábado), às 22h30min.
Quanto: R$ 15,00 (couvert artístico).
Reservas: (61) 3272-3032.

Redação: Zema Ribeiro
Entrevistas: Robson Silva – (61) 9952-4801

Antonio Vieira é homenageado no Clube do Choro Recebe

25 maio 2010

Falecido em abril do ano passado aos 88 anos, Vieira teria completado 90, no último 9 de maio – compositor permanece vivíssimo em sua vasta obra musical.

Mestre Vieira em uma de suas apresentações no Clube do Choro Recebe

Antonio Vieira nasceu em São Luís em 9 de maio de 1920. “Menino pobre criado por família rica”, como gostava de contar, compôs sua primeira música aos 16 anos: Mulata bonita. Viu-a e ouviu-a fazer sucesso na década de 40 do século passado: brilhou no palco da Rádio Timbira, acompanhada ao piano pelo então também jovem Sivuca, de passagem por São Luís para uma temporada no Casino Maranhense. “O mestre da sanfona, adivinhando-lhe o talento, dissera, na ocasião que Vieira iria ser um grande compositor. Cumpriu-se a profecia”, como conta outro grande compositor, Cesar Teixeira, no encarte da Antoniologia Vieira, tributo em disco produzido pelo maestro Adelino Valente há dez anos, reunindo um expressivo contingente de artistas maranhenses para reverenciar o autor de Tem quem queira – esta, não incluída naquela antologia.

O reencontro dos mestres Antonio Vieira e Sivuca nos ensaios de gravação de "O samba é bom"

É Adelino Valente quem comanda um time de primeiríssima linha que repetirá parte da Antoniologia no palco do Clube do Choro Recebe, neste sábado, 29, às 19h30min, na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau (Rua José Luiz Nova da Costa, esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar). Com Vieira (percussão), Valente (bandolim) fundou o Regional Tira-Teima, em fins da década de 1970, mais antigo grupamento de choro em atividade em São Luís – embora já sem a sua formação original, que incluía ainda nomes como Chico Saldanha, Ubiratan Sousa e Cesar Teixeira.

Outra das antológicas aparições de Mestre Antonio Vieira no palco do Clube do Choro Recebe

Outro grupo integrado por Adelino Valente foi o Insensatez, reeditado para este sábado com nova formação: além dele próprio (piano, direção musical), Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Rogério Leitão (bateria), Antonio Paiva (contrabaixo), Paulo Trabulsi (cavaquinho) e Luiz Jr. (violão) receberão os intérpretes Célia Maria, Chico Saldanha, Cláudio Lima, Josias Sobrinho, Léo Capiba, Léo Spirro, Luiz Mochel, Rogéryo du Maranhão, Ticiana Valente, Tutuca e Zeca do Cavaco, que irão prestar homenagem a Mestre Antonio Vieira, falecido em 7 de abril de 2009.

Não faltarão ao repertório temas como Poema para o azul, Cocada, Mocambo, Nordeste seco, Vou pro mar, Olha a nêga, Na cabecinha da Dora, O samba é bom, Ingredientes do samba, Samba de Nêgo e Mulata bonita, entre muitas outras da vasta lavra de Seu Vieira.

“São mais de 300 composições, a grande maioria ainda desconhecida do grande público”, afirma Adelino Valente, produtor desta espécie de “Antoniologia ao vivo”. Ele relembra emocionado: “Nossa amizade vem desde a década de 70, quando fundamos o Tira-Teima. Eu era bandolinista, Vieira percussionista e até então ninguém conhecia música nenhuma dele. Depois de dois ou três anos de convívio, ele começou a mostrar umas coisas e a gente ficou encantado. Eu sempre disse que um dia a gente ia fazer um disco com aquela obra. Demorou, mas saiu”.

Homenagens a Vieira continuarão, segundo Adelino Valente

Segundo Adelino, este show – que remonta parte do espetáculo realizado no Teatro Arthur Azevedo, trazendo algumas novidades – é parte de uma homenagem maior ao “velho moleque”. Entre os vários projetos há o de se fazer um Volume 2 da Antoniologia e um cd instrumental só com composições do autor de Banho cheiroso.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 118ª. edição.
Quem: o grupo Insensatez recebe vários cantores e cantoras em homenagem a Mestre Antonio Vieira.
Quando: dia 29 de maio (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.

Lideranças populares recebem formação para o combate à corrupção eleitoral e administrativa

17 maio 2010

Cerca de 30 agentes de diversas regiões do Maranhão participaram de atividade de formação em São Luís semana passada.

Cerca de 30 lideranças populares de diversas regiões do Estado do Maranhão participaram nas últimas quinta (13), sexta e sábado, do Curso de Formação em Políticas Públicas e Combate à Corrupção Eleitoral e Administrativa, promovido pela Cáritas Brasileira Regional Maranhão na Casa das Irmãs de São José de São Jacinto, no Filipinho, em São Luís.

“O curso integra um plano de formação continuada, não é uma ação isolada. 2010 é ano emblemático, pois é ano de eleições. Estes agentes que participam deste momento de formação atuam como multiplicadores nos municípios e dioceses onde moram e atuam”, explicou Ricarte Almeida Santos, secretário executivo da Cáritas Brasileira Regional Maranhão e coordenador do curso.

A programação do curso buscou mostrar as relações entre corrupção e o modelo de desenvolvimento vigente no estado: a implantação dos grandes projetos legitimada pela propaganda institucional do governo nos meios de comunicação de propriedade da oligarquia que há aproximadamente 45 anos governa o Maranhão – com uma brevíssima interrupção – busca fazer crer que esta é a única solução. Assim, o curso também orientou os presentes ao exercício do controle social de políticas públicas.

Lei 9840 – Primeira lei de iniciativa popular aprovada no Brasil, a lei 9840 foi alvo de debates durante o curso de formação. Os agentes Cáritas perceberam que qualquer cidadão ou cidadã pode ser um fiscal durante as eleições, formulando e fornecendo denúncias à justiça eleitoral.

Quase todos os participantes do curso têm histórias ou conhecem quem as conte acerca da parcialidade da justiça eleitoral nos municípios. Não foram poucos os relatos de que juízes e promotores, às vezes, não fazem o menor esforço para coibir atos de corrupção como a compra de votos. “Cheguei a dizer ao promotor: ‘olha, naquela casa uma candidata está distribuindo telhas, tijolos, notas de combustível e dinheiro’; ele me disse que não tinha nenhum carro para ir até lá e ficou por isso mesmo”, contou um dos cursistas.

As Cáritas Diocesanas e Arquidiocesana receberam cartilhas do Movimento de Combate à Corrupção para suas atividades de formação e multiplicação. A elaboração de informativos e a formação de comitês locais de combate à corrupção eleitoral e administrativa foram eleitas como prioridade pelos presentes.

Redação: Zema Ribeiro, assessor de comunicação da Cáritas Brasileira Regional Maranhão

Fundada Cáritas Arquidiocesana de São Luís

11 maio 2010

Assembleia foi realizada em sala de reunião da Igreja da Sé, em São Luís.

A Rede Cáritas no Brasil ganhou uma nova entidade-membro hoje, 11: na capital maranhense foi fundada a Cáritas Arquidiocesana de São Luís. A assembleia de fundação aconteceu pela manhã, na sala de reuniões da Igreja da Sé, sede da Arquidiocese.

22 pessoas participaram do ato entre representantes de paróquias e pastorais sociais da arquidiocese, membros do Secretariado Regional da Cáritas no Maranhão, coordenador arquidiocesano das pastorais sociais e convidados.

A assembleia reunida teve como pautas o aprofundamento da missão, princípios e diretrizes da Cáritas no Brasil,  histórico da ação Cáritas na arquidiocese, discussão de seu regimento, discussão e aprovação do estatuto, além do debate sobre critérios e indicação de nomes para a composição da nova entidade-membro.

Membros da diretoria eleita. A presidenta Terezinha Moura é a segunda da esquerda para a direita

Presidenta do Conselho da Cáritas no Maranhão, Terezinha Moura foi eleita presidenta da Cáritas Arquidiocesana de São Luís, para um mandato de dois anos. Zeni Pinheiro é sua vice. “A fundação de uma Cáritas Arquidiocesana, além de ser um marco histórico, é um grande desafio, considerando o quadro de desigualdades e problemas sociais que se apresentam na região metropolitana”, afirmou a presidenta recém-empossada.

Fernanda Garcia pela primeira vez no Clube do Choro Recebe

5 maio 2010

Desfalcado, grupo Os Cinco Companheiros receberá a cantora, em mais uma edição do Clube do Choro Recebe.

Desfalcado de seu principal nome, que lhe garante a pegada de gafieira, característica, o grupo Os Cinco Companheiros se apresenta neste sábado, 8, a partir das 19h30min na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau, no Clube do Choro Recebe. Osmar do Trombone, o líder faltoso, cumpre agenda em sua Cajari natal, no interior do estado.

No palco do Clube do Choro Recebe Fernanda Garcia mostrará o que gosta de cantar. Foto: divulgação

Assim, Os Cinco Companheiros tornam-se quatro: Osmarzinho (saxofone), João Soeiro (violão), Rafael Guterres (cavaquinho) e Lazico (percussão) – Wanderson (percussão) é outra baixa do grupo para a apresentação. O grupo receberá a cantora Fernanda Garcia, convidada da 115ª. edição do projeto.

Fernanda Garcia iniciou suas atividades musicais nos corais do ICBEU e São João. Hoje tem projeção na noite ludovicense, sobretudo em dupla com o violonista Paulinho Oliveira e o grupo Lamparina, do qual é vocalista. Tem participado também de festivais, em Pinheiro (FESMAP), Santa Inês e São Luís (João do Vale). No III Festival Internacional do Descobrimento, em Porto Seguro/BA, recebeu os prêmios de melhor intérprete, melhor apresentação e aclamação pública.

Com um pé no teatro, Fernanda Garcia cantou e atuou em Oh! Minha Cidade, espetáculo selecionado pela Funarte/Petrobrás em 2006. Em 2009 apresentou os shows Folia de Três – com os músicos Emanuel de Jesus e Serginho Carvalho –, com repertório montado para o período carnavalesco, e Fernanda Garcia canta a Marrom, com músicas que foram sucesso na interpretação de Alcione.

Para o Clube do Choro Recebe a cantora preparou repertório de samba, valorizando, sobretudo compositores maranhenses. Entre os que serão lembrados está Mestre Antonio Vieira, que completaria 90 anos em 9 de maio.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 115ª. edição.
Quem: o grupo Os Cinco Companheiros recebe a cantora Fernanda Garcia.
Quando: dia 8 de maio (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.

Itaú Cultural realiza mini-cursos sobre literatura em São Luís

22 abril 2010

Literatura digital, poesia, prosa e a crítica literária são temas dos mini-cursos promovidos pelo Itaú Cultural em São Luís, em parceria com o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, que os abriga, dias 27 e 28 de abril de 2010. O objetivo das atividades é discutir o panorama da atual produção literária e suas relações com a crítica literária.  Veja abaixo, em Serviços, como se inscrever.

A atividade faz parte do programa Rumos Literatura 2010-2011, que neste ano abre inscrições para projetos na área de ensaios em produção ou crítica literária. As inscrições para o edital irão até 31 de julho de 2010. Saiba tudo sobre o edital no site www.itaucultural.org.br/rumos . Consulte também o blog http://rumositaucultural.wordpress.com/.

Palestrantes

Heloisa Buarque de Hollanda (Ribeirão Preto, SP). Escritora,  professora de Teoria Crítica da Cultura da UFRJ, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea e Curadora do Portal Literal. É autora de livros como: Impressões de Viagem, O Feminismo como Crítica da Cultura, Guia Poético do Rio de Janeiro e Enter, uma antologia digital.

Flávio Carneiro (Goiânia, GO). Escritor, roteirista, crítico literário, professor de literatura da UERJ e autor de doze livros, entre contos, romances, crônicas, ensaios e novelas para crianças e jovens. Escreveu também dois roteiros para cinema. Seus livros mais recentes são o romance A Confissão e o livro de crônicas Passe de Letra: futebol & literatura, ambos publicados pela Editora Rocco.

Programação

. terça, 27 de abril
das 14h às 19h
Literatura Digital, com Heloisa Buarque de Hollanda.
As novas tecnologias e a internet estão impactando de forma radical as formas de se fazer e de se pensar a criação literária, a autoria, a leitura e até mesmo o futuro do livro. Este mini-curso vai abordar algumas dessas questões já presentes no dia a dia dos escritores e na atuação dos leitores e editores.

. quarta, 28 de abril
das 14h às 19h
Crítica & ficção no Brasil: uma leitura do presente, com Flávio Carneiro.
O propósito do curso é discutir algumas questões sobre o exercício de uma crítica literária que se arrisca a falar não apenas de obras e autores canônicos mas do que está sendo produzido hoje no Brasil na área de ficção. Os princípios norteadores dessa crítica, seus critérios, seus recortes são alguns dos pontos tratados, juntamente com a apresentação de um mapeamento da ficção brasileira atual.

Serviços – local e como se inscrever

Datas: 27 (terça) e 28 (quarta) de abril de 2010
Horário: das 14h às 19h, nos dois dias. Entrada franca.
Local: Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho – Auditório Rosa Mochel – Rua do Giz, 205, Praia Grande – São Luís/MA.

Observações importantes:

a) as inscrições devem ser feitas com antecedência somente através do e-mail rumos.sl@gmail.com. Atenção! apenas 50 vagas por dia.

b) no corpo do e-mail para reservar a vaga os interessados deverão mencionar: nome completo, telefone, e-mail e o dia da atividade de interesse (quem desejar pode se inscrever para os dois dias). Se for estudante ou professor, mencionar o nome da faculdade e curso.

c) Certificados serão fornecidos para quem cumprir ao menos 75% da carga horária.
 
Contatos:

Luiz Pedreira Jr. | itaucultural@comunicacaodirigida.com.br | tel (11) 3881-1710

Zema Ribeiro | zemaribeiro@gmail.com | tel (98) 8888-3722

Célia Maria e Grand Trio: talento de sobra

14 abril 2010

Cantora maranhense, de volta ao estado natal, será recebida pelo Grand Trio, mais nova formação instrumental do cenário maranhense.

Célia Maria de volta ao palco do Clube do Choro Recebe

Maranhense de reconhecido talento, embora infelizmente ainda pouco conhecida do grande público em sua terra natal, Célia Maria (foto) é a convidada da 113ª. edição do Clube do Choro Recebe, que acontece neste sábado, 17, a partir das 19h30min, na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF). Ela será acompanhada pelo Grand Trio, nova formação instrumental surgida na capital maranhense.

Com apenas um disco gravado, em Célia Maria sobra talento. Vencedora de diversos concursos – recentemente o Talentos da Maturidade, promovido por um banco brasileiro, e, à época de Célia Maria, o disco homônimo, de 2001, o Prêmio Universidade FM – a diva negra tem encantado plateias por onde passa: já morou várias vezes no Rio de Janeiro – de onde retornou recentemente, para novamente fixar residência em São Luís – onde conheceu Cartola, Zé Kéti e outros astros do samba brasileiro, notadamente os que frequentavam o bar e restaurante Zicartola, outrora espécie de templo sagrado do gênero.

Seu disco, aliás, não se prende ao samba. Nele estão registradas obras dos maranhenses Antonio Vieira (Ingredientes do samba), Cesar Teixeira (Lápis de cor), Joãozinho Ribeiro (Milhões de uns), Bibi Silva (Lágrimas) e João do Vale (Na asa do vento), entre outros. Esgotado, o disco nunca teve um show de lançamento oficial.

Nova formação – Egressos do Choro Pungado formam o Grand Trio: Luiz Jr. (violão sete cordas), Luiz Cláudio (percussão) e Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho), músicos de reconhecido talento e merecido destaque na cena instrumental maranhense contemporânea.

Robertinho Chinês regressou recentemente de Brasília/DF, cidade que tem um dos mais ativos clubes do choro do país, que esteve visitando e aprimorando sua técnica sobre os instrumentos que tão bem já toca, tão jovem.

Luiz Cláudio e Luiz Jr., sempre às voltas com experimentações sonoras, têm como investida anterior ao Grand Trio, o Duo Sound, em que seus violões e percussões se encontravam para tocar os sons do mundo, passando necessariamente pelos tão brasileiros samba e choro.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 113ª. edição – sétima em 2010.
Quem: o grupo Grand Trio recebe a cantora Célia Maria.
Quando: dia 17 de abril (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.

Djalma Chaves de volta ao Clube do Choro Recebe

6 abril 2010

Cantor e compositor será recebido pelo Regional Um a Zero.

Djalma Chaves é sempre promessa de sarau animado

Exatamente 80 edições e quase dois anos depois o cantor e compositor Djalma Chaves retorna ao palco do Clube do Choro Recebe: natural de Vargem Grande/MA, ele foi o convidado da 32ª. edição do projeto, recebido naquela ocasião pelo grupo Os Cinco Companheiros, liderado por Osmar do Trombone. Era 17 de maio de 2008.

Ricarte Almeida Santos, produtor e apresentador do Clube do Choro Recebe, lembra a primeira participação de Djalma Chaves no projeto: “Ele estava acompanhado de um grupo que tem um clima de gafieira, carregou no repertório de sambas, muito bem selecionado, de Paulinho da Viola a Benito di Paula, passando por muitos mestres. Começou a chover e o espaço do Chico Canhoto [restaurante que inicialmente abrigou o projeto] ficou pequeno. O público se juntou, dançou, cantou. Lembro que até eu Djalma botou pra cantar”, conta, entre risos.

A chuva já não é ameaça: o novo palco do Clube do Choro Recebe, a Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), é todo coberto, podendo receber um público numeroso, sem riscos. Dessa vez Djalma Chaves se apresenta em companhia do Regional Um a Zero, formado por Henrique Jr. (violão), João Neto (flauta), Léo Caroço (pandeiro) e Roquinho (bandolim e cavaquinho).

No repertório, além de sambas e choros, Djalma mostrará temas como Gata e leoa e Santo milagreiro, de sua lavra. A primeira, tida como um dos grandes hits da música popular maranhense; a segunda, destaque em diversos festivais nacionais de música.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 112ª. edição – sexta em 2010.
Quem: o Regional Um a Zero recebe o cantor Djalma Chaves.
Quando: dia 10 de abril (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.

Nonato Buzar: encontrando amigos

1 abril 2010

Compositor maranhense radicado no Rio de Janeiro faz três apresentações no Maranhão: duas em São Luís e uma em Itapecuru-Mirim, sua cidade natal. Reencontro com amigos, parceiros e as plateias maranhenses.

Foto: Google Images

Radicado no Rio de Janeiro, o compositor Nonato Buzar (foto) é um dos maranhenses mais gravados no Brasil. Suas obras constam dos repertórios de nomes como Alcione, Cauby Peixoto, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Ivan Lins, Jair Rodrigues, João Nogueira, Luiz Gonzaga, Milton Nascimento, MPB-4, Nana Caymmi, Nelson Gonçalves, Os Cariocas, Roberto Ribeiro, Rosinha de Valença e Wilson Simonal, entre outros. Fora do país, suas músicas já foram cantadas por Jimmy Cliff e o grupo Santana.

Com toda essa bagagem, acumulada em mais de 50 anos de carreira – morou em Paris na década de 1970 e lá gravou Via Paris, com o conjunto País Tropical, um de seus discos mais conhecidos – Nonato Buzar reencontra o público maranhense em três shows, intitulados Encontro com Nonato.

Via Paris. Capa. Reprodução

As duas primeiras apresentações acontecem no Teatro Arthur Azevedo, dias 6 (terça) e 7 (quarta-feira), às 21h, com as participações especiais de Beto Pereira, Gerude, Josias Sobrinho, Nosly e Rogério du Maranhão. Os ingressos custam R$ 25,00 para qualquer dependência do teatro.

Dia 9 (sexta-feira) é a vez de Itapecuru-Mirim, cidade natal do artista, receber o show, que acontece no Itapecuru Social Clube, às 21h – ingressos: R$ 15,00. Lá, Nonato Buzar, que tem parcerias com todos os convidados, divide o palco com Nosly, o parceiro mais constante.

História – Nonato Buzar nasceu em Itapecuru-Mirim em 1932, tendo se mudado para o Rio de Janeiro em 1953, onde foi aprovado no vestibular para Engenharia. Desistiu do curso e dedicou-se à música.

Ainda nos anos 1950 iniciou sua carreira artística, apresentando-se em boates como Little Clube e Bottle’s, no famoso Beco das Garrafas. Em 1965 assinou a contracapa do disco 400 anos de samba, de Elizeth Cardoso – uma de suas intérpretes –, que comemorava os quatro séculos da “cidade maravilhosa”.

Em fins dos anos 1960 idealizou, produziu e integrou o conjunto A Turma da Pilantragem. Foi produtor musical nas gravadoras PolyGram e RCA Victor e realizou discos de nomes como A Turma da Pilantragem, Banda do Canecão, Festival Internacional da Canção, Jair Rodrigues, Jimmy Cliff e Wilson Simonal, para citar alguns.

Nonato Buzar é ainda um dos compositores com mais passagens por aberturas de novelas da Rede Globo. São dele os temas Irmãos Coragem (com Paulinho Tapajós), Assim na terra como no céu (com Roberto Menescal e Paulinho Tapajós), Verão vermelho, O homem que deve morrer (com Torquato Neto), todos aberturas de novelas homônimas. Esteve presente ainda em trilhas sonoras de O cafona, Minha doce namorada e Anjo mau.

Ainda na TV Globo, compôs trilhas para os programas Brasil Pandeiro, Saudade não tem idade e Chico City, este último protagonizado por parceiro seu: o humorista e compositor Chico Anísio.

Em seu disco de estréia (2003) Maria Rita gravou Menininha do Portão (Nonato Buzar/ Paulinho Tapajós). O disco teve a expressiva vendagem de 350 mil cópias dois meses após o lançamento.

SERVIÇO

O quê: Show Encontro com Nonato.
Quem: Nonato Buzar com participações especiais de Beto Pereira, Gerude, Josias Sobrinho, Nosly e Rogério du Maranhão (em São Luís) e Nosly (em Itapecuru-Mirim).
Quando: dias 6 (terça) e 7 (quarta-feira) no Teatro Arthur Azevedo (em São Luís) e dia 9 (sexta-feira) no Itapecuru Social Clube (em Itapecuru-Mirim).
Quanto: R$ 25,00 (para qualquer dependência do Teatro Arthur Azevedo) e R$ 15,00 (Itapecuru Social Clube). Meia para estudantes.
Maiores informações: (98) 8137-7452.

Samba de Feira no sábado de aleluia

29 março 2010

Lena Machado reapresenta show, com novidades, no Clube do Choro Recebe. Em pleno sábado de aleluia, a cantora terá como anfitrião o Regional Os Pregoeiros.

Foto: Rivânio Almeida Santos

Fruto de um bem sucedido encontro, o show Canto de Feira será reapresentado na 111ª. edição do projeto Clube do Choro Recebe – a quinta este ano –, que acontece em pleno sábado (3/4) de aleluia. A apresentação reunirá no palco a cantora Lena Machado e o Regional Os Pregoeiros, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), João Eudes (violão sete cordas), Osmarzinho (saxofone) e Rafael Guterres (cavaquinho).

O show encerrou a temporada musical em São Luís em 2009: foi apresentado dia 30 de dezembro no Restaurante Cantinho da Estrela, na Praia Grande. Este ano já foi apresentado em celebração ao Dia Internacional da Mulher, em evento fechado promovido pelo Sindicato dos Bancários do Maranhão.

“Pensamos este show, que inclusive tem esse nome por isso, para integrar a programação da Feira de Economia Solidária, em dezembro passado. A programação cultural da Feira foi bastante prejudicada por conta de apagões que castigaram o Centro Histórico naquele período. Para não perdermos a energia, os ensaios que já havíamos realizado, apresentamos e, graças a Deus, foi um sucesso”, conta Lena Machado, avisando que apesar do nome, o show não é mero replay de suas apresentações anteriores.

“A gente sempre mexe no repertório. Tem coisas do disco novo, coisas que gosto de cantar, eu tou sempre ouvindo e pescando coisas pro repertório. Há várias ideias para shows temáticos, experiências para o repertório do terceiro disco”, continua e adianta a cantora que recentemente lançou Samba de Minha Aldeia, disco em cujo repertório interpreta, além do samba denunciado pelo título, choro, baião, blues, salsa, eletrônica e pitadas dos ritmos da cultura popular do Maranhão.

Samba de Minha Aldeia. Capa. Reprodução

Em Samba de Minha Aldeia Lena Machado interpreta, entre inéditas e conhecidas, músicas de Josias Sobrinho, Chico Nô, Ricarte Almeida Santos, Chico Canhoto, Gildomar Marinho, Bruno Batista, Aquiles Andrade, Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro e Patativa.

“Lena Machado é uma das grandes descobertas, um dos grandes acontecimentos, da música produzida no Maranhão nestes últimos anos. Recentemente tivemos a grata surpresa de saber que músicas de seu disco tocaram em rádios em Brasília, Rio de Janeiro e outras cidades de destaque no cenário artístico-cultural. Isso é o começo. Sabemos que ela vai longe”, vaticina Ricarte Almeida Santos, produtor e apresentador do Clube do Choro Recebe e, no rádio, do programa Chorinhos e Chorões, especializado no mais brasileiro dos gêneros musicais, que vez por outra inclui Lena Machado em seu repertório dominical. Em parceria com Chico Nô, ele é autor de Chorinho de Herança, uma das músicas mais executadas no Myspace da cantora.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 111ª. edição – quinta em 2010.
Quem: o Regional Os Pregoeiros recebe a cantora Lena Machado.
Quando: dia 3 de abril (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.