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Baile do Parangolé: 32 anos da SMDH

6 fevereiro 2011

Arte: Bruno Galvão

Realizado pela primeira vez em 2010, o Baile do Parangolé chega sábado, 12, às 21h30min, a sua segunda edição. Trata-se de festa carnavalesca que marca o aniversário de 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) – fundada nesta data, em 1979, no bojo das lutas pela anistia.

Nesta temporada pré-carnavalesca de 2011, o Baile do Parangolé mudou de endereço, esperando abrigar um público ainda maior que o de sua primeira edição, com conforto e segurança. Será seu palco o Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande).

A Banda do Parangolé foi formada exclusivamente para a ocasião, reunindo “feras da mais alta periculosidade instrumental”, como salientou o sociólogo e radialista Ricarte Almeida Santos no Chorinhos e Chorões de domingo passado (6); Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Grupo para ninguém botar defeito, as estrelas da noite idem: Cesar Teixeira, autor do coco que empresta nome ao baile, Joãozinho Ribeiro, sócios da SMDH, Lena Machado e Rosa Reis – todos, artistas de reconhecimento nacional.

As camisas para o Baile do Parangolé custam R$ 40,00 (unidade) e R$ 30,00 (preço promocional para quem comprar a partir de duas). Podem ser adquiridas nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 554, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande).

Personagens – Conheça um pouco da história de quem faz o 2º. Baile do Parangolé.

A SMDH – A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) foi fundada em 12 de fevereiro de 1979 – à época com um D a mais na sigla, de “defesa”. Entidade da sociedade civil de natureza pública, espaço político de denúncia contra o arbítrio e a violência, tão comuns durante a ditadura militar, quando de sua fundação. Mobilização popular, educação de base e formulação de denúncias de violações de direitos foram, desde sempre, suas estratégias de atuação.

Cesar Teixeira – Jornalista, poeta, compositor, artista plástico. Foi assessor de comunicação da SMDH entre 1989 e 2002. É sócio da entidade, da qual já integrou o Conselho Consultivo. Lançou, em 2004, Shopping Brazil, seu único disco. Autor de clássicos da música produzida no Maranhão, tem sua obra gravada sistematicamente desde a década de 1970. Atualmente é coordenadora editorial do jornal Vias de Fato.

Joãozinho Ribeiro – Bacharel em Direito, especialista em Direitos Autorais. Funcionário público, é técnico da Receita Federal. Poeta, publicou em 2006 o livro Paisagem feita de tempo (Ed. do autor). É um dos compositores mais gravados do Maranhão, tendo vencido em 2001 o Prêmio Universidade FM, com seu choro Milhões de uns, interpretado por Célia Maria. Ex-secretário de Estado da Cultura, foi coordenador executivo da II Conferência Nacional de Cultura (MinC).

Lena Machado – Assessora da Cáritas Brasileira Regional Maranhão estreou em disco em 2006 com Canção de Vida, que celebrou os 50 anos de atuação da entidade no Brasil. No ano anterior, participou, ao lado de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro e Gildomar Marinho, do show que festejou os 26 anos da SMDH. Ano passado lançou, com músicas destes e outros compositores maranhenses, Samba de minha aldeia, elogiado entre outros por Nelson Motta.

Rosa Reis – Coordenadora do Laboratório de Expressões Artísticas do Maranhão (Laborarte), pesquisadora da cultura popular do Maranhão. Cantora que valoriza estes elementos em seu trabalho, tem vários discos gravados, o mais recente Brincos (Funarte, 2009), no qual realiza um apanhado de clássicos da música do Maranhão nas últimas quatro décadas.

Bruno Galvão – Artista plástico, assina a identidade visual do 2º. Baile do Parangolé. Somou seu talento ao aprendizado em cursos de desenho e artes nos centros de Cultura Negra (CCN/MA) e de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCf), em São Luís. integra o coletivo Nagô, que assina diversos painéis em grafite na Ilha. Realizará em breve sua primeira exposição individual.

Serviço

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2º. Baile do Parangolé celebrará 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

1 fevereiro 2011

Festa de aniversário terá shows de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Lena Machado e Rosa Reis, no Circo da Cidade

Arte: Bruno Galvão

Fundada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), celebra seus 32 anos de luta pela defesa, proteção e promoção dos direitos humanos com um grande baile carnavalesco.

Para Joãozinho Ribeiro, sócio da entidade e um dos artistas a se apresentar no 2º. Baile do Parangolé, direitos humanos e cultura caminham juntos: “A cultura precisa ser entendida, para além da dimensão das festividades, como um direito. Temos avançado nesta questão no Brasil. Cultura é um direito humano, os direitos culturais  têm sido cada vez mais alvo de discussões. A SMDH tem uma história importantíssima na luta pelos direitos humanos no Maranhão e isso precisamos festejar”, comentou.

Além de Joãozinho Ribeiro, o Baile do Parangolé terá shows de Cesar Teixeira, também sócio da SMDH e autor da música que dá nome à festa, Lena Machado e Rosa Reis, que serão acompanhados da Banda do Parangolé: Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Mauro Travincas (contrabaixo), Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Serviço – O Baile do Parangolé acontece dia 12 de fevereiro (sábado), a partir das 21h30min, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). As camisas-ingressos estão à venda nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 674, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande). Maiores informações: (98) 3231-1601, 3231-1897, 8888-3722, smdh@terra.com.br, twitter.com/smdhvida

Amizade, amor e boa música

18 março 2010

Estes são os elementos de Autorretrato, show que a dupla gaúcha Kleiton e Kledir apresenta nesta sexta-feira, 19, em São Luís.

POR ZEMA RIBEIRO*

“Amo tua voz e tua cor/ e o teu jeito de fazer amor”. Atire a primeira pedra aqueles e aquelas que nunca cantarolaram qualquer trecho da balada Paixão, de Kleiton e Kledir, seja para acompanhá-la no rádio, em um ônibus lotado, a caminho ou voltando do colégio ou faculdade, seja para conquistar um par – amor eterno.

Duo gaúcho mostrará novas canções e grandes sucessos

“Desde a minha infância, Paixão é uma das minhas músicas preferidas”, revelou a jornalista Bruna Castelo Branco, 28, durante a entrevista com o primeiro K da dupla, para seu espanto. “Qual a sua idade?”, o músico inverteu os papeis. “Você é muito nova para gostar de nossas músicas”, disse.

Que é isso, seu Kleiton? Paixão, Deu pra ti, Nem pensar e tantas outras canções da dupla de irmãos gaúchos são tidas hoje como verdadeiros clássicos – pop, românticos etc. No tempo em que os jovens montavam suas próprias coletâneas em fitas k7, Kleiton e Kledir eram presença certeira em qualquer uma que trouxesse na lombada inscrições como “românticas” e quetais nacionais.

Hoje, em tempos pós-download, não duvido que isso aconteça quando meninos e meninas, ainda que sem idade para tê-los ouvido no rádio, queimem cds montando suas coletâneas depois de baixar as canções (e paixões) pela internet.

Talvez já nem se montem coletâneas: um arquivo de música baixado é rapidamente enviado a um amigo em qualquer lugar por msn, e-mail ou outra ferramenta qualquer. A distância de um clique aproxima pessoas que estão longe geograficamente.

É sobre amizade a faixa-título de Autorretrato [2009], novos cd e dvd do duo gaúcho: “Coisa boa é um amigo/ pra poder se encontrar/ e jogar conversa fora/ tu me ensina a viver/ que eu te ensino a sonhar/ e por aí vamos embora”, diz o refrão da música que intitula também o show que eles apresentam por aqui, nesta sexta, 19, às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito.

Novas ou antigas, as verdadeiras amizades duram para sempre. Como o amor. E as boas músicas. Amigos e amigas, casais apaixonados, jovens demais para conhecer a música de Kleiton e Kledir ou não, Autorretrato é uma boa pedida para celebrar a amizade, o amor e a boa música.

SERVIÇO

A dupla gaúcha Kleiton e Kledir apresenta o show Autorretrato nesta sexta-feira, 19 de março, às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do terminal de integração da Praia Grande). Show de abertura: Daffé. Produção: Ópera Night. Ingressos: Loja Taco (São Luís Shopping). Maiores informações: (98) 8137-7452, 3244-3627.

Show comemorará 30 anos de carreira de Kleiton e Kledir

*Redação e assessoria de imprensa. Escreve no blogue http://www.zemaribeiro.blogspot.com

Kleiton e Kledir lançam novo dvd em São Luís

9 março 2010

Dupla gaúcha lança Autorretrato, trabalho que celebra a amizade com timbres de pop sessentisa.

Kleiton e Kledir lançam novo dvd em show na Ilha. Foto: Lourenço Monte-Mór. Fonte: http://www.kleitonekledir.com.br

Com nove discos em dupla, além de um título em espanhol e do trabalho com o grupo Almôndegas e um disco solo de cada, Kleiton e Kledir vêm à São Luís com o show Autorretrato, de seu novo cd-dvd (2009), de repertório inédito.

Durante a apresentação, que acontece no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande), além das músicas novas, não faltarão hits como Paixão e Deu pra ti, que marcaram sua carreira e a vida de muitos ouvintes nos anos 1980.

O show, aliás, é uma espécie de celebração aos 30 anos de carreira – não incluídos aí os anos de Almôndegas, nos idos 70 – que sofreu um intervalo entre 1989 e 1996, período em que ambos lançaram discos solo: Sim (1990, Kleiton Ramil) e Kledir ao vivo (1991).

Autorretrato, o dvd, traz canções inéditas e foi filmado como um documentário. Nele, os irmãos gaúchos contam a história das músicas, além de tocá-las. O valor da amizade e o prazer em compartilhar coisas íntimas é o clima que permeia o novo trabalho. A faixa-título é uma conversa entre amigos sobre isso.

Um disco contemporâneo com clima sessentista, na instrumentação que lembra bandas como os Beatles, eterna referência: violões, guitarras, violinos, pianos, harmônicas e percussão – não há bateria – enfeitam as composições e vozes de Kleiton e Kledir.

Lançado pela Som Livre, Autorretrato tem realização do Canal Brasil – cujo marco inaugural na produção de documentários foi Loki, que tem o eterno Mutante Arnaldo Baptista como protagonista.

Kleiton e Kledir apresentam o show Autorretrato dia 19 de março (sexta-feira), às 22h, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, Aterro do Bacanga, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). O maranhense Daffé abrirá o espetáculo. Ingressos à venda na loja Taco (São Luís Shopping). A produção é de Ópera Night. Maiores informações: (98) 8137-7452, 3244-3627.

Kleiton e Kledir vêm à Ilha em mais uma produção de Ópera Night

Redação e assessoria de imprensa: Zema Ribeiro