Archive for junho \28\UTC 2010

“Samba de Minha Aldeia” – O Show

28 junho 2010

Lena Machado apresenta ao vivo repertório de seu segundo disco. Samba de Minha Aldeia já é sucesso nacional.

Samba de Minha Aldeia. Capa. Reprodução

O título não entrega o ouro: seria óbvio demais batizar de Samba de Minha Aldeia um disco (só) de sambas. Com desenvoltura e, de já, boa repercussão, Lena Machado passeia por samba, choro, blues, baião, citações de salsa, pitadas eletrônicas, sem perder as referências das raízes musicais da cultura popular do Maranhão, de cujos ritmos o disco está também impregnado.

De seu estado natal, aliás, a cantora recruta todos os compositores por ela gravados neste segundo disco, entre representantes da velha guarda e da jovem vanguarda da música popular maranhense, que listamos aqui sem distinção entre os grupos: Aquiles Andrade, Bruno Batista, Cesar Teixeira, Chico Canhoto, Chico Nô, Gildomar Marinho, Joãozinho Ribeiro, Josias Sobrinho, Patativa e Ricarte Almeida Santos.

Com arranjos e direção musical de Luiz Jr. (violão e viola caipira), o time de bambas que emoldura a bela voz de Lena Machado é outra primorosa seleção, na qual se destacam Rui Mário (sanfona), Luiz Cláudio (percussão), Robertinho Chinês (bandolim e cavaquinho), Thales do Valle (trompete), João Neto (flauta), Analício (clarinete), Guilherme Raposo e Franklin Santos (efeitos eletrônicos), George Presunto (trombone). O trabalho contou ainda com as participações especiais de Netinho Albuquerque (pandeiro) e Henrique Martins (violão sete cordas), em Chorinho de herança (Ricarte Almeida Santos/ Chico Nô) e Zé da Velha (trombone) e Silvério Pontes (trompete) em Colher de chá (Patativa).

Se compositores, repertório e instrumentistas são luxos e primores, o projeto gráfico não poderia ser diferente: assinado por Waldeilson Paixão, traz fotografias de Rivânio Almeida Santos que captam o clima de Botequim (título de choro de Cesar Teixeira gravado por Lena) do Bar do Léo, misto de bar e museu, espécie de “academia musical” encravada no coração do Vinhais, um dos bairros mais tradicionais de São Luís.

A cantora Lena Machado no clique de Rivânio Almeida Santos

Repercussão – Lançado em janeiro de 2010, em concorrida sessão de audição e noite de autógrafos realizadas no mesmo Bar do Léo que lhe serve de cenário, Samba de Minha Aldeia tem encontrado boa repercussão no cenário nacional.

O disco já foi tocado em webrádios e rádios em São Luís, Brasília e Rio de Janeiro, onde arrancou elogios do jornalista e produtor Nelson Motta. Na internet, também, o disco já está disponível para download em vários blogues que o disponibilizam gratuitamente. A cantora diz não se incomodar: “É uma forma de nossa música, da música do Maranhão chegar a mais gente. É claro que no disco original há outros elementos, informações, um projeto gráfico bonito. O ideal é baixar para conhecer e depois adquirir o original”, opina.

Em São Luís está à venda na Livraria Poeme-se (Praia Grande), no Bar do Léo e na TVN (São Francisco). Esta última, com a Pousada Portas da Amazônia, co-patrocinou a finalização do disco, cuja gravação foi possível graças a um edital da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão ainda em 2008.

História – Lena Machado nasceu em Zé Doca, no interior do Maranhão, onde começou a cantar, integrando grupos da Igreja Católica, sobretudo das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Depois de tentar uma carreira na própria cidade natal, veio para São Luís trabalhar na Cáritas Brasileira Regional Maranhão, onde está até hoje.

Sua trajetória musical nunca esteve dissociada de sua atuação no campo social, na busca por justiça e pelo fim das desigualdades. Na capital maranhense teve suas primeiras incursões pela música no aniversário de 26 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em fevereiro de 2005 e no projeto SESC Meio Dia, no SESC Deodoro, no ano seguinte.

Em 2006 lançou Canção de vida, sua estreia, onde emprestou a voz a diversos clássicos da música brasileira que embalam a luta dos movimentos sociais e de trabalhadores, sobretudo de compositores maranhenses – Cesar Teixeira (Oração latina, hino de onde é tirado o verso-título, Flanelinha de avião), Chico Canhoto (Sem resposta), João do Vale (Minha história, Carcará), Joãozinho Ribeiro (Milhões de uns) – mas passando por Gonzaguinha (Pense n’eu, O que é, o que é?), Jurandy da Feira (Terra, vida e esperança) e Sá e Guarabira (Sobradinho).

O convívio com o ambiente musical, sobretudo com músicos de uma maneira ou outra vinculados ao Clube do Choro do Maranhão, garantiu a Lena Machado um amadurecimento percebido quando se comparam os dois trabalhos – o primeiro também teve repercussão nacional e foi lançado, além de em São Luís, em Aracaju/SE e Brasília/DF.

O show – Para marcar o lançamento oficial de Samba de Minha Aldeia, Lena Machado escolheu o palco do Teatro Arthur Azevedo. “É um dos mais belos teatros do Brasil, um dos mais antigos e tem uma energia positiva. Muita coisa importante para a música do Maranhão e do Brasil aconteceu aqui. É inspirador cantar aqui”, revela.

Além do repertório do disco, que será interpretado na íntegra, Lena Machado cantará também obras de compositores como Antonio Vieira e Chico Maranhão, além de surpresas que fará ao público. A cantora contará com as participações especiais de Aquiles Andrade, Célia Maria, Léo Spirro e Patativa.

“Aquiles representando a nova geração de talentos maranhenses que tem surgido, um dos compositores que gravei. Célia, Spirro e Patativa [esta a única compositora gravada por Lena] são, cada um a seu modo, grandes mestres da música produzida aqui, personagens importantíssimos, tenho aprendido muito com eles”, conta emocionada.

Com produção de Lena Machado e Ruber Produções e direção musical de Luiz Júnior, Samba de Minha Aldeia, o show, tem patrocínio de TVN.

Design: Waldeilson Paixão

Serviço – O show de lançamento de Samba de Minha Aldeia acontece dia 7 de julho (quarta-feira), às 20h, no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol, Centro). Os ingressos custam apenas R$ 20,00 (meia para estudantes com carteira) e estão à venda na Livraria Poeme-se (Praia Grande) e na bilheteria do TAA. Patrocínio: TVN.

Assessoria de comunicação: Zema Ribeiro – (98) 8888-3722, zemaribeiro@gmail.com

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Cáritas Brasileira: SOS Pernambuco e Alagoas

28 junho 2010

Cáritas e CNBB lançam campanha em favor das vítimas das enchentes em Pernambuco e Alagoas

 Maiores informações no site da Cáritas Brasileira.

MinC lança em São Luís a coletânea “Drogas e Cultura: novas perspectivas

24 junho 2010

Obra será lançada em São Luís segunda-feira, 28. Capa. Reprodução.

O livro Drogas e Cultura: novas perspectivas (acima, reprodução da capa) será lançado na próxima segunda-feira, 28 de junho, às 19h, no Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio). 

A publicação, apoiada e financiada pelo Ministério da Cultura (MinC), contribui para o debate público sobre as drogas, à medida que não se restringe aos aspectos biomédicos dos produtos e de suas propriedades. A obra propõe ampliação nas discussões sobre o uso de substâncias psicoativas, a partir de 17 artigos de pesquisa e reflexão no âmbito das ciências humanas. Tem como co-organizadores Henrique Carneiro, Bia Labate, Edward MacRae, Sandra Goulart e Maurício Fiore, entre outros. A publicação tem parceria com a EDUFBA (Editora da Universidade Federal da Bahia).

O livro aborda majoritariamente a relação humana com tais produtos, as motivações e os sentidos ligados à produção e ao uso de sustâncias específicas. Traz elementos para ajudar a compreender a interpretação que os sujeitos dão à experiência com as drogas, de seu estado, da motivação que os impele a um consumo repetido de determinada substância, dos sentidos e razões pelas quais a considera importante e indispensável para satisfação de determinadas metas e necessidades.

Drogas e Cultura: novas perspectivas é um esforço no sentido de qualificar o debate sobre a descriminalização e a legalização das drogas, que hoje continua sendo depreciado e descartado como leviano, irresponsável e moralmente suspeito. O livro revela que a perspectiva cultural é uma forma qualificada para lidar e tratar a questão das drogas. A cultura é a manifestação das relações sociais, media diálogos, cria e reconhece a importância do saber popular sobre as drogas. O olhar social sobre essa questão não pode ser apenas o da criminalização policial ou da medicina psiquiátrica.

O evento de lançamento do livro contará com as presenças de Fabio Kobol (MinC), Henrique Carneiro (co-organizador do Livro e do NEIP), Euclides Moreira Neto (Fundação Municipal de Cultura), Paulo Alves Moreira (Pesquisador e escritor), Mivan Gedeon (Secretaria Municipal de Comunicação), Daniel Serra e Sérgio Ferreti (antropólogo e professor). Após a cerimônia haverá distribuição gratuita do livro, cuja versão eletrônica pode ser acessada neste link.

Serviço

O quê? Lançamento do livro Drogas e Cultura: novas perspectivas
Quando? segunda-feira, 28 de junho, às 19h
Onde? Restaurante Cantinho da Estrela (Rua do Giz, 175, Praia Grande, em frente à Praça Valdelino Cécio)

[Release recebido do Ministério da Cultura]

“Pedra de Cantaria” em primeira audição

18 junho 2010

Novo disco de Gildomar Marinho terá primeira audição pública no Bar do Léo, em São Luís/MA

Foto: Paulo Caruá

Aproveitando uma rápida passagem pela capital maranhense, o cantor e compositor maranhense Gildomar Marinho realizará sessão de audição de Pedra de Cantaria no Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais), neste sábado (19), às 20h.

Seu segundo disco, a ser lançado ainda em 2010, foi gravado e mixado em Fortaleza/CE, onde o compositor está radicado por conta de seu ofício de bancário do Banco do Nordeste – de quem o trabalho tem apoio cultural, através do programa Cultura da Gente.

“O disco está sendo masterizado e será prensado em breve, devo lançá-lo no máximo em agosto”, avisa o artista. Do novo disco, dois hits já se destacam: o choro Pra chorar no Rio, parceria com Ricarte Almeida Santos, e o carimbó Batalha do cerrado, homenagem ao líder camponês Manoel da Conceição; a primeira já teve execução no Chorinhos e Chorões, apresentado pelo parceiro, e a segunda já está disponível para audição e download no myspace de Gildomar. A faixa-título é parceria dele com Zema Ribeiro. O disco Pedra de Cantaria tem 14 faixas.

Serviço

O quê: sessão de audição avant-première do disco Pedra de Cantaria.
Quem: o cantor e compositor maranhense radicado em Fortaleza Gildomar Marinho.
Quando: dia 19 (sábado), às 20h.
Onde: Bar do Léo (Hortomercado do Vinhais).
Quanto: grátis. Presentes pagam apenas o consumo.
Maiores informações: (98) 8888-3722.

Feitiço maranhense no Feitiço Mineiro

16 junho 2010

Acompanhado de regional, o poeta e compositor Joãozinho Ribeiro apresenta o show musical Milhões de uns na capital federal.
 

Nascido num bairro periférico da região central de São Luís Joãozinho Ribeiro (foto) iniciou-se na música em saudosos festivais universitários, no longínquo 1979 – tem completos 30 anos de música, portanto –, ano também identificado como o da fatídica “greve da meia passagem”, da qual foi militante.

Quase engenheiro, quase economista, formou-se bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), e depois especialista em Direitos Autorais. Militante das artes e da cultura em geral, foi secretário executivo do Fórum Municipal de Cultura de São Luís, engendrando as duas Feiras Culturais da Praia Grande, três Semanas Culturais do Desterro e o projeto Samba da Minha Terra, que levou música gratuita e de qualidade a 18 comunidades de sua cidade natal, valorizando sobretudo o samba e o choro, com a participação de inúmeros convidados especiais. Chegou a Secretário de Estado da Cultura do Maranhão e hoje o técnico da Receita Federal está nos quadros do Ministério da Cultura.

Por essas e outras, João Batista Ribeiro Filho, aos 55 ainda o mesmo moleque travesso das ruas, becos, ladeiras e vielas da capital maranhense, tem relegado a segundo plano sua carreira de artista: é, na terra de outro João Batista, o do Vale, um dos compositores mais gravados e tem publicado o poema-livro Paisagem Feita de Tempo [2006, edição do autor]. Sua mais recente apresentação musical data de agosto de 2008, em São Luís, dentro do projeto Clube do Choro Recebe, empreitada de sucesso do Clube do Choro do Maranhão que completará três anos em breve.

Atualmente residindo em Brasília, Joãozinho Ribeiro aproveita a estadia na capital federal para mostrar, no planalto central, parte de sua obra, que lhe garante presença no panteão sagrado dos grandes compositores do Maranhão, ao lado de figuras como Antonio Vieira, Cesar Teixeira e Chico Maranhão, entre outros. Passeando por choro, samba, baião, reggae, toadas de bumba-meu-boi e tambor de crioula, blues, canções de amor e de protesto, Joãozinho Ribeiro se apresenta no Restaurante Feitiço Mineiro (306 Norte) no próximo dia 3 de julho, às 22h30min. O couvert artístico custa apenas R$ 15,00.

O Feitiço Mineiro tem sido palco importante de maranhenses na capital federal. Por lá já se apresentaram nomes como Nonato Buzar, Papete, Flávia Bittencourt, Rosa Reis, Beto Pereira, Josias Sobrinho e Tião Carvalho, entre outros. “Além de encontrar a colônia maranhense radicada em Brasília, o interessante é podermos apresentar nosso trabalho também a cidadãos e cidadãs apreciadores da arte de todas as partes do mundo”, afirma Joãozinho Ribeiro, que em 2002 venceu, no Maranhão, o Prêmio Universidade FM com seu choro Milhões de uns, registrado em disco pela também maranhense Célia Maria.

Serviço

O quê: show musical Milhões de uns.
Quem: Joãozinho Ribeiro e Regional.
Onde: Restaurante Feitiço Mineiro (306 Norte, Brasília/DF).
Quando: dia 3 de julho (sábado), às 22h30min.
Quanto: R$ 15,00 (couvert artístico).
Reservas: (61) 3272-3032.

Redação: Zema Ribeiro
Entrevistas: Robson Silva – (61) 9952-4801

O Arnesto nos convidou prum choro…

1 junho 2010

Autor de inúmeros clássicos como Trem das onze, Samba do Arnesto e Tiro ao Álvaro, entre outros, Adoniran Barbosa será lembrado por Zeca do Cavaco em tributo no Clube do Choro Recebe.

Adoniran Barbosa (fotos) não esperou o trem das onze ou o bonde da história passar. Antes de tornar-se sucesso radiofônico e discográfico, de modo tardio, já na década de 1970, fez um sem fim de programas de rádio, filmes, telenovelas e comerciais, capítulo importante da biografia de João Rubinato – seu nome de batismo – quase sempre desprezado por admiradores, digamos, comuns.

Enquanto interpretava personagens humorísticos como Charutinho – criação de seu parceiro Oswaldo Moles – no rádio, ou tipos como o professor Pancrácio no cinema – o personagem soltava o bordão “sem duvidamente” quando queria dizer “com certeza” –, apresentava, sem muito sucesso, até então, suas músicas a diversos artistas que encontrava pelos corredores das rádios, onde reinou absoluto por décadas, apesar do começo difícil.

Adoniran Barbosa conheceria o sucesso como compositor após as interpretações marcantes e definitivas do conjunto Os Demônios da Garoa para suas criações. E depois, com ele próprio cantando, em seus discos homônimos lançados em 1973 e 1974, sob a batuta de Pelão, produtor de discos históricos da música brasileira, entre os quais Nelson Cavaquinho, para citar apenas outro bamba centenário – controvérsias no registro do autor de Folhas secas faz com que adiemos esta celebração, no entanto, para 2011.

Eternos e de domínio público – Apesar das recusas iniciais, Adoniran Barbosa não precisou esperar muito para que diversas criações suas ganhassem o status de “domínio público”: é claro, o compositor recebia os direitos autorais devidamente, mas não havia – como ainda não há – roda de samba que se preze em que não sejam entoados versos de músicas como Trem das onze, Samba do Arnesto, Tiro ao Álvaro, Iracema, Prova de carinho, As mariposa, Saudosa maloca e Um samba no Bixiga, entre inúmeras outras.

Estes e outros clássicos do descendente de italianos nascido em São Paulo em 1910 – e falecido em 1982 – serão lembrados por Zeca do Cavaco, uma das mais belas vozes da música produzida no Maranhão. Cantor e instrumentista de destaque, Zeca aproveita a efeméride para apresentar um show certamente memorável no palco do Clube do Choro Recebe, na 119ª. edição do projeto, que acontece neste sábado, 5, às 19h30min, na Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), no Calhau (Rua José Luiz Nova da Costa, esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar). Os ingressos custam apenas R$ 10,00 (R$ 8,00 para sócios da APCEF).

Zeca do Cavaco será acompanhado pelo Regional Urubu Malandro, grupo já integrado por outro saudoso mestre da música brasileira, Antonio Vieira, recém-homenageado no projeto (118ª. edição, 29 de maio). O grupo é formado por Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), João Neto (flauta), Juca do Cavaco e Osmar do Trombone.

O projeto Clube do Choro Recebe tem apoio cultural de TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF) e parceria da Solar Consultoria e JL Music Studios.

SERVIÇO

O quê: Projeto Clube do Choro Recebe – 119ª. edição.
Quem: o grupo Urubu Malandro recebe o cantor Zeca do Cavaco em tributo a Adoniran Barbosa.
Quando: dia 5 de junho (sábado), às 19h30min.
Onde: Associação do Pessoal da Caixa (APCEF), Rua José Luiz Nova da Costa, Calhau (esquina com Rua dos Carcarás, em frente ao Barramar).
Quanto: R$ 10,00 (entrada).
Maiores informações: clubedochorodomaranhao@gmail.com e/ou ricochoro@hotmail.com
Apoio Cultural:
TVN São Luís, Rádio Universidade FM e Associação do Pessoal da Caixa (APCEF).
Parceria: Solar Consultoria e JL Music Studios.