Posts Tagged ‘música’

Rosa Secular, pediram bis

5 janeiro 2012

Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho reapresentam espetáculo em que prestam tributo a grandes nomes da música brasileira

 

Tudo começou em um lance do acaso: era um sábado a data em que Noel Rosa, o poeta da Vila, completaria 100 anos, se vivo fosse, em 11  de dezembro de 2010. Artista fundamental ainda hoje, passados quase 75 de sua morte, e de inegável influência sobre as obras de Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, o autor de Último desejo recebeu um belíssimo tributo na ocasião, sucesso de público e crítica.

A lotação do Daquele Jeito esgotou-se e houve quem voltasse da porta. O jeito foi repetir o show no janeiro seguinte, mantendo a mesma escalação, que “em time que está ganhando não se mexe”: os três mais Cesar Teixeira, além das participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. Não deu outra: o sucesso repetiu-se.

Em dezembro passado, somaram a Noel Rosa homenagens a gigantes da canção brasileira: além dele, Assis Valente, Ataulfo Alves, Cartola, Mário Lago e Nelson Cavaquinho, todos já com 100 ou mais anos completos, vivos na memória de apreciadores de boa música. E também a saudosos maranhenses, “eternos”, como preferem os anfitriões: Antonio Vieira, Cristóvão Alô Brasil, Dilu Mello, João Carlos Nazaré e Lopes Bogéa.

“Este bis é nossa forma também de comemorar o Prêmio Universidade FM com que fomos agraciados em dezembro passado. Esta honraria não é só nossa, dos artistas que subimos ao palco, mas de todos os envolvidos, músicos, produtores, uma equipe grande, cada apoiador e principalmente do público que tem nos prestigiado e aos grandes mestres a que homenageamos”, afirma Joãozinho Ribeiro.

Em relação ao show de dezembro passado, pequenas modificações. “Muita gente que foi em dezembro, vai novamente. Por isso a gente mexe um pouco no repertório, para que as pessoas não saíam de casa para ver e ouvir mera reprise”, afirma Josias Sobrinho, autor de Terra de Noel, música em que explicita a influência do autor de Feitiço da Vila.

“Além de todos os homenageados, também cantaremos músicas nossas”, antecipa Chico Saldanha, que interpreta, além de uma música autoral, canções de Assis Valente, Cristóvão Alô Brasil e Noel Rosa durante o show.

Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho e seus convidados – Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro – serão acompanhados por um Regional formado por Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), Fleming (bateria), João Neto (flauta), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco (cavaquinho), Mauro Travincas (contrabaixo), Osmar do Trombone (trombone) e Vandico (percussão). A noite será encerrada com um baile de gafieira. “Antecipando o carnaval”, como cantaria Jorge Ben.

O show Rosa Secular, pediram bis acontece dia 14 de janeiro (sábado), às 22h, no Bar Daquele Jeito (Vinhais). Os ingressos custam R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

Saiba, rapaz, das coisas que acredito

17 outubro 2011

Anna Cláudia, Beto Scansette e Josias Sobrinho são os convidados de Joãozinho Ribeiro em mais um show da temporada São Luís – Outros 400.

Acompanhado do Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete), Joãozinho Ribeiro (foto) volta ao palco do Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande), para mais uma apresentação da temporada de São Luís – Outros 400, show que vem apresentando, sempre com convidados diferentes a cada edição, quinzenalmente desde julho passado.

Nesta quinta-feira (20), às 21h, Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Anna Cláudia, o compositor Josias Sobrinho e o poeta Beto Scansette.

O terceiro é responsável pelo primeiro momento da noite: a partir das 21h, no Armazém, antes da música entrar em cena, é a poesia quem domina o palco.

Em seguida, é a vez do encontro de velhos parceiros. Anna Cláudia, paraense radicada em São Luís, em seu até aqui único disco gravado, registrou Coisas que acredito, música cara a seu autor, o compositor Joãozinho Ribeiro. “É uma música sobre nosso direito de lutar pelas coisas e causas em que acreditamos”, diz, sobre a obra, mais atual que nunca.

Josias Sobrinho também já gravou Joãozinho Ribeiro: o choro Saiba, rapaz, no disco Nosso neném. “Para mim é uma honra, pois Josias também é compositor, de muita qualidade, e em geral só grava repertório autoral. Saiba, rapaz foi uma exceção em sua carreira”, conta o autor.

Anna Cláudia e Josias Sobrinho são dois nomes confirmados entre as participações especiais que constarão da estreia em disco de Joãozinho Ribeiro, cujo lançamento está previsto para 2012, ano em que ele deve entrar em estúdio para realizar seu primeiro registro fonográfico.

Para Joãozinho Ribeiro, “a temporada Outros 400 é uma forma de a gente desenferrujar, de tirar a poeira do baú, de testar repertório. É um pedaço importante de um projeto maior”, anuncia.

Serviço

O quê: São Luís – Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional 400. Participações especiais da cantora Anna Cláudia, do poeta Beto Scansette e do compositor Josias Sobrinho.
Quando: dia 20 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00.

Outros 400: qual será sua programação nesta quinta-feira?

16 outubro 2011

OUTROS 400 – Na sétima edição da temporada, o compositor Joãozinho Ribeiro terá como convidados Anna Cláudia, Josias Sobrinho e o poeta Beto Scansette. O Regional 400, que os acompanhará, é formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical) Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). Ingressos: R$ 10,00. No Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande). Dia 20 (quinta-feira), às 21h.

23 agosto 2011

Caso não consiga visualizar a imagem abaixo, clique aqui.

Detalhes aqui.

Outros 400: música, cinema, brindes e mais

23 agosto 2011

Gildomar Marinho e Rosa Reis são os convidados especiais da quarta edição de Outros 400.

Em mais uma edição da temporada Outros 400 o compositor Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Rosa Reis e o compositor e violonista Gildomar Marinho. Ela, uma das artistas que mais tem gravado Joãozinho desde sempre, a exemplo de músicas como Estrela e Flores, que certamente integrarão o repertório da noite; ele, com dois discos recém-lançados – Olho de Boi (2009) e Pedra de Cantaria (2010) – e mais de 20 anos de dedicação à música virá de Fortaleza/CE, onde reside, especialmente para participar da série.

Joãozinho Ribeiro e seus convidados serão acompanhados pelo Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). A noite contará ainda com o Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt e com exibição de curtas-metragens.

Ao longo dos shows de Outros 400 – este é o quarto que será apresentado – Joãozinho Ribeiro tem ido além da faceta de sambista e chorão com que ficou conhecido no meio artístico. Seu repertório tem incluído reggae, blues, toadas e marchinhas, entre outros gêneros, além de samba e choro.

“Muita gente pensa que eu sou compositor de samba e choro, apenas, por conta de projetos como o Samba da Minha Terra e a homenagem a Noel Rosa que fizemos no fim do ano passado e começo deste, ao lado de Chico Saldanha, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho. Muita gente nem sabe que eu sou compositor, uns me vendo como funcionário público, outros como professor universitário, outros ainda como gestor público. Essa temporada tem sido uma oportunidade de reencontrar e encontrar este público, de me mostrar musicalmente por inteiro, sempre dialogando com parceiros e provocando o diálogo da música com outras linguagens”, explica Joãozinho Ribeiro.

“Joãozinho Ribeiro é, sem dúvidas, um dos nomes mais importantes da cena cultural do Maranhão, pelo que faz enquanto artista, gestor, militante e cidadão ou tudo isso ao mesmo tempo. É um cara que agrega. Para mim é um prazer enorme ser um desses outros 400, desses milhões de uns que têm colaborado para o sucesso de mais essa empreitada coletiva capitaneada por esta valorosa figura”, afirma Gildomar Marinho, evocando um dos clássicos do repertório do anfitrião.

Outros 400 acontece quinzenalmente às quintas-feiras no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande). Nesta quinta-feira (25), a partir das 21h: os cinco primeiros pagantes levam um chopp gratuito, cortesia da casa. Haverá sorteio de camisas, CDs dos artistas convidados e livros de autores maranhenses para os presentes. Os ingressos custam apenas R$ 10,00.

Outros 400: um grande encontro

7 agosto 2011

Joãozinho Ribeiro recebe parceiro e intérprete em mais uma edição da série

Quase um repeteco do Baile do Parangolé, a lendária festa que celebrou os 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em fevereiro passado. Apenas duas diferenças: a ausência da cantora Rosa Reis, que participará de outra edição da série, e o repertório, que não será exclusivamente carnavalesco.

“Mas é claro que traremos alguma coisa de carnaval, além da alegria que a gente tem em realizar este encontro”. É o que diz o compositor Joãozinho Ribeiro (foto), às vésperas de subir ao palco para mais um show da temporada Outros 400, que vem realizando quinzenalmente às quintas-feiras no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande), sempre a partir das 21h.

É que neste terceiro espetáculo, os convidados do autor de Erva Santa serão o compositor Cesar Teixeira e a cantora Lena Machado. Ele, seu parceiro, entre outras, em Samba do Capiroto, música bem humorada que cantaram juntos em Bandeira de Aço, show recentemente apresentado pelo primeiro, sucesso de público e crítica; ela, intérprete de ambos, já tendo gravado músicas como Oração Latina, Flanelinha de Avião e Botequim, de Teixeira, e Milhões de Uns e Tempo Mau, de Ribeiro, em seus dois discos, Canção de Vida (2006) e Samba de Minha Aldeia (2010).

Joãozinho Ribeiro e seus convidados serão acompanhados pelo Regional 400: Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional Outros 400. Participações especiais: Cesar Teixeira e Lena Machado.
Quando: dia 11 de agosto (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

Na Toca do Choro: para se despedir das férias em grande estilo

28 julho 2011

A formação muda, mas a peteca não cai: o Regional Azeite Brasil traz para você, todas as sextas-feiras, o melhor happy hour de São Luís, a base de choro. João Soeiro (violão), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Wanderson (percussão) passeiam entre Pixinguinhas, Nazarés, Azevedos e Jacobs, entre outros mestres, para garantir sua diversão.

O ambiente agradável da Toca da Empada, a boa conversa com amigos, a cerveja gelada e os deliciosos tira-gostos garantem o cenário perfeito para você se despedir das férias. Se ainda resta o fim de semana inteiro, para a praia e quem sabe outras baladas, comece a despedida temperando-a com Azeite Brasil.

Mas o fim das férias não é motivo nenhum para a tristeza: alegria e descontração nas noites de sexta estão garantidas, mesmo (ou principalmente) em tempos de trabalho duro. Como prenuncia o slogan: “onde se toca empada, também se come choro”. É a mais deliciosa empada da Ilha com a melhor música do Brasil.

A Toca da Empada do Renascença fica no Edifício Executive Center (Rua Queopes, ao lado da Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais). O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00. A apresentação tem início às 19h.

Série “Outros 400” continua nesta quinta (28)

26 julho 2011

Temporada de Joãozinho Ribeiro e convidados continua, no Novo Armazém (Praia Grande).

 

Lançada há duas semanas, a série Outros 400 teve um show inaugural de sucesso: aliás, vários shows, dentro de um mesmo show. Joãozinho Ribeiro (foto) e o Regional 400 receberam 10 convidados especiais durante a primeira noite de apresentações do poeta e compositor – acontecerão até novembro, quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande), sempre às 21h.

Nesta quinta, 28, Joãozinho Ribeiro volta ao palco, acompanhado do Regional 400, formado por Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria) e Miranda Neto (trompete).

O autor de Paisagem feita de tempo terá como convidados especiais Adler São Luís, Célia Maria e João Madson, numa noite que irá do choro ao baião, do reggae ao xote, do samba ao Merengue, este, aliás, título de uma das mais conhecidas músicas do primeiro, seu primo, já gravado pela potiguar Terezinha de Jesus (Couraça), cantora que vem sendo redescoberta, ainda que tardiamente, como rezam as palavras de ordem de outra bandeira.

Célia Maria imortalizou o choro Milhões de uns, que deu a Joãozinho Ribeiro o troféu de melhor compositor maranhense em um Prêmio Universidade FM do início do século – a mais importante premiação da música produzida no Maranhão.

A exemplo da diva, João Madson participou da edição de estreia de Outros 400. Uma de suas interpretações, o xote Kid Jabotão, de sua autoria, que conta a história de um jabuti que come umas pílulas de Viagra e vira… Kid Jabotão, foi um dos grandes momentos – bem humorados – da noite.

Instrumental – Outra atração extra para a segunda noite de Outros 400 é a participação da dupla Hugo Barbosa (trompete) e Nelma Carafunim (saxofone): eles apresentarão, no início do espetáculo, um repertório instrumental de choro. Detalhe: os tarimbados músicos são sobrinhos de Joãozinho Ribeiro.

Ambos participaram do circuito musical Samba da minha terra, com que Joãozinho Ribeiro percorreu 18 bairros de São Luís apresentando sambas e choros autorais, com a participação de inúmeras personalidades da música popular produzida no Maranhão. “Se à época, começando, eles já tocavam muito, imagine agora!”, provoca o tio, que com eles dividiu o palco em fevereiro passado, no Baile do Parangolé, em comemoração aos 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.

“As participações de Madson e Adler também me deixam muito contente. É uma feliz coincidência as estadas deles, que moram em São Paulo, pela Ilha quando do início desta empreitada cultural”, continua Joãozinho Ribeiro. “Vamos fazer mais uma grande festa e ainda muitas outras”, finaliza.

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro. Participações especiais de Adler São Luís, Célia Maria, Hugo Barbosa, João Madson e Nelma Carafunim.
Quando: quinta-feira (28), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).
Maiores informações: facebook.com/outrosquatrocentos, outros400@hotmail.com

Com Joãozinho Ribeiro são “Outros 400”

9 julho 2011

Compositor inicia temporada de apresentações no Novo Armazém. Música, cinema, teatro, artes visuais, literatura e declarações de amor à São Luís irão compor o cardápio artístico da série.

 

O compositor Joãozinho Ribeiro (foto) decidiu voltar aos palcos. Após anos dedicados à gestão cultural, ao ensino superior e ao ofício de funcionário público, o artista resolveu tirar a poeira do baú e mostrar que são regras as exceções – o circuito musical Samba da Minha Terra (2003), o lançamento de seu livro-poema Paisagem Feita de Tempo (2006) e mais recentemente os shows Noel, Rosa secular (2010/2011), em que dividiu o palco com Cesar Teixeira, Chico Saldanha e Josias Sobrinho, e Baile do Parangolé (2011), aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, de que é sócio, em que dividiu o palco com Cesar Teixeira (também sócio), Lena Machado e Rosa Reis.

Na série Outros 400, Joãozinho Ribeiro se cercará de amigos-artistas, irmãos de copo & alma, para brindar São Luís, cidade que tanto ama, com boa música. Um dos compositores mais gravados do Maranhão, ele tem colecionado parceiros e intérpretes desde 1979, ano da histórica greve da meia passagem em que militou e de sua estreia musical, em festivais universitários.

Além da música, outras linguagens artísticas se somarão à aritmética cujo resultado são Outros 400: artes visuais, teatro, literatura e cinema, entre outros. “Trata-se de uma série, que será apresentada quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém. A cada quinta, um convidado ou uma convidada e uma turma de outras expressões ocupando o espaço com o que fazem de melhor”, explica e anuncia Joãozinho Ribeiro.

Cinema – A estreia de Outros 400 acontece dia 14 de julho, às 21h. Uma mostra cinematográfica com curtas-metragens maranhenses, sob curadoria de Frederico Machado, inaugura a noite e a série: Outros 400 será também a festa oficial de abertura do Lume International Film Festival, maior festival de cinema de que a capital maranhense já teve notícia, que acontece em São Luís entre 14 e 23 de julho.

Após a mostra é a vez de Joãozinho Ribeiro encantar a plateia presente, acompanhado do Regional 400 (reza a lenda que o nome do grupo é o resultado da soma das idades de seus integrantes): Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

No repertório, clássicos da lavra de Joãozinho Ribeiro, a exemplo de, entre outras, Milhões de uns, Passamento, Erva santa e Esquina da solidão. Como convidados para a inauguração da série, uma constelação de primeira grandeza, um desfile de craques, uma seleção vitoriosa: a dupla Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões, recentemente vencedores da categoria “Melhor álbum” – Cine Tropical – no Prêmio da Música Brasileira), Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Josias Sobrinho (trio com que apresentou o tributo a Noel Rosa), Anna Cláudia, Betto Pereira, Célia Maria, João Madson, Lena Machado e Lenita Pinheiro.

AniversárioOutros 400 é também uma celebração aos aniversários vindouros de São Luís, que completa 399 anos no próximo 8 de setembro. Datas comemorativas são sempre cheias de celebrações oficiais. A população que quiser dar os parabéns à São Luís pode, dentro dos Outros 400, completar o tradicional “parabéns a você/ nesta data querida/ muitas felicidades/ muitos anos de vida” com seus votos para o futuro de nossa capital.

“Disponibilizaremos cadernos para que sejam deixadas mensagens de próprio punho, registrando de forma simples, mensagens de amor à cidade de São Luís. O resultado disso será levado ao Arquivo Público do Estado para que no futuro nossos anseios sejam lembrados e possamos ver se nossos sonhos para a cidade se realizaram”, explica a produtora cultural Cássia Melo, mentora da ideia.

Serviço

O quê: Estreia da série Outros 400 e lançamentos do I Lume International Film Festival e do projeto Mensagens à São Luís.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro e convidados, o cineasta Frederico Machado e a produtora cultural Cássia Melo.
Quando: dia 14 de julho (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (ingresso individual).

Uma Toca de novidades

7 julho 2011

Petiscos do cardápio da Toca da Empada homenageiam choros de autores maranhenses. Visite e confira!

O que você quer temperar com Azeite Brasil? A Toca da Empada tem novidades para você! Toda sexta tem sarau com o grupo formado por Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Sabujá (percussão). O happy hour ideal: bom papo, boa música, ambiente aconchegante, e é claro, cerveja gelada. Sempre a partir das 19h.

A partir desta sexta (8), algumas novidades no cardápio. Destaque para o Candiru, comida de boteco a base de camarão seco de Tutóia e farinha biriba de Pinheiro: gastronomia e geografia sentimental, um passeio pelo Maranhão em sua mesa, na Toca da Empada.

Candiru – O choro de Zezé Alves e Omar Cutrim gravado pelo Instrumental Pixinguinha em seu disco de estreia batiza o novo petisco da Toca da Empada, em cujo cardápio já constam outros pratos e outros choros, vale a pena conferir!

A Toca da Empada você já sabe: fica ali no Renascença, no Edifício Executive Center, Rua Queóps, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais. O couvert artístico custa apenas R$ 10,00.

E tome choro!

23 junho 2011

 Recheio de empada no recheio do seu feriadão!

Você, que já curtiu a ressaca de mais uma vitória brasileira na Libertadores da América, sendo santista ou não, e que não viajou aproveitando o feriadão, ‘tá de bobeira, sem sair de casa, refém da programação da tevê aberta, ou zanzando sem rumo pela Ilha?

Quer uma boa pedida? Sanduíche de choro na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queops, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

De pães uma quinta feriado e um sábado. No recheio, uma sexta-feira com o melhor do choro, comida gostosa e cerveja gelada. O happy hour Na Toca do Choro começa às 19h e tem como atração o Instrumental Pixinguinha, com o melhor da música instrumental brasileira.

Juca do Cavaco, João Neto (flauta), Domingos Santos (violão sete cordas) e Sabujá (percussão) vão de choro e bossa nova aos ritmos da cultura popular do Maranhão, marcando o período junino no mais novo palco da música instrumental em São Luís.

O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Instrumental Pixinguinha: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (24), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Choro volta a ter endereço em São Luís

3 maio 2011

Toca da Empada oferecerá ao público série Na Toca do Choro, às sextas-feiras.

Apreciadores de choro em São Luís têm o que comemorar: a Toca da Empada é o novo palco da boa música instrumental na capital maranhense. Na Toca do Choro, série de apresentações que será oferecida pela casa, tem estreia na próxima sexta-feira, 6 de maio, às 19h.

Formado pelos músicos João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho), o Regional Azeitona Brasileira será o primeiro grupo a esbanjar talento e versatilidade no novo palco.

“Onde se toca empada também se come choro”. O slogan pensado por Ricarte Almeida Santos, cuja alcunha no meio chorão da Ilha é “embaixador”, anuncia apenas parte do que prometem as noites de sexta-feira já a partir da próxima: boa música, ambiente aconchegante, cerveja gelada, as deliciosas e já conhecidas empadas da Toca, e um variado cardápio de petiscos, comidinha de boteco, frios e embutidos.

O bom e velho Pixinga será lembrado na estreia da "Na Toca do Choro". Foto: Google Images

No repertório da noite, destaque para clássicos da música instrumental, para chorão nenhum botar defeito. Peças de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Ernesto Nazareth, João Pernambuco e Joaquim Calado, entre outros, darão o tom da noite.

O couvert artístico individual é de apenas R$ 5,00. A Toca da Empada fica no Edifício Executive Center (Rua Queóps, Renascença, ao lado da Locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeitona Brasileira: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho).
Quando: sexta-feira, 6 de maio.
Onde: Toca da Empada: Edifício Executive Center (Rua Queóps, Renascença, ao lado da Locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 5,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: (98) 8888-3722, clubedochorodomaranhao@gmail.com

“Na Estrada com Carlinhos Veloz” levará música do Maranhão a 20 cidades do Nordeste

20 janeiro 2011

Show conta com participações especiais de Gildomar Marinho e Carlinhos Veloz e oferece ainda oficina-palestra sobre a música do Maranhão para alunos da rede pública de ensino. Os espetáculos têm entrada franca

Reprodução DVD Espelho d’Água

Levar a música do Maranhão ao conhecimento de parte do Nordeste. Este é um dos objetivos do projeto Na Estrada com Carlinhos Veloz, que estreou na capital maranhense no último domingo (16), com patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

A turnê do músico pernambucano de nascimento e maranhense de adoção percorrerá 20 cidades, entre capitais e interiores, nos nove estados da região. Carlinhos Veloz contará com as participações especiais dos artistas Gildomar Marinho e Wilson Zara. Além de cantar na abertura dos shows, eles são responsáveis por uma oficina-palestra sobre a música e a cultura populares do Maranhão e pela técnica de som, respectivamente.

A on the road band de Carlinhos Veloz é formada pelos músicos Carlos Raqueth (contrabaixo), George Gomes (bateria), Jesiel Bives (teclado) e Marcos Lussaray (guitarra), contando com a participação especial de Jeff Soares (contrabaixo e violoncelo), também assistente de som.

A agenda completa das apresentações pode ser conferida no blogue de Carlinhos Veloz

Os artistas

A cidade de Imperatriz, no Maranhão, não foi incluída na rota de Na Estrada com Carlinhos Veloz. Mas ela guarda uma feliz coincidência na carreira dos três: foi ali, às margens do Rio Tocantins, que os três artistas se “formaram” musicalmente.

Carlinhos Veloz, nascido em Pernambuco, mudou-se cedo para lá com a família. Gildomar Marinho, de Santa Inês, e Wilson Zara, de Barra do Corda, ambas no interior do Maranhão, também desembarcaram em Imperatriz. Ali se conheceram e fizeram música. Os dois primeiros, inclusive, têm composições que são homenagens explícitas à cidade e ao rio que a banha: em seus primeiros discos, Carlinhos Veloz gravou Imperador Tocantins, de sua autoria; mais ou menos duas décadas depois, também em seu disco de estreia, Gildomar Marinho lançou a inspirada Tocantins, de sua autoria.

Wilson Zara abandonou uma “promissora” carreira de bancário para dedicar-se integralmente à música: com o dinheiro da indenização comprou uma aparelhagem de som e ganhou a noite, mudando-se em seguida para São Luís. Gildomar Marinho, bancário de profissão, leva em paralelo os dois ofícios e lançou ano passado o segundo disco, Pedra de Cantaria.

Carlinhos Veloz tem quatro discos lançados: Ilha Bela, Vê Luz, Vibratons e Baião de 2 (em dupla com César Nascimento) e o dvd Espelho d’Água, gravado ao vivo no Teatro Arthur Azevedo.

Na Estrada, o roteiro

16, São Luís/MA: Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, 20h

17, Santa Inês/MA: Auditório do Centro de Ensino José Sarney, 20h

18, Caxias/MA: Centro da Juventude Volta Redonda, 10h

18, Teresina/PI: Auditório da Secretaria Municipal de Educação, 20h

19, Floriano/PI: Espaço Cultural Maria Bonita (Cais da Beira-Rio), 10h

19, Picos/PI: Secretaria Municipal de Cultura, 20h

20, Petrolina/PE: Auditório da Biblioteca da UNIVASF, 20h

21, Salvador/BA: Teatro da Livraria Cultura, 19h

22, Aracaju/SE: Teatro do Centro de Criatividade, 20h

24, Maceió/AL: a confirmar

25, Garanhuns/PE: Centro Cultural Alfredo Leite, 20h

26, Caruaru/PE: Teatro João Lira, 20h

27, Recife/PE: Paço Alfândega, 20h

28, João Pessoa/PB: a confirmar

29, Campina Grande/PB: a confirmar

31, Natal/RN: Teatro de Cultura Popular Manoel Marinheiro, 20h

1º./2, Mossoró/RN: a confirmar

2/2, Fortaleza/CE: a confirmar

3/2, Juazeiro do Norte/CE: a confirmar

4/2, Crato/CE: a confirmar

Bis de “Noel, Rosa secular” acontece sábado

5 janeiro 2011

Tributo ao compositor carioca terá reapresentação a pedidos e será encerrado com baile pré-carnavalesco.

Os quatro senhores em ação em "Noel, Rosa secular". Foto: Pedro Araújo

A coincidência de outros shows em São Luís neste sábado (8) não diminuiu o ritmo e a animação dos envolvidos na produção do bis de Noel, Rosa secular, tributo ao compositor Noel Rosa que será reapresentado por Joãozinho Ribeiro, Chico Saldanha, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho (vistos nessa ordem, da esquerda para a direita, na foto acima), no Bar Daquele Jeito (Vinhais), às 22h.

“São Luís cresceu e certamente há público para todos”, aposta o compositor Joãozinho Ribeiro, um dos quatro bambas de inegável influência noelesca que receberão como convidados Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. O acompanhamento fica a cargo do Regional Feitiço da Ilha: Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco (cavaquinho) e Vandico (percussão).

A Companhia de Teatro Beto Bittencourt ilustrará com suas “dancenações” passagens da vida de Noel Rosa e da paisagem boêmia carioca da época de clássicos como Com que roupa?, X do problema, Último desejo, Feitiço da Vila, Feitio de oração e Rapaz folgado, entre inúmeros outros.

Novidades – O repertório do show sofrerá pequenas modificações e cresce. “Muita gente que viu o primeiro show certamente irá vê-lo novamente e seria uma injustiça, tanto com estes quanto com o vastíssimo repertório de Noel, simplesmente repetir o programa”, explicou Joãozinho.

Outra mudança é o repertório dos convidados especiais: além das músicas cantadas na primeira edição de Noel, Rosa secular, cada um/a cantará outra pérola-surpresa da lavra do Poeta da Vila. Fechando a noite, um grande baile pré-carnavalesco: ao Regional Feitiço da Ilha somam-se os músicos Osmar do Trombone e Osmarzinho (saxofone), pai e filho, para conduzir um repertório regado a samba, frevo, muita marchinha e o que mais lembrar o espírito (santo ou não) do Carnaval.

Ingressos – Os ingressos para Noel, Rosa secular já estão à venda na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande) e custam apenas R$ 20,00. Para comprar meia-entrada (R$ 10,00) estudantes devem apresentar carteira no ato da compra e na entrada do espetáculo.

Serviço – Show Noel, Rosa secular e baile pré-carnavalesco. Com Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro, Josias Sobrinho e Regional Feitiço da Ilha. Participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. Dia 8 de janeiro (sábado), às 22h, no Bar Daquele Jeito (Vinhais).

A pedidos: “Noel, Rosa secular”, o bis.

28 dezembro 2010

Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro, Josias Sobrinho e convidados reapresentam elogiado tributo ao compositor Noel Rosa

Noel Rosa morreu no auge da fama e sucesso aos quase 27 anos de idade, em 1937. Por menos de vinte anos, ficou no esquecimento, até ser retirado deste limbo por Aracy de Almeida, sua maior intérprete, depois dele mesmo. Até hoje o Poeta da Vila é influência definitiva para qualquer um que ouse fazer música no Brasil desde então.

No ano de seu centenário, 2010, o Brasil não economizou em homenagens ao mais ilustre filho da Vila Isabel carioca: seminários, palestras e publicações discutiram sua obra, reavivando-a. Inúmeros shows relembraram suas inúmeras e geniais criações, incluindo o Maranhão.

Na noite de 11 de dezembro de 2010, um sábado, o Daquele Jeito foi palco do show-tributo Noel, Rosa secular, protagonizado pelos compositores Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, que mostraram suas facetas de intérprete, com repertório exclusivamente da lavra de Noel Rosa. Destaques também para as participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro, além do Regional Feitiço da Ilha, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Soeiro (violão), João Neto (flauta), Juca do Cavaco (cavaquinho) e Vandico (percussão).

Localizado no Vinhais, o bar acabou pequeno para os cerca de 500 fãs confessos de Noel ali presentes. Clássicos como Feitiço da Vila, Feitio de oração, X do problema, As pastorinhas, Pela décima vez, Quando o samba acabou, Último desejo, Filosofia, Com que roupa?, Pra quê mentir? e João Ninguém foram cantados em coro pelo público, que prestigiou ainda a dança e a encenação da Companhia de Teatro Beto Bittencourt, que durante as músicas “dancenou” breves passagens da breve existência de Noel.

Os comentários posteriores ao show, sucesso de público, eram dois: de um lado, muitos elogios por parte daqueles que presenciaram um dos, sem dúvidas, melhores espetáculos musicais apresentados na capital maranhense em 2010; de outro, o arrependimento daqueles que, por um motivo ou outro, não fizeram coro às canções citadas e às tantas outras do repertório daquela noite inesquecível.

Pediram Bis – Para um bom começo de 2011, uma boa notícia a quem quiser repetir a dose ou quiser prová-la “pela primeira vez” (para citarmos outra peça do set-list noelesco): dia 8 de janeiro (sábado), às 22h, o Bar Daquele Jeito leva a seu palco o espetáculo Noel, Rosa secular – Pediram bis. Acompanhados pelo Regional Feitiço da Ilha, os quatro senhores da música do Maranhão Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, com participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro, reprisam a homenagem a Noel de Medeiros Rosa, o Poeta da Vila.

A reapresentação de Noel, Rosa secular terá novidades. “O repertório, por exemplo, muda em parte. Reprisar, simplesmente, as músicas que cantamos no show anterior seria uma injustiça com a própria obra de Noel, cujo legado é vastíssimo. As participações especiais terão mais tempo, este já era um pedido ouvido por nós durante o primeiro show”, adiantou o compositor Joãozinho Ribeiro.

Os ingressos para Noel, Rosa secular – Pediram bis custam R$ 20,00 (metade para estudantes com carteira) e serão vendidos na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande) a partir de segunda-feira (3).

Serviço

O quê: Noel, Rosa secular – Pediram bis.
Quem: Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, acompanhados do Regional Feitiço da Ilha. Participações especiais: Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro.
Onde: Bar Daquele Jeito (Vinhais).
Quando: dia 8 de janeiro de 2011 (sábado), 22h.
Quanto: R$ 20,00 (metade para estudantes com carteira). Ingressos à venda na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande), a partir de segunda-feira (3).
Maiores informações: (98) 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

Sânzio Rossiny no Café Recanto Verde

16 dezembro 2010

O cantor Sânzio Rossiny dá o tom da noite de sexta-feira no Café Recanto Verde. O músico se apresenta hoje (17), a partir das 20h, num dos mais belos cenários etílico-paisagísticos de São Luís. Em seu repertório o artista saúda grandes nomes de nossa música, dos tradicionais aos contemporâneos. Não faltam obras de Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro, Roberto Carlos, Chico César, Lenine, João do Vale, Tom Jobim, Djavan, Zé Ramalho e João Bosco, entre muitos outros.

Natural de Imperatriz, o artista está radicado em São Luís, onde tem se mostrado um dos grandes talentos da noite da capital maranhense. O Café Recanto Verde fica na Av. General Arthur Carvalho, 100, Miritiua/Turu (5km a partir da entrada do Posto Natureza, na rua do Motel Le Baron). O couvert artístico custa apenas R$ 5,00 e o local dispõe de estacionamento próprio.

Além da boa música ao vivo nas noites de sexta-feira, o Café Recanto Verde também funciona a partir das 7h, com um delicioso café da manhã, aos domingos e feriados.

A música de Chico Nô na beleza do lugar

25 novembro 2010

Músico é atração de sexta-feira no Café Recanto Verde

Os centenários Noel Rosa e Adoniran Barbosa, ao lado de outros mestres, saudosos bambas, como Pixinguinha e Seu Antonio Vieira serão lembrados pelo cantor e compositor Chico Nô nesta sexta-feira (26). Samba, choro, bossa, baião, bumba-meu-boi e o melhor da música popular brasileira se farão presentes ao repertório do maranhense de Imperatriz.

Homem à frente de formações musicais como o Xaxados e Perdidos e o Feitiço da Ilha, Chico Nô estará acompanhado de seu violão. Ele sobe ao palco do Café Recanto Verde (Av. General Arthur Carvalho, 100, Miritiua/Turu) às 21h. Até a meia-noite é a atração principal do lugar. Antes e depois de seu show, a grande e bem cuidada área verde do lugar volta a roubar a cena.

O couvert artístico custa apenas R$ 5,00. O Café Recanto Verde dispõe de estacionamento próprio.

Chico Nô é atração do Café Recanto Verde nesta sexta-feira (19)

17 novembro 2010

Divulgação

Mais novo espaço musical, gastronômico e paisagístico de São Luís, o Café Recanto Verde (foto) terá em seu palco, nesta sexta-feira (19), a partir das 21h, show do cantor e compositor maranhense Chico Nô.

O artista apresentará repertório que passeia por música popular brasileira, samba, choro e ritmos da cultura popular do Maranhão.

O Recanto Verde (Av. General Arthur Carvalho, 100, Miritiua/Turu – 5km a partir do posto Natureza, no Turu) é um misto de chácara, bar e restaurante. Funciona às sextas-feiras, quando à noite tem música ao vivo, e aos domingos e feriados, com um delicioso café da manhã.

O café funciona já faz mais de um ano. A música ao vivo começou a ser realizada há pouco mais de um mês. O espaço agrada aos olhos – o paisagismo do jardim é cuidado pelos proprietários –, ao paladar – gastronomia é outro ponto forte do lugar –, aos ouvidos – música de qualidade em volume que respeita as boas conversas – e ao bolso: o couvert artístico custa apenas R$ 5,00 e o espaço dispõe de estacionamento próprio, gratuito (Zema Ribeiro).

Quatro vezes música (Ou: Um quarteto fantástico)

22 março 2010

Victor Castro Trio receberá Rui Mário em encontro que promete entrar para a história do choro do Maranhão.

Talento, técnica e improviso: Victor Castro Trio fará releituras de músicas brasileiras

Altas doses de virtuosismo darão a tônica do quarto sarau do Clube do Choro Recebe em 2010. O Victor Castro Trio (foto) recebe o acordeonista Rui Mário. O grupo é formado pelo português Victor Castro (violão, guitarra, guitarra portuguesa), Mauro Sérgio (contrabaixo) e Isaías Alves (bateria).

O domínio da técnica destes quatro músicos, cada um, destaque no cenário maranhense em seu instrumento, e o improviso correrão solto, mostrando ao público presente seus talentos individuais e coletivo.

Escola de Música – Os quatro virtuoses têm em comum a Escola de Música do Maranhão Lilah Lisboa: todos passaram por lá; Victor Castro e Mauro Sérgio são professores da EMEM.

Natural de Portugal, radicado no Brasil, Victor Castro já ficou por duas vezes com o segundo lugar no Festival Internacional de Interpretação Violonística. Tem formação erudita, mas já conta com grande vivência na área da música popular instrumental brasileira. Isaías Alves já foi premiado em diversos festivais internacionais de bateria e Mauro Sérgio foi músico destaque do São Luís Cover Baixo, festival que reuniu diversos contrabaixistas brasileiros e estrangeiros na capital maranhense.

“A ideia do Victor Castro Trio é difundir a música popular brasileira, fazendo releituras e arranjos inéditos e característicos do grupo, sobre temas de um vasto repertório que inclui Tom Jobim, Chico Buarque, Guinga, Ary Barroso, Garoto, Pixinguinha, Ernesto Nazaré, entre outros grandes ícones da música”, anuncia o português.

Rui Mário é o acordeonista predileto de dez em cada dez artistas maranhenses

Rui Mário – Acordeonista e tecladista, Rui Mário (foto) traz a música no sangue: é filho de Seu Raimundinho, sanfoneiro conhecido de longa data por quem aprecia forró de qualidade, o chamado pé de serra. Versátil, passeia com desenvoltura por estilos diversos, como choro, forró, tango e a música popular.

Unanimidade, o garoto prodígio do acordeom maranhense já tocou, em discos e shows de artistas como Cesar Teixeira, Josias Sobrinho, Gildomar Marinho e Lena Machado, entre outros. Se Dominguinhos encantou ao saudoso Luiz Gonzaga, Rui Mário despertou a atenção do afilhado do rei do baião em encontro recente que os dois tiveram, história que certamente será contada por Ricarte Almeida Santos, radialista, produtor e apresentador do Clube do Choro Recebe.

Ele antecipa: “A apresentação promete entrar para a história do choro do Maranhão, espero que não pela raridade, mas por ser o primeiro encontro, num palco, destes quatro músicos fenomenais. Vai virar uma daquelas histórias que quando a gente conta, quem perdeu só pode se perguntar: ‘onde é que eu estava?’, provoca.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 110ª. edição – 4ª. em 2010.
Quem: o grupo Victor Castro Trio recebe o acordeonista Rui Mário.
Quando: dia 27 de março (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria.

Amizade, amor e boa música

18 março 2010

Estes são os elementos de Autorretrato, show que a dupla gaúcha Kleiton e Kledir apresenta nesta sexta-feira, 19, em São Luís.

POR ZEMA RIBEIRO*

“Amo tua voz e tua cor/ e o teu jeito de fazer amor”. Atire a primeira pedra aqueles e aquelas que nunca cantarolaram qualquer trecho da balada Paixão, de Kleiton e Kledir, seja para acompanhá-la no rádio, em um ônibus lotado, a caminho ou voltando do colégio ou faculdade, seja para conquistar um par – amor eterno.

Duo gaúcho mostrará novas canções e grandes sucessos

“Desde a minha infância, Paixão é uma das minhas músicas preferidas”, revelou a jornalista Bruna Castelo Branco, 28, durante a entrevista com o primeiro K da dupla, para seu espanto. “Qual a sua idade?”, o músico inverteu os papeis. “Você é muito nova para gostar de nossas músicas”, disse.

Que é isso, seu Kleiton? Paixão, Deu pra ti, Nem pensar e tantas outras canções da dupla de irmãos gaúchos são tidas hoje como verdadeiros clássicos – pop, românticos etc. No tempo em que os jovens montavam suas próprias coletâneas em fitas k7, Kleiton e Kledir eram presença certeira em qualquer uma que trouxesse na lombada inscrições como “românticas” e quetais nacionais.

Hoje, em tempos pós-download, não duvido que isso aconteça quando meninos e meninas, ainda que sem idade para tê-los ouvido no rádio, queimem cds montando suas coletâneas depois de baixar as canções (e paixões) pela internet.

Talvez já nem se montem coletâneas: um arquivo de música baixado é rapidamente enviado a um amigo em qualquer lugar por msn, e-mail ou outra ferramenta qualquer. A distância de um clique aproxima pessoas que estão longe geograficamente.

É sobre amizade a faixa-título de Autorretrato [2009], novos cd e dvd do duo gaúcho: “Coisa boa é um amigo/ pra poder se encontrar/ e jogar conversa fora/ tu me ensina a viver/ que eu te ensino a sonhar/ e por aí vamos embora”, diz o refrão da música que intitula também o show que eles apresentam por aqui, nesta sexta, 19, às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito.

Novas ou antigas, as verdadeiras amizades duram para sempre. Como o amor. E as boas músicas. Amigos e amigas, casais apaixonados, jovens demais para conhecer a música de Kleiton e Kledir ou não, Autorretrato é uma boa pedida para celebrar a amizade, o amor e a boa música.

SERVIÇO

A dupla gaúcha Kleiton e Kledir apresenta o show Autorretrato nesta sexta-feira, 19 de março, às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do terminal de integração da Praia Grande). Show de abertura: Daffé. Produção: Ópera Night. Ingressos: Loja Taco (São Luís Shopping). Maiores informações: (98) 8137-7452, 3244-3627.

Show comemorará 30 anos de carreira de Kleiton e Kledir

*Redação e assessoria de imprensa. Escreve no blogue http://www.zemaribeiro.blogspot.com

Kleiton e Kledir lançam novo dvd em São Luís

9 março 2010

Dupla gaúcha lança Autorretrato, trabalho que celebra a amizade com timbres de pop sessentisa.

Kleiton e Kledir lançam novo dvd em show na Ilha. Foto: Lourenço Monte-Mór. Fonte: http://www.kleitonekledir.com.br

Com nove discos em dupla, além de um título em espanhol e do trabalho com o grupo Almôndegas e um disco solo de cada, Kleiton e Kledir vêm à São Luís com o show Autorretrato, de seu novo cd-dvd (2009), de repertório inédito.

Durante a apresentação, que acontece no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande), além das músicas novas, não faltarão hits como Paixão e Deu pra ti, que marcaram sua carreira e a vida de muitos ouvintes nos anos 1980.

O show, aliás, é uma espécie de celebração aos 30 anos de carreira – não incluídos aí os anos de Almôndegas, nos idos 70 – que sofreu um intervalo entre 1989 e 1996, período em que ambos lançaram discos solo: Sim (1990, Kleiton Ramil) e Kledir ao vivo (1991).

Autorretrato, o dvd, traz canções inéditas e foi filmado como um documentário. Nele, os irmãos gaúchos contam a história das músicas, além de tocá-las. O valor da amizade e o prazer em compartilhar coisas íntimas é o clima que permeia o novo trabalho. A faixa-título é uma conversa entre amigos sobre isso.

Um disco contemporâneo com clima sessentista, na instrumentação que lembra bandas como os Beatles, eterna referência: violões, guitarras, violinos, pianos, harmônicas e percussão – não há bateria – enfeitam as composições e vozes de Kleiton e Kledir.

Lançado pela Som Livre, Autorretrato tem realização do Canal Brasil – cujo marco inaugural na produção de documentários foi Loki, que tem o eterno Mutante Arnaldo Baptista como protagonista.

Kleiton e Kledir apresentam o show Autorretrato dia 19 de março (sexta-feira), às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). O maranhense Daffé abrirá o espetáculo. Ingressos à venda na loja Taco (São Luís Shopping). A produção é de Ópera Night. Maiores informações: (98) 8137-7452, 3244-3627.

Kleiton e Kledir vêm à Ilha em mais uma produção de Ópera Night

Redação e assessoria de imprensa: Zema Ribeiro

Rompendo Paradigmas, compondo ao vivo

1 março 2010

Anand Rao, músico brasiliense, apresenta em São Luís proposta inovadora: musicar, ao vivo, poemas, bilhetes, textos e o que mais aparecer.

Anand Rao musicará tudo o que o público levar

Você é poeta? Já escreveu um bilhete? Anotou um recado? Tudo isso é combustível para a música de Anand Rao (foto).

No dia 6 de março, sábado, às 21h, no Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio), 21h, ele, jornalista, músico e compositor, vindo diretamente de Brasília, apresenta o show Rompendo Paradigmas. Durante o espetáculo, todas as músicas serão gravadas em mp3 e os parceiros (frequentadores que estiverem no local) receberão um cd matriz onde poderão fazer cópias do mesmo, vender ou distribuir as composições para os amigos.

Com 20 livros publicados e quatro cds lançados, Anand Rao que tem extrema facilidade rítmica, melódica, é um harmonista de mão cheia e viaja em sua guitarra acústica Gretsch. Ele não é solista, o seu solo está no canto, nas percussões de boca que faz, mas é um artista que gosta de musicar tudo o que vê pela frente. Recentemente, em evento realizado para advogados, musicou petições; em outro, para médicos, receitas. Enfim, é um destes que gostam de inovar.

Entre suas influências, destaca Chico Buarque, Pat Metheny, Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti, Guinga, todos músicos de primeira linha.

Para que o evento seja norteado de novas músicas, único, ele solicita que todos os poetas da cidade compareçam, bem como, pessoas que escrevem prosa e/ou poesia e avisa: “vai ser uma viagem, tudo será musicado. Que todos levem seus textos em corpo 16. O ideal é que os poemas tenham no máximo 10 versos. E se você não for poeta, que leve sua declaração de amor para sua namorada, sua fala, enfim, o que quiser que virará música. É rap, é repente, de jeito algum, cada música geralmente tem 10 ou mais acordes e vários ritmos”, afirma. Em sendo assim, Anand define o seu gênero musical como MPJazz.

Com extensa agenda por todo o Brasil e exterior, Anand Rao tocará esse ano no festival de Jazz de Montreux e no Village em Nova York. Além de músico, Anand é assessor de imprensa portanto, fará entrevistas com os frequentadores atentos e colocará tudo no YouTube. O show será filmado na íntegra com este fim.

SERVIÇO

O quê: Show Rompendo Paradigmas.
Quem: o músico, jornalista e compositor Anand Rao que vai musicar poemas, recados, textos de todos que lá estiverem.
Onde: Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio).
Quando: dia 6 de março (sábado), às 21h.
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: com Anand Rao – (61) 8164-4847 – e/ou Pedro Sobrinho – (98) 8153-3601.

Com informações de Pedro Sobrinho.

Sessões para o nada estreia hoje

23 outubro 2009

Sessões para o nada é um projeto musical que tem como princípio de existência a divulgação de bandas maranhenses que produzem som original. Surgiu da necessidade de escoamento das produções autorais de bandas que participam do cenário musical de São Luis. Apesar de todas as dificuldades referentes à produção do evento (equipamento de som, principalmente), o projeto tem a pretensão de ser realizado duas vezes nos meses – com um espaço de 15 dias entre um evento e o outro – que restam no ano de 2009 e ao longo de todo o ano de 2010.

As apresentações têm horários fixos para começar e terminar – das 19h às 21h30min -, sendo reservado a cada banda 40min, e tendo apresentação de quatro bandas em cada edição.

As primeiras edições estão confirmadas para acontecer no Anfiteatro Beto Bittencourt, do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande, nos dias 23 de outubro e 6 de novembro do corrente ano. Pelo fato de ser um lugar aberto, a entrada será franca.

A princípio a realização do projeto depende da ajuda das bandas que queiram participar. A ajuda refere-se principalmente ao equipamento de som, não se trata de dinheiro, mas de equipamentos exclusivamente. Por exemplo: se uma banda tiver, pode ajudar, levando um cubo de baixo ou guitarra ou cabos ou pratos etc., visto as dificuldades financeiras em realizar um evento a cada 15 dias todo o mês.

A organização deixa claro que o único requisito para as bandas que queiram participar do projeto musical Sessões para o nada é a apresentação, em todos os eventos, de um repertório onde, pelo menos, metade das músicas sejam composições próprias.

Projeto estreia hoje, daqui a pouco, corre!

Projeto estreia hoje, daqui a pouco, corre!

Celso Borges ministra oficina na 4ª. Mostra SESC Guajajara de Artes

23 outubro 2009

Bendita Poesia Bem Dita destaca a poesia associada ao som, com aspectos e oralidades originárias da cultura popular e erudita. As diferentes formas do falar, dizer e recitar o texto poético. Como alguns escritores vêm experimentando nas últimas décadas o diálogo entre música e poesia em suas diferentes variedades.

A oficina, que faz parte da 4ª Mostra Sesc Guajajara de Artes, destaca a poesia que vai além dos limites da página do livro e do computador. A proposta é apresentar registros de poemas em voz pura e simples, associados a sonoridades percussivas e textos poéticos cuja musicalidade resulta da confluência de diferentes temas, palavras e ritmos contemporâneos.

Celso Borges reúne de maneira informal conceitos e definições de vários gêneros ligados ao universo da poesia e da música, como rap, cordel, poesia sonora, poesia musicada, trilha poética e poesia falada e com isso fornece conhecimento teórico e prático que estimulam a curiosidade e o hábito de ouvir poesia.

Celso Borges é poeta e jornalista, autor de sete livros, entre eles Pelo Avesso (1983), Persona Non Grata (1990), NRA (1996), XXI (2000) e Música (2006), os dois últimos no formato livro-CD. Em dezembro, lança seu novo trabalho: Belle Époque.
 
A BENDITA POESIA BEM DITA
De 28 a 30 de outubro na Galeria de Arte do Sesc, Praça Deodoro
Horário: das 8h30min às 11h30min
Nº de vagas: 20
Preço: R$ 5,00 (comerciários e usuários com carteira do SESC); R$ 10,00 para os demais
Inscrições na Biblioteca do Sesc, das 8h30min às 17h
Mais informações: (98) 3216 3831

[Release recebido por e-mail]

A ceia dos excluídos no Arthur Azevedo

25 setembro 2009
Memórias da última ceia: arte engajada. Cartaz. Reprodução

Memórias da última ceia: arte engajada. Cartaz. Reprodução

Memórias da Última Ceia é o espetáculo que a Companhia de Dança Olinda Saul apresenta dias 26 e 27 de setembro, às 20h, no Teatro Arthur Azevedo, com roteiro de Cesar Teixeira, coreografia de Hélio Martins e direção geral de Olinda Saul. No elenco, 23 jovens oriundos do Projeto Dança Criança, que atende alunos de escolas públicas da periferia de São Luís.

O balé contará com a participação especial dos atores Auro Juriciê e Silvana Cartágenes, interpretando personagens emblemáticos do lixão, além do bailarino e coreógrafo Hélio Martins e da pequena Alicia Saul. “Nosso maior objetivo é despertar o interesse das novas gerações de artistas, bailarinos, estudantes e da juventude em geral pelas questões sociais e ambientais”, explica Olinda Saul.

Cesar Teixeira diz que o espetáculo foi inspirado no poema Lixopping e na música Shopping Brazil, ambos de sua autoria,  e busca chamar a atenção para um problema social que a cada dia se agrava no Brasil: a miséria de uma parcela da população que, para sobreviver, depende dos lixões existentes nas zonas urbanas.

“Trata-se de um balé que mostra a realidade dos lixões brasileiros, onde a fome e a miséria não estabelecem diferença entre bichos e seres humanos. É uma fratura exposta”, ressalta.

A montagem refaz a rotina existente em torno de um grande monte de lixo para onde afluem diariamente pessoas e bichos que disputam os dejetos. Um conflito se estabelece entre os tiranos do lixão e seus habitantes, que são manipulados como marionetes, mas buscam a liberdade através de uma insurreição para garantir o espaço conquistado.

Drama social – Conforme a UNICEF, 45 mil crianças e adolescentes brasileiros vivem da garimpagem do lixo, distantes do lazer e das escolas. Por isso, em 16 de junho de 1999, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou a campanha “Criança no Lixo, Nunca Mais”, acreditando que até 2002 esta situação seria revertida.

Infelizmente, isso não aconteceu. A população dos lixões aumentou, juntamente com o desemprego e a situação de penúria de 33 milhões de brasileiros que, segundo a Fundação Getúlio Vargas, vivem abaixo da linha da pobreza.

Por essa razão, a degradação ambiental e o drama dos que dependem do lixo para sobreviver há muito vem motivando não só organizações civis e religiosas, mas também diversos setores dedicados à arte, a enfrentarem criticamente o problema. É o caso dos artistas que se reuniram para encenar Memórias da Última Ceia.

O espetáculo busca sensibilizar a opinião pública para a problemática social dos lixões, como forma de estimular debates em torno do tema, denunciando o processo de negação da cidadania no Brasil e nos países do Terceiro Mundo, penalizados com a globalização espúria da economia.

A coreógrafa Olinda Saul, que desenvolve o Projeto Dança Criança desde 1996, para atender alunos carentes, decidiu adotar o tema pela dimensão social que incorpora, e também para dar oportunidade aos jovens que integram o projeto de vivenciarem no palco cenas que alguns deles conhecem tão bem, mostrando que é possível ter esperança.

“São realizações como esta que permitem crianças e adolescentes do nosso estado resgatar a sua cidadania pela dança”, enfatiza Olinda Saul.

Sinopse – O espetáculo inicia quando um novo descarregamento mobiliza urubus e cães, que são expulsos pelos catadores de lixo, que recolhem roupas para vestir, abandonando ali seus trapos. Festejam as novidades com uma alegre orgia, interrompida por um personagem que sai de dentro do monturo: o Rei do Lixo, com seu manto feito de detritos industriais.

Esse personagem representa os Estados conservadores do Terceiro Mundo, submissos ao capitalismo internacional. Uma pessoa rebelada tenta e não consegue matar o rei, que manda prendê-la. Um representante do governo federal surge para decretar a privatização do monte de lixo e “resolver a questão” colocando-o à venda, o que provoca uma rebelião geral que reúne pessoas e bichos.

É organizada uma passeata visando envolver a opinião pública, onde se gritam as palavras de ordem: “O lixo é nosso!”

SERVIÇO

Memórias da Última Ceia

Elenco: Alyson Trindade, Carolina Barbosa, Dariel Novack, Eduardo Mello , Eleomar Durans, George Nascimento, Iara Teixeira, Janaina Martins, Jéssica Marieta, Joel Farias, Katiane Jardim, Luiza Gomes, Marlon Aspin, Monalisa Rubi, Richardson Araújo, Roberta Gamboa, Thaís Augusta, Sanndy Brandão, Suelma Cutrim, Thalita Alves, Thayna Alves, Thiago Gomes, Wanderson Mendes. Participação Especial: Hélio Martins (como Rei do Lixo), Alicia Saul, Silvana Cartágenes e Auro Jurassiê.

Dias 26 e 27 de setembro
Local: Teatro Arthur Azevedo
Hora: 20h
Ingresso (preço único): R$ 20,00

Doutor em clarineta é o convidado do Clube do Choro Recebe

15 setembro 2009

Juvino Alves, doutor em música pela Universidade Federal da Bahia e professor da UFMA, será acompanhado pelo novo Instrumental 3×4.

Fundador e coordenador da Banda de Câmara Passo Doble, da Escola de Choro do Pandeiro e atual presidente do Clube do Choro da Bahia, doutorado em Música com concentração em Clarineta pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo ainda especialização em Clarineta na Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Stuttgart, na Alemanha, o professor Juvino Alves veio parar na Ilha do amor – e do choro – como professor adjunto de Música da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Autoridade no assunto: Juvino Alves é doutor em música com concentração em clarineta pela UFBA. Foto: Clarice Cajueiro

Autoridade no assunto: Juvino Alves é doutor em música com concentração em clarineta pela UFBA. Foto: Clarice Cajueiro

No próximo sábado, 19, o professor é o convidado da 95ª. edição do Clube do Choro Recebe, que acontece a partir das 19h30min no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama). Como anfitrião, um grupo novo, recém-formado, especialmente para acompanhá-lo, com a ginga, o talento e a agilidade necessários para garantir uma noite memorável: o Instrumental 3×4 é formado por Luiz Jr. (violões de seis e sete cordas), Rui Mário (sanfona), Carlos Pial (percussão) e Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho).

Em vinte anos de carreira Juvino Alves já tocou com nomes como Paulo Sérgio Santos, Luiz Melodia, Toninho Carrasqueira, Reco do Bandolim e Riachão, entre outros, além de já ter atuado como solista em diversos concertos, recitais e óperas no Brasil e no exterior. No repertório, certamente estarão nomes como Abel Ferreira e Paulo Moura, grandes mestres brasileiros do instrumento, entre outros clássicos do choro e da música contemporânea.

O professor Juvino Alves já participou da coletânea Rumos Brasil Música, da série Rumos, do Instituto Itaú Cultural, em 2004/2005. Tem ainda vários trabalhos apresentados e publicados sobre cultura musical brasileira, notadamente manifestações musicais baianas, choro e banda de música e filarmônica, interpretação musical, história da música e formas alternativas de educação musical na sociedade brasileira.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM e parceria de JL Music Studios e Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 95ª. edição.
Quem: o Instrumental 3×4 recebe o clarinetista Juvino Alves.
Quando: dia 19 de setembro (sábado), às 19h30min.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 8,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com, chicocanhoto@ymail.com e/ou clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM.
Parceria: JL Music Studios e Solar Consultoria.

Clube do Choro Recebe: Pixinguinha e Tutuca

1 setembro 2009

Primeiro – e até aqui, único – grupo maranhense de choro a lançar cd, Instrumental Pixinguinha será o grupo anfitrião do 93º. sarau do projeto, quando receberá o cantor Tutuca.

O projeto Clube do Choro Recebe completou, no último dia 1º. de setembro, dois anos de atividades, com raríssimas interrupções – períodos carnavalesco e junino, por exemplo. Realizado sábado após sábado no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama), neste (5), chega à 93ª. edição.

Bambas do Pixinguinha receberão o cantor maranhense Tutuca. Foto: Zema Ribeiro

Bambas do Pixinguinha receberão o cantor maranhense Tutuca. Foto: Zema Ribeiro

No palco, o encontro dos bambas do Instrumental Pixinguinha com o cantor maranhense Tutuca. O grupo formado por Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco, Lazico (pandeiro) e Raimundo Luiz (bandolim e rabeca) receberá o integrante do Som do Mará, autor de alguns hits da música maranhense, que cantará além de músicas de sua lavra, grandes sucessos do samba e choro brasileiros.

Convidado do 93º. Clube do Choro Recebe, Tutuca passeará entre repertório autoral e clássicos do samba e choro brasileiros. Foto: divulgação

Convidado do 93º. Clube do Choro Recebe, Tutuca passeará entre repertório autoral e clássicos do samba e choro brasileiros. Foto: divulgação

Tutuca iniciou sua carreira ainda criança, em programas de auditório de rádios e tevês da capital maranhense, quando ganhou o apelido que o acompanharia em sua carreira artística. O Instrumental Pixinguinha foi o primeiro – e é até agora o único – grupo maranhense a lançar um disco de choro: Choros maranhenses saiu em 2006 e, além de composições dos integrantes do grupo, traz composições de grandes mestres maranhenses do gênero, a exemplo de Six, Nuna Gomes e Zé Hemetério, entre outros. Entre clássicos do mais brasileiro de todos os gêneros musicais, parte do repertório do disco será apresentada ao público presente na metade instrumental do Clube do Choro Recebe.

O projeto tem apoio cultural de TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM e parceria de JL Music Studios e Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 93ª. edição.
Quem: o grupo Instrumental Pixinguinha recebe o cantor Tutuca.
Quando: dia 5 de setembro (sábado), às 19h30min.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 8,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com, chicocanhoto@ymail.com e/ou clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM.
Parceria: JL Music Studios e Solar Consultoria.

Celso Borges apresenta espetáculo de poesia e música no Maloca

1 setembro 2009

A posição da poesia é oposição reúne cerca de 20 poemas do artista maranhense, que será acompanhado por Christian Portela (guitarra) e Luiz Cláudio (percussão). A performance terá a participação especial da poeta Lúcia Santos. 

O poeta e letrista Celso Borges apresenta dia 5 de setembro no bar Maloca, na Lagoa, show em que interpreta poemas de seus dois livros-CDs, XXI (2000) e Música (2006), entre eles Linguagem, Persona Non Grata, Chacal e Pária. A posição da poesia é oposição tem trilhas e interferências sonoras executadas pelos instrumentistas Franklin Portela (guitarra) e Luiz Cláudio (percussão), que trabalharam separadamente nos dois livros-CDs de Borges.

“A poesia falada pode ser uma experiência mais rica do que as tradicionais leituras de palco, que lembram antigos jograis das montagens teatrais escolares. Esse show é uma festa sonora da música da palavra, palavra musicada, música falada, palavra cantada, uma celebração de música e poesia”, diz o poeta.

No espetáculo, voz, guitarra e percussão proporcionam uma estrutura sonora ao poema além da sua própria musicalidade, ampliando o texto para além da página do livro. A idéia é valorizar a linguagem falada em diversas possibilidades. Celso Borges investe em experimentações em torno da palavra dita, saída do papel, ganhando vida em voz e arranjos instrumentais com o objetivo de fortalecer o diálogo entre a música e a poesia.

“Ao fortalecer as duas linguagens e dar uma estrutura sonora ao texto, além de sua própria sonoridade, A posição da poesia é oposição abre novas possibilidades de leitura para a poesia e mina o desgaste que as linguagens faladas têm sofrido nos últimos anos, sobretudo o rap, que vem se repetindo, tanto no discurso como em sua forma sonora”, diz Celso.

A posição da poesia é oposição apresenta um painel de experiências, fruto da inquietação do artista e sua busca pelas diversas possibilidades de dizer o poema. Ao abrir um leque inovador de diálogo entre a palavra e a música, o artista assume uma posição contemporânea no mapa da poesia brasileira. Celso Borges quer mostrar que sua poesia coloca em discussão possibilidades formais no palco, com elementos que colaboram para enriquecer o universo da poesia brasileira falada/cantada no começo do século 21.

A performance estreou em abril deste ano, na 6ª edição do projeto Catarse – reunião de artistas de todas as linguagens no palco do Sesc Pompéia, em São Paulo. Na ocasião, o poeta Celso Borges foi acompanhado pelo guitarrista paulistano Rafael Agra.

E-flyer de divulgação do show de poemúsica de Celso Borges. Foto: Cláudio Lima

E-flyer de divulgação do show de poemúsica de Celso Borges. Foto: Cláudio Lima

*

A posição da poesia é oposição

Dia 5 de setembro (sábado), às 22h, na Maloca (Lagoa)

Celso Borges – voz e poesia
Christian Portela – guitarra
Luiz Cláudio – Percussão
Participação especial – Lúcia Santos

Duração do espetáculo: 45 minutos

Discotecagem: Pedro Sobrinho

*

Os artistas 

Celso Borges é de São Luís do Maranhão, onde nasceu em 1959. Poeta, jornalista e letrista, viveu em São Paulo durante 20 anos e está retornando a São Luís. Parceiro de Chico César e Zeca Baleiro, entre outros, tem sete livros de poesia publicados, entre eles Pelo avesso (1985); Persona non grata (1990); Nenhuma das respostas anteriores (1996), XXI (2000) e Música, os dois últimos no formato de livro-CD, com a participação de mais de 50 poetas e compositores de várias cidades brasileiras.

No palco, desenvolveu com o DJ paulistano Otávio Rodrigues o projeto Poesia Dub, que se apresentou, entre outros eventos, no Tim Festival (SP-2004) e no projeto poético musical Outros Bárbaros, do Itaú Cultural (2005 e 2007). Seu terceiro livro-CD, Belle Époque, será lançado ainda este ano.

*

Christian Portela, multi-instrumentista maranhense (São Luís, 1976), toca gaita, guitarra, baixo, teclado e bateria. Começou no grupo Bota O Teu Blues Band, uma das primeiras bandas de blues e rock a fazer um circuito de bares na Ilha. Em 1998, aproximou-se do rap e foi um dos fundadores da T. A. Calibre 1, banda  referência do cenário alternativo do Maranhão e um dos destaques do livro-CD Música, de Celso Borges, participando da faixa São Luís: Segundo Movimento.

A T.A. Calibre 1 venceu dois prêmios Universidade e foi indicada para o prêmio Hutus de rap, como uma das melhores bandas do Norte/Nordeste, pelo lançamento do CD Balaio. O disco mistura as rimas engajadas do rap, as cadências de jazz e a fúria do rock, aos ritmos regionais de bumba-meu-boi e tambor de crioula.

*

Luiz Cláudio, paraense, percussionista, arte-educador e pesquisador da cultura popular. Radicado em São Luís desde o final dos anos 1970, desenvolveu aqui extenso trabalho de pesquisa de campo, coletando material e aprendendo junto a grandes mestres de tambor de crioula como Felipe e Leonardo, entre outros. Em 1987 dirigiu o Beat and Beach, I Encontro de Percussão no Maranhão, que reuniu Robertinho Silva, Layne Redmond e Marco Suzano. Nesse mesmo ano criou o grupo de percussão Fogo de Mão, que participou do Percpan, em Salvador (1995).

Tocou e gravou com Nelson Ayres, Zeca Baleiro, Ceumar, Rita Ribeiro e Naná Vasconcelos, entre outros. Atualmente trabalha no projeto Som da Lata, oficinas de reciclagem de lixo para confecção de instrumentos de percussão e faz assessoria para empresas privadas em programas sociais e workshops de percussão. Luiz Cláudio participou de algumas faixas do primeiro livro-CD de Celso Borges, XXI, lançado em 2000.

Um a Zeca

11 agosto 2009

Um a Zero e Zeca do Cavaco são os convidados da 90ª. edição do Clube do Choro Recebe.

Noventa. Este é o longevo número de edições a que chega o projeto Clube do Choro Recebe neste sábado (15). Os saraus acontecem aos sábados, às 19h30min, no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama) e trazem sempre dois shows por noite: um grupo de música instrumental e um convidado – cantor, cantora, instrumentista ou, mais raramente, outro grupo de música instrumental –, além das canjas, onde acontecem os mais variados, inusitados e improvisados encontros musicais.

Neste terceiro sábado de agosto o Regional Um a Zero recebe o cantor Zeca do Cavaco, dono de bela voz e fino repertório. O flautista João Neto, por motivo de força maior não poderá participar do sarau e será substituído por Elton (do grupo Chorando Calado). Completam o Um a Zero Henrique Jr. (violão), Leozinho (pandeiro) e Roquinho (bandolim, banjo e cavaquinho), da formação original.

Zeca do Cavaco retorna ao palco do Clube do Choro Recebe acompanhado do Regional Um a Zero. Foto: Acervo Clube do Choro do Maranhão

Zeca do Cavaco retorna ao palco do Clube do Choro Recebe acompanhado do Regional Um a Zero. Foto: Acervo Clube do Choro do Maranhão

Em alguns momentos da apresentação, Zeca também se integrará ao Um a Zero empunhando seu cavaquinho, além de cantar – no repertório, Paulinho da Viola, Lupicínio Rodrigues e, entre outros, Noel Rosa e Cesar Teixeira. A estes dois últimos, Zeca do Cavaco já prestou tributo no Clube do Choro Recebe.

“Nunca imaginávamos chegar tão longe”, afirma o produtor e apresentador Ricarte Almeida Santos, sobre o projeto, que em setembro próximo completará dois anos e, em outubro, cem edições. “Estamos pensando em uma programação especial para festejar estes acontecimentos”, conclui.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM e parceria de JL Studios e Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 90ª. edição.
Quem: o Regional Um a Zero recebe o cantor Zeca do Cavaco.
Quando: dia 15 de agosto (sábado), às 19h30min.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 8,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com, chicocanhoto@ymail.com e/ou clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM.
Parceria: JL Studios e Solar Consultoria.

Show no Ferreira Gullar marca lançamento de “Olho de Boi”

5 agosto 2009

Estreia em disco do compositor maranhense Gildomar Marinho será lançada, na sequência, na capital maranhense.

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Nascido em Santa Inês/MA, Gildomar Marinho mudou-se cedo com a família para Imperatriz. Aos cinco anos, ganhou do pai um cavaquinho e começou a tirar dele seus primeiros acordes. Para passar ao violão foi um pulo. Funcionário do Banco do Nordeste, morou em Fortaleza/CE e São Luís/MA, tendo se licenciado em música pela Universidade Estadual do Ceará e aprimorado seu processo de composição ao incorporar elementos da música maranhense, no retorno ao estado natal, há dez anos.

O resultado dessas andanças musicais pode ser conferido em Olho de Boi, seu disco de estreia, que contou com o patrocínio do Banco do Nordeste, através do programa Cultura da Gente, e apoio da Elétrica Milênio, de Imperatriz/MA. “O resultado é um trabalho que tenta passar uma poética escrita em mais de vinte anos de produção, umas maturadas, senão vencidas pelo tempo, outras com o frescor das muitas possibilidades que me foi permitido captar pelos caminhos e experiências que pude vivenciar. Tudo isso ladeado por músicos do mais alto gabarito, que, cada um a seu modo, contribuíram para a estética do disco Olho de Boi. O destaque fica por conta da parceria com o poeta e jornalista Zema Ribeiro [em Lembra?] e a participação especial da cantora mineira Ceumar [em Alegoria de saudade], cuja voz foi gravada em Amsterdã, Holanda, evidenciando que o Olho de Boi já é cosmopolita antes de nascer”, explica Gildomar Marinho na Carta aos Ouvintes, distribuída por e-mail a diversos amigos.

O compositor, violonista e cantor maranhense se apresenta hoje (5) às 20h, no Teatro Ferreira Gullar, em Imperatriz/MA. Na ocasião será acompanhado pelos músicos Rui Mário (sanfona), Mauro (contrabaixo), João Neto (flauta), Aziz Jr. (percussão) e Michael James (violão), além dele próprio ao violão. Olho de Boi, o show, terá participação especial da poeta imperatrizense Lília Diniz. Wilson Zara, outro músico maranhense iniciado artisticamente em Imperatriz, fará o show de abertura. Os ingressos custam apenas R$ 10,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.

Sexta-feira (7) é a vez da capital maranhense receber o show. Em São Luís repetem-se os horários, preço dos ingressos, participação especial e banda, quando Luiz Cláudio será o percussionista (não haverá show de abertura). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, também por apenas R$ 10,00 (metade para estudantes com carteira, pessoas acima de 60 anos, e aos que confirmarem presença enviando nome completo para a lista amiga, no e-mail pedradecantaria@gmail.com). Em ambos os shows, Olho de Boi, o disco, será comercializado a preço promocional.