Archive for fevereiro \23\UTC 2011

Fundação Grupo Esquel Brasil seleciona agentes estaduais de fundos solidários

23 fevereiro 2011

A Fundação Grupo Esquel Brasil está com edital aberto para a contratação de Agentes Estaduais Mobilizadores e Organizadores de Fundos Solidários nos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Maranhão. Os selecionados atuarão no Projeto de Apoio às Finanças Solidárias com Base na Organização de Fundos Solidários, que conta com apoio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A duração do contrato varia de acordo com o estado. A contratação inicial será por doze meses nos Estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba e Maranhão, e seis meses no Piauí. O salário mensal é de R$ 2.000,00. Baixe aqui o edital. Maiores informações e envio de currículos (até sexta-feira, 25) para Barbara Schmidt Rahmer, pelo e-mail barbara@pastoraldacrianca.org.br, e para Cristina Gusmão, cristinarochagusmao@ig.com.br

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Senaes seleciona agentes estaduais de fundos solidários

22 fevereiro 2011

A Fundação Grupo Esquel Brasil está com edital aberto para a contratação de Agentes Estaduais Mobilizadores e Organizadores de Fundos Solidários, nos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí e Maranhão. Os selecionados atuarão junto a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O contrato tem duração de quinze meses e o salário mensal é de R$ 2.000,00. Baixe aqui o edital. Maiores informações e envio de currículos para Barbara Schmidt Rahmer, pelo e-mail barbara@pastoraldacrianca.org.br

Desconsiderem este post. Vejam o próximo (datado de hoje, 23 de fevereiro), com as informações corretas.

Missão do Programa Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos visita o Maranhão

8 fevereiro 2011

Visita a lideranças quilombolas em Charco, São Vicente de Férrer, e audiências públicas estão na agenda, que será cumprida entre amanhã (9) e sexta-feira

O Programa Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) cumpre agenda no Maranhão. Ivan Marques e Oscar Gatica, seus coordenadores , visitarão a comunidade quilombola de Charco, no município de São Vicente de Férrer. Lá o lavrador Flaviano Neto foi executado a tiros em 30 de outubro do ano passado – somente no último dia 2 de fevereiro o ex-policial militar Josué Sodré Sabóia foi preso, acusado de envolvimento no homicídio. A área vive em conflito agrário: um fazendeiro, suposto proprietário das terras, deseja expulsar as famílias que ali vivem há décadas.

Amanhã (9) a coordenação do programa, acompanhada de representantes da Fundação Cultural Palmares, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de diversas entidades do movimento social, entre as quais a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), visitará, na comunidade, diversas outras lideranças, algumas delas recentemente ameaçadas de morte.

Audiências – Na quinta-feira (10), às 18h, no Auditório da OAB/MA (Calhau), o PPDDH discutirá com diversos organismos, governamentais e não-governamentais, encaminhamentos para a resolução do conflito agrário e as ameaças que as lideranças vêm sofrendo em decorrência daquele. Entre outros, estarão presentes representantes da secretarias de estado de Segurança Pública e Direitos Humanos, Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Defensoria Pública Estadual, Defensoria Pública da União, Incra, Iterma, MST/MA e SMDH, entre outras entidades da sociedade civil.

Entidades e equipe técnica do PPDDH participam de audiência judicial dia 11, às 9h, na 8ª. Vara da Justiça Federal. As partes serão ouvidas e provas serão colhidas. Um processo de ação possessória foi ajuizado contra a comunidade pelo fazendeiro Hugo Gomes, suposto proprietário da terra alvo do conflito. Quando da audiência de justificação prévia (21 de janeiro), o juiz da 2ª. Vara Federal determinou que a mesma fosse vistoriada. Na audiência desta sexta-feira, aberta a quaisquer interessados, além da oitiva das partes, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deverá apresentar os resultados da vistoria da terra.

A visita do PPDDH ao Maranhão se dá a partir de intervenção da SMDH e entidades parceiras. Uma das lideranças quilombolas ameaçadas já se encontra sob proteção do programa: este cuida da segurança de seus usuários e dialoga com os poderes públicos para a resolução dos problemas que ocasionam a situação.

Lentidão – Corre em segredo de justiça o inquérito que apura a morte de Flaviano. As investigações continuam, apesar das dificuldades. “A comarca de São Vicente de Férrer estava sem juiz titular e, assim, o pedido de prisão preventiva de um dos envolvidos, só recentemente realizada, não podia ser expedido. Com a presença de um juiz titular espera-se que a questão ganhe mais celeridade”, espera Igor Almeida, advogado da SMDH que acompanha o caso.

Baile do Parangolé: 32 anos da SMDH

6 fevereiro 2011

Arte: Bruno Galvão

Realizado pela primeira vez em 2010, o Baile do Parangolé chega sábado, 12, às 21h30min, a sua segunda edição. Trata-se de festa carnavalesca que marca o aniversário de 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) – fundada nesta data, em 1979, no bojo das lutas pela anistia.

Nesta temporada pré-carnavalesca de 2011, o Baile do Parangolé mudou de endereço, esperando abrigar um público ainda maior que o de sua primeira edição, com conforto e segurança. Será seu palco o Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande).

A Banda do Parangolé foi formada exclusivamente para a ocasião, reunindo “feras da mais alta periculosidade instrumental”, como salientou o sociólogo e radialista Ricarte Almeida Santos no Chorinhos e Chorões de domingo passado (6); Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Grupo para ninguém botar defeito, as estrelas da noite idem: Cesar Teixeira, autor do coco que empresta nome ao baile, Joãozinho Ribeiro, sócios da SMDH, Lena Machado e Rosa Reis – todos, artistas de reconhecimento nacional.

As camisas para o Baile do Parangolé custam R$ 40,00 (unidade) e R$ 30,00 (preço promocional para quem comprar a partir de duas). Podem ser adquiridas nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 554, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande).

Personagens – Conheça um pouco da história de quem faz o 2º. Baile do Parangolé.

A SMDH – A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) foi fundada em 12 de fevereiro de 1979 – à época com um D a mais na sigla, de “defesa”. Entidade da sociedade civil de natureza pública, espaço político de denúncia contra o arbítrio e a violência, tão comuns durante a ditadura militar, quando de sua fundação. Mobilização popular, educação de base e formulação de denúncias de violações de direitos foram, desde sempre, suas estratégias de atuação.

Cesar Teixeira – Jornalista, poeta, compositor, artista plástico. Foi assessor de comunicação da SMDH entre 1989 e 2002. É sócio da entidade, da qual já integrou o Conselho Consultivo. Lançou, em 2004, Shopping Brazil, seu único disco. Autor de clássicos da música produzida no Maranhão, tem sua obra gravada sistematicamente desde a década de 1970. Atualmente é coordenadora editorial do jornal Vias de Fato.

Joãozinho Ribeiro – Bacharel em Direito, especialista em Direitos Autorais. Funcionário público, é técnico da Receita Federal. Poeta, publicou em 2006 o livro Paisagem feita de tempo (Ed. do autor). É um dos compositores mais gravados do Maranhão, tendo vencido em 2001 o Prêmio Universidade FM, com seu choro Milhões de uns, interpretado por Célia Maria. Ex-secretário de Estado da Cultura, foi coordenador executivo da II Conferência Nacional de Cultura (MinC).

Lena Machado – Assessora da Cáritas Brasileira Regional Maranhão estreou em disco em 2006 com Canção de Vida, que celebrou os 50 anos de atuação da entidade no Brasil. No ano anterior, participou, ao lado de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro e Gildomar Marinho, do show que festejou os 26 anos da SMDH. Ano passado lançou, com músicas destes e outros compositores maranhenses, Samba de minha aldeia, elogiado entre outros por Nelson Motta.

Rosa Reis – Coordenadora do Laboratório de Expressões Artísticas do Maranhão (Laborarte), pesquisadora da cultura popular do Maranhão. Cantora que valoriza estes elementos em seu trabalho, tem vários discos gravados, o mais recente Brincos (Funarte, 2009), no qual realiza um apanhado de clássicos da música do Maranhão nas últimas quatro décadas.

Bruno Galvão – Artista plástico, assina a identidade visual do 2º. Baile do Parangolé. Somou seu talento ao aprendizado em cursos de desenho e artes nos centros de Cultura Negra (CCN/MA) e de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCf), em São Luís. integra o coletivo Nagô, que assina diversos painéis em grafite na Ilha. Realizará em breve sua primeira exposição individual.

Serviço

2º. Baile do Parangolé celebrará 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

1 fevereiro 2011

Festa de aniversário terá shows de Cesar Teixeira, Joãozinho Ribeiro, Lena Machado e Rosa Reis, no Circo da Cidade

Arte: Bruno Galvão

Fundada em 12 de fevereiro de 1979, no bojo das lutas pela anistia, a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), celebra seus 32 anos de luta pela defesa, proteção e promoção dos direitos humanos com um grande baile carnavalesco.

Para Joãozinho Ribeiro, sócio da entidade e um dos artistas a se apresentar no 2º. Baile do Parangolé, direitos humanos e cultura caminham juntos: “A cultura precisa ser entendida, para além da dimensão das festividades, como um direito. Temos avançado nesta questão no Brasil. Cultura é um direito humano, os direitos culturais  têm sido cada vez mais alvo de discussões. A SMDH tem uma história importantíssima na luta pelos direitos humanos no Maranhão e isso precisamos festejar”, comentou.

Além de Joãozinho Ribeiro, o Baile do Parangolé terá shows de Cesar Teixeira, também sócio da SMDH e autor da música que dá nome à festa, Lena Machado e Rosa Reis, que serão acompanhados da Banda do Parangolé: Arlindo Carvalho (percussão), Fleming (bateria), Hugo Barbosa (trompete), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Mauro Travincas (contrabaixo), Nelma Carafunim (saxofone) e Osmar do Trombone.

Serviço – O Baile do Parangolé acontece dia 12 de fevereiro (sábado), a partir das 21h30min, no Circo Cultural Nelson Brito (Circo da Cidade, ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande). As camisas-ingressos estão à venda nas sedes da SMDH (Av. Castelo Branco, 697, Altos, São Francisco) e União por Moradia Popular (Rua dos Afogados, 674, Centro) e na Livraria Poeme-se (Rua João Gualberto, 52, Praia Grande). Maiores informações: (98) 3231-1601, 3231-1897, 8888-3722, smdh@terra.com.br, twitter.com/smdhvida