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Arcebispo de São Luís é o novo vice-presidente da CNBB

12 maio 2011

Posse da diretoria eleita acontece amanhã, 13, durante o encerramento da 49ª. assembleia da entidade

Dom Belisário foi eleito no segundo escrutínio com 215 votos

Arcebispo de São Luís, Dom José Belisário da Silva (foto) foi eleito vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) durante sua 49ª. asssembleia, em Aparecida/SP.

Bispo desde 2000, quando foi ordenado em sua cidade natal, Carmópolis/MG, Dom Belisário será vice de outro mineiro, Dom Raymundo Damasceno de Assis.

Eles terão a missão de dirigir a entidade até 2015. A CNBB completa 60 anos em 2012. Sua posse acontece amanhã, 13, na sessão de encerramento da assembleia. Após a posse, a presidência eleita dará sua primeira entrevista coletiva à imprensa. (Por Zema Ribeiro, com informações da assessoria)

Cáritas recebe inscrições para o Prêmio Odair Firmino até o dia 30

21 setembro 2010

Primeira edição do prêmio tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”

POR ZEMA RIBEIRO
ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO DA CÁRITAS BRASILEIRA REGIONAL MARANHÃO

Com o objetivo de estimular ações de disseminação e divulgação da cultura da solidariedade, e integrando a programação da Semana da Solidariedade, que acontecerá em todo o Brasil entre os dias 5 e 12 de novembro, a Cáritas Brasileira está recebendo, até 30 de setembro, inscrições para o Prêmio Odair Firmino de Solidariedade.

O homenageado

Goiano de Ipameri, Odair Firmino (foto) estudou filosofia e teologia, tornando-se frei franciscano em 1972. Mudou-se para Brasília em 1984, quando ingressou na Cáritas Brasileira como assessor técnico. Foi secretário nacional e por duas vezes vice-presidente da entidade. Faleceu no dia 5 de julho de 2008.

Prêmio – A primeira edição da iniciativa do organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem como tema “As mudanças climáticas e a vida no planeta”. Através do Prêmio Odair Firmino, a Cáritas Brasileira busca também incentivar a formação de novas e recompensar experiências coletivas e solidárias de atividades produtivas que promovam a diversidade das culturas locais e das identidades, com atenção para as questões de gênero, raça, etnia e geração, bem como a recuperação de áreas degradadas pelos impactos ambientais e pelo uso inadequado dos recursos naturais.

Experiências que dão destinação pós-consumo de produtos e embalagens, que atuam com educação ambiental, com minimização de entradas e saídas do processo produtivo, com reciclagem, com responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos e serviços e, ainda, promovam o consumo ético e solidário na perspectiva da mudança de padrões de comportamento que viabilizam novas relações entre produção, consumo e natureza também podem ser inscritas no Prêmio.

As experiências vencedoras receberão troféus e prêmios em dinheiro: R$ 10 mil para o primeiro lugar; R$ 5 mil para o segundo; e R$ 3 mil para o terceiro. Regulamento, maiores informações e ficha de inscrição podem ser acessados no blogue do Prêmio Odair Firmino, no endereço http://www.premioodairfirmino.wordpress.com; os projetos devem ser encaminhados para o e-mail premioodairfirmino@caritas.org.br (Com informações da Assessoria de Comunicação do Secretariado Nacional da Cáritas Brasileira).

Clique para acessar o blogue do Prêmio Odair Firmino de Solidariedade

Cáritas Brasileira: SOS Pernambuco e Alagoas

28 junho 2010

Cáritas e CNBB lançam campanha em favor das vítimas das enchentes em Pernambuco e Alagoas

 Maiores informações no site da Cáritas Brasileira.

Finanças solidárias em debate

4 fevereiro 2010

Cerca de 30 agentes da Cáritas Brasileira de diversas regiões do Maranhão debateram o tema em São Luís.

Cerca de 30 agentes populares diocesanos da Cáritas Brasileira no Maranhão participaram da Oficina de Finanças Solidárias realizada pela organização em São Luís. O encontro aconteceu na Casa de Retiros Oásis (Rua Frei Hermenegildo, 380, Aurora/Anil), nas últimas terça (2) e quarta-feiras. 35 oficinas foram realizadas no país.

Agentes da Cáritas no Maranhão debatem finanças solidárias em oficina. Foto: Zema Ribeiro

“A discussão do tema foi pautada em todos os regionais da Cáritas Brasileira. Há uma necessidade de discussão das dioceses junto com os Fóruns Brasileiro e Estadual de Economia Solidária, para que os grupos produtivos possam melhor se articular e acessar os recursos, tanto dos fundos nacional e diocesano de solidariedade, quanto recursos públicos, via bancos e editais”, afirmou Jaime Conrado de Oliveira, Assessor de Desenvolvimento Solidário Sustentável Territorial da Cáritas Brasileira Regional Maranhão.

Assessor do Secretariado Nacional da Cáritas Brasileira, o economista Ademar Bertucci lembrou o papel pioneiro do organismo no debate sobre as finanças solidárias. “Ainda na década de 1980 a Cáritas e a CNBB lançaram os Projetos Alternativos Comunitários (PACs). Os fundos solidários devem ser entendidos também como uma ação pedagógica: não é simplesmente crédito pelo crédito. É o apoio orientado a grupos produtivos”, afirmou.

Para a representante do Fórum Estadual de Economia Solidária do Maranhão, Mariana Nascimento, “a economia solidária tem sido historicamente excluída do acesso ao crédito e a principal luta dos fóruns é pela modificação desse cenário”. Ela informou ainda da existência de fundos rotativos com editais abertos e acesso bastante simplificado no Maranhão. O volume de recursos, por projeto, varia entre R$ 500,00 (quinhentos reais) e R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Campanha da Fraternidade – Com o tema “Economia e Vida” para o ano de 2010, a Campanha da Fraternidade Ecumênica também foi lembrada na programação da Oficina de Finanças Solidárias. Para falar do assunto, o convidado foi o Pe. Jean Marie Van Damme, da Associação de Saúde da Periferia do Maranhão (ASP/MA) e CNBB Regional NE V.

“A reflexão da Campanha da Fraternidade sobre este tema vem em momento bastante oportuno, já que a mídia faz de tudo para tornar o tema invisível. É mais que necessária a discussão de outra economia para outro desenvolvimento, levando em conta paradigmas de sustentabilidade, solidariedade e territorialidade”, afirmou o padre.

Além de agentes da Cáritas, participaram da Oficina de Finanças Solidárias representantes do Fórum Brasileiro de Economia Solidária e do Banco do Nordeste. O FBES pautou a discussão atual da necessidade de um marco legal para a economia solidária no país; o BNB apresentou a experiência do CrediAmigo, programa de microcrédito que completará 12 anos em 2010.

CNBB e Cáritas lançam campanha em favor das vítimas do terremoto no Haiti

19 janeiro 2010

Doações em dinheiro podem ser feitas em contas correntes ou em Igrejas.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira lançaram campanha de arrecadação de donativos para doação aos atingidos pelo terremoto no Haiti.

Em nota divulgada no último dia 15 de janeiro, o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, bispo de Mariana, e o presidente da Cáritas, Dom Demétrio Valentim, bispo de Jales, conclamam “todas as comunidades eclesiais, paróquias e dioceses a promoverem (…) dia 24 de janeiro, ou em outra data conveniente, orações e coletas em dinheiro para as vítimas do terremoto no Haiti”. A íntegra da nota pode ser lida neste link.

Doações em dinheiro podem ser depositadas nas seguintes contas correntes: Banco do Brasil – Agência: 3475-4 – Conta Corrente: 23.969-0; Caixa Econômica Federal – OP: 003 – Agência: 1041 – Conta Corrente: 1132-1; Banco Bradesco – Agência: 0606 – Conta Corrente: 70.000-2.

Os recursos das doações serão destinados às ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo haitiano.

A nota da CNBB e Cáritas afirma serem necessários ainda gestos de solidariedade como o perdão da dívida externa do Haiti, correspondente a 30% de seu pobre orçamento.

Não há consenso sobre o número de vítimas do terremoto: a Organização Pan-Americana de Saúde, ligada à ONU, afirma que podem ter morrido cerca de 100 mil pessoas; a Cruz Vermelha estima entre 45 mil e 50 mil o número de mortos; o governo do Haiti chegou a estimar este número em 200 mil. Em qualquer dos quadros, um quadro bastante desolador.

Segundo o governo brasileiro, morreram no país 17 militares e dois civis brasileiros: a médica Zilda Arns e o chefe-adjunto civil da missão da ONU no Haiti, Luiz Carlos da Costa.

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Leia mais: Cáritas e CNBB lançam Campanha SOS Haiti.