Archive for the ‘show’ Category

Rosa Secular, pediram bis

5 janeiro 2012

Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho reapresentam espetáculo em que prestam tributo a grandes nomes da música brasileira

 

Tudo começou em um lance do acaso: era um sábado a data em que Noel Rosa, o poeta da Vila, completaria 100 anos, se vivo fosse, em 11  de dezembro de 2010. Artista fundamental ainda hoje, passados quase 75 de sua morte, e de inegável influência sobre as obras de Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, o autor de Último desejo recebeu um belíssimo tributo na ocasião, sucesso de público e crítica.

A lotação do Daquele Jeito esgotou-se e houve quem voltasse da porta. O jeito foi repetir o show no janeiro seguinte, mantendo a mesma escalação, que “em time que está ganhando não se mexe”: os três mais Cesar Teixeira, além das participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. Não deu outra: o sucesso repetiu-se.

Em dezembro passado, somaram a Noel Rosa homenagens a gigantes da canção brasileira: além dele, Assis Valente, Ataulfo Alves, Cartola, Mário Lago e Nelson Cavaquinho, todos já com 100 ou mais anos completos, vivos na memória de apreciadores de boa música. E também a saudosos maranhenses, “eternos”, como preferem os anfitriões: Antonio Vieira, Cristóvão Alô Brasil, Dilu Mello, João Carlos Nazaré e Lopes Bogéa.

“Este bis é nossa forma também de comemorar o Prêmio Universidade FM com que fomos agraciados em dezembro passado. Esta honraria não é só nossa, dos artistas que subimos ao palco, mas de todos os envolvidos, músicos, produtores, uma equipe grande, cada apoiador e principalmente do público que tem nos prestigiado e aos grandes mestres a que homenageamos”, afirma Joãozinho Ribeiro.

Em relação ao show de dezembro passado, pequenas modificações. “Muita gente que foi em dezembro, vai novamente. Por isso a gente mexe um pouco no repertório, para que as pessoas não saíam de casa para ver e ouvir mera reprise”, afirma Josias Sobrinho, autor de Terra de Noel, música em que explicita a influência do autor de Feitiço da Vila.

“Além de todos os homenageados, também cantaremos músicas nossas”, antecipa Chico Saldanha, que interpreta, além de uma música autoral, canções de Assis Valente, Cristóvão Alô Brasil e Noel Rosa durante o show.

Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho e seus convidados – Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro – serão acompanhados por um Regional formado por Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), Fleming (bateria), João Neto (flauta), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco (cavaquinho), Mauro Travincas (contrabaixo), Osmar do Trombone (trombone) e Vandico (percussão). A noite será encerrada com um baile de gafieira. “Antecipando o carnaval”, como cantaria Jorge Ben.

O show Rosa Secular, pediram bis acontece dia 14 de janeiro (sábado), às 22h, no Bar Daquele Jeito (Vinhais). Os ingressos custam R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

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Rosa Secular II

1 dezembro 2011

Outros 400 encerra temporada em grande estilo

17 novembro 2011

Joãozinho Ribeiro encerra temporada anunciando novidades para o fim do ano e para 2012

Após oito apresentações, nesta sexta-feira (18), o palco do Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande) recebe a última edição da temporada 2011 de São Luís – Outros 400, show apresentado pelo compositor Joãozinho Ribeiro acompanhado do Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). No hall do Novo Armazém, exposição do artista plástico Marconi Lima.

Por ocasião do encerramento, Joãozinho Ribeiro terá como convidados o cantor Chico Nô e as cantoras Bruna Serra e Sheila Castro. Para quem procura diversão, a festa promete ir até tarde. “Realizamos oito apresentações às quintas-feiras, desde julho. Desta  vez mudamos para a sexta, que é um dia que pede uma esticada, após a semana cansativa de trabalho”, convida o anfitrião.

A “esticada” a que ele se refere está garantida: além das atrações já anunciadas, os grupos instrumentais SL Tubones e o Trio Bumba Jazz, formado por Luiz Jr. (violão sete cordas), Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho) e Rui Mário (sanfona), além dos cantores Léo Capiba e Léo Spirro animarão um grande baile de gafieira, acompanhados do Regional Sururu no Galinheiro – o Regional 400 acrescido de um naipe de sopros e de Juca do Cavaco, empunhando o instrumento que lhe dá nome artístico.

Joãozinho Ribeiro promete para 2012 a gravação de seu primeiro disco, após tanto ter sido gravado pelos mais diversos intérpretes do Maranhão. “A ideia da temporada Outros 400 era me desenferrujar, retomar contato com o público. Agradeço ao amigo e parceiro Zeca Baleiro pela dica, foi uma experiência incrível. Ano que vem devemos voltar ao palco e no segundo semestre lançar um cd recheado de participações superespeciais”, promete.

Ainda em 2011, encerrando seu ano musical, Joãozinho Ribeiro ainda volta ao palco. Dia 10 de dezembro, aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ele divide com Chico Saldanha e Josias Sobrinho o show Rosas seculares, em que repetirão o feito de ano passado, quando, com Cesar Teixeira, homenagearam o compositor Noel Rosa por seu centenário de nascimento. Para este ano surpresas: “Homenagearemos Noel e outros compositores seculares, como Assis Valente, Cartola, Mário Lago e Nelson Cavaquinho, além de importantes nomes da música do Maranhão, que infelizmente não chegaram aos 100 anos: Antonio Vieira, Cristóvão Alô Brasil e Lopes Bogéa”, anuncia.

Serviço

O quê: encerramento da temporada São Luís – Outros 400.
Quem: O compositor Joãozinho Ribeiro, acompanhado do Regional 400, com participações especiais de Bruna Serra, Chico Nô e Sheila Castro, além dos grupos instrumentais SL Tubones e Trio Bumba Jazz. Grande Baile de Gafieira com Léo Capiba, Léo Spirro e Regional Sururu no Galinheiro. Exposição do artista plástico Marconi Lima.
Quando: dia 18 (sexta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00.

Nosly lança Parador com show no TAA

25 outubro 2011

 
Parador, terceiro disco do cantor, compositor e violonista maranhense Nosly e o primeiro com foco mais direto no público brasileiro tem finalmente seu show de lançamento em São Luís. O músico se apresenta neste sábado (29), no Teatro Arthur Azevedo, acompanhado de Victor Bertrami na bateria, Ney Conceição no baixo e Kiko Continentino no piano. A formação enxuta ganha o reforço extra do guitarrista Toninho Horta.

Parador é um namoro escancarado com o pop. Tudo nele, da embalagem aos arranjos é um afago aos ouvidos volúveis destes tempos rápidos e rasteiros. Só que Nosly, cidadão do mundo da música, acumulou bagagem pesada nas tantas horas de voo de sua considerável trajetória internacional, e não foi fácil reduzi-la ao essencial. O resultado traz ganhos evidentes para o universo pop.

O caso de Nosly é singular, apesar dos muitos pontos de convergência com tantos nomes surgidos ou de carreiras consolidadas na última década, que vitaminaram a canção brasileira com fartas doses de lirismo e poesia, a exemplo do parceiro de início de jornada, Zeca Baleiro, mas também Chico César, Otto, Lenine, Rita Ribeiro, Vander Lee  e tantos outros.

Violonista de amplos recursos e melodista idem, Nosly viu seu caminho pender naturalmente para o lado instrumental, e só aos poucos foi se revelando intérprete de igual solidez. Em Parador, ele encontrou seu ponto de fusão. O disco transborda esse contentamento, de quem trabalhou duro para sentir-se à vontade em um ambiente relativamente novo.

A canção que dá nome ao disco, composta com Gerude e Luís Lobo, é exemplar nesse sentido. Estilosa e grudenta no melhor sentido, traz uma alegria contida em seus acordes menores, mas exaltada na linha vertiginosa do baixo fankeado, de resultado irresistível. Graças a esses atributos, a canção começa a despontar como hit nos dials locais.

Uma lista de preferências poderia prosseguir em ordem aleatória com Aquela Estrela. A canção que abre o CD pode até agradar geral, mas pode ser melhor apreciada por quem estava saindo da adolescência nos anos 80 em São Luís, tempos de desafogo, em que a música local também queria novos cheiros e cores. Nosly viveu esse momento, e a releitura tem sabor de tributo merecido.

Impossível não destacar Oh baby perdoe, historinha romântico-proletária capaz de derreter corações radiofônicos com sua orquestração acústica e teclado baladeiro, bem como Versos perdidos, regravação de sua parceria com Baleiro e Fausto Nilo, sucesso de Baladas do Asfalto. Nosly sai dignamente da inevitável comparação.

O contrabaixo do rastaman maranhense Gérson da Conceição por si só justificaria a presença da versão do sucesso do Toto, I’ll be over you, no disco, mas o fato é que a versão ficou bem bacana e pra cima.

Importante destacar, por se tratar de um artista à primeira vista mais associado à construção melódica, a preocupação de Nosly – e não somente neste disco – em privilegiar o texto, procurando a companhia de artífices da palavra (cantada ou não) e poetas da canção. Em Parador, a lista é longa: Zeca Baleiro, Fausto Nilo, Chico César, Fernando Abreu, Sérgio Natureza e Olga Savary.

Apesar de Doer, parceria com Vanessa Baumagny, e Aldeia, que Nosly divide com o poeta Celso Borges e que ganha o reforço de Zeca Baleiro na gravação são os dois momentos mais sublimes do disco. Sublimidade que às vezes só a melancolia pode atingir e que reforça um possível conceito a respeito deste disco: pop sim, descartável jamais.

Serviço

O quê: Parador – show delançamento do CD
Quando: 29 de outubro (quinta-feira)
Onde: TAA
Horário: 21h
Valor do Ingresso: R$ 30,00

24 outubro 2011

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Saiba, rapaz, das coisas que acredito

17 outubro 2011

Anna Cláudia, Beto Scansette e Josias Sobrinho são os convidados de Joãozinho Ribeiro em mais um show da temporada São Luís – Outros 400.

Acompanhado do Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete), Joãozinho Ribeiro (foto) volta ao palco do Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande), para mais uma apresentação da temporada de São Luís – Outros 400, show que vem apresentando, sempre com convidados diferentes a cada edição, quinzenalmente desde julho passado.

Nesta quinta-feira (20), às 21h, Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Anna Cláudia, o compositor Josias Sobrinho e o poeta Beto Scansette.

O terceiro é responsável pelo primeiro momento da noite: a partir das 21h, no Armazém, antes da música entrar em cena, é a poesia quem domina o palco.

Em seguida, é a vez do encontro de velhos parceiros. Anna Cláudia, paraense radicada em São Luís, em seu até aqui único disco gravado, registrou Coisas que acredito, música cara a seu autor, o compositor Joãozinho Ribeiro. “É uma música sobre nosso direito de lutar pelas coisas e causas em que acreditamos”, diz, sobre a obra, mais atual que nunca.

Josias Sobrinho também já gravou Joãozinho Ribeiro: o choro Saiba, rapaz, no disco Nosso neném. “Para mim é uma honra, pois Josias também é compositor, de muita qualidade, e em geral só grava repertório autoral. Saiba, rapaz foi uma exceção em sua carreira”, conta o autor.

Anna Cláudia e Josias Sobrinho são dois nomes confirmados entre as participações especiais que constarão da estreia em disco de Joãozinho Ribeiro, cujo lançamento está previsto para 2012, ano em que ele deve entrar em estúdio para realizar seu primeiro registro fonográfico.

Para Joãozinho Ribeiro, “a temporada Outros 400 é uma forma de a gente desenferrujar, de tirar a poeira do baú, de testar repertório. É um pedaço importante de um projeto maior”, anuncia.

Serviço

O quê: São Luís – Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional 400. Participações especiais da cantora Anna Cláudia, do poeta Beto Scansette e do compositor Josias Sobrinho.
Quando: dia 20 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00.

Outros 400: qual será sua programação nesta quinta-feira?

16 outubro 2011

OUTROS 400 – Na sétima edição da temporada, o compositor Joãozinho Ribeiro terá como convidados Anna Cláudia, Josias Sobrinho e o poeta Beto Scansette. O Regional 400, que os acompanhará, é formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical) Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). Ingressos: R$ 10,00. No Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande). Dia 20 (quinta-feira), às 21h.

Outros 400 homenageará Cartola

30 setembro 2011

Léo Spirro lança cd com repertório dedicado ao mestre de Mangueira em show. Outros convidados são a cantora Milla Camões e o poeta Herberth de Jesus Santos, que autografará seis livros de sua autoria

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O Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande) será palco de mais um show da temporada Outros 400, capitaneada pelo compositor Joãozinho Ribeiro, que se apresenta acompanhado do Regional 400, formado pelos músicos Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

Na sexta edição da série, Joãozinho Ribeiro terá como convidados especiais os cantores Léo Spirro e Milla Camões. Participa ainda da noite o jornalista e poeta Herberth de Jesus Santos, que lançará alguns títulos de sua autoria, entre poesia e prosa.

Betinho – como o autor é conhecido entre os amigos – autografará aos interessados seis títulos de sua lavra: Antes que Derramem a Lua Cheia (crônicas), São Luís em PreAmar: Ainda Assim, há um Azul! (poesia), Peru na Missa do Galo (contos de Natal), A Segunda Chance de Eurides (novela), Serventia e os Outros da Patota (contos) e Ofício de São Luís: Bernardo Coelho de Almeida (Coração em Verso e Prosa).

Milla Camões, que prepara disco de estreia com direção musical de Celson Mendes, o “maestro” de Outros 400, participará com repertório que inclui samba, choro, jazz e bossa nova.

Cartola – A noite reverenciará o gênio de Mangueira, Angenor de Oliveira, o Cartola. O sambista será lembrado por ocasião do lançamento do disco de estreia de Léo Spirro: A canção de Cartola na voz de Léo Spirro, que tem direção musical de Arlindo Pipiu.

O cantor setentão será acompanhado pelo Regional Passeio Serenata: Arlindo Pipiu (violão sete cordas e direção musical), Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho), Chico Chinês (tantã) e Zé Carlos (pandeiro). No repertório, clássicos de Cartola, entre outros Alvorada, Cordas de aço, As rosas não falam e Autonomia, entre outros.

Com o passeio de tantos talentos, esta edição de Outros 400 certamente vai se transformar em uma grande jam – para ninguém botar defeito.

Serviço

O quê: Outros 400 – 6ª. edição.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro, Regional 400 e convidados: o poeta e jornalista Herberth de Jesus Santos, os cantores Milla Camões e Léo Spirro e o Regional Passeio Serenata.
Quando: quinta-feira (6/10), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00.

Música e poesia em Outros 400

17 setembro 2011

Pocket show A palavra voando, de Celso Borges e Beto Ehongue, integra o programa da quinta edição da temporada musical de Joãozinho Ribeiro. Compositor terá como convidados Chico Saldanha e Lenita Pinheiro, além da participação do Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt

“O nosso amor/ virou pedaço de linha puída/ meu peito é frágil carvão de varinha/ no fundo de um cofo querendo quebrar”. Versos de um clássico da música popular produzida no Maranhão, Linha puída, de Chico Saldanha, música que certamente será lembrada na quinta edição de Outros 400 em que o compositor reencontra, no palco, Lenita Pinheiro, cantora com quem divide a regravação desta música em seu mais recente disco, Emaranhado (2007).

Chico Saldanha e Lenita Pinheiro são os convidados de Joãozinho Ribeiro, que retorna aos palcos, após breve interrupção na temporada. Eles serão acompanhados pelo Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

A noite contará com a abertura do Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt, garantindo animada recepção aos presentes.

A palavra voando – Outro destaque da noite é o pocket show A palavra voando, em que o poeta Celso Borges e o dj Beto Ehongue dissecam letras do cancioneiro popular brasileiro, transformando-os em poemas, ditos pelo primeiro sobre trilhas criadas pelo segundo. O show já foi apresentado nos Centros Culturais Banco do Nordeste, em Fortaleza, Juazeiro (CE) e Sousa (PB), e no Cine Ímpar (em São Luís).

 

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro. Participações especiais: Chico Saldanha e Lenita Pinheiro. Abertura: Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt e pocket show A palavra voando, com Celso Borges e Beto Ehongue.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, 401, Praia Grande).
Quando: dia 22 (quinta-feira), às 21h.
Quanto: R$ 10,00.

23 agosto 2011

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Detalhes aqui.

Outros 400: música, cinema, brindes e mais

23 agosto 2011

Gildomar Marinho e Rosa Reis são os convidados especiais da quarta edição de Outros 400.

Em mais uma edição da temporada Outros 400 o compositor Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Rosa Reis e o compositor e violonista Gildomar Marinho. Ela, uma das artistas que mais tem gravado Joãozinho desde sempre, a exemplo de músicas como Estrela e Flores, que certamente integrarão o repertório da noite; ele, com dois discos recém-lançados – Olho de Boi (2009) e Pedra de Cantaria (2010) – e mais de 20 anos de dedicação à música virá de Fortaleza/CE, onde reside, especialmente para participar da série.

Joãozinho Ribeiro e seus convidados serão acompanhados pelo Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). A noite contará ainda com o Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt e com exibição de curtas-metragens.

Ao longo dos shows de Outros 400 – este é o quarto que será apresentado – Joãozinho Ribeiro tem ido além da faceta de sambista e chorão com que ficou conhecido no meio artístico. Seu repertório tem incluído reggae, blues, toadas e marchinhas, entre outros gêneros, além de samba e choro.

“Muita gente pensa que eu sou compositor de samba e choro, apenas, por conta de projetos como o Samba da Minha Terra e a homenagem a Noel Rosa que fizemos no fim do ano passado e começo deste, ao lado de Chico Saldanha, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho. Muita gente nem sabe que eu sou compositor, uns me vendo como funcionário público, outros como professor universitário, outros ainda como gestor público. Essa temporada tem sido uma oportunidade de reencontrar e encontrar este público, de me mostrar musicalmente por inteiro, sempre dialogando com parceiros e provocando o diálogo da música com outras linguagens”, explica Joãozinho Ribeiro.

“Joãozinho Ribeiro é, sem dúvidas, um dos nomes mais importantes da cena cultural do Maranhão, pelo que faz enquanto artista, gestor, militante e cidadão ou tudo isso ao mesmo tempo. É um cara que agrega. Para mim é um prazer enorme ser um desses outros 400, desses milhões de uns que têm colaborado para o sucesso de mais essa empreitada coletiva capitaneada por esta valorosa figura”, afirma Gildomar Marinho, evocando um dos clássicos do repertório do anfitrião.

Outros 400 acontece quinzenalmente às quintas-feiras no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande). Nesta quinta-feira (25), a partir das 21h: os cinco primeiros pagantes levam um chopp gratuito, cortesia da casa. Haverá sorteio de camisas, CDs dos artistas convidados e livros de autores maranhenses para os presentes. Os ingressos custam apenas R$ 10,00.

4º. Festival de Férias do Rio Una agita Morros este fim de semana

10 agosto 2011

Fest Una terá como palcos o povoado Una dos Moraes e a praça São Bernardo

O Festival de Férias do Rio Una, mais conhecido como Fest Una, teve sua primeira edição em julho de 2008, no povoado Una dos Moraes, em Morros, distante 90 km da capital São Luís do Maranhão. A ideia surgiu a partir da percepção de um grupo de moradores daquela comunidade, preocupados com a falta de programação cultural fora dos períodos carnavalesco e junino. A cidade apresentava – e continua – grandes atrativos naturais (rio, lagoas, cachoeiras e trilhas) e culturais (danças, artesanato, culinária, frutos exóticos, festejos religiosos etc.) e um número significativo de jovens artistas – rappers, poetas, escritores e músicos, cujo trabalho era desconhecido no município e na região.

O Fest Una é um acontecimento cultural estratégico que articula e mobiliza as áreas da cultura, meio ambiente e turismo, com vistas a contribuir para o desenvolvimento sustentável do município de Morros e da região do Munim, fortalecendo e difundindo a produção cultural local, dando visibilidade a seus artistas, possibilitando o acesso da população a diversos bens culturais, estimulando a criação de um mercado regional de bens e serviços oriundos das chamadas novas economias, através da ampliação do número de visitantes para a região.

Em sua quarta edição, o Fest Una é organizado pelo movimento Una Cultura, formado por artistas, gestores municipais e lideranças comunitárias. Este ano acontecerá em dois locais: dia 12, na Praça São Bernardo, sede do município, e 13 e 14 no Povoado Una dos Moraes.

Confira a seguir a programação completa.

Sexta-feira, 12
Praça São Bernardo: 9h às 20h: Feira de Artesanato e Culinária | 17h: Oficina de Danças Populares | 18h: Teatro: A Saga de Casimiro Côco | 20h30min: Dança Portuguesa | 21h: Lançamento do livro Morros: História e Memória de um Povo, de Rogério Rocha | 21h30min: Show com Rosa Reis, Josias Sobrinho e Gigi Moreira. Participação especial de Gersan Fernandes | 23h: Jornada de São Gonçalo.

Sábado, 13
Sítio Rosa do Una, Sítio de Arlete e Arena Nelson Brito (Povoado Una dos Morais): 9h às 17h: Ação Saúde (verificação de pressão arterial, cuidados com a higiene bucal e atendimento básico) | 9h: Brechó | 9h: Oficina de material reciclado | 16h: Animação para criançada | 17h: Oficina de Ritmos e Tambores Maranhenses | 18h: Teatro: Cabra Marcado para Morrer | 19h: Cine Laborarte.

Sítio de Dona Filomena (Povoado Una dos Moraes): 20h: Tambor de Crioula de Mato Grosso e Laborarte | 21h: Maratuque Upaon Açu | 22h: Sarau com Rosa Reis e Roda de Cacuriá, Josias Sobrinho e Gigi Moreira | 23h: Seu Zé do Centro Grande e os Canários do Munim.

Domingo, 14
Sítio do Chico (antigo Porto da Feira, Povoado Una dos Morais): 10h às 15h: Roda de Samba com Canhoteiro de Icatu, Zico do Centro Grande e convidados, seguida de ação de limpeza do Rio Una, com cortejo  em canoas | 16h: Torneio de futebol feminino.

Produção: Rosa Reis e Natan Máximo | Apoio: Laborarte, Fogo de Mão e Prefeitura de Municipal de Morros | Patrocínio: Funarte, Ministério da Cultura.

Na Toca do Choro: música para emocionar pais e filhos

10 agosto 2011

Antecipe o Dia dos Pais ouvindo boa música no happy hour de sexta, o melhor da Ilha

Quando crianças e/ou adolescentes nossa rebeldia sem causa parece nos querer fazer cantar – embora naquela idade ainda não gostássemos de Chico Buarque, mais ocupados com Xuxas, Bozos, Elianas e quetais – o “pai, afasta de mim esse cálice, pai”, o cálice em geral amargo dos gostos musicais de nossos pais.

Seu pai e sua mãe adoravam comprar vinis de, entre outros, Nelson Gonçalves, Elis Regina, Adoniran Barbosa e Saraiva – mesmo que fosse aquele com temas natalinos – e você detestava as longas sessões de audição, fossem os discos novidades ou já quase furados de tanto a agulha lhes passear.

O tempo passou, você cresceu. Menina, passou a usar batom e sutiã, como a mãe. Menino, passou a se barbear como o pai. E hoje em dia se pega assobiando as músicas “chatas” da infância, com saudades dela – a infância –, quando as preocupações eram, no máximo, tirar boas notas na escola e conseguir aquele cromo raro para um álbum de figurinhas.

Domingo é Dia dos Pais, embora dele você lembre todos os dias: um telefonema, um abraço, um e-mail ou, para pais mais moderninhos, um recado no facebook. Uma boa pedida é assobiarem e cantarolarem juntos os choros de Pixinguinha, as valsas de Ernesto Nazareth, as bossas de Tom e Vinicius, aquele samba de Chico Buarque cuja letra você pode até não saber ou lembrar inteira, mas que lembra com saudades, músicas com cheiro e frescor de infância, discos que certamente enchiam as prateleiras de seu pai e que você já baixou na internet só para avivar a lembrança dele na memória.

Em homenagem ao Dia dos Pais, o Regional Azeite Brasil relembrará emocionantes clássicos da música brasileira em versões instrumentais. João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Sabujá (percussão) prometem belos momentos à plateia presente. Se você e seu pai gostam de empadas, melhor ainda. Aliás, quem não gosta das deliciosas e artesanais iguarias da Toca da Empada? Melhor que empadas, boa música e cerveja gelada só mesmo a companhia de seu bom e admirado pai, não é mesmo?

Pois arraste este Noel que te presenteia não só no Natal e garanta diversão para a família inteira. A Toca da Empada fica no Edifício Executive Center (Rua Queopes, Renascença II, ao lado da Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais). O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Sabujá (percussão).
Quando: sexta-feira (12 de agosto), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Redação: Zema Ribeiro.

Outros 400: um grande encontro

7 agosto 2011

Joãozinho Ribeiro recebe parceiro e intérprete em mais uma edição da série

Quase um repeteco do Baile do Parangolé, a lendária festa que celebrou os 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em fevereiro passado. Apenas duas diferenças: a ausência da cantora Rosa Reis, que participará de outra edição da série, e o repertório, que não será exclusivamente carnavalesco.

“Mas é claro que traremos alguma coisa de carnaval, além da alegria que a gente tem em realizar este encontro”. É o que diz o compositor Joãozinho Ribeiro (foto), às vésperas de subir ao palco para mais um show da temporada Outros 400, que vem realizando quinzenalmente às quintas-feiras no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande), sempre a partir das 21h.

É que neste terceiro espetáculo, os convidados do autor de Erva Santa serão o compositor Cesar Teixeira e a cantora Lena Machado. Ele, seu parceiro, entre outras, em Samba do Capiroto, música bem humorada que cantaram juntos em Bandeira de Aço, show recentemente apresentado pelo primeiro, sucesso de público e crítica; ela, intérprete de ambos, já tendo gravado músicas como Oração Latina, Flanelinha de Avião e Botequim, de Teixeira, e Milhões de Uns e Tempo Mau, de Ribeiro, em seus dois discos, Canção de Vida (2006) e Samba de Minha Aldeia (2010).

Joãozinho Ribeiro e seus convidados serão acompanhados pelo Regional 400: Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Jeff Soares (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional Outros 400. Participações especiais: Cesar Teixeira e Lena Machado.
Quando: dia 11 de agosto (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

Na Toca do Choro: para se despedir das férias em grande estilo

28 julho 2011

A formação muda, mas a peteca não cai: o Regional Azeite Brasil traz para você, todas as sextas-feiras, o melhor happy hour de São Luís, a base de choro. João Soeiro (violão), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Wanderson (percussão) passeiam entre Pixinguinhas, Nazarés, Azevedos e Jacobs, entre outros mestres, para garantir sua diversão.

O ambiente agradável da Toca da Empada, a boa conversa com amigos, a cerveja gelada e os deliciosos tira-gostos garantem o cenário perfeito para você se despedir das férias. Se ainda resta o fim de semana inteiro, para a praia e quem sabe outras baladas, comece a despedida temperando-a com Azeite Brasil.

Mas o fim das férias não é motivo nenhum para a tristeza: alegria e descontração nas noites de sexta estão garantidas, mesmo (ou principalmente) em tempos de trabalho duro. Como prenuncia o slogan: “onde se toca empada, também se come choro”. É a mais deliciosa empada da Ilha com a melhor música do Brasil.

A Toca da Empada do Renascença fica no Edifício Executive Center (Rua Queopes, ao lado da Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais). O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00. A apresentação tem início às 19h.

Série “Outros 400” continua nesta quinta (28)

26 julho 2011

Temporada de Joãozinho Ribeiro e convidados continua, no Novo Armazém (Praia Grande).

 

Lançada há duas semanas, a série Outros 400 teve um show inaugural de sucesso: aliás, vários shows, dentro de um mesmo show. Joãozinho Ribeiro (foto) e o Regional 400 receberam 10 convidados especiais durante a primeira noite de apresentações do poeta e compositor – acontecerão até novembro, quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande), sempre às 21h.

Nesta quinta, 28, Joãozinho Ribeiro volta ao palco, acompanhado do Regional 400, formado por Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria) e Miranda Neto (trompete).

O autor de Paisagem feita de tempo terá como convidados especiais Adler São Luís, Célia Maria e João Madson, numa noite que irá do choro ao baião, do reggae ao xote, do samba ao Merengue, este, aliás, título de uma das mais conhecidas músicas do primeiro, seu primo, já gravado pela potiguar Terezinha de Jesus (Couraça), cantora que vem sendo redescoberta, ainda que tardiamente, como rezam as palavras de ordem de outra bandeira.

Célia Maria imortalizou o choro Milhões de uns, que deu a Joãozinho Ribeiro o troféu de melhor compositor maranhense em um Prêmio Universidade FM do início do século – a mais importante premiação da música produzida no Maranhão.

A exemplo da diva, João Madson participou da edição de estreia de Outros 400. Uma de suas interpretações, o xote Kid Jabotão, de sua autoria, que conta a história de um jabuti que come umas pílulas de Viagra e vira… Kid Jabotão, foi um dos grandes momentos – bem humorados – da noite.

Instrumental – Outra atração extra para a segunda noite de Outros 400 é a participação da dupla Hugo Barbosa (trompete) e Nelma Carafunim (saxofone): eles apresentarão, no início do espetáculo, um repertório instrumental de choro. Detalhe: os tarimbados músicos são sobrinhos de Joãozinho Ribeiro.

Ambos participaram do circuito musical Samba da minha terra, com que Joãozinho Ribeiro percorreu 18 bairros de São Luís apresentando sambas e choros autorais, com a participação de inúmeras personalidades da música popular produzida no Maranhão. “Se à época, começando, eles já tocavam muito, imagine agora!”, provoca o tio, que com eles dividiu o palco em fevereiro passado, no Baile do Parangolé, em comemoração aos 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.

“As participações de Madson e Adler também me deixam muito contente. É uma feliz coincidência as estadas deles, que moram em São Paulo, pela Ilha quando do início desta empreitada cultural”, continua Joãozinho Ribeiro. “Vamos fazer mais uma grande festa e ainda muitas outras”, finaliza.

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro. Participações especiais de Adler São Luís, Célia Maria, Hugo Barbosa, João Madson e Nelma Carafunim.
Quando: quinta-feira (28), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).
Maiores informações: facebook.com/outrosquatrocentos, outros400@hotmail.com

Com Joãozinho Ribeiro são “Outros 400”

9 julho 2011

Compositor inicia temporada de apresentações no Novo Armazém. Música, cinema, teatro, artes visuais, literatura e declarações de amor à São Luís irão compor o cardápio artístico da série.

 

O compositor Joãozinho Ribeiro (foto) decidiu voltar aos palcos. Após anos dedicados à gestão cultural, ao ensino superior e ao ofício de funcionário público, o artista resolveu tirar a poeira do baú e mostrar que são regras as exceções – o circuito musical Samba da Minha Terra (2003), o lançamento de seu livro-poema Paisagem Feita de Tempo (2006) e mais recentemente os shows Noel, Rosa secular (2010/2011), em que dividiu o palco com Cesar Teixeira, Chico Saldanha e Josias Sobrinho, e Baile do Parangolé (2011), aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, de que é sócio, em que dividiu o palco com Cesar Teixeira (também sócio), Lena Machado e Rosa Reis.

Na série Outros 400, Joãozinho Ribeiro se cercará de amigos-artistas, irmãos de copo & alma, para brindar São Luís, cidade que tanto ama, com boa música. Um dos compositores mais gravados do Maranhão, ele tem colecionado parceiros e intérpretes desde 1979, ano da histórica greve da meia passagem em que militou e de sua estreia musical, em festivais universitários.

Além da música, outras linguagens artísticas se somarão à aritmética cujo resultado são Outros 400: artes visuais, teatro, literatura e cinema, entre outros. “Trata-se de uma série, que será apresentada quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém. A cada quinta, um convidado ou uma convidada e uma turma de outras expressões ocupando o espaço com o que fazem de melhor”, explica e anuncia Joãozinho Ribeiro.

Cinema – A estreia de Outros 400 acontece dia 14 de julho, às 21h. Uma mostra cinematográfica com curtas-metragens maranhenses, sob curadoria de Frederico Machado, inaugura a noite e a série: Outros 400 será também a festa oficial de abertura do Lume International Film Festival, maior festival de cinema de que a capital maranhense já teve notícia, que acontece em São Luís entre 14 e 23 de julho.

Após a mostra é a vez de Joãozinho Ribeiro encantar a plateia presente, acompanhado do Regional 400 (reza a lenda que o nome do grupo é o resultado da soma das idades de seus integrantes): Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

No repertório, clássicos da lavra de Joãozinho Ribeiro, a exemplo de, entre outras, Milhões de uns, Passamento, Erva santa e Esquina da solidão. Como convidados para a inauguração da série, uma constelação de primeira grandeza, um desfile de craques, uma seleção vitoriosa: a dupla Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões, recentemente vencedores da categoria “Melhor álbum” – Cine Tropical – no Prêmio da Música Brasileira), Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Josias Sobrinho (trio com que apresentou o tributo a Noel Rosa), Anna Cláudia, Betto Pereira, Célia Maria, João Madson, Lena Machado e Lenita Pinheiro.

AniversárioOutros 400 é também uma celebração aos aniversários vindouros de São Luís, que completa 399 anos no próximo 8 de setembro. Datas comemorativas são sempre cheias de celebrações oficiais. A população que quiser dar os parabéns à São Luís pode, dentro dos Outros 400, completar o tradicional “parabéns a você/ nesta data querida/ muitas felicidades/ muitos anos de vida” com seus votos para o futuro de nossa capital.

“Disponibilizaremos cadernos para que sejam deixadas mensagens de próprio punho, registrando de forma simples, mensagens de amor à cidade de São Luís. O resultado disso será levado ao Arquivo Público do Estado para que no futuro nossos anseios sejam lembrados e possamos ver se nossos sonhos para a cidade se realizaram”, explica a produtora cultural Cássia Melo, mentora da ideia.

Serviço

O quê: Estreia da série Outros 400 e lançamentos do I Lume International Film Festival e do projeto Mensagens à São Luís.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro e convidados, o cineasta Frederico Machado e a produtora cultural Cássia Melo.
Quando: dia 14 de julho (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (ingresso individual).

Uma Toca de novidades

7 julho 2011

Petiscos do cardápio da Toca da Empada homenageiam choros de autores maranhenses. Visite e confira!

O que você quer temperar com Azeite Brasil? A Toca da Empada tem novidades para você! Toda sexta tem sarau com o grupo formado por Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Sabujá (percussão). O happy hour ideal: bom papo, boa música, ambiente aconchegante, e é claro, cerveja gelada. Sempre a partir das 19h.

A partir desta sexta (8), algumas novidades no cardápio. Destaque para o Candiru, comida de boteco a base de camarão seco de Tutóia e farinha biriba de Pinheiro: gastronomia e geografia sentimental, um passeio pelo Maranhão em sua mesa, na Toca da Empada.

Candiru – O choro de Zezé Alves e Omar Cutrim gravado pelo Instrumental Pixinguinha em seu disco de estreia batiza o novo petisco da Toca da Empada, em cujo cardápio já constam outros pratos e outros choros, vale a pena conferir!

A Toca da Empada você já sabe: fica ali no Renascença, no Edifício Executive Center, Rua Queóps, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais. O couvert artístico custa apenas R$ 10,00.

Toca da Empada: a grife do choro

30 junho 2011

Saraus do happy hour de sexta-feira já integram o calendário musicultural de São Luís

Já completou dois meses a série Na Toca do Choro, cujas apresentações acontecem sempre às sextas-feiras, na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queops, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumetos Musicais). O Regional Azeite Brasil, cuja formação recentemente mudou, tem dado conta do recado.

Juca do Cavaco, João Neto (flauta), Domingos Santos (violão sete cordas) e Sabujá (percussão) animam a plateia presente passeando por choro, bossa, samba e o que há de melhor na música instrumental brasileira – às vezes, os integrantes chegam até a arriscar um ou outro trecho cantado, para o deleite dos que prestigiam a iniciativa. Show à parte são também as didáticas intervenções de mestre Juca: professor da Escola de Música do Maranhão, ele conhece muito da história de diversas músicas que o grupo toca, em geral engraçadas, além de passagens hilárias das biografias de seus compositores e/ou executantes.

“A formação original do Azeite Brasil mudou, mas a proposta permanece a mesma. A Toca da Empada nos acolheu com muito carinho, criou o ambiente propício para esta animada roda de choro, gênero musical que tem recebido cada vez mais atenção do público, sobretudo do público jovem, o que nos deixa bastante contentes”, afirma o músico João Neto, único remanescente da formação original do Azeite Brasil.

Pixinguinha – A formação que hoje esbanja talento chegou a ser anunciada como Instrumental Pixinguinha. Explica-se: três de seus integrantes são do único regional maranhense de choro a ter um disco gravado – João Neto substitui o professor Zezé da Flauta, responsável por parte de sua formação musical. O aluno, hoje também já considerado um mestre do instrumento, conta: “O Instrumental Pixinguinha continua existindo, mas aqui é outro grupo. Raimundo Luiz [atual diretor da Escola de Música], um personagem importante dessa história, por exemplo, atualmente não está assumindo compromissos para além do grande compromisso que tem de tocar a EMEM. Por isso mudamos a formação mas mantivemos a grife Azeite Brasil”.

Azeite Brasil – Nome que tem tudo a ver com a proposta da casa, caindo-lhe bem mesmo como tempero. Se a boa música e a cerveja gelada são temperos dos dedos de prosa “gastos” pela plateia, o Regional é quem ajusta toda essa engrenagem. “Damos o melhor da gente como músicos paara que a plateia esteja confortável num ambiente agradável, pra que sintam vontade de voltar”, continua João Neto.

“A Toca da Empada se configura como um novo e importante palco para o choro em São Luís, o que por si só já seria louvável. Mas consegue juntar num mesmo espaço um bom atendimento, um cardápio delicioso e sobretudo boa música”, afirma Ricarte Almeida Santos, tido como embaixador do choro no meio musical da capital maranhense, habitué dos saraus da Toca da Empada.

Julho – Se a série Na Toca do Choro não foi interrompida no período junino, ela continuará nas férias. Sexta-feira, 1º. de julho, seu happy hour tem endereço certo: a Toca da Empada do Renascença, com o Regional Azeite Brasil. O sarau começa às 19h. O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (1º. de julho), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro.

E tome choro!

23 junho 2011

 Recheio de empada no recheio do seu feriadão!

Você, que já curtiu a ressaca de mais uma vitória brasileira na Libertadores da América, sendo santista ou não, e que não viajou aproveitando o feriadão, ‘tá de bobeira, sem sair de casa, refém da programação da tevê aberta, ou zanzando sem rumo pela Ilha?

Quer uma boa pedida? Sanduíche de choro na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queops, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

De pães uma quinta feriado e um sábado. No recheio, uma sexta-feira com o melhor do choro, comida gostosa e cerveja gelada. O happy hour Na Toca do Choro começa às 19h e tem como atração o Instrumental Pixinguinha, com o melhor da música instrumental brasileira.

Juca do Cavaco, João Neto (flauta), Domingos Santos (violão sete cordas) e Sabujá (percussão) vão de choro e bossa nova aos ritmos da cultura popular do Maranhão, marcando o período junino no mais novo palco da música instrumental em São Luís.

O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Instrumental Pixinguinha: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (24), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Pixinguinha Na Toca do Choro

16 junho 2011

Choro em pleno São João na Toca da Empada

Duas novidades vão deixar você com ainda mais vontade de prestigiar o sarau Na Toca do Choro, na Toca da Empada do Renascença (Edifício Executive Center, Rua Queóps, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

O Instrumental Pixinguinha assume o palco, diante de compromissos juninos dos integrantes do Azeite Brasil, por assim dizer os titulares da casa. Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta), o ubíquo remanescente do outro grupo, não deixarão a peteca cair: música brasileira instrumental e cantada – Na glória! – com “historietas hilariantes” contadas por mestre Juca para animar as noites de sexta de junho, regadas a comida gostosa e cerveja gelada.

E por falar em cerveja gelada, eis a segunda novidade que a Toca da Empada tem o prazer de lhes apresentar: promoção da casa, Devassa 600 ml por apenas R$ 6,00. É ou não é uma boa pedida, juntar boa música, comida gostosa, bebida idem e(m) ambiente agradável? Sexta-feira o seu happy hour tem endereço certo: Na Toca do Choro na Toca da Empada! O couvert artístico individual custa apenas R$ 10,00.

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Instrumental Pixinguinha: Juca do Cavaco, Domingos Santos (violão sete cordas), Sabujá (percussão) e João Neto (flauta).
Quando: sexta-feira (17), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação:
Zema Ribeiro

O Maranhão cai no choro

8 junho 2011

Saudando a chegada da temporada junina Regional Azeite Brasil incorpora ao choro elementos da cultura popular maranhense.

Toadas e sotaques de bumba meu boi, a malemolência e sensualidade do cacuriá, entre diversos outros ritmos da cultura popular maranhense integram o cardápio musical da Toca da Empada nesta sexta-feira (10). Aos chorões já acostumados com o novo endereço do mais brasileiro de todos os gêneros musicais em São Luís, calma!: o bom e velho choro continua a toda.

“Os festejos juninos chegaram e vamos botar umas pitadas de Maranhão no choro”, anuncia João Neto, flautista do Regional Azeite Brasil, que tem temperado as noites de sexta-feira na Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais). O grupo se completa com João Eudes (violão sete cordas), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho).

Consolidada no cenário musicultural da capital maranhense a produção da série Na Toca do Choro estuda não interrompê-la durante o período junino. O que acha você, que lê esta divulgação, ouve choro e frequenta a animada roda? Dê aí o seu pitaco!

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho).
Quando: sexta-feira (10), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Te entoca na toca!

2 junho 2011

Na Toca do Choro na Toca da Empada. O melhor happy hour de São Luís.

Recorro à memória afetiva, sentimental, dos programas de rádio ouvidos na infância, para lembrar um slogan, jargão, ou algo que o valha, dito por um locutor de programa de reggae. Atualizando-o e trazendo a coisa do ritmo jamaicano ao mais brasileiro dos gêneros musicais, em verdade vos digo: te entoca na toca! Do choro!

Se a toca de que falava – ainda fala? – aquele locutor ainda estiver na ativa, perdoem-me a apropriação indébita. Mas em um mundo onde nada se cria e tudo se transforma – ou se copia? –, permitam-me, aqui, meu control c control v.

A Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença, ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais) é o novo palco do choro na capital maranhense, uma das cidades brasileiras onde o choro tem ganhado mais vigor ao longo dos últimos anos.

O Regional Azeite Brasil, com o talento e o virtuosismo de seus integrantes, tem, a cada sexta-feira, temperado bem o ambiente perfeito para amigos, amigas, casais, pais e filhos, meninos, meninas, bambinos, bambinas, brasileirinhos e brasileirões, enfim, todos e todas que apreciam o gênero imortalizado por nomes como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Ernesto Nazareth.

Compositores e instrumentistas de primeira linha sempre lembrados pelo violão sete cordas de João Eudes, pela flauta de João Neto, pelo pandeiro e outros badulaques percussivos de Wanderson e pelo bandolim e cavaquinho de Wendell Cosme.

Tempere você também a noite de sua sexta-feira: relembrando o locutor das antigas: te entoca Na Toca do Choro, te entoca na Toca da Empada!

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeite Brasil: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (bandolim e cavaquinho).
Quando: sexta-feira (3), às 19h.
Onde: Toca da Empada (Edifício Executive Center, Rua Queóps, Renascença. Ao lado da locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 10,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com
Redação: Zema Ribeiro

Choro volta a ter endereço em São Luís

3 maio 2011

Toca da Empada oferecerá ao público série Na Toca do Choro, às sextas-feiras.

Apreciadores de choro em São Luís têm o que comemorar: a Toca da Empada é o novo palco da boa música instrumental na capital maranhense. Na Toca do Choro, série de apresentações que será oferecida pela casa, tem estreia na próxima sexta-feira, 6 de maio, às 19h.

Formado pelos músicos João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho), o Regional Azeitona Brasileira será o primeiro grupo a esbanjar talento e versatilidade no novo palco.

“Onde se toca empada também se come choro”. O slogan pensado por Ricarte Almeida Santos, cuja alcunha no meio chorão da Ilha é “embaixador”, anuncia apenas parte do que prometem as noites de sexta-feira já a partir da próxima: boa música, ambiente aconchegante, cerveja gelada, as deliciosas e já conhecidas empadas da Toca, e um variado cardápio de petiscos, comidinha de boteco, frios e embutidos.

O bom e velho Pixinga será lembrado na estreia da "Na Toca do Choro". Foto: Google Images

No repertório da noite, destaque para clássicos da música instrumental, para chorão nenhum botar defeito. Peças de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Ernesto Nazareth, João Pernambuco e Joaquim Calado, entre outros, darão o tom da noite.

O couvert artístico individual é de apenas R$ 5,00. A Toca da Empada fica no Edifício Executive Center (Rua Queóps, Renascença, ao lado da Locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).

Serviço

O quê: Na Toca do Choro.
Quem: Regional Azeitona Brasileira: João Eudes (violão sete cordas), João Neto (flauta), Wanderson (percussão) e Wendell Cosme (cavaquinho).
Quando: sexta-feira, 6 de maio.
Onde: Toca da Empada: Edifício Executive Center (Rua Queóps, Renascença, ao lado da Locadora Backbeat e da Harmônica Instrumentos Musicais).
Quanto: R$ 5,00 (couvert artístico individual).
Maiores informações: (98) 8888-3722, clubedochorodomaranhao@gmail.com

Baile do Parangolé: 32 anos da SMDH

6 fevereiro 2011

Arte: Bruno Galvão

Realizado pela primeira vez em 2010, o Baile do Parangolé chega sábado, 12, às 21h30min, a sua segunda edição. Trata-se de festa carnavalesca que marca o aniversário de 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) – fundada nesta data, em 1979, no bojo das lutas pela anistia.

Nesta temporada pré-carnavalesca de 2011, o Baile do Parangolé mudou de endereço, esperando abrigar um público ainda maior que o de sua primeira edição, com conforto e segurança. Será seu palco o Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande).

A Banda do Parangolé foi formada exclusivamente para a ocasião, reunindo “feras da mais alta periculosidade instrumental”, como salientou o sociólogo e radialista Ricarte Almeida Santos no Chorinhos e Chorões de domingo passado (6); Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Grupo para ninguém botar defeito, as estrelas da noite idem: Cesar Teixeira, autor do coco que empresta nome ao baile, Joãozinho Ribeiro, sócios da SMDH, Lena Machado e Rosa Reis – todos, artistas de reconhecimento nacional.

As camisas para o Baile do Parangolé custam R$ 40,00 (unidade) e R$ 30,00 (preço promocional para quem comprar a partir de duas). Podem ser adquiridas nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 554, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande).

Personagens – Conheça um pouco da história de quem faz o 2º. Baile do Parangolé.

A SMDH – A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) foi fundada em 12 de fevereiro de 1979 – à época com um D a mais na sigla, de “defesa”. Entidade da sociedade civil de natureza pública, espaço político de denúncia contra o arbítrio e a violência, tão comuns durante a ditadura militar, quando de sua fundação. Mobilização popular, educação de base e formulação de denúncias de violações de direitos foram, desde sempre, suas estratégias de atuação.

Cesar Teixeira – Jornalista, poeta, compositor, artista plástico. Foi assessor de comunicação da SMDH entre 1989 e 2002. É sócio da entidade, da qual já integrou o Conselho Consultivo. Lançou, em 2004, Shopping Brazil, seu único disco. Autor de clássicos da música produzida no Maranhão, tem sua obra gravada sistematicamente desde a década de 1970. Atualmente é coordenadora editorial do jornal Vias de Fato.

Joãozinho Ribeiro – Bacharel em Direito, especialista em Direitos Autorais. Funcionário público, é técnico da Receita Federal. Poeta, publicou em 2006 o livro Paisagem feita de tempo (Ed. do autor). É um dos compositores mais gravados do Maranhão, tendo vencido em 2001 o Prêmio Universidade FM, com seu choro Milhões de uns, interpretado por Célia Maria. Ex-secretário de Estado da Cultura, foi coordenador executivo da II Conferência Nacional de Cultura (MinC).

Lena Machado – Assessora da Cáritas Brasileira Regional Maranhão estreou em disco em 2006 com Canção de Vida, que celebrou os 50 anos de atuação da entidade no Brasil. No ano anterior, participou, ao lado de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro e Gildomar Marinho, do show que festejou os 26 anos da SMDH. Ano passado lançou, com músicas destes e outros compositores maranhenses, Samba de minha aldeia, elogiado entre outros por Nelson Motta.

Rosa Reis – Coordenadora do Laboratório de Expressões Artísticas do Maranhão (Laborarte), pesquisadora da cultura popular do Maranhão. Cantora que valoriza estes elementos em seu trabalho, tem vários discos gravados, o mais recente Brincos (Funarte, 2009), no qual realiza um apanhado de clássicos da música do Maranhão nas últimas quatro décadas.

Bruno Galvão – Artista plástico, assina a identidade visual do 2º. Baile do Parangolé. Somou seu talento ao aprendizado em cursos de desenho e artes nos centros de Cultura Negra (CCN/MA) e de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCf), em São Luís. integra o coletivo Nagô, que assina diversos painéis em grafite na Ilha. Realizará em breve sua primeira exposição individual.

Serviço

2º. Baile do Parangolé celebrará 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

1 fevereiro 2011

Festa de aniversário terá shows de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Lena Machado e Rosa Reis, no Circo da Cidade

Arte: Bruno Galvão

Fundada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), celebra seus 32 anos de luta pela defesa, proteção e promoção dos direitos humanos com um grande baile carnavalesco.

Para Joãozinho Ribeiro, sócio da entidade e um dos artistas a se apresentar no 2º. Baile do Parangolé, direitos humanos e cultura caminham juntos: “A cultura precisa ser entendida, para além da dimensão das festividades, como um direito. Temos avançado nesta questão no Brasil. Cultura é um direito humano, os direitos culturais  têm sido cada vez mais alvo de discussões. A SMDH tem uma história importantíssima na luta pelos direitos humanos no Maranhão e isso precisamos festejar”, comentou.

Além de Joãozinho Ribeiro, o Baile do Parangolé terá shows de Cesar Teixeira, também sócio da SMDH e autor da música que dá nome à festa, Lena Machado e Rosa Reis, que serão acompanhados da Banda do Parangolé: Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Mauro Travincas (contrabaixo), Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Serviço – O Baile do Parangolé acontece dia 12 de fevereiro (sábado), a partir das 21h30min, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). As camisas-ingressos estão à venda nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 674, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande). Maiores informações: (98) 3231-1601, 3231-1897, 8888-3722, smdh@terra.com.br, twitter.com/smdhvida

“Na Estrada com Carlinhos Veloz” levará música do Maranhão a 20 cidades do Nordeste

20 janeiro 2011

Show conta com participações especiais de Gildomar Marinho e Carlinhos Veloz e oferece ainda oficina-palestra sobre a música do Maranhão para alunos da rede pública de ensino. Os espetáculos têm entrada franca

Reprodução DVD Espelho d’Água

Levar a música do Maranhão ao conhecimento de parte do Nordeste. Este é um dos objetivos do projeto Na Estrada com Carlinhos Veloz, que estreou na capital maranhense no último domingo (16), com patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

A turnê do músico pernambucano de nascimento e maranhense de adoção percorrerá 20 cidades, entre capitais e interiores, nos nove estados da região. Carlinhos Veloz contará com as participações especiais dos artistas Gildomar Marinho e Wilson Zara. Além de cantar na abertura dos shows, eles são responsáveis por uma oficina-palestra sobre a música e a cultura populares do Maranhão e pela técnica de som, respectivamente.

A on the road band de Carlinhos Veloz é formada pelos músicos Carlos Raqueth (contrabaixo), George Gomes (bateria), Jesiel Bives (teclado) e Marcos Lussaray (guitarra), contando com a participação especial de Jeff Soares (contrabaixo e violoncelo), também assistente de som.

A agenda completa das apresentações pode ser conferida no blogue de Carlinhos Veloz

Os artistas

A cidade de Imperatriz, no Maranhão, não foi incluída na rota de Na Estrada com Carlinhos Veloz. Mas ela guarda uma feliz coincidência na carreira dos três: foi ali, às margens do Rio Tocantins, que os três artistas se “formaram” musicalmente.

Carlinhos Veloz, nascido em Pernambuco, mudou-se cedo para lá com a família. Gildomar Marinho, de Santa Inês, e Wilson Zara, de Barra do Corda, ambas no interior do Maranhão, também desembarcaram em Imperatriz. Ali se conheceram e fizeram música. Os dois primeiros, inclusive, têm composições que são homenagens explícitas à cidade e ao rio que a banha: em seus primeiros discos, Carlinhos Veloz gravou Imperador Tocantins, de sua autoria; mais ou menos duas décadas depois, também em seu disco de estreia, Gildomar Marinho lançou a inspirada Tocantins, de sua autoria.

Wilson Zara abandonou uma “promissora” carreira de bancário para dedicar-se integralmente à música: com o dinheiro da indenização comprou uma aparelhagem de som e ganhou a noite, mudando-se em seguida para São Luís. Gildomar Marinho, bancário de profissão, leva em paralelo os dois ofícios e lançou ano passado o segundo disco, Pedra de Cantaria.

Carlinhos Veloz tem quatro discos lançados: Ilha Bela, Vê Luz, Vibratons e Baião de 2 (em dupla com César Nascimento) e o dvd Espelho d’Água, gravado ao vivo no Teatro Arthur Azevedo.

Na Estrada, o roteiro

16, São Luís/MA: Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, 20h

17, Santa Inês/MA: Auditório do Centro de Ensino José Sarney, 20h

18, Caxias/MA: Centro da Juventude Volta Redonda, 10h

18, Teresina/PI: Auditório da Secretaria Municipal de Educação, 20h

19, Floriano/PI: Espaço Cultural Maria Bonita (Cais da Beira-Rio), 10h

19, Picos/PI: Secretaria Municipal de Cultura, 20h

20, Petrolina/PE: Auditório da Biblioteca da UNIVASF, 20h

21, Salvador/BA: Teatro da Livraria Cultura, 19h

22, Aracaju/SE: Teatro do Centro de Criatividade, 20h

24, Maceió/AL: a confirmar

25, Garanhuns/PE: Centro Cultural Alfredo Leite, 20h

26, Caruaru/PE: Teatro João Lira, 20h

27, Recife/PE: Paço Alfândega, 20h

28, João Pessoa/PB: a confirmar

29, Campina Grande/PB: a confirmar

31, Natal/RN: Teatro de Cultura Popular Manoel Marinheiro, 20h

1º./2, Mossoró/RN: a confirmar

2/2, Fortaleza/CE: a confirmar

3/2, Juazeiro do Norte/CE: a confirmar

4/2, Crato/CE: a confirmar

Bis de “Noel, Rosa secular” acontece sábado

5 janeiro 2011

Tributo ao compositor carioca terá reapresentação a pedidos e será encerrado com baile pré-carnavalesco.

Os quatro senhores em ação em "Noel, Rosa secular". Foto: Pedro Araújo

A coincidência de outros shows em São Luís neste sábado (8) não diminuiu o ritmo e a animação dos envolvidos na produção do bis de Noel, Rosa secular, tributo ao compositor Noel Rosa que será reapresentado por Joãozinho Ribeiro, Chico Saldanha, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho (vistos nessa ordem, da esquerda para a direita, na foto acima), no Bar Daquele Jeito (Vinhais), às 22h.

“São Luís cresceu e certamente há público para todos”, aposta o compositor Joãozinho Ribeiro, um dos quatro bambas de inegável influência noelesca que receberão como convidados Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. O acompanhamento fica a cargo do Regional Feitiço da Ilha: Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco (cavaquinho) e Vandico (percussão).

A Companhia de Teatro Beto Bittencourt ilustrará com suas “dancenações” passagens da vida de Noel Rosa e da paisagem boêmia carioca da época de clássicos como Com que roupa?, X do problema, Último desejo, Feitiço da Vila, Feitio de oração e Rapaz folgado, entre inúmeros outros.

Novidades – O repertório do show sofrerá pequenas modificações e cresce. “Muita gente que viu o primeiro show certamente irá vê-lo novamente e seria uma injustiça, tanto com estes quanto com o vastíssimo repertório de Noel, simplesmente repetir o programa”, explicou Joãozinho.

Outra mudança é o repertório dos convidados especiais: além das músicas cantadas na primeira edição de Noel, Rosa secular, cada um/a cantará outra pérola-surpresa da lavra do Poeta da Vila. Fechando a noite, um grande baile pré-carnavalesco: ao Regional Feitiço da Ilha somam-se os músicos Osmar do Trombone e Osmarzinho (saxofone), pai e filho, para conduzir um repertório regado a samba, frevo, muita marchinha e o que mais lembrar o espírito (santo ou não) do Carnaval.

Ingressos – Os ingressos para Noel, Rosa secular já estão à venda na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande) e custam apenas R$ 20,00. Para comprar meia-entrada (R$ 10,00) estudantes devem apresentar carteira no ato da compra e na entrada do espetáculo.

Serviço – Show Noel, Rosa secular e baile pré-carnavalesco. Com Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro, Josias Sobrinho e Regional Feitiço da Ilha. Participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro. Dia 8 de janeiro (sábado), às 22h, no Bar Daquele Jeito (Vinhais).

A pedidos: “Noel, Rosa secular”, o bis.

28 dezembro 2010

Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro, Josias Sobrinho e convidados reapresentam elogiado tributo ao compositor Noel Rosa

Noel Rosa morreu no auge da fama e sucesso aos quase 27 anos de idade, em 1937. Por menos de vinte anos, ficou no esquecimento, até ser retirado deste limbo por Aracy de Almeida, sua maior intérprete, depois dele mesmo. Até hoje o Poeta da Vila é influência definitiva para qualquer um que ouse fazer música no Brasil desde então.

No ano de seu centenário, 2010, o Brasil não economizou em homenagens ao mais ilustre filho da Vila Isabel carioca: seminários, palestras e publicações discutiram sua obra, reavivando-a. Inúmeros shows relembraram suas inúmeras e geniais criações, incluindo o Maranhão.

Na noite de 11 de dezembro de 2010, um sábado, o Daquele Jeito foi palco do show-tributo Noel, Rosa secular, protagonizado pelos compositores Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, que mostraram suas facetas de intérprete, com repertório exclusivamente da lavra de Noel Rosa. Destaques também para as participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro, além do Regional Feitiço da Ilha, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Soeiro (violão), João Neto (flauta), Juca do Cavaco (cavaquinho) e Vandico (percussão).

Localizado no Vinhais, o bar acabou pequeno para os cerca de 500 fãs confessos de Noel ali presentes. Clássicos como Feitiço da Vila, Feitio de oração, X do problema, As pastorinhas, Pela décima vez, Quando o samba acabou, Último desejo, Filosofia, Com que roupa?, Pra quê mentir? e João Ninguém foram cantados em coro pelo público, que prestigiou ainda a dança e a encenação da Companhia de Teatro Beto Bittencourt, que durante as músicas “dancenou” breves passagens da breve existência de Noel.

Os comentários posteriores ao show, sucesso de público, eram dois: de um lado, muitos elogios por parte daqueles que presenciaram um dos, sem dúvidas, melhores espetáculos musicais apresentados na capital maranhense em 2010; de outro, o arrependimento daqueles que, por um motivo ou outro, não fizeram coro às canções citadas e às tantas outras do repertório daquela noite inesquecível.

Pediram Bis – Para um bom começo de 2011, uma boa notícia a quem quiser repetir a dose ou quiser prová-la “pela primeira vez” (para citarmos outra peça do set-list noelesco): dia 8 de janeiro (sábado), às 22h, o Bar Daquele Jeito leva a seu palco o espetáculo Noel, Rosa secular – Pediram bis. Acompanhados pelo Regional Feitiço da Ilha, os quatro senhores da música do Maranhão Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, com participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro, reprisam a homenagem a Noel de Medeiros Rosa, o Poeta da Vila.

A reapresentação de Noel, Rosa secular terá novidades. “O repertório, por exemplo, muda em parte. Reprisar, simplesmente, as músicas que cantamos no show anterior seria uma injustiça com a própria obra de Noel, cujo legado é vastíssimo. As participações especiais terão mais tempo, este já era um pedido ouvido por nós durante o primeiro show”, adiantou o compositor Joãozinho Ribeiro.

Os ingressos para Noel, Rosa secular – Pediram bis custam R$ 20,00 (metade para estudantes com carteira) e serão vendidos na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande) a partir de segunda-feira (3).

Serviço

O quê: Noel, Rosa secular – Pediram bis.
Quem: Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho, acompanhados do Regional Feitiço da Ilha. Participações especiais: Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro.
Onde: Bar Daquele Jeito (Vinhais).
Quando: dia 8 de janeiro de 2011 (sábado), 22h.
Quanto: R$ 20,00 (metade para estudantes com carteira). Ingressos à venda na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande), a partir de segunda-feira (3).
Maiores informações: (98) 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

Sânzio Rossiny no Café Recanto Verde

16 dezembro 2010

O cantor Sânzio Rossiny dá o tom da noite de sexta-feira no Café Recanto Verde. O músico se apresenta hoje (17), a partir das 20h, num dos mais belos cenários etílico-paisagísticos de São Luís. Em seu repertório o artista saúda grandes nomes de nossa música, dos tradicionais aos contemporâneos. Não faltam obras de Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro, Roberto Carlos, Chico César, Lenine, João do Vale, Tom Jobim, Djavan, Zé Ramalho e João Bosco, entre muitos outros.

Natural de Imperatriz, o artista está radicado em São Luís, onde tem se mostrado um dos grandes talentos da noite da capital maranhense. O Café Recanto Verde fica na Av. General Arthur Carvalho, 100, Miritiua/Turu (5km a partir da entrada do Posto Natureza, na rua do Motel Le Baron). O couvert artístico custa apenas R$ 5,00 e o local dispõe de estacionamento próprio.

Além da boa música ao vivo nas noites de sexta-feira, o Café Recanto Verde também funciona a partir das 7h, com um delicioso café da manhã, aos domingos e feriados.