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Sucesso absoluto no primeiro dia da Mostra de Cinema Infantil de São Luís

13 outubro 2011

Público lotou as sessões e o parquinho montado. Crianças e adultos se divertiram

A criançada se divertiu a valer no primeiro dia da Mostra de Cinema Infantil de São Luís, ontem (12), no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande). Quem já não é mais criança também aprovou o evento. Muita gente se perguntava quando aconteceria de novo. A programação da mostra continua hoje (13), a partir das 17h, no mesmo local – recomenda-se chegar com meia hora de antecedência para a retirada de ingressos na bilheteria; as sessões terão início às 17h, 18h15min e 19h30min.

A criançada se diverte no parquinho montado no Odylo

Mais 16 filmes serão exibidos hoje em três programas. O parquinho, montado na galeria Valdelino Cécio (CCOCf), também permanecerá: pula-pula, piscina de bolinhas e casinha inflável. E os lanches – pipoca, refrigerante, cachorro-quente e algodão doce – distribuídos à garotada, também estão mantidos. A mostra tem patrocínio da Lume Filmes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania, Secretaria de Estado de Esportes e Rádio Universidade FM.

Primeiro dia da Mostra teve sessões com lotação esgotada

Um menino com cara de sapeca passa com dois copos de pipoca, um em cada mão. À entrada do cinema, diz à recepcionista: “Moça, a senhora pode pegar o meu ingresso?”. As três sessões de ontem tiveram lotação máxima. Simultaneamente, muitas crianças também lotavam o parquinho. Sala lotada, movimentação intensa do lado de fora, diversão para crianças e adultos.

A programação da Mostra de Cinema Infantil de São Luís é composta pelo que de melhor já aconteceu em 10 anos de Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis – os 33 filmes exibidos aqui integram um box comemorativo e, exceto Doido Lelé (para crianças com mais de 10 anos), todos têm classificação indicativa livre.

Uma professora com a estampa dos Smurfs na camisa falou do encerramento de um projeto em sua escola com cinema. “Levamos as turmas para assistir Smurfs no box”, disse. “Faltam iniciativas como essa, muitos aqui dificilmente terão outra oportunidade de vir ao cinema”, disse, entre lamentar – a falta de acesso – e parabenizar – a produção.

Marcelo Amorim, da Sedihc, e Francisco Colombo, produtor da Mostra, falam ao público presente

“A gente fica nervoso, produzir algo é sempre muita responsabilidade, mas está dando certo, tenho ouvido elogios. Já começo a pensar na do ano que vem”, projeta Francisco Colombo, cineasta que assina a produção da Mostra. Ele que antes de se ocupar com a Mostra de Cinema Infantil que pretende repetir ano que vem, assinará a produção local de outro importante evento em São Luís: a etapa local da 6ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega pela segunda vez à São Luís – em 2011 todas as capitais brasileiras receberão o evento, realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Em São Luís acontece entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro.

Professores/as interessados/as podem agendar sessões para a Mostra de Cinema Infantil

9 outubro 2011

Professores/as interessados/as em levar estudantes ao Cine Praia Grande podem reservar lugares para a Mostra de Cinema Infantil que acontecerá dias 12 e 13 de outubro (quarta e quinta-feira) na sala de cinema do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.

A sala dispõe de 111 lugares e a programação da mostra será composta por 33 filmes divdidos em seis blocos – três por dia de programação. Os/as professores/as devem manter contato com a produção, indicando o número de alunos que desejam levar ao cinema e em que sessão – ou sessões. A programação completa pode ser acessada aqui.

As reservas podem ser feitas pelo e-mail mostracinesl@live.com e/ou telefones: (98) 8118-1829, 8864-8387, 8197-1643.

Realizada pela primeira vez na capital maranhense a programação da Mostra de Cinema Infantil é composta por curtas-metragens que integram um box comemorativo de 10 anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. “Ganhei o material e não podia guardar isso pra mim ou exibi-lo apenas a minha filha”, afirmou Francisco Colombo, produtor local da mostra e pai coruja de Catarina, de um ano e meio. “Conversei com Frederico Machado, que administra o Cine Praia Grande, e resolvemos realizar dois dias de exibição, festejando o Dia das Crianças”, continua.

A programação é gratuita e, além das sessões, a criançada presente se divertirá com brinquedos, animadores e guloseimas. A Mostra de Cinema Infantil de São Luís tem apoio da Secretaria de Estado de Esportes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania, Lume Filmes e Rádio Universidade FM.

Mais cinema em São Luís

30 setembro 2011

Depois de Festival Internacional Lume de Cinema, Maranhão na Tela, Guarnicê (3 a 7 de outubro) e Mostra de Cinema Infantil (12 e 13 de outubro), a capital maranhense recebe a 6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul.

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Cinema para os pequeninos

25 setembro 2011

Capital maranhense recebe pela primeira vez Mostra de Cinema Infantil

33 curtas-metragens compõem a programação da Mostra de Cinema Infantil, que acontece pela primeira vez em São Luís, dias 12 (quarta-feira) e 13 de outubro (quinta-feira), no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande), com sessões gratuitas.

Os filmes serão exibidos em DVD. Os curtas integram um box especial, comemorativo dos 10 anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. “São filmes feitos para crianças, mas que irão encantar também pais, mães, tios e os adultos que vierem ao cinema nestes dois dias”, afirma Francisco Colombo, que assina a produção local do evento.

A Mostra de Cinema Infantil antecede a 6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega à São Luís entre outubro e novembro pela segunda vez e tem produção local também de Colombo. À exceção de Doido Lelé, recomendado para crianças a partir de 10 anos de idade, toda a programação tem classificação indicativa livre.

Diversão garantida para a criançada: além dos filmes, um parquinho com brinquedos será montado na Galeria Valdelino Cécio (CCOCf). “Este ano é como se as crianças tivessem dois dias”, finaliza Colombo, lembrando que o primeiro dia da mostra, feriado nacional, dia da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida, é também o Dia das Crianças.

A Mostra de Cinema Infantil tem apoio da Lume Filmes, Secretaria de Estado de Esportes, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania e Rádio Universidade FM.

Programação

12 de outubro

16h
Programa 1 (55 min. e 30 seg.)  – todos com classificação indicativa livre

1 – O espantalho, de Alê Abreu (animação, São Paulo, 1998, 10 min.)
2 – Disfarce explosivo, de Mário Galindo (animação, São Paulo, 2000, 8 min.)
3 – Docinhos, de Frederico Pinto e José Maia (animação, Rio Grande do Sul, 2001, 8 min.)
4 – A traça Teca, de Diego Doimo (animação, São Paulo, 2002, 8 min.)
5 – Água de Romanza, de Gláucia Soares e Patrícia Baia (ficção, Ceará, 2002, 15 min.)
6 – Alma carioca – um choro de menino, de William Côgo (animação, Rio de Janeiro, 2002, 6 min. e 30 seg.)

17h15min
Programa 2 (68 min.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Gilda e Gilberto, de Érica Valle (animação, São Paulo, 2003, 8 min.)
2 – A velha a fiar, do Núcleo de Animação de Campinas (animação, São Paulo, 2003, 5 min.)
3 – Malasartes vai à feira, de Eduardo Goldenstein (ficção, Rio de Janeiro, 2004, 13 min.)
4 – Tampinha, de João Batista Melo (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
5 – O homem que bota ovo, de Rafael Conde (ficção, Minas Gerais, 2004, 13 min.)
6 – Historietas assombradas (para crianças malcriadas), de Victor Hugo Borges (animação, São Paulo, 2005, 16 min.)

18h30min
Programa 3 (57 min e 44 seg) – todos com classificação indicativa livre

1- Minhocas, de Paolo Conti (animação, São Paulo, 2005, 15 min.)
2 – Peça por peça se constrói um amigo, de Giuliano Benedet (animação, Santa Catarina, 2006, 2 min.)
3 – O mistério do cachorrinho perdido, de Flávio Colombini (ficção, São Paulo, 2006, 23 min.)
4 – Doce turminha e o bom samaritano, de Eduardo Drachinski (animação, Santa Catarina, 2007, 10 min.)
5 – Calango, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 7 min. e 44 seg.)

13 de outubro

17h
Programa 4 (64 min. e 40 seg.) – todos com classificação indicativa livre

1 – Nas asas do condor, de Cristiane Garcia (ficção – animação, Amazonas, 2007, 20 min.)
2 – Rua das Tulipas, de Alê Camargo (animação, Distrito Federal, 2007, 10 min.)
3 – A lenda do brilho da lua, de Gabriela Dreher (animação, Santa Catarina, 2007, 2 min. e 40 seg.)
4 – Minha rainha, de Cecília Amado (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 11 min.)
5 – A bruxinha Lili, de Leonardo Copello (animação, Bahia, 2008, 8 min.)
6 – A menina-espantalho, de Cássio Pereira dos Santos (ficção, Distrito Federal, 2008, 13 min.)

18h15min
Programa 5 (55 min.) – todos os filmes com classificação indicativa livre, exceto Doido Lelé (10 anos)

1 – Mãos de vento e olhos de dentro, de Susanna Lira (ficção, Rio de Janeiro, 2008, 13 min.)
2 – Brincadeira de criança, de Cristiano Alves de Oliveira (animação, São Paulo, 2008, 2 min.)
3 – Tratado de liligrafia, de Frederico Pinto (ficção, Rio Grande do Sul, 2008, 14 min.)
4 – A menina que pescava estrelas, de Ítalo Cajueiro (animação, Distrito Federal, 9 min.)
5 – Doido Lelé, de Ceci Alves (ficção, Bahia, 2008, 17 min.)

19h30min
Programa 6 (64 min) – todos os filmes com classificação indicativa livre

1 – Ernesto no país do futebol, de André Queiroz e Thaís Bologna (ficção, São Paulo, 2009, 14 min.)
2 – Imagine uma menina com cabelos de Brasil, de Alexandre Bersot (animação, Rio de Janeiro, 10 min.)
3 – Procura-se, de Iberê Carvalho (ficção, Distrito Federal, 2010, 14 min.)
4 – O menino mofado, de André Pellenz (ficção, Rio de Janeiro, 2010, 12 min.)
5 – Garoto barba, de Christopher Faust (ficção, Paraná, 2010, 14 min.)

Maiores informações e contatos para entrevistas:
Francisco Colombonofieldabalanca@yahoo.com, (98) 8118-1829
Zema Ribeirozemaribeiro@gmail.com, (98) 8888-3722, (98) 8213-9107

6ª. Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul chegará a todas as capitais brasileiras

22 setembro 2011

47 filmes, incluindo títulos inéditos no país, estão na programação da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que se inicia a partir de 10 de outubro e chega este ano, além de Brasília, às 26 capitais estaduais brasileiras, sempre com entrada franca e acessibilidade a deficientes físicos.

Entre as pré-estreias, o evento exibe três longas-metragens brasileiros, dirigidos pelas premiadas cineastas Eliane Caffé, Mara Mourão e Érika Bauer.

Quem Se Importa, de Mara Mourão (de Doutores da Alegria, 2005) focaliza o empreendedorismo social através de entrevistas com 19 entre os maiores nomes do setor, incluindo o Prêmio Nobel da Paz, o bengali Muhammad Yunus; o norte-americano Bill Drayton, fundador da Ashoka, um entidade que prospecta empreendedores sociais ao redor do mundo; e o infectologista brasileiro Eugênio Scannavino Netto, que reduziu a mortalidade infantil de Santarém ao mesmo padrão de São Paulo e foi eleito pela mídia internacional como um dos 21 pioneiros do século 21.

Diretora dos longas Kenoma (1998), Narradores de Javé (2003) e O Sol do Meio-Dia (2009), Eliane Caffé focaliza em Céu Sem Eternidade as lutas e expectativas que envolvem a rede dos quilombos de Alcântara, no Maranhão. Trata-se de um trabalho de investigação coletivo realizado com a participação de estudantes e moradores locais durante o período de maio a agosto de 2010.

Érika Bauer, diretora de Dom Hélder – O Santo Rebelde (2006), apresenta em E A Terra Se Fez Verbo a região da Prelazia de São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, e sua história de luta e resistência contra todo tipo de opressão. Seu principal personagem, Dom Pedro Casaldáliga, é retratado a partir dos depoimentos e histórias contadas por posseiros, índios e peões que atuaram e atuam em defesa de sua permanência na terra.

A programação destaca ainda a impactante produção argentina Confissões, de Gualberto Ferrari, na qual um ex-agente secreto do batalhão 601 de inteligência do exército argentino durante a ditadura militar (1976–1983) se confessa arrependido. Ao mesmo tempo, um jornalista e escritor, militante estudantil de uma famosa organização guerrilheira, revela sua amizade com o ex-agente, em uma paradoxal ironia do destino.

Filme de animação de temática rara para o gênero, o colombiano Pequenas Vozes, de Oscar Andrade e Jairo Eduardo Carrillo, inédito no Brasil, teve estréia mundial no prestigioso Festival de Veneza. Através de desenhos e depoimentos, a obra mostra a pungente visão de crianças deslocadas de suas moradias e terras devido ao conflito armado em seu país.

Já no boliviano Bala Perdida, o diretor Mauricio Durán Blacut parte de uma experiência traumática: a morte de seu irmão, enquanto servia nas forças armadas. 28 anos depois, o cineasta parte em uma viagem buscando respostas.

O cardápio da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul traz ainda obras clássicas, como Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanzky, 2001, trailer acima), uma denúncia contra os abusos de hospitais psiquiátricos protagonizada por Rodrigo Santoro; Central do Brasil (Walter Salles, 1998), obra premiada no Festival de Berlim e estrelada por Fernanda Montenegro; Chuvas de Verão (Carlos Diegues, 1977), cuja cena de amor entre os personagens de Jofre Soares e Míriam Pires foi considerada revolucionária por mostrar o nu, o amor e o sexo na terceira idade; e o primeiro filme cubano indicado ao Oscar® de melhor filme estrangeiro, Morango e Chocolate (1994), no qual os diretores Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío abordam, com talento e sensibilidade, temas como tolerância e discriminação.

A 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é exibida em Brasília e em todas as 26 capitais estaduais do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista,  Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís (de 31 de outubro a 6 de novembro), São Paulo, Teresina e Vitória.

No total, estão presentes nesta sexta edição do evento obras dos seguintes países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira/MinC e patrocínio da Petrobras, o evento é dedicado a obras que abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas recentemente nos países sul-americanos. Em todas as cidades acontecem sessões com audiodescrição e closed caption, garantindo o acesso a deficientes visuais e auditivos.

A 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul conta com apoio do Ministério das Relações Exteriores, da TV Brasil, da Sociedade Amigos da Cinemateca e do Sesc São Paulo. As obras mais votadas pelo público são contempladas com o Prêmio Exibição TV Brasil nas categorias longa, média e curta-metragem. A programação tem curadoria do cineasta e curador Francisco Cesar Filho.

São Luís – Em São Luís as sessões acontecem no Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande), entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro, às 13h, 15h, 17h e 19h, grátis.

Serviço > 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul > De 10 de outubro a 1º. de dezembro, em 27 capitais brasileiras (veja as datas de sua capital no site) > Patrocínio: Petrobras > Realização: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República > Produção: Cinemateca Brasileira / Ministério da Cultura.

23 agosto 2011

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Outros 400: música, cinema, brindes e mais

23 agosto 2011

Gildomar Marinho e Rosa Reis são os convidados especiais da quarta edição de Outros 400.

Em mais uma edição da temporada Outros 400 o compositor Joãozinho Ribeiro terá como convidados a cantora Rosa Reis e o compositor e violonista Gildomar Marinho. Ela, uma das artistas que mais tem gravado Joãozinho desde sempre, a exemplo de músicas como Estrela e Flores, que certamente integrarão o repertório da noite; ele, com dois discos recém-lançados – Olho de Boi (2009) e Pedra de Cantaria (2010) – e mais de 20 anos de dedicação à música virá de Fortaleza/CE, onde reside, especialmente para participar da série.

Joãozinho Ribeiro e seus convidados serão acompanhados pelo Regional 400, formado por Arlindo Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete). A noite contará ainda com o Tambor Show da Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt e com exibição de curtas-metragens.

Ao longo dos shows de Outros 400 – este é o quarto que será apresentado – Joãozinho Ribeiro tem ido além da faceta de sambista e chorão com que ficou conhecido no meio artístico. Seu repertório tem incluído reggae, blues, toadas e marchinhas, entre outros gêneros, além de samba e choro.

“Muita gente pensa que eu sou compositor de samba e choro, apenas, por conta de projetos como o Samba da Minha Terra e a homenagem a Noel Rosa que fizemos no fim do ano passado e começo deste, ao lado de Chico Saldanha, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho. Muita gente nem sabe que eu sou compositor, uns me vendo como funcionário público, outros como professor universitário, outros ainda como gestor público. Essa temporada tem sido uma oportunidade de reencontrar e encontrar este público, de me mostrar musicalmente por inteiro, sempre dialogando com parceiros e provocando o diálogo da música com outras linguagens”, explica Joãozinho Ribeiro.

“Joãozinho Ribeiro é, sem dúvidas, um dos nomes mais importantes da cena cultural do Maranhão, pelo que faz enquanto artista, gestor, militante e cidadão ou tudo isso ao mesmo tempo. É um cara que agrega. Para mim é um prazer enorme ser um desses outros 400, desses milhões de uns que têm colaborado para o sucesso de mais essa empreitada coletiva capitaneada por esta valorosa figura”, afirma Gildomar Marinho, evocando um dos clássicos do repertório do anfitrião.

Outros 400 acontece quinzenalmente às quintas-feiras no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande). Nesta quinta-feira (25), a partir das 21h: os cinco primeiros pagantes levam um chopp gratuito, cortesia da casa. Haverá sorteio de camisas, CDs dos artistas convidados e livros de autores maranhenses para os presentes. Os ingressos custam apenas R$ 10,00.

4º. Festival de Férias do Rio Una agita Morros este fim de semana

10 agosto 2011

Fest Una terá como palcos o povoado Una dos Moraes e a praça São Bernardo

O Festival de Férias do Rio Una, mais conhecido como Fest Una, teve sua primeira edição em julho de 2008, no povoado Una dos Moraes, em Morros, distante 90 km da capital São Luís do Maranhão. A ideia surgiu a partir da percepção de um grupo de moradores daquela comunidade, preocupados com a falta de programação cultural fora dos períodos carnavalesco e junino. A cidade apresentava – e continua – grandes atrativos naturais (rio, lagoas, cachoeiras e trilhas) e culturais (danças, artesanato, culinária, frutos exóticos, festejos religiosos etc.) e um número significativo de jovens artistas – rappers, poetas, escritores e músicos, cujo trabalho era desconhecido no município e na região.

O Fest Una é um acontecimento cultural estratégico que articula e mobiliza as áreas da cultura, meio ambiente e turismo, com vistas a contribuir para o desenvolvimento sustentável do município de Morros e da região do Munim, fortalecendo e difundindo a produção cultural local, dando visibilidade a seus artistas, possibilitando o acesso da população a diversos bens culturais, estimulando a criação de um mercado regional de bens e serviços oriundos das chamadas novas economias, através da ampliação do número de visitantes para a região.

Em sua quarta edição, o Fest Una é organizado pelo movimento Una Cultura, formado por artistas, gestores municipais e lideranças comunitárias. Este ano acontecerá em dois locais: dia 12, na Praça São Bernardo, sede do município, e 13 e 14 no Povoado Una dos Moraes.

Confira a seguir a programação completa.

Sexta-feira, 12
Praça São Bernardo: 9h às 20h: Feira de Artesanato e Culinária | 17h: Oficina de Danças Populares | 18h: Teatro: A Saga de Casimiro Côco | 20h30min: Dança Portuguesa | 21h: Lançamento do livro Morros: História e Memória de um Povo, de Rogério Rocha | 21h30min: Show com Rosa Reis, Josias Sobrinho e Gigi Moreira. Participação especial de Gersan Fernandes | 23h: Jornada de São Gonçalo.

Sábado, 13
Sítio Rosa do Una, Sítio de Arlete e Arena Nelson Brito (Povoado Una dos Morais): 9h às 17h: Ação Saúde (verificação de pressão arterial, cuidados com a higiene bucal e atendimento básico) | 9h: Brechó | 9h: Oficina de material reciclado | 16h: Animação para criançada | 17h: Oficina de Ritmos e Tambores Maranhenses | 18h: Teatro: Cabra Marcado para Morrer | 19h: Cine Laborarte.

Sítio de Dona Filomena (Povoado Una dos Moraes): 20h: Tambor de Crioula de Mato Grosso e Laborarte | 21h: Maratuque Upaon Açu | 22h: Sarau com Rosa Reis e Roda de Cacuriá, Josias Sobrinho e Gigi Moreira | 23h: Seu Zé do Centro Grande e os Canários do Munim.

Domingo, 14
Sítio do Chico (antigo Porto da Feira, Povoado Una dos Morais): 10h às 15h: Roda de Samba com Canhoteiro de Icatu, Zico do Centro Grande e convidados, seguida de ação de limpeza do Rio Una, com cortejo  em canoas | 16h: Torneio de futebol feminino.

Produção: Rosa Reis e Natan Máximo | Apoio: Laborarte, Fogo de Mão e Prefeitura de Municipal de Morros | Patrocínio: Funarte, Ministério da Cultura.

Com Joãozinho Ribeiro são “Outros 400”

9 julho 2011

Compositor inicia temporada de apresentações no Novo Armazém. Música, cinema, teatro, artes visuais, literatura e declarações de amor à São Luís irão compor o cardápio artístico da série.

 

O compositor Joãozinho Ribeiro (foto) decidiu voltar aos palcos. Após anos dedicados à gestão cultural, ao ensino superior e ao ofício de funcionário público, o artista resolveu tirar a poeira do baú e mostrar que são regras as exceções – o circuito musical Samba da Minha Terra (2003), o lançamento de seu livro-poema Paisagem Feita de Tempo (2006) e mais recentemente os shows Noel, Rosa secular (2010/2011), em que dividiu o palco com Cesar Teixeira, Chico Saldanha e Josias Sobrinho, e Baile do Parangolé (2011), aniversário da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, de que é sócio, em que dividiu o palco com Cesar Teixeira (também sócio), Lena Machado e Rosa Reis.

Na série Outros 400, Joãozinho Ribeiro se cercará de amigos-artistas, irmãos de copo & alma, para brindar São Luís, cidade que tanto ama, com boa música. Um dos compositores mais gravados do Maranhão, ele tem colecionado parceiros e intérpretes desde 1979, ano da histórica greve da meia passagem em que militou e de sua estreia musical, em festivais universitários.

Além da música, outras linguagens artísticas se somarão à aritmética cujo resultado são Outros 400: artes visuais, teatro, literatura e cinema, entre outros. “Trata-se de uma série, que será apresentada quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém. A cada quinta, um convidado ou uma convidada e uma turma de outras expressões ocupando o espaço com o que fazem de melhor”, explica e anuncia Joãozinho Ribeiro.

Cinema – A estreia de Outros 400 acontece dia 14 de julho, às 21h. Uma mostra cinematográfica com curtas-metragens maranhenses, sob curadoria de Frederico Machado, inaugura a noite e a série: Outros 400 será também a festa oficial de abertura do Lume International Film Festival, maior festival de cinema de que a capital maranhense já teve notícia, que acontece em São Luís entre 14 e 23 de julho.

Após a mostra é a vez de Joãozinho Ribeiro encantar a plateia presente, acompanhado do Regional 400 (reza a lenda que o nome do grupo é o resultado da soma das idades de seus integrantes): Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Mauro Travincas (contrabaixo) e Miranda Neto (trompete).

No repertório, clássicos da lavra de Joãozinho Ribeiro, a exemplo de, entre outras, Milhões de uns, Passamento, Erva santa e Esquina da solidão. Como convidados para a inauguração da série, uma constelação de primeira grandeza, um desfile de craques, uma seleção vitoriosa: a dupla Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões, recentemente vencedores da categoria “Melhor álbum” – Cine Tropical – no Prêmio da Música Brasileira), Cesar Teixeira, Chico Saldanha, Josias Sobrinho (trio com que apresentou o tributo a Noel Rosa), Anna Cláudia, Betto Pereira, Célia Maria, João Madson, Lena Machado e Lenita Pinheiro.

AniversárioOutros 400 é também uma celebração aos aniversários vindouros de São Luís, que completa 399 anos no próximo 8 de setembro. Datas comemorativas são sempre cheias de celebrações oficiais. A população que quiser dar os parabéns à São Luís pode, dentro dos Outros 400, completar o tradicional “parabéns a você/ nesta data querida/ muitas felicidades/ muitos anos de vida” com seus votos para o futuro de nossa capital.

“Disponibilizaremos cadernos para que sejam deixadas mensagens de próprio punho, registrando de forma simples, mensagens de amor à cidade de São Luís. O resultado disso será levado ao Arquivo Público do Estado para que no futuro nossos anseios sejam lembrados e possamos ver se nossos sonhos para a cidade se realizaram”, explica a produtora cultural Cássia Melo, mentora da ideia.

Serviço

O quê: Estreia da série Outros 400 e lançamentos do I Lume International Film Festival e do projeto Mensagens à São Luís.
Quem: o compositor Joãozinho Ribeiro e convidados, o cineasta Frederico Machado e a produtora cultural Cássia Melo.
Quando: dia 14 de julho (quinta-feira), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 10,00 (ingresso individual).

Seminário discutirá eventos de enchentes e secas no Maranhão

17 janeiro 2011

Iniciativa do Comitê de Monitoramento das Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes no Maranhão acontece quarta-feira no Sindicato dos Bancários

As enchentes que ora se abatem sobre o Rio de Janeiro não deviam ser tratadas como evento de emergência. Tragédia anunciada, leva a população, o poder público e os meios de comunicação a buscar culpados. As cenas de destruição – de moradias, cidades e vidas – vem se repetindo, ano a ano. E não são exclusividade carioca. Ou da Região Sudeste.

O Comitê de Monitoramento das Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes no Maranhão realiza, no próximo dia 19 de janeiro (quarta-feira), a partir das 8h, o Seminário “Maranhão no aperreio: a dificuldade do povo nos eventos de enchentes e secas”, no Sindicato dos Bancários (Rua do Sol, 413/417, Centro). Inscrições e maiores informações pelos telefones (98) 3231-1601 e 3231-1897 e/ou e-mail smdh@terra.com.br

O seminário objetiva discutir as perspectivas de preparação do governo para o já iniciado período de chuvas e suas consequências, assim como discutir os recorrentes eventos de secas e enchentes que se revezam anualmente, fragilizando cada vez mais a população do Estado, particularmente moradores/as das zonas rurais e periferias urbanas. O nome é inspirado no documentário Aperreio, de Doty Luz e Humberto Capucci, realizado a partir de encomenda do Comitê, com apoio da Oxfam, que também apoia a realização do Seminário. Aperreio foi recentemente premiado como melhor documentário, no Curta Carajás, no Pará.

Associação Agroecológica Tijupá, Cáritas Brasileira Regional Maranhão, Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, MST e União por Moradia Popular estão entre as organizações que compõem o Comitê. Veja a seguir, a programação completa do seminário.

PROGRAMAÇÃO

Dia 19 de janeiro (quarta-feira)

8h30min – Abertura: boas vindas aos participantes e apresentação da proposta do Seminário (Representantes do Comitê de Monitoramento das Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes do Maranhão)

9h – Painel I: Cenários de mudanças climáticas (enchentes e secas) no Maranhão e a previsão da atuação do Governo. Palestrantes: Márcio Eloi (Meteorologista do Laboratório de Meteorologia do Núcleo Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão), Cel. Marcos Sousa Paiva (Coordenador da Defesa Civil Estadual do Maranhão), Júlio César Correia (Superintendente da Defesa Civil de São Luís), Francisco de Assis Castro Gomes (Secretário de Estado de Desenvolvimento Social), Francisco José de Moraes Alves (Superintendente Estadual do Banco do Nordeste) e Conceição Andrade (Secretária Estadual de Desenvolvimento Agrário do Maranhão).

11h – Debate

12h – Intervalo: almoço

14h – Apresentação cultural

14h15min – Exibição do Documentário Aperreio

14h40min – Painel II: Perspectivas de atuação da sociedade civil frente aos próximos cenários de mudanças climáticas. Palestrantes: Elenita Almeida (Coletivo de Mulheres Trabalhadoras Rurais / Comitê de Monitoramento das Políticas Voltadas às Vítimas das Enchentes do Maranhão), Ermelinda Maria Dias Coelho (Fórum Maranhense de Segurança Alimentar e Nutricional), Raimundo César Martins (Fórum de Direitos Humanos do Maranhão) e Francisco Sales (Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão).

16h – Debate

16h30min – Planejamento do enfrentamento dos eventos climáticos em 2011 (Momento reservado às organizações que compõem o Comitê)

17h30min – Encerramento

Filme sobre a Casa das Minas é lançado em São Luís

15 dezembro 2010

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Casa das Minas é um dos mais antigos, respeitados e expressivos terreiros de todo o Brasil. Sua riquíssima história recebeu recorte em documentário cujo título é Casa Das Minas – Os voduns reais de São Luís, que terá lançamento nesta quarta-feira, 15, às 19h, em sessão especial, aberta ao público, no Cine Praia Grande, situado no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande).

O filme, com duração 85 minutos, tem narrativa com base na pesquisa a partir da obra de Hubert Fichte (1935–1986), que, trinta anos atrás, vivenciou o templo e escreveu suas impressões no estilo “etnopoesia”, tornando-se um clássico da literatura alemã.

Documentário sobre a Casa das Minas será lançado hoje em São Luís

Pela primeira vez houve permissão para o registro de alguns dos ritos cerimoniais e cânticos em língua africana, únicos da Casa das Minas. O filme traz depoimentos das chefes espirituais da Casa – juntamente com o professor e antropólogo Sérgio Ferretti – que contam a comovente trajetória do templo, desde a sua fundação, passando por perseguição e submissão, até os dias de hoje, com a perspectiva para a transformação da Casa em museu.

A obra mostra o manejo consciente das duas “vodúnsis” com o declínio do culto, ao qual elas dedicaram e dedicam toda sua vida. Devido às consequentes mudanças sociais em contraponto aos rígidos preceitos de devoção e retidão espirituais, elas abdicaram da continuidade. O culto e os complexos conteúdos da religião irão perecer com suas derradeiras filhas-de-santo.

Casa Das Minas – Os voduns reais de São Luís é um filme de Edith Leimgruber, Hili Leimgruber e Jens Woernle, suíços, que conquistaram a confiança dos membros da Casa das Minas, graças a uma estreita amizade, cultivada há quase 20 anos. “Estávamos cientes do dilema entre curiosidade e respeito pela opção de isolamento feita por elas, tratamos com muito cuidado a idéia da realização do filme. Entretanto, durante nossa pesquisa para o mesmo, pudemos perceber que também por parte da líder espiritual Dona Deni, existe um crescente interesse na divulgação de um legado filmado, o que tornou esse projeto possível”, afirma Edith Leimgruber.

Transcendência da pessoa (quando seu corpo é apoderado pelo vodum), coexistência do cristianismo e das religiões africanas (sincretismo), ambivalência do sistema de tratamento médico-psicológico, tanto através da manipulação de ervas quanto dos assentamentos e invocações, e a controvérsia da fidelidade à tradição junto à conscientização da própria morte são assuntos pertinentes neste trabalho.

A Casa das Minas, na esquina do Beco das Minas e Rua de São Pantaleão

A Casa das Minas foi fundada no início do século XIX por africanos escravizados da etnia Jeje, Ewe ou Eoué, procedentes do Daomé, atual República do Benin, que a denominavam de Querebentã de Zomadonu. É considerado um grupo fechado, de grande fidelidade à própria tradição, e mesmo com o passar dos anos, não existem concessões ou adequações à vida e ritos do culto às diferentes épocas.

É o terceiro do Livro de Tombo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), ao lado do Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho Ilê Axé Iyá Nassô Oká, tombado em 1987, e do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, em 1999, ambos de Salvador (BA).

Saiba mais

Os protagonistas

Dona Deni Prata Jardim – Dona Deni é a chefe espiritual da Casa das Minas e, há décadas, melhor conhecedora da religião e seus complexos fundamentos e rituais. Nasceu em 1926, em Rosário, no Maranhão. Ainda criança entrou para a Casa das Minas. Com 17 anos recebeu sua primeira manifestação do vodum “Lepon”. Enquanto fiel sucessora de Dona Andreza, lendária dirigente e mentora, ela lidera já há mais de 20 anos a Casa das Minas. Dona Deni foi a principal informante de Hubert Fichte, ao qual ela estava ligada por mútuo reconhecimento intelectual, mas também por desconfiada provocação de ambas as partes.

Dona Maria Celeste Santos – Dona Celeste representa a Casa das Minas para fora. Ela organiza, dentre outras, as grandes “Festas do Divino”, cerimônias celebradas anualmente e que atraem centenas de convidados. Há 15 anos Dona Celeste viajou juntamente com o antropólogo Sérgio Ferretti para a África Ocidental, e se pôs no encalço de suas raízes africanas. Com seu jeito correto, mas também prático e realista, ela relata com prazer e minuciosamente sobre os festejos e casos da Casa das Minas.

Dr. Sérgio Ferretti – O antropólogo Sérgio Ferretti se dedica há décadas a extensas pesquisas sobre a Casa das Minas. Ele é profundo conhecedor das religiões afrobrasileiras e desenvolveu, juntamente com Hubert Fichte, um intensivo intercâmbio durante o trabalho deste em São Luís. Suas pesquisas em muito contribuíram para o hoje amplo reconhecimento do significado da Casa das Minas. Sérgio Ferretti leciona Antropologia na Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Hubert Fichte (1935–1986) – Hubert Fichte foi uma personalidade controversa na literatura alemã do pós-guerra. Ao lado de sua atividade literária (dentre outras obras, o best seller A Palheta) e jornalística (revistas Spiegel, Stern etc.) devotou grande interesse pelas culturas e religiões afroamericanas, as quais pesquisou durante 10 anos. Como pesquisador ele freqüentou por oito meses com sua companheira Leonore Mau o templo Casa das Minas. Os resultados de suas indagações e experiências vivenciadas foram documentados em forma de etnopoesia, estilo inventado por ele, uma mistura explicitamente não antropológica de poesia, entrevista, autobiografia e romance.

Créditos

Direção: Edith Leimgruber, Hili Leimgruber e Jens Woernle
Fotografia: Jens Woernle
Som: Nikolaus Woernle
Montagem: Hili Leimgruber e Jens Woernle
Cooperação científica: Prof. Sergio Ferretti
Tradução: Mércia Costa
Produção: Uma co-produção de Filmkollektiv Zürich AG e Petit Grégoire Videolabor, Zürich
Apoio: Fundação de Amparo a Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA), Petit Gregoire Videolabor, Stiftung Hamasil, Hopping Mad GmbH, FTK Filmtechniker Kollektiv, Victorinox AG, FiftyFiftyFilm
Com a participação de: Dona Deni Prata Jardim, Dona Celeste Santos, Dona Maria Severina dos Santos, Euzebio Pinto, Prof. Sergio Ferretti, Erivone e Marjaine Sousa, entre muitos outros.
Duraçao: 85 minutos

Serviço

Lançamento do filme Casa das Minas – Os voduns reais de São Luís, de Edith Leimgruber, Hili Leimgruber e Jens Woernle
Dia 15 de dezembro (quarta), às 19h
Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande)
Capacidade: 120 lugares
Entada gratuita.

Release: Vanessa Serra
Fotos: divulgação.

“Lume Sessions”: Tássia Campos se desnuda em “Crua”

7 janeiro 2010

Cantora passeará por universo pop de diversos compositores contemporâneos. Show terá participações especiais de Celso Borges e Alê Muniz.

"Crua" antecipará parte do disco de estreia de Tássia Campos, a sair este ano. Foto: divulgação

O Lume Sessions tem transformado o Cine Praia Grande no mais novo palco da boa música produzida em São Luís. Inaugurado ainda ano passado, tem como primeira atração de 2010 a cantora Tássia Campos (foto), que apresenta o show Crua – título tirado da canção que abre o novo álbum de Otto –, sexta-feira, 15, às 21h. Os ingressos para a apresentação, que podem ser adquiridos no local, custam apenas R$ 12,00 (meia para estudantes com carteira).

Tássia Campos (voz, violão) estará acompanhada de George Gomes (bateria), Marcos Cliff (teclado), Edinho Bastos (guitarra) e João Paulo (contrabaixo) e passeará pelo universo pop de compositores como Kléber Albuquerque (de quem gravou uma música para o disco de estreia, a ser lançado ainda este ano), André Lucap, Beto Ehongue, Suely Mesquita, Gilberto Gil, Gilberto Mineiro, Cazuza, Moreno Veloso e Otto, entre outros.

O show terá a participação especial do poeta Celso Borges, sobre o que Tássia Campos nada adianta, dizendo apenas que “será surpresa”. Outra participação especial é a de Alê Muniz (Criolina): “Ele vai cantar comigo a música que ele me deu pro disco”, adianta. “Alê sempre se colocou à disposição para fazermos o disco, um sonho antigo”, completa.

O repertório de Tássia Campos se equilibrará entre inéditas que estarão em seu disco de estreia e covers. “Os músicos que vão me acompanhar também estão participando da feitura do disco e para este show captaram a proposta e com muito profissionalismo respeitaram a sonoridade pretendida por mim. O público pode ter certeza de que o show está sendo pensado, em todos os detalhes, com muito carinho”, promete Tássia.

SERVIÇO

O quê: Show Crua, no projeto Lume Sessions.
Quem: Tássia Campos e banda.
Onde: Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Rampa do Comércio, nº. 200, Praia Grande).
Quando: dia 15 (sexta-feira), às 21h.
Quanto: R$ 12,00 (entrada. Metade para estudantes com carteira).

Samba, choro e bossa encerram a I Semana de Audiovisual da UFMA

26 novembro 2009

Trocando em Miúdos e Jéssica Wernz, revelações da música popular maranhense, são as atrações.
 
O grupo Trocando em Miúdos se apresenta nesta sexta-feira (27), às 18h, na Área de Vivência, Campus do Bacanga, no encerramento da I Semana de Audiovisual da UFMA.

A apresentação terá ainda a participação especial da cantora Jéssica Wernz, que com seu talento e carisma, promete ser a voz revelação da música maranhense.

Trocando em Miúdos é um grupo composto por jovens e talentosos músicos de São Luis.  Jonatan Cardoso (violão), Victhor Gabriel (violão), Ivis Marcelo (cavaquinho), Paulo Vinicius (flauta), Anderson Almeida (percussão) e Imaíra Madeiros (voz) interpretam grandes nomes da música brasileira como Chico Buarque, Noel Rosa, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Toquinho, Paulinho da Viola e Cesar Teixeira.

No repertório, clássicos como Maninha (Chico Buarque), Falsa Baiana (Geraldo Pereira), Conversa de Botequim (Noel Rosa), Chega de Saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim) e Para ver as meninas (Paulinho da Viola), entre outros.

Jonatan Cardoso e Jéssica Wernz são integrantes do Cineclube Casarão Universitário, organizador da I Semana de Audiovisual da UFMA. O show marcará o encerramento do evento que acontece desde segunda-feira (23) promovendo amplo debate sobre linguagens audiovisuais no Maranhão.

SERVIÇO

O quê: Encerramento da I Semana de Audiovisual da UFMA com show do grupo ‘Trocando em Miúdos’ e Jéssica Wernz.
Quando: Sexta-Feira (27), às 18h.
Onde: Área de Vivência, Campus do Bacanga- UFMA.
Quanto: grátis.
Informações: http://www.casaraouniversitario.blogspot.com

Assessoria de comunicação: Raíla Maciel

Sessão de “Cinema no Museu” será realizada amanhã (4)

3 novembro 2009

O Inquilino, do diretor polonês Roman Polanski, será exibido no Projeto Cinema no Museu nesta quarta-feira, 4, às 19h, no auditório do Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM), na Rua do Sol (Centro). A sessão é aberta ao público.

O inquilino

Cena de O inquilino. Reprodução

Lançado em 1976, O Inquilino é um dos grandes filmes de suspense do cinema. É também um dos melhores trabalhos do polêmico diretor. Conta a história de Trelkovsky (Polanski), um polonês que vive na França e aluga um apartamento. Com o passar do tempo, ele começa a desconfiar que está sendo vítima de uma conspiração e que seus estranhos vizinhos tentam levá-lo ao suicídio, como fizeram com a antiga locatária, a bela e jovem Stella (Isabelle Adjani).

Além de Polanski e de Isabelle Adjani, o filme conta com Melvyn Douglas (Monsieur Zy), Jo Van Fleet (Madame Dioz) e Bernard Fresson (Scope).
 
SERVIÇO

Projeto Cinema no Museu
Filme O Inquilino (Le Locataire – França), de Roman Polanski
Quando: Quarta-feira, 4, às 19h
Local: Museu Histórico e Artístico do Maranhão – MHAM (Rua do Sol – Centro)
Promoção: MHAM e Cineclube Casarão 337
Entrada franca