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Atingidos pela Vale concedem entrevista coletiva

23 novembro 2011

Coletiva de imprensa é parte do Encontro Tripartite Canadá-Moçambique-Brasil, que acontece em São Luís

“Questões trabalhistas e socioambientais de comunidades afetadas pela Vale”. Este é o tema do Encontro Tripartite Canadá-Moçambique-Brasil que acontece em São Luís entre 23 e 25 de novembro, para tratar de diversos conflitos ocorridos nas áreas de atuação da empresa mundo afora.

Dia 25 (sexta-feira), às 11h, acontecerá uma coletiva de imprensa, de que participarão Lorraine Michael (líder do Novo Partido Democrático na província de Newfoundland, Canadá), diversos representantes moçambicanos, da Rede Justiça nos Trilhos e das comunidades Vila Diamante, em Igarapé do Meio, e Santa Rita, em Itapecuru- Mirim.

A entrevista coletiva será realizada no Hotel Praia Ponta d’Areia (Av. dos Holandeses, quadra XIII, s/nº.). Na ocasião será lançada a cartilha Que trem é esse?, que, de acordo com a organização do encontro, “tem o objetivo de orientar as comunidades sobre como se organizarem para não serem enganadas por promessas da empresa, além de partilhar experiências positivas de comunidades e pessoas que lutaram e conseguiram manter seus direitos garantidos”.

História – Estatal fundada em 1942, no Governo Getúlio Vargas, a Vale – então Companhia Vale do Rio Doce – foi privatizada em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso, pela bagatela de 3,3 bilhões de reais. Desde então já lucrou 45,8 bilhões Só entre 2008 e 2010 lucrou mais de R$ 60 bilhões e os conflitos com comunidades que vivem ao longo de sua área de atuação têm se acirrado.

Serviço

O quê: Entrevista coletiva com atingidos pela Vale.
Quem: Lorraine Michael (líder do Novo Partido Democrático na província de Newfoundland, Canadá), diversos representantes moçambicanos, da Rede Justiça nos Trilhos e das comunidades Vila Diamante, em Igarapé do Meio, e Santa Rita, em Itapecuru- Mirim.
Quando: dia 25 (sexta-feira), às 11h.
Onde: Hotel Praia Ponta d’Areia (Av. dos Holandeses, quadra XIII, s/nº.).

Coletiva denunciará violência contra indígenas

17 setembro 2011

Indígenas Awá-Guajá e missionários do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) concedem nesta terça-feira (20), às 8h30min, no Ministério Público Federal (Areinha), entrevista coletiva, onde pautarão a situação de conflito, violência e truculência contra esse povo, invasão da terra por madeireiros, desmatamento da floresta e a omissão da Funai com a situação dos Awá-Guajá.

Recentemente, após ação conjunta do Ibama, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, os Awá-Guajá tiveram sua aldeia invadida e a base do Cimi no local foi parcialmente incendiada, com um saldo de documentos e arquivos destruídos. A casa só não foi completamente destruída por conta dos próprios indígenas, que impediram a continuação do atentado – no momento, as missionárias do Cimi estavam em uma aldeia vizinha.

O ataque foi uma retaliação dos madeireiros. O clima é tenso na Terra Indígena Caru – área de 170 mil hectares onde vivem 300 indígenas. A retaliação envolveu também violência contra o indígena Awá Kamayru, que até o momento não teve atendimento nem registrou boletim de ocorrência.

A entrevista coletiva é organizada pelo CIMI, Comissão de Direitos Humanos da OAB/MA,  Comissão Pastoral da Terra (CPT),  Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) e Cáritas Brasileira Regional Maranhão.

Serviço

O quê: entrevista coletiva.
Quem: indígenas Awá-Guajá ameaçados e violentados e missionários do Cimi.
Quando: terça-feira (20), às 8h30min.
Onde: Ministério Público Federal (Areinha).
Maiores informações: (98) 9615-2529 (Diogo Cabral, CDH-OAB/MA), (98) 8824-8147, 8145-5052 (Alice Pires, Núcleo de Comunicação OAB/MA).

Conferência Nacional de Cultura em discussão na Feira do Livro de São Luís

26 novembro 2009

Coordenador Executivo da II Conferência Nacional de Cultura, Joãozinho Ribeiro concede entrevista coletiva na III Feira do Livro de São Luís

O poeta Joãozinho Ribeiro, Coordenador Executivo da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), concederá entrevista coletiva dia 27 de novembro, às 9h, no auditório “Casa do Escritor”, na III Feira do Livro de São Luis, na praça Maria Aragão.
 
Joãozinho Ribeiro falará sobre as expectativas e apresentará dados numéricos e objetivos da II CNC. As etapas municipais, já realizadas, atingiram um patamar muito além da expectativa: mais de 2.600 municípios brasileiros participaram do processo, discutindo estratégias para a implantação de políticas públicas de cultura nos três níveis federativos e elegeram seus delegados para participarem das etapas estaduais – a do Maranhão acontecerá dias 2, 3 e 4 de dezembro, no Centro de Convenções Governador Pedro Neiva de Santana.
 
O Maranhão deve atingir o patamar de 100 municípios com conferências realizadas (os dados ainda não estão consolidados), o que significa um bom crescimento em relação à primeira edição, de 2005, quando somente 36 realizaram as etapas municipais.
 
Segundo  informações do Ministério da Cultura, e de consultores que participaram do processo nos municípios maranhenses, “as conferências municipais foram bastante concorridas, com uma participação intensa de gestores, artistas e produtores culturais, o que indica que teremos a II Conferência Estadual de Cultura bastante qualificada”.
Joãozinho Ribeiro abordará todo o processo da II CNC, e das conferências setoriais, que elegerá os novos representantes para o Conselho Nacional de Políticas Culturais.
 
A coletiva é aberta para jornalistas, blogueiros, radialistas, midialivristas, agentes, produtores, gestores culturais, artistas e demais interessados.
 
SERVIÇO
 
O quê: Entrevista Coletiva sobre a II Conferência Nacional de Cultura.
Quem: Joãozinho Ribeiro, coordenador executivo da II CNC.
Quando: dia 27 (sexta-feira), às 9h, no salão Casa do Escritor, na III Feira do Livro de São Luís (Praça Maria Aragão).