Posts Tagged ‘cultura’

2º. Baile do Parangolé celebrará 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

1 fevereiro 2011

Festa de aniversário terá shows de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Lena Machado e Rosa Reis, no Circo da Cidade

Arte: Bruno Galvão

Fundada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), celebra seus 32 anos de luta pela defesa, proteção e promoção dos direitos humanos com um grande baile carnavalesco.

Para Joãozinho Ribeiro, sócio da entidade e um dos artistas a se apresentar no 2º. Baile do Parangolé, direitos humanos e cultura caminham juntos: “A cultura precisa ser entendida, para além da dimensão das festividades, como um direito. Temos avançado nesta questão no Brasil. Cultura é um direito humano, os direitos culturais  têm sido cada vez mais alvo de discussões. A SMDH tem uma história importantíssima na luta pelos direitos humanos no Maranhão e isso precisamos festejar”, comentou.

Além de Joãozinho Ribeiro, o Baile do Parangolé terá shows de Cesar Teixeira, também sócio da SMDH e autor da música que dá nome à festa, Lena Machado e Rosa Reis, que serão acompanhados da Banda do Parangolé: Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Mauro Travincas (contrabaixo), Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Serviço – O Baile do Parangolé acontece dia 12 de fevereiro (sábado), a partir das 21h30min, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). As camisas-ingressos estão à venda nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 674, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande). Maiores informações: (98) 3231-1601, 3231-1897, 8888-3722, smdh@terra.com.br, twitter.com/smdhvida

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“Café com Direitos Humanos” tem cultura na pauta

6 dezembro 2010

Exibição de documentário, lançamento de livro e disco e show musical compõem a programação, destacando a cultura maranhense

A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH)/Escritório Brasília reúne, sempre às últimas quartas-feiras do mês, militantes de direitos humanos e a comunidade em geral, no Café Cultural da Caixa, no Setor Bancário Sul.

O Café com Direitos Humanos pretende disseminar uma nova concepção de Direitos Humanos, que se contraponha à naturalização da violência, resgate a vida como um valor fundamental e incorpore as dimensões de direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais. O acontecimento traz os direitos humanos numa perspectiva informal e com diferentes enfoques e expressões culturais.

Nesta quarta-feira (8) será realizada a segunda edição do Café com Direitos Humanos, a partir das 18h30min. Expressões culturais maranhenses serão fortemente manifestadas. “A partir da execução nacional do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas, o Provita, pela SMDH temos um escritório em Brasília. É preciso valorizarmos o M de nossa sigla”, comenta a advogada Joisiane Gamba, da coordenação da entidade.

Às 18h30min será exibido o documentário Aperreio (2010, 20min.), curta-metragem de Doty Luz e Humberto Capucci, feito sob encomenda do Comitê de Monitoramento às Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes no Maranhão, integrado pela SMDH e outras entidades do movimento social maranhense. O filme conta, sob a ótica dos saberes e cultura populares, as tragédias por que passaram diversos municípios do Estado em 2008 e 2009.

Em seguida, a jornalista, socióloga e professora universitária Helciane Araújo lança seu livro Memória, mediação e campesinato: as representações de uma liderança sobre as lutas camponesas da pré-Amazônia maranhense. A obra, através da pesquisa de uma história de vida, traça uma análise sociológica das representações de uma liderança camponesa, Manoel da Conceição, sobre a sua trajetória de vida e a história política do Maranhão. Mané, como gosta de ser chamado, recebeu recentemente o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Manoel da Conceição é ainda homenageado pelo cantor e compositor Gildomar Marinho. O carimbó elétrico Batalha do cerrado, de seu segundo disco, Pedra de Cantaria, é uma espécie de microbiografia musical do líder camponês. O músico maranhense radicado em Fortaleza/CE lançará seu novo  disco no Café com Direitos Humanos. Ainda em dezembro ele fará show de lançamento em São Luís.

A SMDH – Criada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a SMDH configurou-se como uma entidade da sociedade civil de natureza pública e um espaço político de denúncia contra o arbítrio e a violência, fatos comuns durante o regime ditatorial. Para isso, adotou como uma das linhas de ação a assessoria jurídica e a formulação de denúncias e reivindicações oriundas das comunidades, junto aos governos.

A SMDH tem participado de redes temáticas de interesse técnico e institucional entre as organizações que defendem os direitos humanos e a natureza, tais como os Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Rural Sustentável, de Igualdade Racial,  e de Defesa dos Direitos Humanos. Integra a Associação Brasileira de ONGs (ABONG), a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH).

Cáritas recebe inscrições para o Prêmio Odair Firmino até o dia 30

21 setembro 2010

Primeira edição do prêmio tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”

POR ZEMA RIBEIRO
ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO DA CÁRITAS BRASILEIRA REGIONAL MARANHÃO

Com o objetivo de estimular ações de disseminação e divulgação da cultura da solidariedade, e integrando a programação da Semana da Solidariedade, que acontecerá em todo o Brasil entre os dias 5 e 12 de novembro, a Cáritas Brasileira está recebendo, até 30 de setembro, inscrições para o Prêmio Odair Firmino de Solidariedade.

O homenageado

Goiano de Ipameri, Odair Firmino (foto) estudou filosofia e teologia, tornando-se frei franciscano em 1972. Mudou-se para Brasília em 1984, quando ingressou na Cáritas Brasileira como assessor técnico. Foi secretário nacional e por duas vezes vice-presidente da entidade. Faleceu no dia 5 de julho de 2008.

Prêmio – A primeira edição da iniciativa do organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”. Através do Prêmio Odair Firmino, a Cáritas Brasileira busca também incentivar a formação de novas e recompensar experiências coletivas e solidárias de atividades produtivas que promovam a diversidade das culturas locais e das identidades, com atenção para as questões de gênero, raça, etnia e geração, bem como a recuperação de áreas degradadas pelos impactos ambientais e pelo uso inadequado dos recursos naturais.

Experiências que dão destinação pós-consumo de produtos e embalagens, que atuam com educação ambiental, com minimização de entradas e saídas do processo produtivo, com reciclagem, com responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos e serviços e, ainda, promovam o consumo ético e solidário na perspectiva da mudança de padrões de comportamento que viabilizam novas relações entre produção, consumo e natureza também podem ser inscritas no Prêmio.

As experiências vencedoras receberão troféus e prêmios em dinheiro: R$ 10 mil para o primeiro lugar; R$ 5 mil para o segundo; e R$ 3 mil para o terceiro. Regulamento, maiores informações e ficha de inscrição podem ser acessados no blogue do Prêmio Odair Firmino, no endereço http://www.premioodairfirmino.wordpress.com; os projetos devem ser encaminhados para o e-mail premioodairfirmino@caritas.org.br (Com informações da Assessoria de Comunicação do Secretariado Nacional da Cáritas Brasileira).

Clique para acessar o blogue do Prêmio Odair Firmino de Solidariedade

Fórum do Baixo Parnaíba entrega amanhã Plataforma Política a candidatos

23 agosto 2010

Solenidade acontece às 15h em Buriti de Inácia Vaz

Acontece amanhã, no Centro de Apoio Pedagógico Bernardete Cunha (Av. Coronel Lago Jr., s/nº., Centro), em Buriti de Inácia Vaz, o lançamento da Plataforma Política “Políticas Públicas com Direitos Humanos para o Baixo Parnaíba Maranhense”, documento elaborado pelas entidades signatárias do Fórum em Defesa da Vida do Baixo Parnaíba Maranhense.

Na ocasião serão entregues a todos os candidatos e/ou representantes ao governo do Maranhão as reivindicações contidas no documento, dividido nos seguintes eixos temáticos: meio ambiente, saúde, educação, cultura, assistência social, reforma agrária, política agrícola, infraestrutura, segurança pública e direitos humanos.

O documento é fruto de vários anos de mobilização social e luta por direitos na região. Na solenidade, com a entrega da Plataforma aos candidatos, o Fórum do Baixo Parnaíba buscará o compromisso dos candidatos com a assinatura de um termo de compromisso. Após as eleições a intenção é a realização de reuniões periódicas para a efetivação das políticas públicas, com referência na Plataforma Política.

O Fórum em Defesa da Vida do Baixo Parnaíba Maranhense tem 21 municípios como área de atuação: Afonso Cunha, Água Doce, Anapurus, Araioses, Barreirinhas, Belágua, Brejo, Buriti de Inácia Vaz, Chapadinha, Coelho Neto, Duque Bacelar, Magalhães de Almeida, Mata Roma, Milagres, Paulino Neves, Santa Quitéria, Santana, São Benedito do Rio Preto, São Bernardo, Tutóia e Urbano Santos.

Contatos para entrevistas: (98) 8807-7635, 3468-1142, 3231-1601, 3231-1897.

Cultura na pauta

12 agosto 2010

Convite para o "Cultura na pauta". Clica que amplia

Casa Fanti Ashanti lança documentário e cd nesta sexta-feira (13)

11 agosto 2010

Festa de lançamento contará com pré-estreia do documentário Pedra da Memória, mostra fotográfica, lançamento do cd Boi de Encantado e apresentações do Bumba meu boi Garotos do Cruzeiro e Tambor de Taboca da Casa Fanti Ashanti

Nesta sexta-feira (13), os ludovicenses poderão conferir os resultados do projeto Pedra da Memória, que levou Pai Euclides Talabyan e uma comitiva da Casa Fanti Ashanti do Maranhão ao Benin. Coordenado pela musicista e pesquisadora Renata Amaral (d’A Barca) o projeto recebeu o Prêmio Interações Estéticas da Funarte/MinC, promovendo um profundo diálogo entre as culturas dos dois países.

Cerimonia Geledé em Sakete. Foto: divulgação

Ao longo de um mês, a equipe visitou as cidades de Cotonou, Abomey, Ketou, Porto Novo, Ouidah, Allada, Pobe e Sakete, realizando encontros e registros audiovisuais de diversas tradições como os toques de vodum, Zangbeto, Egungun, cerimônias geledés, música kudo e as tradições dos agudás, os afrobrasileiros do Benin, descendentes de ex-escravos e trabalhadores do tráfico escravagista que retornaram à terra natal quando a escravidão foi abolida.

Esta experiência transformadora resultou no documentário e na mostra fotográfica que terão pré-estreia na Casa de Nhozinho (Rua Portugal, Praia Grande). Dirigido por Renata Amaral e editado por Diana Gandra, o documentário traz um diálogo estético entre as tradições populares do Brasil e do Benin (África Ocidental), em uma aproximação poética e reveladora conduzida pela memória de Euclides.

Fruto ainda da residência artística de Renata na Casa Fanti Ashanti, que se tornou Ponto de Cultura em 2006, também será lançado no evento o cd Boi de Encantado, do tradicional Bumba meu boi Garotos do Cruzeiro, um registro inédito que inclui mais de 20 toadas representativas dos 56 anos de atividades do grupo, compostas por Pai Euclides e seus encantados.

O grupo se apresentará na ocasião, ao lado do Tambor de Crioula de Taboca Veneradores de São Benedito. Ambos são da Casa Fanti Ashanti.

Serviço:

O quê: Lançamento do documentário Pedra da Memória e do cd Boi de Encantado.
Quando: dia 13 de agosto (sexta), às 19h30min.
Onde: Casa de Nhozinho (Rua Portugal, 185, Praia Grande, fone: (98) 3218-9951).
Quanto: entrada franca.

Assessoria de imprensa e redação: Benedita Freire

MinC lança em São Luís a coletânea “Drogas e Cultura: novas perspectivas

24 junho 2010

Obra será lançada em São Luís segunda-feira, 28. Capa. Reprodução.

O livro Drogas e Cultura: novas perspectivas (acima, reprodução da capa) será lançado na próxima segunda-feira, 28 de junho, às 19h, no Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio). 

A publicação, apoiada e financiada pelo Ministério da Cultura (MinC), contribui para o debate público sobre as drogas, à medida que não se restringe aos aspectos biomédicos dos produtos e de suas propriedades. A obra propõe ampliação nas discussões sobre o uso de substâncias psicoativas, a partir de 17 artigos de pesquisa e reflexão no âmbito das ciências humanas. Tem como co-organizadores Henrique Carneiro, Bia Labate, Edward MacRae, Sandra Goulart e Maurício Fiore, entre outros. A publicação tem parceria com a EDUFBA (Editora da Universidade Federal da Bahia).

O livro aborda majoritariamente a relação humana com tais produtos, as motivações e os sentidos ligados à produção e ao uso de sustâncias específicas. Traz elementos para ajudar a compreender a interpretação que os sujeitos dão à experiência com as drogas, de seu estado, da motivação que os impele a um consumo repetido de determinada substância, dos sentidos e razões pelas quais a considera importante e indispensável para satisfação de determinadas metas e necessidades.

Drogas e Cultura: novas perspectivas é um esforço no sentido de qualificar o debate sobre a descriminalização e a legalização das drogas, que hoje continua sendo depreciado e descartado como leviano, irresponsável e moralmente suspeito. O livro revela que a perspectiva cultural é uma forma qualificada para lidar e tratar a questão das drogas. A cultura é a manifestação das relações sociais, media diálogos, cria e reconhece a importância do saber popular sobre as drogas. O olhar social sobre essa questão não pode ser apenas o da criminalização policial ou da medicina psiquiátrica.

O evento de lançamento do livro contará com as presenças de Fabio Kobol (MinC), Henrique Carneiro (co-organizador do Livro e do NEIP), Euclides Moreira Neto (Fundação Municipal de Cultura), Paulo Alves Moreira (Pesquisador e escritor), Mivan Gedeon (Secretaria Municipal de Comunicação), Daniel Serra e Sérgio Ferreti (antropólogo e professor). Após a cerimônia haverá distribuição gratuita do livro, cuja versão eletrônica pode ser acessada neste link.

Serviço

O quê? Lançamento do livro Drogas e Cultura: novas perspectivas
Quando? segunda-feira, 28 de junho, às 19h
Onde? Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio)

[Release recebido do Ministério da Cultura]

Celso Borges apresenta espetáculo de poesia e música no Maloca

1 setembro 2009

A posição da poesia é oposição reúne cerca de 20 poemas do artista maranhense, que será acompanhado por Christian Portela (guitarra) e Luiz Cláudio (percussão). A performance terá a participação especial da poeta Lúcia Santos. 

O poeta e letrista Celso Borges apresenta dia 5 de setembro no bar Maloca, na Lagoa, show em que interpreta poemas de seus dois livros-CDs, XXI (2000) e Música (2006), entre eles Linguagem, Persona Non Grata, Chacal e Pária. A posição da poesia é oposição tem trilhas e interferências sonoras executadas pelos instrumentistas Franklin Portela (guitarra) e Luiz Cláudio (percussão), que trabalharam separadamente nos dois livros-CDs de Borges.

“A poesia falada pode ser uma experiência mais rica do que as tradicionais leituras de palco, que lembram antigos jograis das montagens teatrais escolares. Esse show é uma festa sonora da música da palavra, palavra musicada, música falada, palavra cantada, uma celebração de música e poesia”, diz o poeta.

No espetáculo, voz, guitarra e percussão proporcionam uma estrutura sonora ao poema além da sua própria musicalidade, ampliando o texto para além da página do livro. A idéia é valorizar a linguagem falada em diversas possibilidades. Celso Borges investe em experimentações em torno da palavra dita, saída do papel, ganhando vida em voz e arranjos instrumentais com o objetivo de fortalecer o diálogo entre a música e a poesia.

“Ao fortalecer as duas linguagens e dar uma estrutura sonora ao texto, além de sua própria sonoridade, A posição da poesia é oposição abre novas possibilidades de leitura para a poesia e mina o desgaste que as linguagens faladas têm sofrido nos últimos anos, sobretudo o rap, que vem se repetindo, tanto no discurso como em sua forma sonora”, diz Celso.

A posição da poesia é oposição apresenta um painel de experiências, fruto da inquietação do artista e sua busca pelas diversas possibilidades de dizer o poema. Ao abrir um leque inovador de diálogo entre a palavra e a música, o artista assume uma posição contemporânea no mapa da poesia brasileira. Celso Borges quer mostrar que sua poesia coloca em discussão possibilidades formais no palco, com elementos que colaboram para enriquecer o universo da poesia brasileira falada/cantada no começo do século 21.

A performance estreou em abril deste ano, na 6ª edição do projeto Catarse – reunião de artistas de todas as linguagens no palco do Sesc Pompéia, em São Paulo. Na ocasião, o poeta Celso Borges foi acompanhado pelo guitarrista paulistano Rafael Agra.

E-flyer de divulgação do show de poemúsica de Celso Borges. Foto: Cláudio Lima

E-flyer de divulgação do show de poemúsica de Celso Borges. Foto: Cláudio Lima

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A posição da poesia é oposição

Dia 5 de setembro (sábado), às 22h, na Maloca (Lagoa)

Celso Borges – voz e poesia
Christian Portela – guitarra
Luiz Cláudio – Percussão
Participação especial – Lúcia Santos

Duração do espetáculo: 45 minutos

Discotecagem: Pedro Sobrinho

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Os artistas 

Celso Borges é de São Luís do Maranhão, onde nasceu em 1959. Poeta, jornalista e letrista, viveu em São Paulo durante 20 anos e está retornando a São Luís. Parceiro de Chico César e Zeca Baleiro, entre outros, tem sete livros de poesia publicados, entre eles Pelo avesso (1985); Persona non grata (1990); Nenhuma das respostas anteriores (1996), XXI (2000) e Música, os dois últimos no formato de livro-CD, com a participação de mais de 50 poetas e compositores de várias cidades brasileiras.

No palco, desenvolveu com o DJ paulistano Otávio Rodrigues o projeto Poesia Dub, que se apresentou, entre outros eventos, no Tim Festival (SP-2004) e no projeto poético musical Outros Bárbaros, do Itaú Cultural (2005 e 2007). Seu terceiro livro-CD, Belle Époque, será lançado ainda este ano.

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Christian Portela, multi-instrumentista maranhense (São Luís, 1976), toca gaita, guitarra, baixo, teclado e bateria. Começou no grupo Bota O Teu Blues Band, uma das primeiras bandas de blues e rock a fazer um circuito de bares na Ilha. Em 1998, aproximou-se do rap e foi um dos fundadores da T. A. Calibre 1, banda  referência do cenário alternativo do Maranhão e um dos destaques do livro-CD Música, de Celso Borges, participando da faixa São Luís: Segundo Movimento.

A T.A. Calibre 1 venceu dois prêmios Universidade e foi indicada para o prêmio Hutus de rap, como uma das melhores bandas do Norte/Nordeste, pelo lançamento do CD Balaio. O disco mistura as rimas engajadas do rap, as cadências de jazz e a fúria do rock, aos ritmos regionais de bumba-meu-boi e tambor de crioula.

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Luiz Cláudio, paraense, percussionista, arte-educador e pesquisador da cultura popular. Radicado em São Luís desde o final dos anos 1970, desenvolveu aqui extenso trabalho de pesquisa de campo, coletando material e aprendendo junto a grandes mestres de tambor de crioula como Felipe e Leonardo, entre outros. Em 1987 dirigiu o Beat and Beach, I Encontro de Percussão no Maranhão, que reuniu Robertinho Silva, Layne Redmond e Marco Suzano. Nesse mesmo ano criou o grupo de percussão Fogo de Mão, que participou do Percpan, em Salvador (1995).

Tocou e gravou com Nelson Ayres, Zeca Baleiro, Ceumar, Rita Ribeiro e Naná Vasconcelos, entre outros. Atualmente trabalha no projeto Som da Lata, oficinas de reciclagem de lixo para confecção de instrumentos de percussão e faz assessoria para empresas privadas em programas sociais e workshops de percussão. Luiz Cláudio participou de algumas faixas do primeiro livro-CD de Celso Borges, XXI, lançado em 2000.

Choro nota jazz

18 agosto 2009

Quinteto Bom Tom passeia entre choro, bossa e jazz, recebendo Augusto Pellegrini, especialista no gênero americano, mas bom da cabeça e do pé.

Bom da cabeça e do pé, um especialista em jazz no Clube do Choro. Foto: Pedro Araújo

Bom da cabeça e do pé, um especialista em jazz no Clube do Choro. Foto: Pedro Araújo

Conhecido no cenário musical ludovicense como um especialista em jazz – há tempos apresenta programa de rádio sobre o gênero americano e já escreveu livros sobre o assunto – Augusto Pellegrini, também cantor, é o convidado da 91ª. edição do projeto Clube do Choro Recebe, que acontece neste sábado (22), às 19h30min, no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).

Passeio entre bossa, choro, jazz e samba é a marca do Bom Tom

Passeio entre bossa, choro, jazz e samba é a marca do Bom Tom

Pellegrini será acompanhado pelo Quinteto Bom Tom, grupo que transita com bastante desenvoltura entre o choro, a bossa e o jazz. O grupo é formado por Miranda Neto (trompete), Júlio Pinheiro (sax, flauta e clarinete), Mauro Travincas (contrabaixo), Celson Mendes (violão) e Fleming (bateria).

No repertório instrumental do grupo, fugindo do óbvio, temas como Depois dos arcos (Afonso Machado/ Luiz Moura/ Paulo César Pinheiro), Bangu (Maurício Carrilho), Urtigão (Luciana Rabello), além de alguns sambas, permeados de improvisos jazzísticos. Augusto Pellegrini cantará, acompanhado pelo Bom Tom, temas como Fly me to the moon (Bart Howard), Cry me a river (Arthur Hamilton), Uma loira (Hervê Cordovil), Luz negra (Nelson Cavaquinho/Amâncio Cardoso), Na baixa do sapateiro (Ary Barroso) e Choro negro (Paulinho da Viola/ Fernando Costa), entre outras. A grande novidade é que Pellegrini interpretará este tema de Paulinho da Viola com uma nova letra, composta por ele mesmo, o nosso especialista em jazz.

Algumas surpresas já estão anunciadas. Cada edição do Clube do Choro Recebe guarda outras, diferentes a cada sábado. É ver e ouvir para crer.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM e parceria de JL Studios e Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 91ª. edição.
Quem: o Quinteto Bom Tom recebe o cantor Augusto Pellegrini.
Quando: dia 22 de agosto (sábado), às 19h30min.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 8,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com, chicocanhoto@ymail.com e/ou clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Autêntico Chopp de Vinho e Rádio Universidade FM.
Parceria: JL Studios e Solar Consultoria.

Show no Ferreira Gullar marca lançamento de “Olho de Boi”

5 agosto 2009

Estreia em disco do compositor maranhense Gildomar Marinho será lançada, na sequência, na capital maranhense.

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Gildomar Marinho toca 'Olho de Boi' e adianta parte do repertório do segundo disco ao lançar o primeiro. Foto: Paulo Caruá

Nascido em Santa Inês/MA, Gildomar Marinho mudou-se cedo com a família para Imperatriz. Aos cinco anos, ganhou do pai um cavaquinho e começou a tirar dele seus primeiros acordes. Para passar ao violão foi um pulo. Funcionário do Banco do Nordeste, morou em Fortaleza/CE e São Luís/MA, tendo se licenciado em música pela Universidade Estadual do Ceará e aprimorado seu processo de composição ao incorporar elementos da música maranhense, no retorno ao estado natal, há dez anos.

O resultado dessas andanças musicais pode ser conferido em Olho de Boi, seu disco de estreia, que contou com o patrocínio do Banco do Nordeste, através do programa Cultura da Gente, e apoio da Elétrica Milênio, de Imperatriz/MA. “O resultado é um trabalho que tenta passar uma poética escrita em mais de vinte anos de produção, umas maturadas, senão vencidas pelo tempo, outras com o frescor das muitas possibilidades que me foi permitido captar pelos caminhos e experiências que pude vivenciar. Tudo isso ladeado por músicos do mais alto gabarito, que, cada um a seu modo, contribuíram para a estética do disco Olho de Boi. O destaque fica por conta da parceria com o poeta e jornalista Zema Ribeiro [em Lembra?] e a participação especial da cantora mineira Ceumar [em Alegoria de saudade], cuja voz foi gravada em Amsterdã, Holanda, evidenciando que o Olho de Boi já é cosmopolita antes de nascer”, explica Gildomar Marinho na Carta aos Ouvintes, distribuída por e-mail a diversos amigos.

O compositor, violonista e cantor maranhense se apresenta hoje (5) às 20h, no Teatro Ferreira Gullar, em Imperatriz/MA. Na ocasião será acompanhado pelos músicos Rui Mário (sanfona), Mauro (contrabaixo), João Neto (flauta), Aziz Jr. (percussão) e Michael James (violão), além dele próprio ao violão. Olho de Boi, o show, terá participação especial da poeta imperatrizense Lília Diniz. Wilson Zara, outro músico maranhense iniciado artisticamente em Imperatriz, fará o show de abertura. Os ingressos custam apenas R$ 10,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro.

Sexta-feira (7) é a vez da capital maranhense receber o show. Em São Luís repetem-se os horários, preço dos ingressos, participação especial e banda, quando Luiz Cláudio será o percussionista (não haverá show de abertura). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, também por apenas R$ 10,00 (metade para estudantes com carteira, pessoas acima de 60 anos, e aos que confirmarem presença enviando nome completo para a lista amiga, no e-mail pedradecantaria@gmail.com). Em ambos os shows, Olho de Boi, o disco, será comercializado a preço promocional.

As voltas do Urubu Malandro e Milla Camões

14 julho 2009

Urubu Malandro volta ao palco do Clube do Choro Recebe. Grupo será anfitrião da cantora Milla Camões.

O grupo Urubu Malandro volta a se apresentar no Clube do Choro Recebe (Restaurante Chico Canhoto, Residencial São Domingos, Cohama), neste sábado (18), a partir das 19h30min. Depois do falecimento de Mestre Antonio Vieira, em abril passado, o grupo formado por Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Osmar do Trombone fez uma única apresentação: um tributo ao compositor de Cocada, no mesmo palco, dia 9 de maio, quando Vieira completaria 89 anos.

Tendo como anfitriões os bambas do Urubu Malandro, Milla Camões volta ao palco do Clube do Choro Recebe. Foto: Divulgação

Tendo como anfitriões os bambas do Urubu Malandro, Milla Camões volta ao palco do Clube do Choro Recebe. Foto: Divulgação

Desta vez a trupe de bambas terá como convidada a cantora Milla Camões, que está em estúdio, finalizando seu disco de estreia, sob a direção musical de Celson Mendes (Quinteto Bom Tom). O lançamento está previsto para acontecer ainda em 2009. No início do mês, Milla realizou o show A caminho (Zig Bar, 4/7), celebrando seus dez anos de carreira.

Sua apresentação anterior no Clube do Choro Recebe já tem mais de um ano. Agora ela volta, acompanhada por outro grupo: “É a primeira vez que canto acompanhada pelo Urubu Malandro. Em homenagem a Seu Vieira vamos fazer Na cabecinha da Dora”, promete Milla Camões, que adianta, ainda, sobre o show, que fará “dois choros clássicos e um repertório mais voltado ao samba e à MPB, como chamam por aí, com canções de Rosa Passos e Caetano Veloso, além de sambistas consagrados como Paulinho da Viola”. Sobre o restante do repertório, ela prefere guardar segredo. E arremata: “espero de coração que saia bem legal e que todos gostem”.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Energético Hiro, Honda Gran Line, Rádio Universidade FM e parceria de JL Studios e Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 86ª. edição.
Quem: o grupo Urubu Malandro recebe a cantora Milla Camões.
Quando: dia 18 de julho (sábado), às 19h30min.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 8,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com, chicocanhoto@ymail.com e/ou clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Energético Hiro, Honda Gran Line, Rádio Universidade FM.
Parceria: JL Studios e Solar Consultoria.

Em sessão extra, A Lição arrecada donativos às famílias atingidas pelas enchentes

27 maio 2009

Espetáculo encerra temporada neste fim de semana
 
Em cartaz no Teatro Alcione Nazareth desde o dia 7 de maio, de quinta a domingo, A LIÇÃO encerra temporada neste fim de semana, com sessão extra para arrecadar donativos às famílias atingidas pelas enchentes no Estado. “Sabemos que a situação é muito grave, por isso não podíamos ficar inertes. Decidimos acrescentar uma sessão à temporada, na quinta-feira, às 18h30, onde as pessoas trocarão 2kg de alimento não perecível pelo ingresso”, explica o diretor Daniel Almeida. As doações recebidas serão entregues à Cáritas Brasileira Regional Maranhão, que fará a distribuição.
 
O espetáculo A LIÇÃO, texto do francês Ionesco, é uma tragicomédia de um ato que está sendo encenado pela primeira vez no Maranhão. A direção é de Daniel Almeida e tem no elenco Abel Lopes (de O assassinato do anão do C… grande), Letícia Lima (de Saraminda) e Vanessa Bastos (de O Grande circo viramundo). O espetáculo é recomendado para maiores de 14 anos.

Professor e governanta em ação em "A Lição". Foto: divulgação

Professor e governanta em ação em "A Lição". Foto: divulgação

Sinopse

A tragicomédia de um ato traz como personagens um professor (Abel Lopes), uma aluna (Letícia Lima) e uma governanta (Vanessa Bastos). Nesse clássico do Teatro do Absurdo, a aluna busca seu “doutoramento total” e procura o experiente professor de aulas particulares, que domina todos os assuntos. No processo de aprendizagem, em meio à geografia, matemáticas, filologia, filosofia… confrontam-se – em diálogos absurdos – as relações de poder, a busca pelo conhecimento, a ignorância, as fantasias secretas, o medo, a presunção, a dor, o problema universal da falha na comunicação, a dissimulação, a caricatura do real e tudo o mais que faça parte da condição humana – expostos de forma cômica (algumas vezes) mas também dramática, e até trágica. Tudo isso sob a observação atenta e cúmplice e a interferência da governanta (Vanessa Bastos), que se figura quase onisciente.
 
Nessa Lição é menos importante saber em que nível se situa a aula para o doutoramento total (educação básica, nível superior…) que compreender até onde pode chegar a explicação de uma simples lógica de subtração entre 4 e 3!
 
Patrocínio: SECMA, CREDI-SHOP e Estação Gráfica. Incentivo: TAN e Supermercados MATEUS. Apoio: Sindicato dos Bancários do Maranhão, Aguiar Engenharia, GUT, Faculdade São Luís, Solar Consultoria, Gráfica Autêntica, CACEM, COTEATRO, Aliança Francesa/Ano da França no Brasil e Prefeitura de São Luís/FUNC. 
 
Serviço:

Teatro: A LIÇÃO (Direção de Daniel Almeida)
Local: Teatro Alcione Nazareth (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho – Praia Grande)
Horários: quinta e sexta (20h); sábado (18h e 20h); domingo (19h).
Classificação: 14 anos.
Ingressos à venda na bilheteria do TAN: R$5,00 (meia para estudantes).
Sessão Extra: quinta-feira, 28/05, às 18h30, com troca de ingressos por 2kg de alimentos não perecíveis (exceto sal)
Saiba mais em:
www.primeiroatosa.blogspot.com

[Release recebido da companhia Primeiro Ato S. A.]

Um “Sinhô” músico

24 março 2009

Um dos grandes violonistas brasileiros em todos os tempos, João Pedro Borges, o Sinhô, é o convidado da 74ª. edição do Clube do Choro Recebe.

Experiência. Assim pode ser traduzido o encontro do sarau deste sábado, 28, quando se realizará a 74ª. edição do Clube do Choro Recebe, no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama), a partir das 19h.

O Regional Tira-Teima, mais antigo grupo de choro em atividade em São Luís, receberá o não menos hábil e ágil João Pedro Borges, um dos grandes nomes do violão do Brasil e do mundo.

Após passar por várias formações, o Regional Tira-Teima hoje conta com os afinados Paulo Trabulsi (cavaquinho solo), Zeca do Cavaco (cavaquinho centro), Francisco Solano (violão sete cordas), Serra de Almeida (flauta) e Zé Carlos (percussão).

João Pedro Borges: lenda viva do violão é o convidado do Clube do Choro Recebe

João Pedro Borges: lenda viva do violão é o convidado do Clube do Choro Recebe. Foto: Pedro Araújo. Acervo do Clube do Choro do Maranhão

Sinhô – apelido que João Pedro Borges ganhou ainda na adolescência – integra a tríade sacrossanta do violão maranhense, ao lado de Joaquim Santos, de quem foi professor, e Turíbio Santos, de quem foi aluno. Outro professor seu foi Jodacil Damasceno. Entre os alunos, diversos nomes do violão e da música popular brasileira: Raphael Rabello, Guinga, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho, entre outros.

Temas autorais estão entre as peças que João Pedro Borges executará no Clube do Choro Recebe

Temas autorais estão entre as peças que João Pedro Borges executará no Clube do Choro Recebe. Foto: Pedro Araújo. Acervo do Clube do Choro do Maranhão

DISCOGRAFIA – Ao lado de Turíbio Santos, gravou diversos discos, merecendo destaque Choros do Brasil (1977) e Valsas e Choros (1979), onde os dois dão novas luzes à obra de nomes como Dilermando Reis, Heitor Villa Lobos, Ernesto Nazareth e João Pernambuco, entre outros.

Em 1985, com participação do compositor, gravou o disco A obra para violão de Paulinho da Viola, disco-brinde nunca relançado em cd. Foi um dos dois maranhenses integrantes, em tempos distintos (o outro foi Joaquim Santos), da Camerata Carioca, do genial Radamés Gnattali, grupamento responsável por inovadoras revoluções na estética musical do choro. Tributo a Jacob do Bandolim (1979) e Vivaldi e Pixinguinha (1980) são alguns dos títulos lançados pela Camerata Carioca tendo Sinhô ao violão. Outros clássicos da música brasileira que contam com a participação especial do músico são Mistura e manda (Paulo Moura, 1983) e Shopping Brazil (Cesar Teixeira, 2004).

Atualmente, diretor da Escola de Música do Estado do Maranhão Lilah Lisboa de Araújo, João Pedro Borges já morou na França, onde realizou concertos em diversos palcos importantes daquele país. Em 2009 realizará 80 apresentações no projeto Sonora Brasil, do SESC. Nestes concertos, o repertório será de temas eruditos.

Sua apresentação no Clube do Choro Recebe trará composições de nomes como Dilermando Reis, João Pernambuco, Heitor Villa Lobos, Paulinho da Viola, Ernesto Nazareth, além de temas autorais, incluindo a valsa Maria Luiza, composta em homenagem à filha do amigo Ricarte Almeida Santos, coordenador do Clube do Choro Recebe e apresentador do Chorinhos e Chorões (domingo, às 9h, na Rádio Universidade FM, 106,9MHz). A apresentação terá participação especial do violonista Luiz Jr.

O Projeto Clube do Choro Recebe tem Apoio Cultural de TVN São Luís, Energético Hiro, Clinimagem, Honda Gran Line e Rádio Universidade FM e parceria da Solar Consultoria. A entrada custa apenas R$ 6,00.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 74ª. edição.
Quem: o Regional Tira-Teima recebe o violonista João Pedro Borges.
Quando: dia 28 de março (sábado), às 19h.
Onde: Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama).
Quanto: R$ 6,00 (entrada).
Maiores informações: pelo telefone [98] 3252-1219 e/ou e-mails ricochoro@hotmail.com e clubedochorodomaranhao@gmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Energético Hiro, Clinimagem, Honda Gran Line e Rádio Universidade FM.
Parceria: Solar Consultoria.