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24 outubro 2011

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“Na Estrada com Carlinhos Veloz” levará música do Maranhão a 20 cidades do Nordeste

20 janeiro 2011

Show conta com participações especiais de Gildomar Marinho e Carlinhos Veloz e oferece ainda oficina-palestra sobre a música do Maranhão para alunos da rede pública de ensino. Os espetáculos têm entrada franca

Reprodução DVD Espelho d’Água

Levar a música do Maranhão ao conhecimento de parte do Nordeste. Este é um dos objetivos do projeto Na Estrada com Carlinhos Veloz, que estreou na capital maranhense no último domingo (16), com patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

A turnê do músico pernambucano de nascimento e maranhense de adoção percorrerá 20 cidades, entre capitais e interiores, nos nove estados da região. Carlinhos Veloz contará com as participações especiais dos artistas Gildomar Marinho e Wilson Zara. Além de cantar na abertura dos shows, eles são responsáveis por uma oficina-palestra sobre a música e a cultura populares do Maranhão e pela técnica de som, respectivamente.

A on the road band de Carlinhos Veloz é formada pelos músicos Carlos Raqueth (contrabaixo), George Gomes (bateria), Jesiel Bives (teclado) e Marcos Lussaray (guitarra), contando com a participação especial de Jeff Soares (contrabaixo e violoncelo), também assistente de som.

A agenda completa das apresentações pode ser conferida no blogue de Carlinhos Veloz

Os artistas

A cidade de Imperatriz, no Maranhão, não foi incluída na rota de Na Estrada com Carlinhos Veloz. Mas ela guarda uma feliz coincidência na carreira dos três: foi ali, às margens do Rio Tocantins, que os três artistas se “formaram” musicalmente.

Carlinhos Veloz, nascido em Pernambuco, mudou-se cedo para lá com a família. Gildomar Marinho, de Santa Inês, e Wilson Zara, de Barra do Corda, ambas no interior do Maranhão, também desembarcaram em Imperatriz. Ali se conheceram e fizeram música. Os dois primeiros, inclusive, têm composições que são homenagens explícitas à cidade e ao rio que a banha: em seus primeiros discos, Carlinhos Veloz gravou Imperador Tocantins, de sua autoria; mais ou menos duas décadas depois, também em seu disco de estreia, Gildomar Marinho lançou a inspirada Tocantins, de sua autoria.

Wilson Zara abandonou uma “promissora” carreira de bancário para dedicar-se integralmente à música: com o dinheiro da indenização comprou uma aparelhagem de som e ganhou a noite, mudando-se em seguida para São Luís. Gildomar Marinho, bancário de profissão, leva em paralelo os dois ofícios e lançou ano passado o segundo disco, Pedra de Cantaria.

Carlinhos Veloz tem quatro discos lançados: Ilha Bela, Vê Luz, Vibratons e Baião de 2 (em dupla com César Nascimento) e o dvd Espelho d’Água, gravado ao vivo no Teatro Arthur Azevedo.

Na Estrada, o roteiro

16, São Luís/MA: Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, 20h

17, Santa Inês/MA: Auditório do Centro de Ensino José Sarney, 20h

18, Caxias/MA: Centro da Juventude Volta Redonda, 10h

18, Teresina/PI: Auditório da Secretaria Municipal de Educação, 20h

19, Floriano/PI: Espaço Cultural Maria Bonita (Cais da Beira-Rio), 10h

19, Picos/PI: Secretaria Municipal de Cultura, 20h

20, Petrolina/PE: Auditório da Biblioteca da UNIVASF, 20h

21, Salvador/BA: Teatro da Livraria Cultura, 19h

22, Aracaju/SE: Teatro do Centro de Criatividade, 20h

24, Maceió/AL: a confirmar

25, Garanhuns/PE: Centro Cultural Alfredo Leite, 20h

26, Caruaru/PE: Teatro João Lira, 20h

27, Recife/PE: Paço Alfândega, 20h

28, João Pessoa/PB: a confirmar

29, Campina Grande/PB: a confirmar

31, Natal/RN: Teatro de Cultura Popular Manoel Marinheiro, 20h

1º./2, Mossoró/RN: a confirmar

2/2, Fortaleza/CE: a confirmar

3/2, Juazeiro do Norte/CE: a confirmar

4/2, Crato/CE: a confirmar

“Pedra de Cantaria Acústico” no Centro Cultural Oboé

3 setembro 2010

Gildomar Marinho lança segundo disco na terça-feira, em show acústico.

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Fortaleza – O cantor, compositor e violonista Gildomar Marinho (foto) acaba de lançar seu segundo disco, Pedra de Cantaria. No último dia 28 de agosto fez concorrido show de lançamento no BNB Clube Aldeota, em Fortaleza/CE, onde o maranhense está radicado.

Agora continua a percorrer a capital cearense, onde o disco foi gravado e mixado, divulgando-o. No próximo dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h, Gildomar Marinho leva o espetáculo Pedra de Cantaria Acústico ao palco do Centro Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota).

Hoto Jr. (percussão e direção musical) e Dudu Holanda (violões) irão acompanhar Gildomar Marinho (voz e violão) em apresentação onde ele interpretará faixas do novo trabalho, da estreia Olho de Boi, além de inéditas.

Pedra de Cantaria, o disco, teve boa aceitação pelo público. Musical e graficamente traz elementos da cultura popular do Maranhão, estado natal do artista, hoje morando em Fortaleza por conta do ofício de bancário.

“O público foi bem receptivo, o que deixa a gente muito contente, afinal de contas, é o reconhecimento de um longo trabalho. Esse formato mais enxuto, para essa apresentação no Oboé, não diminui a vontade que a gente tem de mostrar ao público essa ponte Maranhão Ceará, presente desde o primeiro disco”, afirma Gildomar Marinho.

“Além do mais, é um privilégio reverberar a música maranhense em um espaço pensado para a fruição da boa arte, como é o Centro Cultural Oboé. Um local aconchegante como uma casa que aproxima o anfitrião e seus convidados em memoráveis encontros, tendo a cultura e arte como elementos aglutinadores”, complementa o artista.

O discoPedra de Cantaria (2010) é o segundo disco de Gildomar Marinho, cuja estreia fonográfica aconteceu ano passado, com Olho de Boi. Nos discos, o artista vem fazendo um apanhado de mais de 20 anos de composição.

O repertório é quase completamente autoral, trazendo ainda parcerias com o jornalista Zema Ribeiro (a faixa-título) e o radialista Ricarte Almeida Santos (o choro Pra chorar no Rio). A exceção é Não fale nada (Batista Marinho), bolero que Gildomar resgatou da obra do pai, que o ensinou os primeiros acordes em um cavaquinho, ainda aos cinco anos de idade.

Merecem destaque ainda as participações especiais de Carlinhos Veloz (O Rio), Celso Borges (o poeta declama Vazio, poema de sua autoria, na faixa Claustrofobia), Erasmo Dibell (em Madre, ode à Madre Deus, bairro boêmio de São Luís) e Lília Diniz (a poeta declama um lamento de Dona Elza, artista popular maranhense, na abertura do carimbó elétrico Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição).

“Todo o repertório do Pedra de Cantaria será mostrado no show, em que lembrarei também músicas do Olho de Boi, que contou com a participação especialíssima da mineira Ceumar [no samba-choro Alegoria de saudade], radicada na Holanda, além de músicas inéditas. É hora de começar a testar o repertório para o próximo disco”, antecipa Gildomar.

“Queremos também lançar Pedra de Cantaria em São Luís e Imperatriz, contando, no palco, com a participação de todos que ajudaram a fazer o disco e na sequência voltar ao estúdio para Tocantes, que é como estou chamando provisoriamente o terceiro disco”, finaliza.

Serviço

O quê: show Pedra de Cantaria Acústico.
Quem: Gildomar Marinho.
Quando: dia 8 de setembro (terça-feira), às 19h.
Onde: Espaço Cultural Oboé (Rua Maria Tomasia, 531, Aldeota, Fortaleza/CE).

“Pedra de Cantaria” será lançado em Fortaleza/CE

27 agosto 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá lançamentos no Maranhão entre setembro e outubro.

Atualmente radicado em Fortaleza, o cantor, compositor e violonista maranhense Gildomar Marinho lança hoje (28) seu segundo disco, Pedra de Cantaria, em show no BNB Clube da capital cearense. O espetáculo terá início às 21h e contará com a abertura do baterista Carlinhos Perdigão, que apresentará o espetáculo Força Tropical: uma viagem lítero-musical à Tropicália. Perdigão é também professor de língua portuguesa e poeta. Gildomar Marinho contará ainda com a participação da cantora cearense Fabíola Líper, que dele gravou o samba-choro Alegoria de saudade – em Olho de Boi registrada com a participação especial da mineira Ceumar. Gildomar será acompanhado por banda formada por Dudu Holanda (violões), Rafael Magoo (guitarras), Marcos Vinny (teclados), Marcio Rezende (sax e flautas), Augusto (bateria) e Hoto Jr. (percussão e direção musical).

Os ingressos custam R$ 12,00 (não sócios) e R$ 6,00 (meia para sócios). Faixas de Pedra de Cantaria, bem como de Olho de Boi, estreia de Gildomar Marinho lançada ano passado, podem ser ouvidas na página do artista no Myspace: http://www.myspace.com/gildomarmarinho

Gildomar Marinho em estúdio, durante as gravações de "Pedra de Cantaria". Foto: divulgação

Pedra de Cantaria – Com apoio do Banco do Nordeste, de onde é funcionário, através do Programa Cultura da Gente, Gildomar Marinho realizou o novo trabalho, todo gravado e mixado em Fortaleza/CE. “Quero deixar registrado também um agradecimento especial aos amigos que acreditaram no projeto e colaboraram para que o mesmo acontecesse”, ressalta. Ao seleto grupo ao qual estava restrita a produção musical do artista, uma faixa-bônus traz agradecimentos, citando-os nominalmente.

Mais uma vez Gildomar Marinho passeia por diversos estilos, em um disco predominantemente autoral – a exceção é Não fale nada, bolero que ele resgatou da obra do pai, Batista Marinho, que lhe ensinou os primeiros acordes num cavaquinho, quando ainda moravam em Imperatriz/MA. O hoje licenciado em música pela UECE tinha apenas cinco anos.

Pedra de Cantaria dá continuidade a um registro começado em Olho de Boi, uma trilogia que se fechará com Tocantes, título provisório do terceiro disco que pretendo lançar ano que vem”, anuncia Gildomar Marinho, que não pensa em, após as gravações, parar novamente com a carreira artística. “É apenas o fechamento de um ciclo, depois dos três primeiros passo a fazer as coisas com mais calma, menos pressa e menos pressão”, conta entre risos.

Do repertório, destaques para a faixa-título (parceria com o jornalista Zema Ribeiro), o choro Pra chorar no Rio (parceria com o radialista Ricarte Almeida Santos), Madre (ode à Madre Deus, bairro boêmio encravado na região central de São Luís, com participação especial de Erasmo Dibell), O Rio (com participação de Carlinhos Veloz), o carimbó elétrico Batalha do Cerrado (música que já faz relativo sucesso em São Luís, uma homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição, que conta com a participação especial da poeta Lília Diniz, que recita um lamento de Dona Elza, na abertura da faixa) e a balada Claustrofobia (que conta com o poema incidental Vazio, de autoria de Celso Borges, que o declama na faixa).

“Nos shows de lançamento tocaremos todo o repertório de Pedra de Cantaria, algumas coisas de Olho de Boi e também iremos testar algumas inéditas”, avisa. Sobre lançamentos no Maranhão anuncia-os para entre setembro e outubro: “A ideia é, como quando do Olho de Boi, realizar um show em São Luís e outro em Imperatriz. Já estamos negociando com casas e produções”.

Serviço

O quê: Pedra de Cantaria – show de lançamento do disco homônimo.
Quem: Gildomar Marinho. Abertura: Carlinhos Perdigão. Participação especial: Fabíola Líper.
Quando: hoje (28), às 21h.
Onde: BNB Clube – Fortaleza/CE.
Quanto: R$ 12,00 (não-sócios) e R$ 6,00 (sócios).
Maiores infomações: (85) 4006-7200, 4006-7203.

Nosly se apresenta com Jayr Torres Trio no Clube do Choro Recebe

18 maio 2010

O grupo Jayr Torres Trio recebe o cantor e compositor Nosly, neste sábado, 22, no projeto.

O homem à frente do Jayr Torres Trio

Dos mais versáteis músicos do Maranhão, Jayr Torres (foto) comanda o Jayr Torres Trio, grupo anfitrião do sarau deste sábado, 22, às 19h30min, do Clube do Choro Recebe, na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau (Rua José Luiz Nova da Costa, esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar). Os ingressos para a apresentação custam apenas R$ 10,00 (R$ 8,00 para sócios da APCEF).

O grupo é formado por Jayr Torres (guitarra), Carlos Raquethy (contrabaixo) e Isaías Alves (bateria). Professor da Escola de Música do Estado do Maranhão Lilah Lisboa de Araújo, Jayr Torres se apresenta com o trio a que dá nome às sextas-feiras, no projeto Sexta Musical, desenvolvido no prédio da instituição. Para esta apresentação no Clube do Choro Recebe o grupo preparou um repertório baseado em choro e samba, sem esquecer os pés – e as mãos – que tem no jazz.

Nosly cantará choro, samba e repertório autoral

Já tendo tocado com nomes como Mano Borges, Carlinhos Veloz, Josias Sobrinho, Gerude e Rosa Reis (de quem é “fiel escudeiro”), Jayr Torres é um dos mais requisitados instrumentistas do Maranhão. O convidado da noite, Nosly (foto), é outro que tem grande leque de parceiros e intérpretes. Caso de nomes como Nonato Buzar, Gerude, Zeca Baleiro, João Nogueira, Celso Borges e Anna Cláudia, entre outros.

Além de cantar choros e sambas de sua predileção, Nosly mostrará músicas autorais, com que tem feito sucesso no Brasil e na Europa. Casos de June (parceria com Celso Borges), Coração na voz (com João Nogueira) e Versos perdidos (Zeca Baleiro), entre outras.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 117ª. edição.
Quem: o Jayr Torres Trio recebe o cantor e compositor Nosly.
Quando: dia 22 de maio (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.

João do Vale no palco dos Territórios Rurais

18 março 2010

Uma caravana de músicos e intérpretes do Maranhão irá participar do II Salão dos Territórios Rurais – Territórios da Cidadania em Foco, a ser realizado em Brasília, entre 22 e 25 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, numa promoção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial.

Representando o Território do Médio Mearim, o grupo fará uma releitura da obra do compositor maranhense João do Vale (foto), consagrado no Brasil após o show Opinião, em 1964, ao lado de Zé Kéti e Nara Leão, depois substituída por Maria Bethânia.

Integrado pelos cantores Paulo Pirata e Garrincha (Pedreiras), Cláudio Pinheiro, Milla Camões, Carlinhos Veloz e Cesar Teixeira (São Luís), o grupo maranhense se apresenta no dia 22 de março, às 22h, após a Abertura Solene e a atuação do Quinteto Violado (PE), Pereira da Viola, Caminho de Todos os Santos e Roda de Viola (MG).

O espetáculo maranhense será apresentado por um Arauto Brincante (PE), seguindo-se a leitura do poema João Pedreiras do Vale, do poeta maranhense Neves Azevedo, na voz do ator Cláudio Ferrario. Terá ainda como convidado especial o cantor e compositor Wellington Matos.

A programação cultural do II Salão dos Territórios Rurais, que coincide com o aniversário de 50 anos da fundação de Brasília, tem como um dos coordenadores o cantor, violeiro e compositor Marcelo Melo, presidente da Fundação Quinteto Violado e um dos fundadores do grupo pernambucano.

Homenagem – João do Vale, nascido no Lago da Onça, município de Pedreiras, é autor de grandes sucessos como Pisa na Fulô, Estrela Miúda e Carcará, entre outros, que os participantes do II Salão dos Territórios Rurais terão a oportunidade de relembrar durante o espetáculo a ser apresentado pelo grupo maranhense no Distrito Federal.

Segundo Riva do Vale, filho mais velho de João radicado em São Luís, a homenagem ao seu pai faz parte de uma campanha da Fundação João do Vale (sediada em Pedreiras/MA) de divulgar a obra do artista, que foi ajudante de pedreiro no Rio de Janeiro, antes ter suas músicas divulgadas nas vozes de Marlene, Ivon Cury, Luiz Gonzaga, Clara Nunes, entre outros expoentes da MPB.

O espetáculo Opinião, que projetaria Maria Bethânia como intérprete de Carcará, foi um divisor de águas na música popular brasileira, mas, ao mesmo tempo, serviu de pretexto para que os aparelhos de censura e repressão do regime militar deflagrassem uma intensa perseguição aos artistas acusados de subversão à ordem social e política do País.

Para Benedita Freire, que faz a direção geral do espetáculo, mais do que uma homenagem a João do Vale, a caravana visa sobretudo valorizar a história da MPB, hoje massacrada por uma mídia descartável. “Trata-se de uma questão de justiça evidenciar a obra de um artista que não pode estudar, foi perseguido e morreu pobre, mas deixou um rico legado para a cultura brasileira”, conclui.  

Diversidade – O espetáculo do Maranhão estará entre as 19 atrações culturais de vários pontos do País a se apresentarem durante os quatro dias do II Salão dos Territórios Rurais – Territórios da Cidadania em Foco, que, entre outros objetivos, busca expressar a diversidade das tradições, do conhecimento, da memória e das produções materiais e simbólicas dos Territórios Rurais brasileiros.

A banda que acompanhará os representantes do Território do Médio Mearim na homenagem a João do Vale é formada por Edilson Gusmão (violão), George Gomes (bateria), Rui Mário (sanfona), Murilo Rêgo (teclados), Jeca (percussão) e Arlindo Piu-Piu (contrabaixo), responsável pela direção musical do espetáculo.

[release recebido por e-mail]

Clube do Choro Recebe: palco de novidades

16 março 2010

Duas estreias no palco do projeto: o Regional Não Chora Que Eu Choro e a cantora Dicy Rocha em encontro musical inédito.

Dicy Rocha mostrará que também é do choro. E do samba.

Cantora mais afeita ao universo reggae, gênero com o qual tem vencido diversos festivais, a cantora Dicy Rocha (foto) é a convidada da 109ª. edição do Clube do Choro Recebe – a 3ª. em 2010 –, sábado, 20, às 19h30min, na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), na Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar). Os ingressos custam apenas R$ 10,00.

Maranhense de Coroatá, Dicy Rocha cresceu em Imperatriz. Lá iniciou sua carreira musical como integrante do trio Flor de Cactus, ao lado de Jovanilde Rocha e Helyne Jully. Ainda na região sul do Maranhão foi eleita melhor intérprete no Festival Caneleiros de Música da Terra. Já em São Luís obteve os primeiros lugares no 11º. UniReggae e no III Festival João do Vale de Música Popular, ambos em 2008.

Dicy Rocha já participou de shows de artistas como Carlinhos Veloz, Chiquinho França, Erasmo Dibell, Lena Garcia e Wilson Zara, além do projeto São Luís canta Chico Maranhão, Carcará e Canta Cidade, em homenagem à capital do Estado. Entre suas influências, ela destaca Bob Marley, Gilberto Gil, Djavan, Joyce, Cesária Évora, João Nogueira, João do Vale e Milton Nascimento, entre outros.

Para acompanhar a cantora, foi escalado um regional de primeiríssima linha: o Não Chora Que Eu Choro. O grupo é formado por Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Lazico (percussão) e Raimundo Luiz (bandolim).

“Uma das principais propostas do Clube do Choro Recebe é justamente essa troca, esse intercâmbio. É dessa mistura que saem as boas novidades de nossa música. Provocar esse diálogo sempre foi um propósito nosso e temos conseguido”, afirma Ricarte Almeida Santos, radialista, produtor e apresentador do projeto, comentando seu sucesso. Os saraus no novo palco do Clube do Choro Recebe, a APCEF, tem sido bastante concorridos.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 109ª. edição – 3ª. em 2010.
Quem: o regional Não Chora Que Eu Choro recebe a cantora Dicy Rocha.
Quando: dia 20 de março (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria.

Urubu Malandro e o ar da graça de Patativa

9 março 2010

Presença alegre de Patativa levará, com o Urubu Malandro, choro, samba e bom humor ao Clube do Choro Recebe.

A primeira edição do Clube do Choro Recebe em 2010, acontecida sábado passado (6), mostrou que o projeto já está consolidado na vida boêmio-cultural da capital maranhense. Com diversas outras atrações espalhadas pela cidade, o público, fiel, lotou o espaço da Associação do Pessoal da Caixa (Calhau), que volta a ser o palco do Clube do Choro do Maranhão. O cantor e compositor Carlinhos Veloz brindou os presentes com um belíssimo show, com o repertório variando entre temas de samba e choro, além de canções de sua autoria. Entre as canjas, destaques para Osmar do Trombone, Léo Capiba, Luiz Cláudio e Luiz Jr. (Duo Sound), Augusto Pellegrini, João Neto e Isaac Barros.

“Esse retorno superou todas as expectativas. Ainda temos que trabalhar em alguns ajustes, para receber ainda melhor o público, que esperamos manter, em número e qualidade”, afirma Ricarte Almeida Santos, radialista, produtor e apresentador do projeto.

Carnaval, samba, alegria e irreverência são sinônimos de Patativa

Para a segunda edição do projeto em 2010 – já são 108 no total – o brilho da presença da madre-divina dama Patativa, compositora que aos mais de 70 anos, começa a ter o merecido reconhecimento do público. Ainda que lentamente. Recentemente, ela teve sua Colher de chá gravada por Lena Machado em Samba de Minha Aldeia, seu segundo disco, recém-lançado. Colher de chá é certamente seu segundo samba mais conhecido, cantado por quantos frequentem rodas de choro e samba pela Madre Deus e arredores ou no palco do Clube do Choro Recebe. A peça mais famosa da lavra de Patativa tem título impublicável, mas a plateia certamente irá ouvi-la nesta segunda apresentação que a compositora faz no projeto – a primeira foi em sua 62ª. edição, em dezembro de 2008.

Reverenciada por nomes como Cesar Teixeira, Rita Ribeiro – que em dueto cantaram Colher de chá em concorridas apresentações no projeto Brasil de Todos os Sambas, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, em 2004 – e Jorge Aragão – que no disco de estreia de Serrinha e Cia. cantava “Patativa vem sambar, oh, na palma da mão”, no samba Uns e Alguns, de que participa – Patativa será acompanhada pelo grupo Urubu Malandro, que segura a peteca de sua jocosidade.

Também é divertidíssima essa turma que acompanhará Patativa em seus sambas e marchas, em grande parte com letras engraçadíssimas onde não falta duplo sentido, com inteligência: Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Osmar do Trombone. São os mesmos chorões que já acompanharam a compositora em sua primeira aparição no palco do Clube do Choro Recebe.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís e Rádio Universidade FM e parceria da Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 108ª. edição – 2ª. em 2010.
Quem: o grupo Urubu Malandro recebe a compositora Patativa.
Quando: dia 13 de março (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís e Rádio Universidade FM.
Parceria: Solar Consultoria.

A volta do Clube do Choro Recebe

1 março 2010

Com o projeto, Clube do Choro do Maranhão retorna à Associação do Pessoal da Caixa, seu primeiro palco.

“A pausa nas atividades foi mais longa que o esperado. Mas agora estamos voltando, em grande estilo, ao palco onde tudo começou”. Assim o radialista e produtor cultural Ricarte Almeida Santos anuncia o retorno do projeto Clube do Choro Recebe, cuja última edição foi realizada em dezembro passado, com a presença de Ignez Perdigão, instrumentista maranhense há tempos radicada no Rio de Janeiro.

Na ocasião, a integrante do grupo Choro na Feira foi recebida pelos bambas do Regional Tira-Teima, mais antigo grupamento de choro maranhense em atividade, que reinaugura, por assim dizer, o Clube do Choro Recebe, agora em novo endereço: a Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau.

Francisco Solano (violão sete cordas), Paulo Trabulsi (cavaquinho), Serra de Almeida (flauta) e Zé Carlos (percussão), entre inúmeros outros clássicos do choro brasileiro, certamente executarão O bom filho à casa torna, de Bonfiglio de Oliveira, em alusão ao retorno do Clube do Choro ao seu palco inaugural – a fundação do Clube remonta ao início da década e a APCEF sediava os saraus.

Carlinhos Veloz ladeado pelos bambas do Tira-Teima em edição anterior do Clube do Choro Recebe. Foto: Ivo Segura

O convidado da reabertura é Carlinhos Veloz, cujo entrosamento com os  músicos do Tira-Teima é notável, seja em apresentações anteriores no Clube do Choro Recebe, seja pela participação de Paulo Trabulsi (violão) em seu disco de estreia, Ilha bela (1990), na faixa Imperador Tocantins (Carlinhos Veloz).

Carlinhos Veloz “formou”-se musicalmente às margens do homenageado rio Tocantins, em Imperatriz, onde conviveu com artistas como Erasmo Dibell, de quem gravou Viagem de novembro, até hoje um de seus maiores hits. “Há coisas que o público sempre pede e não podemos nos furtar de tocar. Mesmo no Clube do Choro a gente toca canções como Ilha bela, Viagem de novembro e outras. Mas a base do repertório de sábado é de sambas e choros escolhidos com carinho. A gente não conta mais para não estragar a surpresa”, conta e não conta Veloz.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís e Rádio Universidade FM e parceria da Solar Consultoria.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 107ª. edição – 1ª. em 2010.
Quem: o Regional Tira-Teima recebe o cantor e compositor Carlinhos Veloz.
Quando: dia 6 de março (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural: TVN São Luís e Rádio Universidade FM.
Parceria: Solar Consultoria.

A MPB de Gildomar Marinho

19 janeiro 2010

Cantor e compositor se apresenta nesta quinta-feira, 21, no Restaurante Cantinho da Estrela. Entre repertório autoral e clássicos da MPB, show terá a participação especial da cantora Lena Machado.

Gildomar Marinho passeará por clássicos da música popular e repertório autoral

Atualmente residindo em Fortaleza/CE, o cantor e compositor Gildomar Marinho, de passagem por São Luís, se apresenta nesta quinta-feira, 21, às 19h30min, no Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio).

Gildomar Marinho lançou, ano passado, Olho de Boi, seu disco de estreia, com shows em Imperatriz e São Luís. O repertório, completamente autoral, faz um apanhado de mais de vinte anos de produção musical, até então restrita a um círculo de amigos e colegas de trabalho: o artista é bancário.

“Os amigos sempre insistiram para que eu gravasse um disco e pudesse registrar canções que entre eles já tinham algum sucesso. Diziam que às vezes sentiam vontade de ouvir e eu não estava por perto para tocá-las ao violão”, conta Gildomar. “Apresentamos projeto ao Banco do Nordeste, dentro do programa Cultura da Gente, que valoriza o fazer artístico da prata da casa, e tivemos a felicidade de ter o trabalho selecionado”, explica, sobre a realização de Olho de Boi, ele que já está com projeto aprovado para um segundo trabalho, a ser lançado provavelmente ainda em 2010.

Os repertórios do disco de estreia e do provisoriamente intitulado Pedra de Cantaria serão apresentados ao público do Cantinho da Estrela, além de clássicos da MPB. “Tocaremos músicas nossas, mas será uma apresentação de voz e violão, esquema barzinho mesmo. A ideia é reunir amigos e interessados em música brasileira em geral”, afirma. A cantora Lena Machado – que recentemente gravou dele o blues Gracejo, em seu segundo disco, Samba de Minha Aldeia – fará participação especial na apresentação.

Sobre Gildomar – Natural de Santa Inês, Gildomar Marinho mudou-se ainda criança para Imperatriz/MA, onde ingressou no Banco do Nordeste. Dali foi transferido para Fortaleza/CE, onde passou a década de 90 inteira. Lá tocou na noite e teve seu próprio bar, o universitário Pertinho do Céu, além de ter se formado no curso de Licenciatura em Música, pela Universidade Estadual do Ceará. De lá regressou à São Luís, onde ficou até meados do ano passado.

Seu segundo disco deverá ser gravado na capital cearense e contará, entre outros, com participações especiais de Carlinhos Veloz e Erasmo Dibell, com quem o artista conviveu musicalmente às margens do Rio Tocantins, quando ainda morava em Imperatriz, e da cantora Lena Machado.

SERVIÇO

O quê/quem: show musical com o cantor e compositor Gildomar Marinho. Participação especial: Lena Machado.
Onde: Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio).
Quando: quinta-feira, 21, às 19h30min.
Quanto: R$ 5,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: (98) 8724-2940.